Dei pra o motorista na beira da estrada

Tive um rala e rola com um mecânico, dias atrás. Ogro, é o apelido dele.
Na última vez que ele veio ver o carro, havia ficado de retornar pra fazer troca de óleo. Pois é, ele voltou e fez a troca do óleo, e me disse que vez ou outra prestava serviço como motorista particular, e se caso eu viesse a precisar, bastaria falar. Respondi ser ótima a ideia, pois não me atreveria dirigir pra longe, e que realmente eu iria precisar viajar pra outra cidade pra fazer uns exames de rotina. Coisas de mulher. Senti que se empolgou. Confesso que já comecei a imaginar coisas, tipo chupar aquele pau gostoso enquanto ele dirigia, como meu motorista particular.

Ah, sou Carla, 35 anos, casada e do lar. Meu marido é um pouco mais velho que eu, e tem me despertado a cada dia para um sexo safado, sem limites. Fui criada ouvindo proibições: não toque aí, isso é feio, isso é pecado. Me casei virgem, ou quase (risos). Tive poucos namorados, e cheguei a me apaixonar por um deles; o cara não gostava de mim, sinto que só queria me comer. Felizmente não aconteceu, ainda bem!

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A depravação da tia Gisele e a sobrinha

Juliana está deitada de bruços e tremendo de gozo com Olavo forçando mais da metade de sua língua no cusinho dela. Os dedos dele apertam firmemente a maciez da bunda da jovem de dezoito aninhos.
Juliana passa a rebolar de encontro ao rosto do cinqüentão Olavo que se excita cada vez mais com a caricia das bojudas nádegas.

Soluçando e arquejando de prazer a belíssima ninfeta pede que Olavo lhe faça o mesmo carinho em sua xaninha. Ele se deita de costas mantendo Juliana na mesma posição, mas se infiltrando por baixo dela até que seu rosto fique bem abaixo da rosada xoxotinha dela.

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Dei pra o motorista na beira da estrada

Tive um rala e rola com um mecânico, dias atrás. Ogro, é o apelido dele.
Na última vez que ele veio ver o carro, havia ficado de retornar pra fazer troca de óleo. Pois é, ele voltou e fez a troca do óleo, e me disse que vez ou outra prestava serviço como motorista particular, e se caso eu viesse a precisar, bastaria falar. Respondi ser ótima a ideia, pois não me atreveria dirigir pra longe, e que realmente eu iria precisar viajar pra outra cidade pra fazer uns exames de rotina. Coisas de mulher. Senti que se empolgou. Confesso que já comecei a imaginar coisas, tipo chupar aquele pau gostoso enquanto ele dirigia, como meu motorista particular.

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Traindo marido com motoboy

Bom, como esse é meu primeiro conto vou me apresentar. Me chamo A, sou loira, 1,65 de altura, seios pequenos, bumbum grandinho para meu tamanho (mas bem redondinho e durinho) e pernas torneadas; pois faço crossfit a algum tempo. Falando em crossfit, foi lá que conheci a pessoa deste conto, aproveito para descrevê-lo.. moreno, pouca coisa mais alto que eu, forte e com músculos bem definidos, sorriso super cativante e tatuado.
Já sobre meu casamento, sou muito insatisfeita sexualmente falando com meu marido, por ele sofrer de ejaculação precoce e mesmo já tendo conversado sobre isso, ele se recusa a procurar tratamento ou melhorar. Acaba que mesmo transando quase todos dias, eu acabado gozando no máximo 1x a cada 3 meses. Somado isso aos 5 anos que estamos juntos. Imaginasse como já estou subindo pelas paredes né..

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Traí meu marido mais uma vez, vendada e usada!

Olá! Estou de volta depois de um tempo sem escrever. Desde já agradeço pela espera dos fãs que conquistei e me inspiraram até agora. Para quem não me conhece, me apresento como C. Sou casada, porém inserida num relacionamento totalmente gasto e sem muita atenção do marido. Desde que tomei coragem para uma primeira aventura extraconjugal me senti livre e realizada, passando por várias experiências deliciosas que vêm me deixado cada vez mais ousada! (Recomendo muito que você leia meus contos anteriores, caso ainda não o tenha feito). São estas experiências que venho trazendo aqui e, hoje, venho relatar mais uma.
Sou uma morena cor de jambo de 27 anos, cabelos escuros que oscilam entre lisos e ondulados, bem longos. Tenho 1,61 de altura, sendo a típica “baixinha bem equipada”. Sou levemente cheinha, com seios fartos, pernas bem torneadas e uma bunda bem atraente, sexy e grande.

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Virei Corno e com Muito Prazer

Vou apresentar um conto que aconteceu de verdade entre mim e minha querida esposa, Me chamo Fabrício, tenho 57 anos e ela é a Lana, 56 anos.

Estamos casados há um bom tempo e, como todos sabem, o sexo vai esfriando com o passar dos anos.

Diante disso temos que usar da imaginação, criando novas experiências sexuais para manter a chama acesa.

Pois bem, foi o que fizemos após conversarmos a respeito de nossa vida sexual.

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Realizei a fantasia do corno com o negão

Olá, sou a Paula, sempre fui certinha demais, quadrada mesmo, meu marido, um safado, se dependesse dele nem sei o que seria de mim.

Nossa aventura começa numa viagem para a praia, sempre passávamos finais de semana num apartamento pequeno, tipo kitnet, que alugávamos em Bertioga – SP, quando estávamos a caminho, o meu marido me disse que havia comprado um biquini fio dental e que queria que eu usasse na praia, para fazer ciúmes para ele, passei a viagem toda negando, mas ao chegar lá resolvi experimentar, era minúsculo, de oncinha, na frente ficava uns dois dedos de xaninha de cada lado pra fora (minha pepekinha é bem grande) atrás minha bundinha ficava praticamente toda de fora.

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