Siririca na sessão de cinema

Sou branco, 1,80, 85 kg, olhos e cabelos castanhos, barba rala, porém volumosa.
O que aconteceu, foi que tava no tinder e acabei conhecendo uma moça, chamarei de Zoe (lógico, ficiticio o nome), uma moça simpatica, de papo leve e gostoso de ter, loira, daquelas gordelicias, olhos castanhos, peitões com aureula da cor da pele, e uma bucetinha grande e depilada. Conversamos uns tres dias e decidimos ir no cinema.
Nos encontramos na entrada do cinema e ela estava espetacular, camisa preta com um decote delicioso, calça legging preta e uma blusa pois fazia frio naquela noite, eu tava com uma blusa verde e uma calça jeans azul. A cumprimentei com um beijo na bochecha e fomos assistir o filme. Ah, detalhe, era um filme de animação, estava vazio a sala, decidimo pegar a penultima fileira de cima.

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Minha Sogra, Minha Amante

Logo depois que conheci minha esposa , fui morar na casa dela, ela já tinha uma filha que era pequena na época, ela trabalhava e quem cuidava da filha era a avó, eu saia para meu trabalho depois da esposa, neste intervalo ficava eu a sogra e a filha dela em casa,
Mas eu sempre fui de andar a vontade e minha sogra na época usava roupas provocantes.
Sempre tivemos bom relacionamento, eu e a sogra.
E logo começaram as tentações, como eu dormia nu, levantava para me vestir sem me preocupar pois sabia que a a sogra estava a três cômodos e não acordaria ela, a ideia de eu estar em casa com a sogra e pelado, me fazia ficar de pinto duro, se eu ouvia barulho me enrolava no roupão, mas as vezes a sogra saia de seu quarto para ir ao banheiro e como a gente se dá super bem, o nosso bom dia era com um bjo no rosto e um leve e breve abraço,

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Dei pra o motorista na beira da estrada

Tive um rala e rola com um mecânico, dias atrás. Ogro, é o apelido dele.
Na última vez que ele veio ver o carro, havia ficado de retornar pra fazer troca de óleo. Pois é, ele voltou e fez a troca do óleo, e me disse que vez ou outra prestava serviço como motorista particular, e se caso eu viesse a precisar, bastaria falar. Respondi ser ótima a ideia, pois não me atreveria dirigir pra longe, e que realmente eu iria precisar viajar pra outra cidade pra fazer uns exames de rotina. Coisas de mulher. Senti que se empolgou. Confesso que já comecei a imaginar coisas, tipo chupar aquele pau gostoso enquanto ele dirigia, como meu motorista particular.

Ah, sou Carla, 35 anos, casada e do lar. Meu marido é um pouco mais velho que eu, e tem me despertado a cada dia para um sexo safado, sem limites. Fui criada ouvindo proibições: não toque aí, isso é feio, isso é pecado. Me casei virgem, ou quase (risos). Tive poucos namorados, e cheguei a me apaixonar por um deles; o cara não gostava de mim, sinto que só queria me comer. Felizmente não aconteceu, ainda bem!

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A depravação da tia Gisele e a sobrinha

Juliana está deitada de bruços e tremendo de gozo com Olavo forçando mais da metade de sua língua no cusinho dela. Os dedos dele apertam firmemente a maciez da bunda da jovem de dezoito aninhos.
Juliana passa a rebolar de encontro ao rosto do cinqüentão Olavo que se excita cada vez mais com a caricia das bojudas nádegas.

Soluçando e arquejando de prazer a belíssima ninfeta pede que Olavo lhe faça o mesmo carinho em sua xaninha. Ele se deita de costas mantendo Juliana na mesma posição, mas se infiltrando por baixo dela até que seu rosto fique bem abaixo da rosada xoxotinha dela.

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Dei pra o motorista na beira da estrada

Tive um rala e rola com um mecânico, dias atrás. Ogro, é o apelido dele.
Na última vez que ele veio ver o carro, havia ficado de retornar pra fazer troca de óleo. Pois é, ele voltou e fez a troca do óleo, e me disse que vez ou outra prestava serviço como motorista particular, e se caso eu viesse a precisar, bastaria falar. Respondi ser ótima a ideia, pois não me atreveria dirigir pra longe, e que realmente eu iria precisar viajar pra outra cidade pra fazer uns exames de rotina. Coisas de mulher. Senti que se empolgou. Confesso que já comecei a imaginar coisas, tipo chupar aquele pau gostoso enquanto ele dirigia, como meu motorista particular.

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Salvando o emprego do maridinho com a bunda

É quase uma hora da manhã. Telma adentra a confortável sala de sua casa num luxuoso condomínio privado e encontra seu marido Raul, dormitando no sofá em frente à televisão. Telma gentilmente lhe balança o ombro. Raul desperta piscando várias vezes e sorrindo lhe pergunta.
-Telma querida!! Como foi a reunião com Rafer? Espero que o bom deus tenha ajudado!!

Telma com um leve sorriso e descalçando os sapatos responde-lhe.
– A priori, você será remanejado pra outra gerencia… quanto ao desvio de dinheiro feito por Valter, Lucia e Luiz…eles terão que pedir demissão e assinarem uma promissória, que será paga com a devolução, em particular, para a empresa…e Rafer queria 30% de desconto de seu salário por três anos…mas consegui que fosse só 20%…
-Oh, minha Telminha!! Muito obrigado…deus seja louvado!! Continue lendo Salvando o emprego do maridinho com a bunda…

A esposa pagou o aluguel

– Porra Antônio, este é o terceiro mês que você não paga o aluguel, assim não dá.
– Tenha um pouco mais de paciência “seu” Manoel, o senhor sabe da minha situação, perdi o emprego.
– E o que eu tenho lá com isso, oh gajo, eu quero o meu aluguel, se vira.
– Estou procurando emprego, mas a situação está complicada com essa pandemia toda.
– Coloca sua esposa para ajudar – olhando para ela que estava ao lado ele falou – a Maria é uma rapariga formosa, belos braços, belas e fortes pernas, tenho certeza que ela pode ajudar a pagar esse aluguel. Ouça bem, apenas mais esse mês, depois olho da rua.
Virou as costas e foi embora.

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