Punheta no ônibus

Antes de começar minha história, gostaria de me apresentar. Me chamo Marina, e tenho 27 anos. Sou jornalista e trabalho cobrindo eventos culturais. Não é o trabalho dos sonhos, mas, por enquanto, tem pagado minhas contas. Sou lésbica e namoro mulheres há anos, não lembro qual a última vez que beijei um cara. Adoro chupar uma buceta, e não consigo ficar uma semana sem, no mínimo, dar uma gozadinha na boca de alguma mulher. Atualmente, nenhum relacionamento sério. Só alguns encontros do tinder e sexo descomprometido e gostoso.

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Apesar de amar ver uma mulher abrir as pernas pra mim e sentir um grelo pulsante na boca, preciso fazer uma confissão: estou há mais de uma semana pensando em como seria pegar um pau na mão e fazer coisas com ele.
Não sei de onde está vindo esse desejo, talvez seja só a vontade de fazer algo diferente, mas, o fato é que, tenho tido até sonhos em que um pau duro invade minha bucetinha e me fode loucamente.
Na verdade, minha história começa durante umas das minhas viagens a trabalho. Como estamos com pouca verba, a crise justifica tudo, acabei tendo que fazer essa viagem de ônibus para cobrir um evento. Não era muito longa, umas cinco ou seis horas na estrada.

Bem, podia ter sido só mais uma viagem, com cochilos e fones de ouvido. Não foi. Estava sentada em minha poltrona quando ouço um “boa noite”. Um cara muito simpático senta na poltrona do lado. A Princípio achei um saco. É sempre melhor fazer esse tipo de viagem com a poltrona do lado vazia. Ele sorriu e pude ver o quanto era bonito, acomodou-se. Não pude deixar de notar no volume avantajado por baixo de sua calça jeans. Na verdade, logo que vi passou minha irritação. Comecei a pensar mil loucuras mas que tinha certeza que ficariam só no meu pensamento e no líquido que iria molhar minha calcinha.
Eu precisava afastar aqueles pensamentos da minha cabeça. Quando chegasse ao hotel, iria pegar o brinquedinho que tem andado comigo na mala e resolver aquilo, enquanto isso, precisava me conter.
Meu companheiro de viagem, que nem nome tinha, tinha um cheiro de homem, não era um moleque. Eu nunca gostei muito disso, aliás, meu negócio é xoxota mesmo, mas, estranhamente, aquilo deixou ainda mais excitada. Ainda dei algumas olhadelas para o volume do seu membro embaixo da calça e acho que ele notou. Tentei disfarçar e tenho quase certeza que fiquei vermelha, pude sentir o calor nas minhas bochechas. A luz do ônibus apagou e seguimos viagem.
Pedi licença e baixei o braço que divide as poltronas. Tentei ficar mais confortável, ia tentar cochilar um pouco. Deixei meu braço sobre a divisória. Quanto mais tentava afastar os pensamentos eróticos mais eu pensava naquele desconhecido me fudendo até arregaçar minha bucetinha. Deixei a mão deslizar um pouco pro lado dele e foi quando senti que ele fez um movimento. Tentou fazer parecer que estava se ajeitando, mas ele claramente estava tentando fazer com que minha mão encostasse pra onde eu tanto tinha olhado. Senti encostar na mão mas continuei de olhos fechados. Ele permaneceu ali, com minha mão pousando sobre seu pau.
Minha buceta pulsava de desejo, eu precisava tocar uma imediatamente. Pensei em Levantar e resolver isso no banheiro. Mas, tomei Coragem e fui mais ousada. Comecei a acariciar com o dedo mindinho o volume da sua calça . Foi a deixa que precisávamos. Ele viu que eu estava acordada e gostando do que estava acontecendo. Comecei a acariciar com mais peso mão e senti aquele membro ganhar mais forma e ficar mais duro. O ônibus estava escuro, mas o medo de sermos pegos dava mais excitação à coisa toda. Continuei, agora dava pra sentir bem seu membro roliço e mais que rapidamente ele abriu o botão da calça, minha mão precisava de espaço para trabalhar.
Desceu o zíper, tudo muito silenciosamente, não podíamos fazer barulho. Peguei o lenço que usaria para me cobrir e coloquei no nosso colo. Pronto. Passe livre para tocar a melhor punheta da vida do estranho ao meu lado.
O pau dele saltou apontando para cima. Era quente, grande, duro, pulsante, tinha uma cabeça lisa, estranhamente melhor que os brinquedinhos que as minhas putinhas amarravam na cintura pra meter em mim. Eu podia até não ter experiência com paus, mas era muito habilidosa com as mãos, meus dedinhos sempre fizeram as minhas garotas gemerem de prazer.
Enquanto eu tomava aquela rola nas mãos, minha buceta não parava de piscar. Fui aumentando a intensidade dos movimentos, aquela pica já estava babando pra mim. Soltava um líquido que facilitava o escorregar das minhas mãos. Aquele Pau estava duro feito pedra, e meu desejo era sentí-lo entrar na minha buceta. Eu não conseguia ver seu rosto, mas imagino que seja de muito prazer. Continuei a punheta, mais forte, mais rápido, e senti ele se econtrair. Falou baixinho no meu ouvido Que ia gozar. Continuei. Queria fazer aquele Homem gozar. Ele fazia o maior esforço do mundo para não urrar. Sua respiração foi ficando mais ofegante. Finalmente senti o jato quente sair da cabeça daquela rola e lambuzar toda a minha mão. Ele gozou. Fiz um estranho gozar. Mas ainda estava sedenta. Vadia. Minha buceta pedia uma estocada.
O meu estranho favorito,mais que depressa, começou a me foder com os dedos por baixo do lençol. Abri bem as pernas pra ele conseguir me fuder gostoso. Segurei o grito quando gozei de prazer com ele estocando minha buceta. Que viagem maravilhosa essa.

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One thought on “Punheta no ônibus

  1. Tambem ja fui punhetado e chupado no onibus de SP a Ribeirão Preto. Era uma novinha de uns 17 anos de saia e muito gostosa. Dps de gozar meti os dedos na xota dela até gozar gostoso. Qdo chegamos na rodoviaria fomos ao motel mais proximo e pude fuder gostoso sua buveta e seu cuzinho. Novinhas safadas que goatam de rola grossa e cabeçuda meu whats 11-95464-8431

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