A Princesinha e a Feira Erótica

Alejandro Gomes é um jovem empresário do ramo alimentício. Rosto de expresões fortes e traços bem desenhados. Cabelos lisos e curtos, negros como a noite em dia de eclipse lunar. Corpo atlético em todos os seus 1,80 metros de altura. Dono de um ego inflado, mas não tão inflado como sua conta bancária. Devido a esses “pequenos” detalhes, sempre esteve acompanhado das mais lindas garotas da alta sociedade. A cada semana ele era visto com uma acompanhante diferente, expondo seu variado gosto para mulheres. E a companhia da vez é alguém tão famosa como ele, a jovem modelo Sasha Mitsui.

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Aprendendo a ser uma Submissa

Meu nome é Ana, 37 anos, sou casada. Estou escrevendo pela primeira vez.
Há algum tempo atrás, assim como algumas milhares de mulheres, comecei a ler 50 tons de cinza, o que me despertou uma curiosidade sobre o assunto. Nunca tinha me interessado por isso, aliás, nunca nem me passou pela cabeça algum dia fazer algo parecido com o que li no livro. Mas como sou curiosa quando o assunto me interessa e gostei do que eu estava lendo, resolvi pesquisar mais sobre.

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Depois de ler 50 tons de cinza

Meu nome é Ana, 37 anos, sou casada. Estou escrevendo pela primeira vez.

Há algum tempo atrás, assim como algumas milhares de mulheres, comecei a ler 50 tons de cinza, o que me despertou uma curiosidade sobre o assunto. Nunca tinha me interessado por isso, aliás, nunca nem me passou pela cabeça algum dia fazer algo parecido com o que li no livro. Mas como sou curiosa quando o assunto me interessa e gostei do que eu estava lendo, resolvi pesquisar mais sobre.

Cheguei até a conversar com o meu marido sobre isso, mas ele muito “puritano” achava um absurdo tudo aquilo. E eu de um certo modo também… Até que resolvi entrar em um bate-papo de sexo sobre o assunto para ver o que iria encontrar.

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Virei cadelinha do professor – Parte 1

Meu nome é Alice, tenho 18 anos, tenho 1:60 de altura peso 50 quilos, sou branca, tenho uma bunda grande e bem redondinha, pernas grossas, peitos pequenos mas com bicos bem bonitos, tenho cabelos grandes e castanhos e olhos da mesma cor.
Bom, Eu Faço faculdade de Direito, estavamos no final do semestre, quando vejo que estou reprovada em Direito Econômico por faltas, entrei em desespero, o professor de econômico tem fama de que não alivia em nada para os alunos, ele não me ajudaria.

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Descobrindo a mim mesma

Sou Vivia Oliver artesã tenho como hobby e trabalho fazer máscaras de tribos indígenas do lendo inteiro. Máscaras de rituais de prosperidade, fertilidade, guerra e outros tantos mais vivo num mundo meio incomum pra algumas pessoas, mais nem me importo com isso vivo minha vida, sem dar satisfação a ninguém.
Viajando pra uma pesquisa relacionada ao meu trabalho fiquei alguns dias numa tribo no sul de Angola, eles se preparavam pra um ritual de fertilidade. O meu guia, não me lembro bem o nome dele, mais lembro que ele tinha pelo menos uns dois metros de altura.

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COMO INICIEI A MINHA MULHER EM PRÁTICAS DE SADOMASOQUISMO

Desde adolescente me apercebi de algo que, na altura, eu achava estranho e tinha vergonha de confessar: a minha excitação com pés (não só de vê-los nus, como nas práticas que hoje, vulgarmente, chamamos “dangling”, ou seja, ver uma mulher brincando com os sapatos, chinelas, ou sandálias, na ponta dos dedos dos pés, deixando-os por vezes cair), bem como em cenas em que fossem apresentadas mulheres sendo chicoteadas nas costas desnudadas (estas cenas comecei a vê-las em determinados filmes, nomeadamente nos históricos que tratavam quer do Império Romano, quer de épocas em que a prática da flagelação era prática corrente para certos crimes).

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Minha mulher chicoteada e fodida por amigo e amante

Desde adolescente me apercebi de algo que, na altura, eu achava estranho e tinha vergonha de confessar: a minha excitação com pés (não só de vê-los nus, como nas práticas que hoje, vulgarmente, chamamos “dangling”, ou seja, ver uma mulher brincando com os sapatos, chinelas, ou sandálias, na ponta dos dedos dos pés, deixando-os por vezes cair), bem como em cenas em que fossem apresentadas mulheres sendo chicoteadas nas costas desnudadas (estas cenas comecei a vê-las em determinados filmes, nomeadamente nos históricos que tratavam quer do Império Romano, quer de épocas em que a prática da flagelação era prática corrente).

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