A loirinha safada do Atacadão

Quando ela me manda mensagem as 23:00, pode esperar que tem muito tesão envolvido. – “Oiii, tudo bem?”. Ela é casada, tem 2 filhos, e o relacionamento está morno, são iniciantes no mundo liberal. A safada me conheceu no supermercado, me viu a olhando (e babando) para ela. Me aproximei e a cumprimentei, olhando um produto qualquer. Ela retribuiu, com um sorriso e um olhar que conhecia bem… Peguei seu número de celular e logo enviei uma mensagem, perguntando se ela queria tomar um café. Logo disse que era casada e que não podia, pois tinha que ir para casa.
No outro dia, ela me manda mensagem, perguntando se o café ainda estava em pé, logo disse que sim, e combinamos numa conveniência, perto do mercado que havíamos nos encontrado. Ela chegou com um vestido curto, com alça, e uma sandália, cabelos presos e uma cara de tesão que me fez soltar um “puta merda” rápido.

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Segredos de uma noivinha II

Os pais de Ivan e Valerie tinham se encontrado num elegante restaurante para tratar do casório deles. Os pais de Valerie vinham de tradicional família de comerciantes, uma mistura de portugueses e árabes.
O pai de Ivan, era um oficial superior da marinha e Lea sua segunda esposa, portanto madrasta de Ivan, era uma mulher de rara beleza, porém bastante recatada e aparentava seus trinta e poucos anos devido ao modo conservador de se vestir.
Mas isso foi só até esta noite, pois uma semana depois ela foi gentilmente persuadida a fazer sexo oral e se deixar sodomizar por um jovem de dezenove anos, amigo de Valerie da mesma faculdade onde estudavam.
Sem contar que isto aconteceu na edícula perto da piscina onde estavam o marido, o enteado Ivan e a noiva Valerie.
Bom, isso já foi contado e está em algum canto desse espaço cibernético. Agora pulemos para alguns dias após o jantar mencionado no começo.

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Relatos de Karen ao marinho II

A esposinha de Marcos está deitada de bruços, com as grossas e roliças coxas abertas o suficiente para que Gusmão, deitado em cima, faça um firme, mas gentil, movimento de entre e sai no cuzinho dela.
– Voce é divina, Karen! Aaah… voce me enloquece…ããsssrr… Nunca vi bunda tão redonda e rechonchuda… e… e esse cuzinho rosado, aarrrh!

Ele agora passa a beijá-la pela nuca e involuntariamente acelera os movimentos. Karen se descontrola e sentindo o orgasmo chegar, fecha as pernas e aperta ainda mais o penis dentro de seu anus tentando rebolar com um homem de um metro e noventa e quase cem quilos deitado em suas costas.
Gusmão tinha sentido a tremedeira pelo corpo de Karen e a força que as coxas dela bateram nas suas, querendo juntá-las. Continue lendo Relatos de Karen ao marinho II…

Relatos de Karen ao marinho I

Karen está com uma das coxas apoiada no ombro de Marcos, seu marido. Ele é um perito em mamar uma xana, ainda mais depilada e cheirosinha como da sua esposinha.
A bocetinha de Karen tem o monte de Venus parecendo um travesseirinho, os lábios dela são rosados e o grelinho é até um pouco grande quando intumescido. E é nele que Marcos faz biquinho chupando como se fosse o bico de um seio.
– Então ele disse que eu era um rampeira! Mas, uma rampeira boa de boquete! E queria gozar na minha boca! Eu então me esforcei e consegui engolir todo… aaah… todo aquele pauzão até o fundo de minha garganta quase sufocando, sentindo os pentelhos da base da piroca coçarem no meu nariz… aaah, Marcos! Voce… tá… tá me matando com essa língua! Aaaa…assim! Continue lendo Relatos de Karen ao marinho I…

As taras de Bia I

Bia se contorce como uma serpente com o seu marido Caio às suas costas e de lado, sendo abraçada com os seios acariciados pelas mãos dele.
As cabeças de ambos estão viradas de modo que possam se beijar demoradamente. Bia, no entanto, murmura por entre os lábios em cada rebolada que ela dá querendo que o penis do marido invada mais fundo o seu cuzinho.
Isso acontecia quase todas as noites desde que casaram há dois anos até os primeiros seis meses.
Atualmente, só aos sábados ou esporadicamente Bia se vê contemplada com os encantos da sodomia pelo marido Caio. Continue lendo As taras de Bia I…

Vendo meu pai enrabar minha mulher I

Meu pai Bruno foi morar conosco após a morte de minha mãe. Ele já tinha mais de cinqüenta anos e tanto minha filha Kelly de 14 anos quanto minha mulher Cátia, de 32 anos, o adoravam.
Ele era professor universitário, inclusive tendo dado aulas pra Cátia, na época minha noiva.
Meu pai sempre nos uniu e sempre soube com sabedoria lidar com nossas crises, muitas provocadas por minha mãe (que descanse em paz!). Ele sempre foi muito ligado a minha filhinha.
Enfim, para o que precisássemos, sempre chamávamos por super-Bruno!

Meu casamento tinha chegado ao ponto em que tudo se encaixava divinamente. Eu ganhava bem, Cátia trabalhava e ganhava tão bem quanto eu. Kelly, fora os rompantes da idade, era uma jovem encantadora, um pouco tímida porém.

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A vingança de Cátia com o sogro I

Eliza tinha a cabeça e parte do corpo encobertos pela porta da despensa, estava acocorada com os joelhos encostados no chão enquanto chupava avidamente metade de uma rola que lhe preenchia inteiramente a boca de lábios carnudos!
Ela se parecia bastante com a cantora Rihanna, porem com mais bunda. O dono da rolona era Bruno, um quarentão, pai e sogro dos donos da casa e professor na mesma faculdade onde Eliza estudava.

Ele tinha seduzido e logo sodomizado Eliza uma semana atrás e desde então não podiam se ver que logo vinha a tezão, fazendo que eles esquecessem tudo e fossem inconsequentes, como nesta vez!!
Aquele dia era sábado de manhã e Eliza que era a babá de Kelly a filhinha do casal, tinha que levá-la ao clube para a aula de natação. Bruno quase sempre passava por lá para dar carona pra neta e Eliza. Continue lendo A vingança de Cátia com o sogro I…