COMO INICIEI A MINHA MULHER EM PRÁTICAS DE SADOMASOQUISMO

Desde adolescente me apercebi de algo que, na altura, eu achava estranho e tinha vergonha de confessar: a minha excitação com pés (não só de vê-los nus, como nas práticas que hoje, vulgarmente, chamamos “dangling”, ou seja, ver uma mulher brincando com os sapatos, chinelas, ou sandálias, na ponta dos dedos dos pés, deixando-os por vezes cair), bem como em cenas em que fossem apresentadas mulheres sendo chicoteadas nas costas desnudadas (estas cenas comecei a vê-las em determinados filmes, nomeadamente nos históricos que tratavam quer do Império Romano, quer de épocas em que a prática da flagelação era prática corrente para certos crimes).

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Minha mulher chicoteada e fodida por amigo e amante

Desde adolescente me apercebi de algo que, na altura, eu achava estranho e tinha vergonha de confessar: a minha excitação com pés (não só de vê-los nus, como nas práticas que hoje, vulgarmente, chamamos “dangling”, ou seja, ver uma mulher brincando com os sapatos, chinelas, ou sandálias, na ponta dos dedos dos pés, deixando-os por vezes cair), bem como em cenas em que fossem apresentadas mulheres sendo chicoteadas nas costas desnudadas (estas cenas comecei a vê-las em determinados filmes, nomeadamente nos históricos que tratavam quer do Império Romano, quer de épocas em que a prática da flagelação era prática corrente).

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Iniciando Ana

Era nosso primeiro encontro pessoalmente, em nossas conversas virtuais já havíamos combinado um código de comportamento e apresentação. Ana deveria estar com salto alto, um vestido de tecido leve (e solto), bem curto (pra cima da metade da coxa), meia 7/8 preta com liga, o busto deveria ser decotado valorizando os peitos, do tipo que é impossível não olhar.

Era somente isso, nada foi falado sobre a calcinha, maquiagem ou cabelos, ela deveria surpreender.

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Cadela feliz de DOM GRISALHO – parte II

Devo dizer que desde criança me imaginava como escrava de alguém, servindo, sendo usada, abusada, humilhada, exibida, emprestada, punida. Muitas coisas se passavam na minha mente, mas não tinha a menor noção do que era. Cresci tendo essas visões e na adolescência comecei a me masturbar pensando nisso, sem ainda saber que existia o BDSM.

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Cadela feliz de DOM GRISALHO – parte I

A cadela está na compreensão que ela mesma tem de seu papel na vida do seu DONO. Podemos dizer que por trás de um grande DONO esta uma grande cadela. Grande porque ela adora ser cadela, se sente totalmente realizada em ser cadela. Para essa cadela o seu DONO representa tudo em sua vida. Dedica-se com ardor e entrega sua vida em prol da satisfação Dele, o seu DONO que é toda a razão da sua existência. Um DONO, um MESTRE, um DOM não o seria se sua cadela não se entregasse a ele. Uma cadela é uma cadela porque ela deseja o seu DONO, ela quer seu DONO e quanto mais ela deseja seu DONO, mais cadela se torna para Ele. O DONO sábio reconhece o valor da sua cadela, pois ela também o completa. (autoria não conhecida)

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SENDO TRANSFORMADA DE CASADA A CADELA II

Segue a continuação do relato de outra experiência que tive. Neste a casada desejava Sr transformada em uma cadela. Se você á casada, noiva, namorada ou solteira e tem o mesmo desejo ou outro que não teve coragem de contar a ninguém ainda, me envie um e-mail: domrenatosc@hotmail.com. Quem sabe podemos realizar.

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Primeira vez num clube BDSM

Através das salas de bate-papo de Sado-masoquismo fiz algumas amigas espalhadas pelo Brasil. Por conta do trabalho, tive que passar uns dias em uma reunião em São José dos Campos. Não resisti e reservei dois dias para ir a Sampa conhecer pessoas e lugares.

Uma amiga ficou de ir comigo ao Club Dominna, fiquei animadíssimo, mas para minha decepção ela me deu um fora, disse que não poderia. Mas a expectativa era muito grande em mim, e resolvi arriscar ir sozinho. Sair sozinho é um saco em qualquer lugar, mas ir a um clube BDSM pela primeira vez sozinho e sem conhecer ninguém, sem saber se conseguiria me enturmar com as pessoas, e admito com um certo receio.

Criei coragem, e fui. Entrei e me senti em um bar comum. A decoração era de muito bom gosto, sem exageros nem apelações, mas mesmo assim deixava claro o tema. As pessoas vestiam quase que exclusivamente preto, mas fora isso nada se diferenciava, sentei sozinho em uma mesa, uma linda garçonete se aproximou, pedi um drink. Ela me perguntou se era a primeira vez que eu estava ali, e se eu gostaria de ser apresentado as pessoas, ao invés de ficar bebendo sozinho. Adorei isso. Continue lendo Primeira vez num clube BDSM…

Castigos de uma escrava rebelde

Sou uma bela jovem de 21 anos, cabelos longos pretos e lisos até a cintura, um corpo escultural com um bumbum de dar inveja, conheci meu dono em um chat, por conincidência ele mora numa cidade que é ao lado da minha, conheci a aproximadamente uns 4 meses, nesse tempo conversamos sobre sado e trocamos experiências mas tudo não passava do telefone, tivemos apenas um encontro onde pude conhece-lo pessoalmente pois até então só ele me conhecia por fotos e cam, nesse encontro tudo ocorreu mais ou menos naturalmente, levei uns belos tapas na cara por algumas desobediencias e uns puxões de cabelo mas não passou muito além disso. Meu dono é bastante experiente com 28 anos, tinha e tenho até hoje medo dele por isso nunca marcava um novo encontro mesmo com muita vontade e tesão de vê-lo. Um belo dia ele não suportou mais minhas desculpas de não encontrá-lo e marcou nosso segundo encontro, me mandou torpedos dizendo o local e a hora que me encontraria, confesso que aquilo me deixou bastante exitada Continue lendo Castigos de uma escrava rebelde…