A primeira vez nunca se esquece.

Em fim as ferias do colégio.
Já estava uma semana sem fazer nada, quando meu primo cismou de trazer um colega do colégio para passar o final das ferias com a gente, a Tia como era boazinha autorizou.
E o Célio, se hospedou de mala e cuia em nossa casa.No primeiro dia ele foi um santo, mas no segundo começou a dar em cima de mim.
Dizendo que eu tinha um bum bum maravilhoso e que faria o que eu quisesse, para ter o meu rabo nas suas mãos.
Sabendo que ele me paquerava, passei a provocar, comecei a andar sem calcinha e quando estava sentada e sabia que ele tinha o olho sobre mim, cruzava as pernas, para que ele visse minha boceta por debaixo da saia.

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O Célio estava passando por uma tortura danada, pois no domingo, estando ele e o meu primo na piscina, apareci com um fio dental, que deixava minha bunda toda de fora e só para matar os dois de tesão pois os olhos não saiam do meu rabo, pedi ao Célio que passasse bronzeador em minhas costas.
Sentia as suas mãos percorrendo por meu corpo e terminando no final de minha bunda, o volume da piroca do Célio, por debaixo da sunga, era visível.
Pois não dava para esconder e eu também estava com tesão por poder visualizar o tamanho do cacete, espremido.
Estava quase saindo da piscina, quando o Célio me cercou e falou.
Deixa eu ficar um pouco por trás de você, com roupa que lhe dou esse meu celular.
Dei com a cabeça e falei que depois daria a resposta.
A noite na sala assistindo TV, por causa do adiantado da hora, todos se retiraram, ficando só eu e o Célio.
Falei para ele, que topava, mas que era pouco pois o valor do seu celular era alto e que então, deixaria ele colocar só a cabecinha no meu rabo. O Célio topou na hora.
Pedi para que ele esperasse meu primo dormir e viesse ao meu quarto pois iria deixar a porta encostada.
Tomei um banho, lavando bem o rabo com sabonete íntimo, coloquei perfume, vesti uma mini camisola sem calcinha e me esparramei na cama, aguardando o Célio.
Já estava quase dormindo, quando senti uma mão acariciar minhas nádegas.
Levantei, fechei a porta do quarto e falei para o Célio que a coisa era seria ele só poderia colocar a cabeça da piroca no meu rabo.
Não sendo bobo, ele concordou.
Coloquei uma almofada por baixo de minha barriga, fazendo que com isso minha bunda ficasse exposta ao alto.
Fiz sinal para que o Célio viesse por cima de mim e como um cachorrinho de estimação ele veio.
Deu para ver olhando pelo lado o tamanho de tal piroca, grande grossa e linda.
Só em o Célio deitar sobre mim, já fiquei com uma danada de tesão.
Senti que ele estava querendo mais com medo de tal situação.
Pois demorou para acertar a entrada do me cu.
Ai que coisa gostosa, e uma cabeça de piroca encostada em nossa bunda.
Fiquei quietinha e relaxada, aguardando o desfecho de tal trato.
Arreganhei a bunda o que pude e senti aquele pedaço de naco de carne forçando,
Minhas pregas.
O Célio tremia e não falava nada, para não romper o trato.
Sentia em minha costas a sua respiração ofegante.
Por que a cabeça da piroca já tinha entrado no meu rabo.
E como descarada que sou, cutuquei o Cèlio, perguntando se já tinha entrado a cabeça da piroca no meu rabo, por muito custo escutei dele só um gemido.
Voltei a minha posição e relaxei o máximo que pude, deixando o meu rabo aberto ao invasor e senti aquele intruso, bater em minhas entranhas, era uma posição ótima a minha, com aquele cacete todo alojado na minha bunda, gozei muito.
Foi ai que senti, uma coisa grudenta e quente invadir me por dentro, fiquei quietinha, por que o Célio também estava, não dava um pio.
O Célio saiu de cima de mim e foi para o seu quarto e eu dormi assim mesmo enxovalhada com o gozo todo dentro de minha bunda.
No dia seguinte, dei um jeito na mesa do café, de ficar a sós com o Célio e perguntei, por que ele não tinha conseguido colocar a cabecinha de sua piroca na minha bunda.
O espertinho, falou que ficara com medo de me machucar e se eu poderia dar uma nova chance para uma segunda tentativa.
Ai eu pergunto para vc que esta lendo esse conto.
Você daria uma nova chance?
Cristina.

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