Dando para o sobrinho do marido

No relato passado contei como eu mamei o sobrinho do meu então marido até ele me dar leitinho. O moleque era um safado, bem experiente em mamar um pau e tinha um pica bem grossa pra idade.
Agora vou contar (e no final deixar uma foto nossa rsrs) como ele fez meu cuzinho de buceta.
Nessa viagem não rolou nada muito ousado. Só umas passadas de mão e tal.. uns meses depois esse sobrinho foi morar conosco, com a intenção de proporcionarmos para ele melhores oportunidades de estudo, pois morávamos numa capital bem desenvolvida e tínhamos melhores condições financeiras. Inicialmente eu não estava com segundas intenções, pois sabia que com ele morando na mesma casa que eu e meu marido, as coisas ficariam mais arriscadas e poderia dar merda

(mais pra ele por ter um vínculo familiar com meu marido). Nós morávamos há uma quadra de uma sauna masculina (que era “hetero”), que eu frequentava quase que semanalmente e lá eu sempre descolava um macho casado querendo aliviar no rabo de um viadinho safado como eu. (Ser fisicamente masculino e bem discreto no dia a dia me ajudava a conseguir muita pica nessa sauna.)Então estava focado em receber o “meu sobrinho”, somente como tal sem intenção sexual.

Na chegada dele, apresentamos o apartamento, levamos ele para conhecer a cidade nova, a escola onde ia estudar e fomos a praia (sim, morava numa cidade do litoral do nordeste) e na praia eu sempre usei sungas pequenas e apertadas, que passavam recibo de viadinho, para quem olhasse (e isso sempre foi motivo de briga com meu ex marido) e percebia o sobrinho sempre de olho no meu rabo e algumas vezes percebi ele de pica dura na sunga, principalmente quando o tio dele estava na água.

Ao fim da tarde fomos para casa (nesse dia mamei um turista no banheiro da barraca de praia, coisa rápida, não teve nem gozada). Chegando lá tomamos banho, tentei dar o cuzinho pro marido no banheiro, mas ele disse não, porque o sobrinho dele estava em casa e ia desconfiar da demora no banho ( como se ele demorasse horrores pra gozar né? E como se o sobrinho dele não soubesse o que deveriamos estar fazendo), enfim broxei e sai do banho.
Me troquei e fui preparar algo para comermos enquanto assistíssemos um filme. Estava na cozinha fazendo pipoca e Eduardo ( o sobrinho), foi até lá e me perguntou, me dando uma gostosa encoxada, o que estava fazendo. Eu dei uma empinada no rabo e respondi “fazendo pipoca”. Ele bem safado chegou no pé do meu ouvido e disse “O corno tá no quarto. Eu quero meter no seu cuzinho, to sonhando com isso desde aquele dia na fazenda”.

Eu que já estava ardendo de tesão, comecei a pegar fogo. Virei o rosto, ainda com o rabo empinado, rebolando na pica daquele novinho safado, dei um selinho molhado na boca dele e disse sussurrando “O titio deixa você meter no cuzinho, mas tem que me tratar igual uma putinha, você da conta?” e ele prontamente me respondeu “deixa comigo titia”, me deu um tapa leve na bunda e saiu. Eu estava de pau duro com a ousadia daquele moleque safado e meu cu piscava pedindo pica.

Durante o filme, eu sentado entre meu marido e o sobrinho dele, eu virava minha bunda para ele e ele se aproveitava, passando a mão, tentando enfiar o dedo no meu cuzinho… eu sabia que não teria jeito, aquele moleque ia me fuder. E teriamos que administrar isso em casa, para que meu marido não desconfiasse.
Fomos dormir, e mais uma vez procurei meu marido para meter no meu cuzinho.. eu queria uma pica pra satisfazer meu tesão… e mais uma vez fui repreendido por ele, que disse que estava muito cansado.

No dia seguinte, meu marido foi trabalhar e me certifiquei de que ele estivesse já no trabalho e fui tomar um banho, fazer a higiene, porque meu tesão no cu seria saciado e seria aquele moleque safado e pauzudo que iria apagar meu fogo com o seu leite jovem e farto. Eu coloquei uma calcinha (que eu mantinha em casa, mesmo meu marido não gostando que eu usasse) e fui acordar o novinho. Entrei no quarto dele, e me deparei com ele dormindo de barriga pra cima, só de cueca, dormindo largadão. Me sentei na cama e comecei a alisar a pica dele, chamando-o para que acordasse:

Eu – Acorda bebê, pra dar leitinho pra Titia!
Ele – (se espreguiçou) Cadê meu tio?
Eu – Ele já foi trabalhar!
Ele – Então a casa é só nossa?
Eu – Sim!
Respondi já sentindo a pica dele dando sinal de vida.
Ele se encarregou de tirar a cueca e falou: “Vem, chupa sem pressa!”

Incrível como aquele moleque tomava uma atitude de homem quando estava nessa posição de “macho” da relação. Eu cai de boca naquela pica novinha com tanta vontade, ia com ela fundo na minha garganta. Dessa vez podiamos gemer sem pudor. Ele então procurou meu rabo e percebeu que eu estava de fio dental e perguntou “Você está de calcinha?” e eu disse, bem viadinho manhoso que sim. Ele deu um tapa leve na minha cara, deu uma risadinha safada e me chamou e vagabunda.
Eu chupei aquele pau por uns 20 min, enquanto ele puxava meu fiozinho de lado e dedava meu cuzinho, alargando. Ele então pede pra que eu fique de quatro. Eu obedeci ao meu macho e empinei a cuceta esperando ele enfiar a pica grossa sem cerimônias no meu cu, mas me surpreendendo ele puxa meu fio e mete a língua no meu rabo que fez gemer bem manhosa.
Ele levantou, deu uma bela cuspida na pica e no meu cuzinho e começou a pincelar aquele pau grosso nas minhas pregas que não ofereceram nenhuma resistência àquele invasor grosso. A pica dele entrou macia no meu rabo, me fazendo revirar os olhos de puro tesão (pouquíssimas vezes dei o cuzinho sem sentir dor, essa foi uma dessas). Eu estava no cio. Eu comecei a rebolar com aquela pica no meu rabo e pedia para que ele me fodesse com vontade.
Ele – a Putinha da titia está com tesão no cuzinho é?
Eu – Siiim ! (respondi bem manhosa)
Ele – O Tio não ta dando conta da vagabunda que tem em casa, é?
Eu – Não… ele quando mete, goza em 3 minutos.
Ele – Então tem que ser corno mesmo, porque uma puta como você não se contenta com tão pouco…
Eu – Tem.. ele tem que ser corno, porque eu sou uma putinha gulosa….. gosto de dar pra vários.
Ele – Então a vagabunda já trai o corno…
Eu – Sim. Sempre. Quem manda ele não dar conta da puta que tem em casa…
Ele- Vagabunda.. assim eu vou encher seu cuzão de porra, cadela
Eu – Goza… da leitinho na minha cuceta…. fode a putinha do seu tio seu safado….

Ele acelerou a metida e urrando, me chamando de cadela gozou fundo no meu cu. Foram jatos tão fortes que eu conseguia sentir as esguichadas no meu cu.
Ele caiu sobre mim, com a pica ainda dentro. Foi tirando lentamente e me pediu para chupá-lo até gozar novamente, dessa vez na minha boca.
Eu prontamente fiz e gozei mamando a pica dele, e ele dedando meu cu alargado por ele.
Eu ainda fiquei casado mais seis meses… ele me fudeu nesse período, mas sempre em momentos que o tio não estava. Ele me encobria minhas puladas de cerca… conversávamos sobre os machos que eu dava e sempre que dava filmava os caras me fudendo para mostrar pra ele, que gozava na minha boca enquanto via os vídeos.
Até hoje tenho contato com ele, sem o tio saber rsrs ele fala sempre pra ir a cidade dele para matarmos a saudade.

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