Peito amigo

Ela estava sentada em um banco de praça quando ele chega, ele, completamente abalado e triste, seus olhos vermelhos de lágrimas.
Eles já eram amigos de longa data, ela, percebendo isso, o convida para sentar-se ao seu lado.
– Ei parece que você precisa de um ombro amigo.
Ele assente.
Ao sentar-se ele apoia sua cabeça no ombro dela, seus olhos lacrimejando. A única coisa que ele pensa é no quando o cabelo dela estava cheiroso.

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– Tenho certeza que gostou de um ombro amigo, mas acho que gostaria mais ainda de um peito amigo, não acha? – Diz ela é quando leva a cabeça dele ao seu peito, este que era muito grande por sinal, e a deixa apoiada nele. Ela começa a fazer-lhe um cafuné, nesse que talvez seja o melhor consolo da vida dele.
– Você me conhece bem. Obrigado. – Diz ele.
– Só estou tantando ajudar – Responde ela.
Ele começa a esfregar o rosto no seio dela, de forma que ela começa incrivelmente a gostar.
Esse movimento faz com que a alça de sua blusa escorregue pelo seu ombro. Ela leva a mão para recolocar a alça, mas muda de ideia, e deixa ela cair, mostrando seu sutiã do seio esquerdo. Deixando ele ter mais contado pele com pele com o peito dela.
Ele não para de se esfregar suave e lascivamete no peito dela, e ela não para de fazer-lhe cafuné.
Ele leva a mão ao seio direito, de forma que seu dedão se posicione logo no mamilo, e ele começa a acariciar carinhosamente o peito dela, de forma que ele fica duro, e ela se ruboriza. Ele então dá um beijo, sim, um beijo, no seio esquerdo, ela então se ruboriza cada vez mais.
A imagem de seu rosto lindamente envergonhado é vermelho é quase capaz de fazê-lo esquecer sua tristeza.
Ela então tem uma ideia, ela se senta no banco apoiada em sua lateral. E ela o acomoda em seu colo, sua cabeça, confortavelmente apoiada em seus peitos, os melhores travesseiros que ele poderia experimentar.
Ela leva sua mão direita até seu pau e começa a acaricia-lo.
– Imaginei que gostaria de mais carinho.
– Você me conhece bem. Obrigado denovo.
Porém quando a mão esquerda dirigir-se ao lugar da direita, foi interceptada pelas mãos dele. Ele pega sua tão pequena e macia mão, leva até boca e dá alguns beijos nela, fazendo sua amiga consoladora se robotizar ainda mais.
Por fim, as duas mãos se encontram, ele também encontrou um destino para suas mãos. As coxas dela, agora ela acariciava o pau dele, e ele acariciava os quadris dela.
Uma cena de tamanha sexualidade, por eles representada de uma forma de inocência quase infantil. Na realidade não eram apenas dois jovens se acariciando, era de fato uma amiga consolando um amigo, dando a ele algo que ele gostaria, e ele quase que apenas se sentindo obrigado a retribuir o favor. O prazer é o desejo eram quase temas secundários nessa trama. Eu disse quase.
Finalmente ela o convida para sua casa. Para que lá eles possam conversar melhor.

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