Putaria com o primo dos sonhos

O fato que vou relatar aconteceu em meados de 2019. Aqui vou me chamar de Douglas, 27 anos, casado, e muito bem casado. Na época dos acontecimentos, era solteiro, assim como meu primo, que aqui vou chamar de Marquinhos, hoje também casado. Não gosto de rótulos. Não me considero gay, talvez bissexual. Vejo o sexo como a melhor sensação que um ser-humano pode ter ao longo dos curtos anos em que passamos por aqui. Então acho besteira se limitar a um só segmento sendo que conseguimos extrair muito prazer de variáveis formas. Marquinhos sempre me chamou a atenção, desde a pré adolescência quando ele ia na minha casa ver revistas pornôs. Achava ele com o corpo perfeito (para o meu gosto). Nada musculoso, nem gordo nem magro, branco e liso. E uma bundinha suculenta pra caralho. Redondinha. Uma

perfeição. Ele já chegou a se masturbar na minha casa com minhas revistas, mas trancando em um dos cômodos da casa. Não me deixou ver nada. Mas imaginei muita coisa me masturbando do lado de fora. Somos integrantes de famílias extremamente conservadoras. Sempre brincávamos sobre putaria, que um ia comer o outro, essas coisas idiotas de adolescentes. No máximo uma passada de mão na bunda ou no pau. Mas tudo na zoação. Nunca falamos sério sobre o assunto. O tempo foi passando e a vontade de ter uma experiência com ele só aumentava. Já éramos homens feitos e eu morava sozinho. Chamei ele pra beber e fumar comigo várias vezes (sempre com segundas intenções), mas sempre ficava aquele climão de mistério no ar. Bebíamos pra caralho, nos abraçávamos, ficávamos sentindo o corpo um do outro, o

calor, o tesão, pegávamos nas mãos um do outro e ficávamos alisando. Algo bem idiota mas ao mesmo tempo muito gostoso. Sempre tive medo de arriscar algo a mais. Não sabia qual seria a reação dele. O coração sempre a mil. E a coragem me faltava. Uma noite de nossas bebedeiras, consegui o maior feito até então, um selinho. Super discreto, lábios com lábios, que durou milésimos de segundo. Fizemos que não gostamos, que foi sem querer, limpamos a boca, aquela coisa toda. E ficou por isso mesmo. As indiretas sempre cresciam. Eu quase deixava claro que queria transar com ele, mas ele não se tocava, e quando estávamos juntos, eu não tinha iniciativa nenhuma. Aquele filha da puta ficava cada vez

mais gostoso. E eu sempre fui aquilo que chamam de “ursão”. Meio gordinho, peludo, barba. Por isso jamais alguém colocaria em dúvida a minha sexualidade, assim como a dele. Éramos dois machos de verdade. Até que tudo mudou! E graças a Deus mudou. Era uma daquelas noites frias de sábado. Convidei ele pra sairmos tomarmos uma, como sempre, com segundas intenções. Bebemos um pouco, mas nada além do limite. Não poderíamos dizer que estávamos bêbados. Estávamos, talvez, alegres. Era hora de levar ele pra casa. Criei coragem, peguei na coxa dele e disse: “Tô sozinho em casa, que tal bebermos mais um pouco e quem sabe fazer algo a mais”. Não foi a primeira vez que eu disse aquilo, mas como sempre, ele levou na zoação. Chegamos no meu AP, bebemos mais uma ou duas e sentamos no sofá. Abracei ele

com tudo. E ele correspondeu. Ficamos alguns segundo abraçados, como dois irmãos embriagados. Mal sabia eu que estava há segundos de realizar um sonho. Falei no ouvido dele: “Que tal irmos pro meu quarto brincar um pouco?”. Ele permaneceu abraçado comigo de olhos fechados e respondeu justamente aquilo que eu queria ouvir: “Tu não tá falando sério, eu sei que não é verdade, tu tá zoando”. Essa frase me desafiou em mostrar que ele estava errado. Ainda abraçados, levantamos e fui levando ele pro meu quarto. Não nos desgrudamos um só momento. Ele continuava: “Tu não tá falando sério”. Deitamos em minha cama de solteiro (que era grande e comportava nós dois). Coloquei no celular algumas músicas que nós gostávamos de um grupo chamado ZHU. Era uma batida gostosa pra caralho, e sempre embalava as nossas bebedeiras. O clima foi esquentando, comecei a passar a mão na bunda dele e ele na minha. Mas ele continuava a duvidar: “Tu não tá falando sério”. Até que nos calamos pelos próximos longos minutos que estavam por vir. Tomei coragem e

comecei beijá-lo. Um beijo quente e ofegante. O coração parecia sair pela boca. A música, a luz, as mãos, tudo dava um toque perfeito para aquele momento. Eu mordia os lábios dele, chupava sua língua. O tesão já estava a mil. Começamos a desabotoar nossas calças e abrir o zíper um do outro. O beijo continuava. Pegamos no pau um do outro e ficávamos punhetando. Ficamos alguns segundos punhetando um o pau do outro e nos beijando com muita ofegância. Tiramos nossas calças e pela primeira vez eu pude sentir aquela bunda gostosa enchendo a minha mão. Eu amassava ela com vontade, e ele continuava a me punhetar. O tesão foi tão grande que não consegui segurar. Gozei na hora. Também pudera, estava esperando aquele momento há anos. Ele não percebeu que gozei pois consegui tirar a mão dele há tempo. Fiquei puto comigo mesmo, pois queria ter aproveitado aquele gozo de uma forma melhor. Mas jamais iria fazer com que aquele momento acabasse. Eu queria que ele durasse pra sempre na verdade. Mudei o foco. Coloquei ele de bruços e comecei a

beijar as costas dele. Fui descendo beijando e linguando. Até chegar naquela bunda maravilhosa. Estacionei minha boca lá por alguns minutos. Comecei beijando e mordendo todas as partes daquele bundão branco delicioso. Deixei a melhor parte por último é claro. Depois de amassar, beijar e lamber muito aquele rabo, comecei a investir no buraquinho mais gostoso do mundo. Mergulhei de cabeça naquele rabão. Linguava de cima a baixo aquele cuzinho e continuava amassando aquela bundona. Fiquei alguns minutos linguando aquele cuzão gostoso. Circulando coma língua. Babando, engolindo. Era um sonho sendo realizado. Depois comecei a meter o dedo. Depois dois. Entrava e saia daquele cuzão enquanto ele gemia bem gostoso. Era bom demais sentir aquele rabo por dentro, mesmo que com os dedos. Depois dei um tapão naquela bunda e comecei e esfregar meu pau na portinha. Ele tinha acabado leitar, então tava meia bomba. Eu sabia que não iria

conseguir meter, mas fiquei esfregando e sentindo aquele rabo na minha vara. Era gostoso demais. Mas ele não ficava duro o suficiente pra meter. Fiquei frustrado. Mas era melhor do que continuar se provocando e nunca rolar nada. Depois de alguns minutos esfregando meu pau naquele rabão molhado de baba, virei ele e comecei a lamber a barriga. Eu queria deixar ele louco de tesão. Lambia a barriga, a virilha e, como sempre, deixei a melhor parte pro final. Caí de boca naquele pau. Era um pau mediano e gordinho, brancão, liso. Fiquei mamando ele e ao mesmo tempo alisando seu corpo. Eu ouvia ele gemer de tesão, e aquilo me enlouquecia. Eu podia sentir aquele pau latejando dentro da minha boca. E a medida em que eu contornava minha língua na cabeça dele, Marquinhos se retorcia de tesão. Lá pelas tantas ouvi um “Ah, vou gozar”.

Não parei. Chupei com mais vontade ainda. Ele falou de novo: “Vou gozar”. Talvez na intenção que eu parasse. Mas não, continuei mamando. Até que sentir aquele jato de leite quente entrando na minha boca. Foram umas 4 ou cinco bombadas. Pensa num tesão. Ouvir ele gemendo de prazer e sentir aquele pau cuspindo esperma na minha boca. Engoli tudinho. Não desperdicei uma gota sequer. Depois fiquei limpando aquele cacete com a língua pra engolir todos os vestígios. Paramos por aí. Ele pediu pra ir mijar e quando voltou começou a me chupar. Eu tava com um tesão do caralho, porém meu pau não reagia e acabei por deixar ele na mão. Não foi uma foda dos sonhos, longe disso. Nem penetração teve. Mas de qualquer forma foi uma putaria muito gostosa. Depois do lance ficamos os dois sem jeito, ele com aquele cara de arrependido. “Não deveria ter rolado isso cara!”, disse ele. “Relaxa cara, isso vai morrer com nós”. Mas ele não se mostrava tão animado. Colocamos nossas roupas e eu levei ele pra casa. No carro, aquele climão. No dia seguinte mandei um whats pra ele em

tom de brincadeira comentando o corrido, mas ele saltou fora na hora. “Esquece isso cara, não vai mais se repetir”. “Mas foi bom não foi?”. “Foi legal”, disse ele, mas voltou a reforçar que não iria mais se repetir. Não estávamos bêbados, então a história de pôr a culpa na bebida é conversa fiada. Estávamos cientes do que fazíamos. Daí pra frente seguimos nossos caminhos, nos encontramos várias vezes mas nunca tocamos no assunto. Eu até provoco vez ou outra, mas é como se voltássemos à estaca zero. Hoje ele está casado e eu também, e apesar de amar minha esposa, amar transar com ela e achar ela um tesão, eu morro de vontade de repetir aquela sacanagem com Marquinhos. Mas como lá no início. Me falta a coragem da iniciativa. Meu sonho mesmo seria ter ele como um parceiro pra putaria. Pra nos encontrarmos em sigilo de vez em quando e gozar juntos bem gostoso. Até porque tô devendo uma metida naquele rabo. Mas não sei se ele aceitaria. Queria experimentar mais coisas com ele. Queria meter naquele bundão, queria sentir aquele pau dentro do meu rabo. São tantas vontades. Mas ainda não perdi as esperanças. Encerro esse texto prometendo enviar pra ele como forma de indireta. O resultado? Quem sabe vire outro conto no futuro!

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