Fui criada na rola do padrasto roludo

Luiza hoje tem 39 anos é casada, mora no interior de São Paulo, próximo a cidade de Jundiaí e tem vontade de transar com homens entre sessenta e setenta anos, isso porque quando criança foi bolinada pelo padastro e ele a comeu no dia em que ela completou 12 anos e foi assim até aos 18 quando saiu de casa para estudar e trabalhar.

Ela só se deu conta e percebeu que seu padastro, que a criava desde os três anos e que ela chamava de paizinho, a olhava de modo diferente, quando completou onze anos. Ele era muito carinhoso e sempre que estava em casa, a ajudava a tomar banho e sua mãe nunca ligou ou desconfiou de alguma coisa, pelo contrário, até o incentivava enquanto ela fazia outras tarefas domésticas. Era só ele chegar do trabalho e ir tomar banho para ela ir correndo para ele lhe dar banho também.

No banho ele demorava ensaboando a sua xaninha, e ela com o tempo, na medida em que crescia, sentia que o volume do seu short aumentava. Não entendia bem, mas adorava a sensação que causava as mãos do seu padrasto entre suas pernas. Hoje ela sabe que gozou muitas vezes com os dedos dele massageando seu grelinho, mas na época, achava a sensação gostosa e procurava por mais contato. Continue lendo Fui criada na rola do padrasto roludo…

Minha esposa e sua Amiga Bucetuda

Me Chamo Claudio (nome fictício), tenho 33 anos, 1,85 de altura, branco olhos castanhos escuros, sou casado e quem já leu nossos contos, sabe como nosso casamento é levado, cheio de aventuras e brincadeiras perigosas que faz nosso relacionamento cada dia mais gostoso.

De todas nossas fantasias apenas uma nunca havia acontecido, que era de transar com uma de suas amigas, essa ela sempre teve medo de tentar fazer, talvez com medo de um envolvimento maior entre nós, ou por ser alguém muito próxima, sinceramente não sei o real motivo, mas meu tesão sempre foi minha esposa e ela sabe disso.

Mas um dia quando conversávamos sobre nossos desejos, contei que já tive desejo em pegar sua amiga Priscila, acho que esse tesão surgiu por que minha esposa contava que Priscila apesar de seu jeito acanhado tinha também seu lado safado, uma mulher negra muita bonita, com uma bunda tão gostosa quanto de minha esposa Claudia, e toda vez que imaginava em ter elas duas de quatro na minha frente ficava e ainda fico totalmente excitado! Continue lendo Minha esposa e sua Amiga Bucetuda…

Meu Filho Comeu Meu Rabo Guloso

Desde que minha filha se casou eu passei a morar com meu filho, Caio. Nessa época ele tinha 20 anos, estudava e trabalhava num laboratório. Eu já estava sem marido há uns quatro anos, e nesse tempo só alguns flertes haviam me acontecido.

Tudo começou com uma suspeita. Eu estranhava que o Caio, alto, moreno e encantador, nunca trouxera nenhuma namorada para casa.
Seria ele gay? Passei a fuçar suas coisas. Nada de errado até aí. Restou o computador.

Uma vez ele tinha me ajudado a recuperar a senha do meu e-mail, que eu havia esquecido. Usei o mesmo truque para descobrir a senha do e-mail dele. Sei que é errado, mas fui ver suas correspondências.

Na caixa de entrada havia muitos e-mails. Quase caí de costas ao ler o primeiro. O remetente dizia que transava com a própria mãe. E pior, incentivava meu filho a fazer o mesmo. Continue lendo Meu Filho Comeu Meu Rabo Guloso…

Comi a irmã gostosa do amigo

Olá, meu nome é Marcos e esse fato aconteceu quando eu tinha 17 anos, tudo começou quando combinei de ir na casa do meu amigo, vou chama-lo de Felipe, chegando lá eu vejo a irmã dele que na época tinha 19 anos, ela estava bêbada, e veio me dizendo que havia colocado um piercing nos peitos, eu só ri, quando do nada ela tira a blusa e me mostra aquele belo par de peitos, fiquei meio sem jeito, na época só havia feito sexo 4 vezes (com minha namorada) ai ela colocou a blusa de novo, nisso chegou o Felipe, a gente foi no bar jogou uma sinuca e voltamos pra casa, era tarde e como eu estudava cedo fui deitar, ai a irmã dele aparece me oferece um cobertor e eu aceito, pois estava muito frio, ela pegou a coberta e me ofereceu também um travesseiro, aceitei, ai ela fala quer mais alguma coisa? eu pensei em falar várias coisas como, você, seus peitos etc.. mas não falei então ela voltou pro quarto, dormi. Acordei eram 04:00 horas da madrugada e eu vejo a luz do quarto dela acesa, vou lá ver e a safadinha tava se masturbando, fiquei louco na hora, resolvi apenas olhar, ai bateu um tesão e comecei a punhetar, sem querer fiz bati na porta com o braço e ela olha assustada (a essa altura o efeito do álcool passou) rapidamente coloquei a bermuda e fingi que estava passando, ela de burra não tinha nada, falou que sabia que eu estava espiando e tava morrendo de tesão, foi quando eu fiquei imóvel, sem saber o que fazer, ela então me puxou pra dentro do quarto de me beijou, que beijo! fiquei com tesão na hora, então comecei morder seu pescoço, abaixei um pouco mais fui pras tetas, vi aqueles piercings e ela perguntou se eu tinha gostado, como não gostar daquilo? aí fui mais fundo, desci pra suas coxas comecei beijar, tirei aquele shortinho rosa que lembro como se fosse ontem, ela estava sem calcinha, pra minha surpresa, olhei aquela bucetinha com poucos pelinhos e fui chupar, eu meio inexperiente não dei uma bela chupada, mas ela com certeza gostou, até falou que estava gozando, chupei por uns 15 min quando ela levanto, tirou minha bermuda e começou me chupar, meu pau na época tinha 17cm e era grosso, ela chupava e olhava como uma cadelinha pra mim, passou um tempo me chupando gostoso e ela disse, quer me comer? Continue lendo Comi a irmã gostosa do amigo…

Antes que o marido aparecesse novamente

Andreza trabalhava comigo na mesma empresa, mas, num outro prédio e tínhamos pouco contato por sermos de setores totalmente diferentes, isto em 2002, e pouco nos encontrávamos fora do trabalho também.

Certa noite num barzinho que costumava frequentar, estávamos eu e quatro amigos quando ela passou por nossa mesa e começou a puxar assunto e resolvemos convidá-la para sentar e por lá ficamos mais de uma hora.

Na realidade nenhum dos quatro sabia que ela era casada até este dia porque nunca chamou nossa atenção e pela falta de contato nosso com o setor dela, e depois de alguns copos ela começou a ficar bem alegrinha, e acabou nossa conversa com ela quando um senhor parou em frente a nossa mesa e chamou-a para ir embora e ela despediu-se meio estranha mas não sem antes dizer que estava tomando uma cerveja com os amigos de trabalho, e o mesmo não disse uma palavra, apenas segurando o braço dela e levando ela para seu carro, e se retirando do local. Achamos estranho e o fato consumiu alguns minutos de nossa conversa durante alguns minutos, e procuramos mudar o rumo do papo.
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Uma enfermeira fogosa e safada

Betinha é uma enfermeira morena e casada, em torno de 40 anos, decepcionada com a instituição do casamento, e que mantém o marido dentro de casa por ele não ter como se sustentar. Já fazia mais de um ano que ele se transformou num estorvo dentro de casa, e não via mais motivos e nem tinha tesão em transar com ele que estava desempregado e reclamando de tudo. Resolveu se cadastrar no site Badoo em 2011, e por lá me encontrou alguns meses antes de eu encontrar minha namorada atual, a Marina.

Conversa vai, conversa vem, e marcamos para teclarmos pelo skype que era mais fácil dela acessar do que o site do Badoo, que tinha bloqueios no trabalho, e em casa nem sempre tinha o marido distante o suficiente para uma conversa mais gostosa.

Nos encontramos conectados numa noite e depois de uma boa conversa marcamos de nos encontrar na zona norte de São Paulo, próximo de sua casa, onde conseguiria chegar depois das 14hs voltando do trabalho naquela quinta-feira. Cheguei no horário combinado, e a vi sentada num banco próximo ao ponto de ônibus, me aguardando. Liguei pra ela avisando que estava na outra ponta da praça, e ao me avistar, levantou-se e caminhou até meu carro. Sugeri um motel numa rodovia próxima, e para lá seguimos depois de um curto beijo no rosto, já que estávamos num lugar público e o filme dos vidros do carro nem eram tão escuros assim. Continue lendo Uma enfermeira fogosa e safada…

Melhor seria se fosse com uma prostituta

Pensem numa mulher vagabunda, mas imaginem uma vagabunda e não na cama, e sim de atitudes. Bem, esta é a Anna (nome verídico mesmo).

A conheci como várias outras em sites de relacionamento, e vivia reclamando do marido que a deixava sem sexo e não ajudava direito nas contas de casa, e sempre alegando muitas contas para pagar, o que a deixava nervosa demais.

Numa noite, resolvi convidá-la para sair, e até que era vistosa, mulata alta com quase 1,75m de altura e com um belo corpo apesar de seus quase 45 anos. Chamando tanto a atenção e resmungando tanto, porque não oferecer colo à ela?

E não precisei de muito esforço para que aceitasse, marcamos num shopping da zona leste de São Paulo para nos encontrarmos e de lá sairmos para um motel, o que já antecipamos bem antes para não haver perda de tempo. Continue lendo Melhor seria se fosse com uma prostituta…

Dona de casa, casada e safada

Amanda é uma morena bonita, casada, 38 anos, mignon com 1,56 m de altura, bumbum pequeno e empinadinho, seios pequenos também e com mamílos grandes e grossos, e que passeando pela internet resolveu se cadastrar no Badoo para curtir um pouco, segundo ela, e descobrir se ainda tinha algum charme com os homens.

Numa determinada noite, nos contatamos e resolvemos conversar mais vezes, até que acabamos trocando contatos no skype, onde as conversas começaram a ficar um pouco mais acaloradas. Este era o melhor horário para teclarmos, e no máximo duas vezes na semana, que era quando seu marido tinha que fazer plantão no hospital em que trabalhava.

Nas primeiras vezes ficávamos conversando por algo entre 2 e 3 horas, e sem nada de nos vermos, só bate-papo mesmo. Após quase um mês ela resolveu me perguntar o motivo de eu nunca ter pedido para vê-la, e respondi que achava tão bom conversar com ela, que havia ficado com receio de pedir e ela se magoar e acabar me dando um gelo, e ela rindo, disse que já estava com muita vontade de me conhecer pela webcam porque estava se sentindo segura. Consegui o que eu queria. Continue lendo Dona de casa, casada e safada…

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