Não aguentei e trai o meu namorado

Naquela época já vivia com o meu namorado Edu, que era um cara muito ciumento, mas como qualquer homem, confiava cegamente nos seus amigos. O que ele não sabia, era que antes de comçarmos a namorar eu tinha andado com o amigo dele, o Marcos.

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Quando andei com o Marcos ainda era muito menina e tinha o sonho de chegar virgem ao casamento. Ele era louco por mim e tentou tudo para meter em mim, mas eu nunca deixei e tudo o que fizemos foram beijos e amassos, em tardes loucas em casa dele, quando os pais não estavam.

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Depois de ter ido viver com o Edu, ele passou a convidar muito o Marcos para ir a nossa casa. Eu via como o Marcos me olhava e percebia que ele ainda era louco por mim. Por vezes iam para a varanda falarem, para eu não ouvir e ficavam rindo e olhando para mim. Outras vezes eles estavam vendo televisão na sala e o meu ex ia ter comigo à copa e me abraçava por trás, dizendo que ainda me amava. Eu falava para ele parar, que o Edu podia ver, mas ele continuava e até roçava o pau duro na minha bunda e passava a mão nos meus seios por cima do soutien me deixando louca, depois me largava e regressava para a sala para o pé do meu namorado. Confesso que a adrenalina de podermos ser apanhados, me deixava com muito tesão.

Sabendo que ele ia ter comigo à copa, nos dias que vinha ver televisão para nossa casa, eu passei a esperar na copa por ele, de camisola de alças larga e sem soutien para poder sentir as mãos dele passarem nos bicos dos meus seios. Mostrava-me sempre uma mulher séria, dizendo para ele parar, mas deixava ele bolinar os bicos dos meus peitos, enquanto se esfregava na minha bunda. No final corria para o banheiro para me masturbar com o cabo da escova do meu cabelo. Eu estava ficando louca. De noite acordava toda molhada sonhando com ele. Quando sabia que ele nos visitava, já não colocava calcinhas e esperava por ele na copa, deixando que ele me abraçasse por trás e me levantasse a saia e passasse a mão na minha buceta. O safado bolinava o meu clitoris com uma mão, enquanto passava outra mão nos meus seios e dizia que estava louco para me foder e para eu deixar fingir que era uma mulher séria, pois ele sabia que eu era uma cadela safada e que estava louca para ser fodida por ele. Depois tudo se repetia, ele voltava para a sala para o pé do meu namorado e eu ia para o banheiro me masturbar com o cabo da escova do cabelo.

O inevitável acabou por acontecer. Naquela noite fomos a um barzinho com o Marcos. No final já era tarde e chovia imenso e o Edu convidou o Marcos para ficar a dormir em nossa casa. Quando chegámos a casa, fomos para a sala ver um pouco de TV. Eles ficaram sentados num sofá e eu num sofá em frente, com uma camisola apertada, toda molhada, que deixava ver os contornos dos meus seios. O Marcos olhava mais para os meus seios do que para a TV. Quando o meu namorado adormeceu, o Marcos veio sentar-se ao meu lado. Começou a lamber o meu pescoço e eu dizendo sempre baixinho, para parar, que me estava a desgraçar, que se o Edu acordasse era o nosso fim, mas o safado continuava. Eu estava toda molhada, não aguentava mais. O safado do Marcos metia o dedo na boca, o enchia de saliva e depois o enfiava na minha buceta. Acabámos por nos levantar e irmos até ao corredor, onde o Edu se acordasse não nos podia ver.

Ele me encostou contra a parede, me beijou, me levantou a camisola e lambeu os seios com vigor, enquanto eu mesma tirava as calcinhas e levantava a saia para ele meter em mim. Ele meteu em mim o seu pau grosso. Eu estava tão molhada que entrou com facilidade. Ele me começou a foder com força. Eu tentava controlar os meus gemidos, mas acho que o som da televisão os abafava. Ele não se vinha. Perguntei-lhe se ele tinha gasto todo o leitinho com a sua namorada e não tinha mais para mim. Estava com medo que o Edu acordasse, contrai a buceta várias vezes e o safado não aguentou mais e encheu a minha buceta de porra. Nunca tinha tido um namorado que largasse tanta porra.

Depois de me foder o cafageste colocou as calças para cima e se foi embora, me dizendo com um ar super maxista, que já tinha esvaziado as bolas e que sempre que eu tivesse afim de ser bem fodida que falasse com ele.

Sentei-me no sofá ao lado do meu namorado. Estava exausta e sentia a porra do Marcos a escorrer pelas pernas. A minha respiração ainda estava ofegante. O meu namorado se mexeu e abriu os ollhos, me beijou e disse para nos irmos deitar. Mal chegamos ao quarto ele me deitou e começou a querer me lamber a buceta, enfiando a cabeça entre as minhas pernas. Eu não estava afim, pois estava exausta e com a buceta toda esfolada, mas afinal ele era meu namorado. Deixei ele me lamber a buceta toda, demoradamente, enquanto me dizia o quanto me amava.

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