Pagando o aluguel com uma transa gostosa

Atire a primeira pedra quem nunca passou por dificuldade nesses últimos tempos. Estava em processo de separação e para piorar estava desempregado. Morava em um prédio pequeno no interior de São Paulo. O que ganhava dava e sobrava para todas as contas, mas quando a maré não está para peixe não adianta chorar.

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O atraso de algumas parcelas do aluguel fez com que uma ordem de despejo fosse gerada em meu nome. Seria triste sair do prédio daquele jeito. Não tinha para quem recorrer mais.

Uma amiga do Paraná me dava forças todos os dias. Éramos confidentes. Célia também passava pelo mesmo processo. A diferença de idade entre nós nunca fora um problema. Dávamos-nos bem mesmo com os 18 anos de diferença.

Comentei que iria para São Paulo procurar um trabalho num determinado dia. Ela me disse que também estaria na cidade para conhecer o Brás. Visitei vários locais e quando já estava desanimado recebi sua ligação.

Resolvemos nos encontrar e depois de duas cervejas já olhávamos com desejo um para o outro. Não fizemos cerimônia e escolhemos um hotelzinho ali da região. Vi que o hotel tinha um vaivém intenso de garotas de programa.

Não deu tempo de subir as escadas. Começamos os trabalhos ali mesmo na escada. Abri o zíper de minha calça e pedi que chupasse meu pau. E como chupava gostoso. Até hoje sinto saudade daquela língua.

No corredor do segundo andar virei-a de costas e encostei na parede. Levantei aquele vestido florido e retribui a chupada. Quem passava pelo local ficava excitado. Um casal que saía de um quarto parou e observou cada detalhe. Outras pessoas paravam e logo muita gente já palpitava sobre o que deveríamos fazer na sequência.

Entramos no quarto e deixamos o melhor para o final. Ela parecia estar no cio. Pedia mais e mais. Coloquei-a de quatro e passei a brincar com sua bucetinha encharcada. Ela rebolava e pedia para que a comesse sem dó. E foi o que fiz.

Meu pau deslizou lentamente e entrou tudo. Não demorou muito para ela gozar. Transamos por uma hora sem parar. Os falsos gemidos dos quartos ao lado foram sumindo a cada grito de prazer dado por Célia.

Gozamos juntos várias vezes, mas ela queria mais. Pediu para encerrar com uma gozada em seus seios. Ela se ajoelhou na lateral da cama e mamou, mamou até jorrar tudo. Tomamos um belo banho com direito a muita pegação.

Deixei-a perto de onde seu ônibus estava. Quando voltei para casa havia uma mensagem no meu celular. “Seu aluguel está pago. Agora você vem para o Paraná e me paga com juros”.

Com certeza atrasei mais alguns meses e garanti outras fodas como essa.

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