Transei com meu primo

Oi, meu nome é Carlos ( nome fictício ) tenho 18 anos, meu relato aconteceu quando eu tinha uns 15 anos, eu estava de boa na minha casa, quando chega mensagem no WhatsApp, era meu primo Diego : chega aqui mando
Eu : beleza indo aí

Chegando lá, ele estava sem blusa, nunca tinha me atraído por ele antes, mas naquele dia, ele tava sem cueca e eu reparei no volume no calção dele, e que volume, ele me chamou pra jogar vídeo game, depois de 1 hora jogando video game, enjoamos e começamos a trocar ideia, conversa vai, conversa vem, ele perguntou ” o que você acha do meu corpo Carlos?

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O dia em que eu virei putinha do gerente

Sou moreno, um pouco gordinho, 1,79 e com 13cm de pau. Moro no interior do Rio e foi aqui que descobri minha vida sexual. Desde novo sempre fui muito arteiro, e sempre senti muito tesao, quando eu era criança eu já ficava brincando de pegar no pau dos garotos e eles pegarem no meu pra saber a sensação, mas só coisa de criança. Cresci numa família normal onde sempre falaram que o certo era homem com mulher, e fui assim até os 18. Comecei a me masturbar cedo, com 11 anos, mal sabia o que era mas comecei, e entrei na vida sexual aos 16 com uma namorada do ensino médio…

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O dia em que dei pra 4

O conto erótico que escrevo é real. Tenho 34 anos, sou bi. Sou alto, sou um pouco gordinho, mas sou bem bonito, além de ter uma bunda gostosa.

A história começou na madrugada. Eu havia chegado em casa de uma festa, bebado e cheio de tesão. Tinha cheirado um pouco de cocaína, o que aumentava ainda mais meu tesão.
Eu tinha o contato de um garoto de programa que havia saido uma vez. Não costumo fazer isso, mas acabei experimentando uma vez, e o cara era bem gato e gostoso. Como estava louco de tesão, mandei mensagem pra ele, perguntando se ele estava afim. Ele logo respondeu e falou que em meia hora chegava na minha casa.

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Virei a putinha do meu primo

Eu tinha lá pros meus 13 anos, era bem bonitinho, uma bundinha arrebitada mas eu não mostrava traços de ser afeminado tirando o fato de eu chupar o pau do meu primo e ele me fuder sempre que ia passar um tempo na casa do meus avós, eu levava uma vida normal. A casa dos meus avós fica muito longe da escola, sempre que meu primo estava, ele me dava carona e ia me buscar em seu carro, ele já tinha 19 anos havia ganhado o carro do pai quando fez 17. Certa vez estávamos em época de prova eu estudava de manhã e como era só fazer a prova e ir embora, pedi pro meu primo ir me buscar mais cedo, quando acabei o que tinha de fazer fiquei esperando ele na praça perto do Colégio, já que não aceitavam que veículos além dos transportes escolares ficassem na frente da escola, vi seu carro chegando, era um modelo novo pra época, entrei e ele seguiu viagem pra casa, de repente ele tira o pau pra fora

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Fui fazer um programa e acabei com porra na boca

Eu confesso.
Sou um homem, bem apessoado, barba rala, bem dotado e disposto a muita coisa na cama. Já havia frequentado muito o bate-papo, até que ele apareceu oferecendo dinheiro pra mamar. Confesso que fui fazer um programa com esse senhor. Havíamos conversado no telefone e só haveria sexo oral. Cheguei, nos cumprimentamos cordialmente, e fui direto pra cama. Estava nervoso e pedi desculpas pro caso de brochar. Ele me acalmou e pediu pra mim tirar a roupa. Fiquei nu e deitei na cama. Ele veio calmamente e começou, ainda no pênis amolecido. Fiquei pensando e joguei verde. Pus a mão no saco dele, ele olhou pra mim sorrindo e pediu se eu queria. Somente acenei que sim. E foi assim que fiz meu primeiro boquet. O pau dele estava rígido mas não totalmente, o que permitia que eu me atrevesse a por ele todo na boca, sentindo os pelos enchendo meu nariz e as bolas nos lábios.

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Macho me Estuprou sem Dó

Meu nome é Rick, tenho 36 anos, sou de Campinas/SP.

Vivo procurando machos pra me estuprar sem dó. As vezes vou em cinema pornô em São Paulo, as vezes sonho com pedreiros de construção, traficantes, todo tipo de macho.

Numa dessas buscas, conheci um cara por um aplicativo de mensagens, disse pra ele que eu curto ser enrabado sem dó, que me responsabilizo por tudo que ele fizer, que se eu pedir pra parar ele pode continuar sem dó, estuprar de verdade. Fui incentivando o cara a me arrombar. Ele concordou e veio em casa.

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