Salvando o nosso casamento

Já estávamos casados há 17 anos e nosso casamento caíra na rotina. Até pensamos em nos separar. Mas ultimamente percebi que a Wal andava mais fogosa. E foi quando descobri que minha esposa me traia há meses com um amigo comum, o Sidney. É um cara na faixa dos 35 anos, corpo bem definido e sempre sorridente. Isso acontecia durante à tarde quando eu estava trabalhando. Ela deixava nossas filhas na Escola por volta de meio dia e meio, e ia se encontrar com o amante. Nunca desconfiei, pois ela sempre estava em casa às seis da tarde, depois de pegar as meninas na escola. Jamais poderia imaginar que as tardes dela eram tão quentes. Recebi uma carta anônima na qual dizia que dia sim, dia

não, tão logo ela deixava as crianças na Escola, o Sidney aparecia de carro e a levava pra um Motel provavelmente. A princípio não dei muito crédito à carta, mas depois pude ver com meus próprios olhos. Numa quarta-feira sai da empresa onde trabalho e que é minha, portanto tenho horário flexível, e fui conferir se era verdade o que dizia aquela carta. Fiquei em um ponto estratégico, próximo à escola, escondido no fundo de um bar, e vi quando ela chegou com as crianças. Quinze minutos depois saiu da escola, se dirigiu a uma parada de ônibus ali perto, e logo apareceu o Sidney dirigindo um automóvel. Ele abriu a porta do carro, ela entrou, se beijaram na boca, e foram provavelmente pra algum motel. Foi muito difícil pra mim. Tive vontade de matar os dois, mas havia nossas filhas. Se cometesse um desatino ia parar na cadeia e as meninas ficariam desamparadas. Voltei para a empresa e depois de muito refletir resolvi perdoar a Wal. No fundo aquilo

aconteceu também por minha culpa, já que raramente fazia sexo com ela nos últimos anos. Alguns dias depois contei pra ela o que vi. Chorando, ela disse em sua defesa que eu era o homem de sua vida, que sentia muito por ter feito aquilo, e que gostava de mim, e o que fizera foi só por desejo, já que não amava o Sidney e que aquilo não ia mais acontecer. Os dias se passaram é aquela traição nunca saia de minha cabeça. Por mais que tentasse, não conseguia esquecer. Até que um dia tomei coragem e fui conversar com a Wal sobre aquele assunto. Estávamos na sala, sentados em uma das poltronas, vendo TV, e do nada perguntei a ela: – Como foi que tudo aconteceu? Como pôde chegar ao ponto de deixar isso rolar; entrar no carro dele e irem pra um motel? Ela pareceu assustada com a pergunta. Acalmei-a, dizendo que não queria brigar, e que só queria entender como ela chegara àquele ponto. Aos poucos, ela foi me relatando os primeiros encontros

sem entrar em minúcias, mas eu a encorajei dizendo que já havia perdoado e que poderia falar. Por um momento percebi que quanto mais a Wal respondia, mais curiosidade e vontade eu tinha de saber dos mínimos detalhes. Vendo que eu estava calmo, depois de quase uma hora de papo, ela começou a falar da forma como se beijavam, do prazer que sentia com o cacete dele dentro dela, mas que tudo não passava de desejo reprimido porque quase não fazíamos sexo. No início me deu raiva e ciúmes, mas me controlei pra saber de tudo. E depois fiquei surpreso comigo mesmo, pois aquela conversa estava me deixando excitado, e meu pau começou a endurecer. Wal, percebendo a ereção, e notando que a minha

bermuda estava melada pelo líquido da excitação, começou a passar a mão por cima da bermuda tocando no meu pau. Não demorou, até tirá-lo pra fora e começar a me masturbar lentamente dizendo: – Hummmm que delícia! Tá tão durinho! Vai-me dizer que está gostando de saber como transei com Sidney? Quer que eu pare, ou continue te contando tudinho? Você quer, né? E dizia isso continuando com a gostosa punheta. Já inebriado pelo tesão, balancei a cabeça acenando que sim. Então com muita habilidade Wal começou a me masturbar, e ao mesmo tempo a sussurrar as coisas que fez com o amante. De vez em quando ela passava a língua nos meus mamilos, sabendo que aquilo me excita muito. Ouvindo o relato dela contando as safadezas que fizera com o amante, intercalado pelas lambidas que me dava nos mamilos, e pela punheta que me tocava, não resisti e gozei como um louco na mão dela; foi um gozo intenso e delicioso, como há muito

tempo eu não sentia. A porra espirrou longe, coisa que só acontecia na minha adolescência, e ela sorria como uma molequinha que acabou de fazer uma “arte”. Mas tão logo a excitação acabou, fiquei nervoso, com raiva dela e de mim mesmo. Estava me sentindo um corno e acabamos discutindo. Eu disse que ela era uma puta, e que não valia nada. E ela me respondia dizendo que fez o que fez porque eu não a estava mais procurando, que a culpa era minha, e que precisou de um macho. Saí e não conversamos mais naquele dia. Mas no outro, quando fomos pra cama, acabei abordando novamente aquele assunto. Ela me disse que não falaria mais sobre aquilo pra que não brigássemos. Como eu jurei que não ia discutir, ela começou a contar outros detalhes, inclusive quando gozou com ele metendo a língua na buceta dela. Foi fatal. Acabei me excitando, ela me masturbou, enfiei meu pau com força na sua buceta, e gozei novamente com muita intensidade. Dois dias depois, já tendo certeza que eu me excitava quando ela falava do amante, começou a manipular meu desejo. Como quem não quer nada, deitou sua cabeça no meu peito, começou a lamber meus mamilos, e passou a me

masturbar. Só que neste dia, enquanto ela me masturbava, disse que estava com vontade de trepar com o amante, e perguntou se eu gostaria de vê-la cavalgando no cacete grosso dele. Sem esperar minha resposta, ela passou a chupar meu pau deliciosamente, e quando viu que eu estava quase gozando, tirou-o da boca, ficou me punhetando lentamente, e disse que era daquele jeito que chupava o cacete do Sidney, perguntando se eu não gostaria de ver como ela fazia nele. No auge da excitação eu disse que adoraria ver sim, e gozei muito gostoso. Depois que estava saciado, ela me perguntou novamente se eu queria mesmo ver, e respondi que iria pensar. Resisti durante alguns dias, evitando tocar no assunto. Até que uma semana depois, quando estávamos na cama, ela chupando meu pau, e eu a imaginando fudendo com Sidney,

quando estava quase gozando, ela parou e falou: – Orlando, quero transar com o Sidney na sua frente! Quero chupar o pau dele e você veja tudo! Quero que você chupe minha buceta depois que ele gozar dentro de mim, e então vou gozar na sua boca, você deixa? Fiquei surpreso com a ousadia dela. Mas imediatamente eu a imaginei chupando o pau dele. Não tinha mais como resistir. O desejo de vê-la transando com sidney era muito forte. Logo jorrei vários jatos de porra no lençol da cama. Aceitei a proposta, e ela toda alegre me deu muitos beijos. Disse que me amava, e que o que ela tinha feito com Sidney era apenas pra sair da rotina já que quase não transávamos. Uma dúvida me surgiu e perguntei: – Você teve coragem de transar com ele sem camisinha? Ela me olhou e respondeu: – Você acha que sou doida? No início não tinha penetração. Ficava só punhetando o pau dele enquanto ele enfiava os dedos na minha xota e nos beijávamos. Um dia ele

pediu que eu chupasse a rola dele. Disse a ele que nós, eu e você, não usávamos preservativos, e que eu tinha muito medo de contrair alguma doença e, além disso, te passar. E não tinha como te pedir que usasse camisinha, já que você era fiel e me tomava também como esposa fiel. Então ele sugeriu que ambos fizéssemos exames de sangue pra ver se estávamos limpos. Eu tinha certeza que sim, pois nunca transara com outro homem além de você. Ele fez dois exames em laboratórios diferentes, mostrou-me os resultados, ambos negativos, e me disse que enquanto estivesse comigo que eu ficasse tranquila, e que nunca sairia com outra mulher, pois também tinha medo de contrair doenças sexualmente transmissíveis. Para não correr riscos, marquei o encontro em nossa casa, na parte da tarde, num dia de semana, na hora

que as crianças estivessem na Escola. Isto não levantaria suspeitas dos vizinhos. E se algo desse errado eu estava seguro; afinal, eu poderia alegar qualquer coisa se meus ciúmes fossem mais fortes que o desejo de vê-los juntos, já que estava na nossa casa. Nesse dia ela deixou as crianças na Escola e voltou pra casa cerca de uma hora da tarde. A safada tomou um banho demorado, depilou a bucetinha, deixando um pequeno tufo de pelos no monte de Vênus, pois sabe que eu gosto da xaninha dela com pentelhinhos, mas depilada nas virilhas, e logo depois colocou uma calcinha branca e minúscula que eu nunca tinha visto; em seguida um vestidinho decotado e com um tecido bem fino. Nem colocou sutiã, pois tem os seios grandes e bonitos, o que chama muito a atenção quando não usa. Por volta das 14:30 horas tocou a campainha. Era Sidney. Estava bem vestido, perfumado, e sorrindo. Com bastante naturalidade, como se aquilo pra ele fosse a coisa mais normal no mundo – e realmente era, pois com o passar dos meses vim saber que ele tinha experiência em ménages –

beijou a Wal no rosto e me cumprimentou como se fosse a visita de um simples amigo. Eu estava amedrontado e inseguro. Meu coração estava disparado e parecia que queria sair pela boca. Tive muita vontade de mandar ele embora, sair de minha casa, e esquecer aquele assunto. Com muito custo me controlei. Entramos e fomos pra sala. Simone também estava insegura. Ficou retraída, sentada no sofá, parecendo muito assustada e com medo das minhas reações. Percebendo que eles precisavam de alguma liberdade pra começar alguma coisa, fui para o quarto com o pretexto de que ia fazer uma rápida pesquisa na internet, pois havia me lembrado de algo ligado à empresa, e que em vinte minutos, no máximo trinta, eu voltava. Fui para o nosso quarto, liguei o computador, abri o Word, e comecei a teclar palavras sem sentido. Depois de alguns minutos, fingi que estava telefonando para a empresa, falando em voz alta e fazendo de conta

que nem estava aí pra eles. Na sala há uma porta de correr que dá acesso ao corredor. Antes de ir para o quarto, eu a fechei com a desculpa de que era pra não escapar o ar, já que estava quente e o ar condicionado ligado. Só que deixei uma pequena fresta entre a porta e a parede, e de onde tinha a visão da poltrona onde eles estavam sentados. Depois de uns trinta minutos no quarto, sai e fui pro corredor sem fazer barulho. E pela fresta da porta vi que os dois estavam se beijando. O desgraçado, na maior cara de pau, passava as mãos nos seios dela, ainda sobre o vestido, tocando-lhe os mamilos, e vi que ficaram intumescidos. Vendo aquilo meu coração passou a bater muito forte. Ciúmes e muita raiva tomaram conta de mim. Minha vontade era entrar na sala, gritar, mandar que parassem com aquilo, e ele sair da minha casa imediatamente. O que me continha é que eu segurava meu pau, punhetando levemente, pois apesar da raiva estava excitado. Passados

mais alguns minutos, olhando-os se beijando e se acariciando, Sidney agora já mais ousado e com uma mão no meio das pernas dela que estavam abertas, tocando-lhe a buceta com a calcinha afastada pro lado, e ela dando gemidinhos contidos, demonstrando que estava adorando, o ódio foi diminuindo, e por fim eu só sentia tesão. Quanto mais olhava pra eles mais duro ficava meu pau, e já estava escorrendo aquele líquido viscoso que antecede à penetração. Em um momento ele abriu o zíper da calça colocando o pau pra fora, que era maior e mais grosso que o meu. Vendo Wal segurá-lo, fazendo alguns movimentos com a mão numa rápida masturbação, pouco depois se abaixando e dando algumas lambidinhas na glande do pau dele como fazia no meu, e por fim caindo de boca naquele cacete grosso e duro, chupando com muito desejo, acelerei

minha punheta, não resisti, e gozei intensa e deliciosamente no corredor. Limpei o chão, voltei pro quarto, e continuei fingindo que ainda estava no computador e falando novamente ao telefone. Procurei me acalmar, tomei um copo d’água, e minutos depois fui pra sala, fazendo barulho pra que eles me ouvissem. Lá estavam os dois, sentados e quietos, olhando a TV, como se nada tivesse acontecido. Notei que Wal ficou sem jeito e corada com minha presença. Então, fingindo naturalidade, a chamei pro quarto, pois queria mostrar algo a ela no computador, e deixamos o Sidney lá na sala Já no quarto, falei pra ela em voz baixa que a tinha visto chupar o pau do Sidney. Ela, com cara de safada, ainda com o cheiro do pau dele na boca, aproximou seus lábios do meu nariz e perguntou-me se eu gostei do que vi. Excitadíssimo, disse que sim, e que queria ver mais. Ela falou que estava com muita vergonha, não só de mim como também do Sidney. Disse-lhe que não precisava se preocupar, pois aquilo era apenas um tempero no nosso casamento, e que ela podia ir em frente. Em

seguida fui à sala e chamei o sidney para vir pro nosso quarto. Ele entrou na maior naturalidade e falou: – Tá quente aqui, né? Pouco depois tirou os sapatos, meias, camisa e calça, e deitou-se na cama só de cueca. Aquilo me deu muita raiva, mas procurei me controlar. Percebi que a cueca dele estava melada, e que o pau estava duro pelo grande volume que apresentava. Foi muito difícil engolir aquela cena. Outro macho, deitado na minha cama, como se fosse o dono do pedaço, e olhando minha mulher não escondendo o desejo. Em dado instante, vendo que eu estava perplexo, ele me pediu pra ir até a sala e pegar uma agenda que lá havia deixado, mas que não precisava ter pressa de voltar. Mal sai, ele bateu a porta do

quarto. Não trancou, mas fechou como se eu estivesse atrapalhando alguma coisa. A raiva era muito grande. Embora a porta não estivesse trancada, eu não conseguia abri-la. Não tinha coragem de ver o que estava por acontecer. Em frente à porta comecei novamente a me masturbar lentamente pra suportar os ciúmes, e logo meu pau ficou duro como pedra. E quanto mais imaginava o que eles estavam fazendo, com mais tesão eu ficava. Depois de uns vinte minutos Wal começou a gemer como antigamente. Eram os mesmos gemidos de quando eu e ela transávamos, mas com muito mais tesão, coisa que eu já não ouvia há um bom tempo. Nas nossas fodas ela só gemia daquele jeito quando estava muito excitada. E era sempre tudo muito rápido, pois devido à rotina do casamento, e o desgaste que ficou ainda maior depois do nascimento

da nossa segunda filha, a relação era quase que mecânica. Alucinado de tesão com os gemidos dela, entrei no quarto, pois já era a hora de eu também participar daquela brincadeira dos dois safados. Tão logo abri a porta vi uma cena que nunca vou esquecer. Wal estava deitada, com as pernas abertas, e sidney as segurando na altura dos seus ombros. Ele estava ajoelhado de frente pra ela e com o pau todo enterrado na sua buceta. Fechei a porta fiquei, olhando a cena, e o Sidney falou: – Vem aqui, Orlando! Fica ai de joelhos na cama e veja como sua mulher está excitada, adorando meu pau dentro da bucetinha. Tá uma delícia a xotinha dela piscando e apertando minha pica! Ajoelhei-me em frente a eles e pude ver a Wal sendo preenchida pela rola dele, um pouco mais grossa e maior que a minha. Ela gemia de prazer como há muito tempo eu não ouvia. Era uma delícia vê-los fudendo. Wal delirava com aquela pica grande e grossa, muito dura, enterrada nela. Percebendo que eu estava excitado com o que via, ela olhou pros meus olhos e falou de uma forma bem dengosa como

uma putinha no cio: – Orlando, tá muito gostoso! O pau dele é muiiito tesudo! Obrigada por deixar que ele me coma. Que pausão delicioso! Ai, que tesão! To gozando! Depois de algum tempo eles passaram a fazer o papai e mamãe. Wal olhava pra mim, com aquela cara de putinha, os olhos brilhando e mordendo o lábio inferior, mostrando que estava gozando mais uma vez, e aquilo me dava mais tesão. Ela, vendo que eu cada vez mais ficava excitado, ergueu as pernas pra que eu pudesse ver com mais detalhes a penetração. Agora eu podia ver melhor aquela pica entrando e saindo da bucetinha dela. Às vezes o Sidney dava uma parada, retirava o pau todo, como se estivesse segurando o gozo, e me pareceu que também queria que eu olhasse a pica dele e visse que era maior e mais grossa que a minha, pois me viu tocando punheta. Mas logo em seguida ele pincelava a entradinha da buceta da Wal, voltava a penetrá-la, e dava fortes estocadas sem piedade, e ela

gemia cada vez mais alto.Quando ele retirava o pau momentaneamente, dava pra ver um melado que escorria da xotinha da Wal, que a esta altura estava bem vermelhinha. Fiquei com vontade de tirá-lo de cima dela e lamber-lhe a buceta, mas me segurei e continuei olhando aquele imenso caralho entrando e arrombando a xotinha dela. Eu já havia gozado antes no corredor, por isso estava resistindo àquela cena controlando meu gozo. Em um dado instante, enquanto ele socava a pica na Wal, pude notar que ele estava quase gozando. Ele saiu de dentro dela, apertou a ponta do pau pra impedir o gozo, deitou-se de costas, e colocou a Wal para cavalgar naquele cacete muito duro. Agora ela estava montada na rola e de costas pra ele. E eu em frente aos dois, vendo a putinha rebolando naquele pau que cada vez parecia ficar cada vez maior. Cheio de tesão, eu me aproximei deles, ainda de joelhos, e ela segurou meu pau, ao mesmo tempo que passava os dedos e dava rápidas lambidas nos meus mamilos, isto tudo com a pica dele enfiada na buceta, pois sabe que esses toques

sempre me deixam muito excitado. Pouco depois ele a virou, colocou-a de frente pra ele, e ela deitou-se sobre o peito do Sidney, ainda com a pica enterrada na buceta e com as pernas abertas. Agora dava pra ver bem aquela imensa rola entrando e saindo da xota dela, mas num ritmo menos frenético, como se eles quisessem que eu visse bem o pau entrando nela. Olhando aquela cena, completamente tomado de tesão, eu me aproximei daquela bunda branquinha e comecei a lamber o cuzinho da Wal. Parece que ela gostou, pois começou a gemer mais forte. Pronto, agora eu estava participando da foda, mesmo que por tabela. Estava lambendo o cuzinho dela e o Sidney acariciava e lhe afastava as nádegas, enquanto o pau dele estava todo enfiado na buceta da safada. Em dado momento ele tirou as mãos da bundinha dela e empurrou pra baixo minha cabeça, como se quisesse que eu lambesse as bolas dele. Resisti como pude, pois nunca havia feito aquilo em nenhum homem. Na verdade nunca senti atração por homens, tendo até aversão por eles. Mas a imagem de um pau grande e grosso entrando numa buceta sempre me excitou. Acabei cedendo e dei uma rápida

lambida no saco dele, e logo voltei a lamber o cuzinho da Wal. Mas com o movimento de entra e sai, era inevitável eu não tocar meus lábios no saco, e também na parte da pica que ficava fora da buceta da Wal enquanto ele bombava. Em alguns momentos Wal levantava um pouco a bunda e o pau dele ficava fora de sua buceta. Sidney pegava a pica e a direcionava pra minha boca pra que eu chupasse. Fez isso umas três vezes, e evitei o máximo que pude, mas por fim dei uma rápida lambida na cabeça daquela piroca grossa e quente. No início senti-me humilhado, mas depois de sentir o gosto do pau dele misturado com o da buceta da Wal, passei a não achar aquilo repulsivo. Tudo era muito gostoso. Ao mesmo tempo excitante, imoral e humilhante. O amante em minha cama, comendo minha esposa, e ainda me forçando a lamber seu pau. Ali percebi que eu me tornara corno definitivamente. Agora eu já lambia o saco, aquele cacete grande e grosso, e o cuzinho da Wal, sem nenhum pudor. Acariciava e beijava a bundinha dela como se agradecesse todo aquele prazer que ela estava me proporcionando. Algumas vezes Sidney retirava meio que de propósito o pau da buceta da Wal fazendo com que ele

ficasse à minha vista. Aquele cheiro de buceta e pau me deixaram inebriados. Não aguentei, peguei o pau dele com uma das mãos, e coloquei a cabecinha na minha boca, passando a chupá-lo desajeitadamente, já que nunca fizera aquilo antes. O pau dele é muito grosso, e eu tive dificuldade de mantê-lo na minha boca, porque nunca havia feito aquilo antes. Depois de chupá-lo rapidamente, peguei o pau dele que pulsava muito, e o coloquei na bucetinha dela. Eu estava bem próximo, e aquele cheiro de pau e buceta era como uma droga que me deixava em êxtase. Intercalando lambidas no pau dele e no cuzinho da Wal, sentindo aquele cheiro forte de sexo, eu estava em delírio. Eles começaram a se beijar, enquanto o pau agora entrava com fortes estocadas na xaninha da minha esposa. Ela, novamente na posição de sentada na pica, começou

a rebolar e gemer dizendo: – Ai, Sidney! Enfia esse caralho todo na minha buceta! Puta que pariu, você é muito gostoso! Vou gozar de novo, Orlando! Vendo e ouvindo aquilo, me acabei na punheta, gozando muito e espirrando nas costas dela. Já tendo gozado, e com minha tesão saciada, o ódio começou a voltar. Num relance passou na minha cabeça a idéia de ir até a cozinha, pegar uma faca, e matar os dois. Aí pensei: – Não, não posso fazer isso. Afinal os dois me proporcionaram os gozos mais intensos que eu já tive na minha vida. E eu mesmo incentivei a Wal. Depois de refletir, decidi que enquanto a Wal quisesse daria apoio a ela e ao amante, pois aquilo também era uma delícia para mim. Enquanto ela rebolava na vara dele, gemendo muito, e dizendo que estava muito gostoso, vendo aquela cena, novamente me voltou a excitação e meu pau começou a endurecer de novo. Incrível, pois antes eu gozava com ela uma vez, e só horas depois conseguia ficar de pau duro novamente. Na verdade eu estava aproveitando aquilo tudo talvez mais que ela. Olhando aquele macho comendo minha esposa, a ouvindo gemer dizendo que estava uma delícia, exatamente como nas nossas primeiras fodas,

novamente o tesão superou a raiva, e lá estava eu excitadíssimo olhando aquela cena. Em um dado instante vi que a Wal gemeu mais alto, e percebi que estava novamente gozando. Logo em seguida ouvi uma espécie de uivo do sidney que também acabara de gozar. Depois de alguns minutos eles se separaram e ficaram deitados um ao lado do outro, ambos com os olhos fechados e respirando fundo. Passados outros minutos eu, ainda muito excitado com tudo que vira, aproximei-me da buceta da Wal, cheirei, e comecei a lambê-la e chupá-la com sofreguidão. Era uma delícia aquele gosto e cheiro de porra misturada com os sucos vaginais dela. E como estava quente aquela buceta. Percebi que ela acabou se excitando mais uma vez. Ainda com os olhos fechados e com minha língua limpando sua xana, ela passou a acariciar o pau do Sidney que estava meio flácido. Com aquelas carícias, o pau dele novamente ficou duro. Então aconteceu o melhor. Ele ficou de pé sobre a cama, fez com que ela ficasse de joelhos, e passasse a mamar seu saco e o cacete, tudo isso a

poucos centímetros dos meus olhos. Ela lambia e chupava aquele pau imenso e olhava pra mim, com cara de safada, e eu bem ali ao lado vendo tudo. Aí algo inesperado aconteceu: Ela retirou o pau dele da boca e o direcionou pra mim, como se me sugerisse que eu também desse umas chupadas. Relutei um pouco, pois aquilo era muita humilhação. Mas acabei cedendo e passei a dar lambidas na cabeça do pau do seu amante. Logo ficamos alternando; hora ela chupava, ora eu chupava o pau dele. E em alguns momentos ela lhe lambia o saco e enfiava a língua no cu dele. Até que ele se afastou alguns centímetros, levou a mão ao pau, começou a se punhetar, e gozou vários jatos de porra no rosto e nos lábios da Wal, respingando algumas gotas também no meu queixo. Wal, bem safada, aproximou-se de mim e me beijou nos lábios, me fazendo sentir o gosto da porra e do pau do amante. Em seguida, ainda de joelhos eu e ela, voltou a lamber meus

mamilos, e eu passei a me masturbar mais e mais rápido, acabando por também gozar de forma deliciosa, respingando a porra na barriga dela e no lençol. Após esse gozo intenso deitei-me ao lado deles e ficamos todos relaxados. A partir daquele dia eu estava refém dos dois. Sempre fodia com a Wal pensando naquela tarde. É claro, acabamos tendo outras fodas memoráveis com o Sidney. A condição de corno, ao contrário de acabar com nosso casamento, novamente me despertou o desejo que eu tinha de comer e proporcionar prazer à Wal como antigamente. Às esposas e aos maridos cujo desejo esteja adormecido por conta da rotina, aconselho que façam isso. Muitos têm vontade, mas ficam com medo de falar com seus parceiros temendo uma reação negativa. Ou ficam achando que os ciúmes falarão mais alto. Posso lhes assegurar que não. O desejo e a excitação sempre serão muito mais intensos. Então conversem!

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