Dominatrix: Travesti!

Virei a chave do quarto do motel. Coloquei meia luz avermelhada. Instrui que se ajoelhasse ao lado da cama só de cueca e aguardasse por mim.

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Ele tinha 30 anos, era advogado. Corpo malhado, moreno de Sol, camisa social e uma cara de safado. Cabelo curtos no estilo militar. Quem olhasse de relance se assustaria com a sua cara carrancuda, de quem procura briga gratuitamente. Mal sabem que ele quer mesmo levar tapa na cara de travestis num quarto fechado de motel.

Me chamo Monique, sou travesti e tenho 25 anos. Hoje vou contar como abusei do Marcelo (nome fantasia) e fiz ele pedir mais.

Ele me mandou mensagem no instagram, e por coincidência, morávamos na mesma região. Pedi que mandasse fotos do corpo, do instrumento… Seguimos conversando. Já era prometido nosso encontro, só aguardava pelo momento certo. Era uma sexta a noite, chegou uma mensagem dele no meu insta. Dizia que estava com tesão e que me pagava se fosse preciso. Neguei, disse que não precisava fazer sexo por dinheiro, mesmo precisando da grana. Em contrapartida perguntei se ele queria ser meu objeto sexual naquela noite.

A resposta foi um simples: “Sim, senhora!”

Combinamos horário e local, pra que ele me buscasse. Combinamos também as condições e limites das nossas safadas intenções para aquela noite. Assim foi.

Entramos no motel, ordenei que se prostrasse de joelhos diante de mim. Na meia luz seus olhos me seguiam. Parei diante dele e puxei sua cabeça de encontro a minha calcinha. Esfreguei o rosto dele na minha pélvis, ainda de roupa. Meu pau começava a endurecer e ele gostava. Afastei-me e ele olhou nos meus olhos, seguindo-os.

Não perdoaria. Dei um tapa em seu rosto e disse que somente olhasse pra mim se eu mandasse. Logo que dirigiu o olhar para o chão em submissão, com carinho peguei em seu pescoço e puxei seu rosto pra minha direção: “observe!”.

Fui aos poucos tirando minhas peças de roupas e ele de joelhos, com as mãos pra trás. Sua cueca crescia junto ao seu desejo pelo meu corpo.

Tirei minha calcinha e fiquei nua. Meu pau se pendurava duro no meu corpo. Fui me aproximando. Encostei meu pau no seu rosto.

“Abra a boca”. Assim foi, abriu-se a boca.

Coloquei primeiro a ponta do meu pau e a senti sendo envolvida pelo sua língua e lábios. Senti sua língua se contorcendo dentro de sua boca. Meu pênis crescia entre seus lábios.

Com cuidado peguei seu cabelo curto, e através dele, passei a manusear sua cabeça em movimentos de ir e vir no meu pau. Quanto mais ele chupava, mais vontade eu tinha de enfiar um pouco mais fundo na próxima vez. Sempre que engasgava lhe dava um tapa na face, pra aprender a não me desagradar.

Se continuasse com aquilo, logo iria gozar na sua garganta. Preferia brincar de outros modos.

Disse então que era o suficiente. Queria agora que deitasse na cama, olhando para o teto. Queria afogá-lo no meu cuzinho.

Amarrei com toalhas seus braços na cabeceira e afirmei que queria sua língua dentro do meu cu. Ele concordou.

Subi na cama e me sentei no seu rosto. Abri bem minha bunda de forma que pudesse sentir meu cuzinho sendo penetrado pela sua língua. Assim foi. Ele esfregava e se empenhava em me proporcionar o máximo de prazer.

Seu pau duro em pé, babava de tesão. Não resisti, sentada na cara dele, me abaixei e passei a chupar seu pau, no melhor estilo 69. Chupava seu pau todo enquanto ele enfiava a língua no meu cuzinho, segurava seu saco e suas bolas. Ele era todo depilado, e passei a minha língua por seu saco e pau todo. Com os dedos, envolvi seu saco e segurei puxando pra baixo, enquanto chupava seu pau. Segurei com um pouco mais de força as bolas, e vi seu pau crescer mais com o sangue preso ali. Ele gemeu de prazer e dor. Chupava mais e afogava mais seu rosto no meu cuzinho. Ele delirava, enquanto passava a língua na cabeça de seu pau.

O tesão crescia ardente e incontrolável em mim e nele. Nossos corpos quentes de desejo se encostavam fazendo nossas peles ouriçarem.

Ele disse que logo gozaria se eu continuasse chupando seu pau e segurando suas bolas.

Disse que queria mais.

Ele permanecia deitado e amarrado.

Perguntei: “quer gozar?”
“Sim”, respondeu.

“Levanta as pernas. Vou ser boa com você. Vou meter no seu cuzinho pra você gozar.” Disse.

Levantei suas perna e coloquei meu pau dentro dele. Ele gemia. Não perdoei. Comecei devagar mais fui metendo cada vez mais forte e mais fundo. Ele gemia mais.

Me abaixei, segurando seu rosto. Passei minhas mãos pelo seu corpo e sentia seu peito e braços firmes, se contorcendo de tesão e prazer. Ia passando e arranhando seu peitoral forte. Ele pedia mais, e eu dava o que ele queria. Metia mais profundamente dentro de seu cu, enquanto arranhava e deixava marcas e seu peito e barriga.

Segurei suas bolas e comecei a masturbar seu pau. Ele gemia, alertando que estava próximo de gozar. Até que jatos de porra saíram de seu pau e voaram pelo seu corpo. Seu peito se encheu de porra que escorria pela barriga. Seu rosto também foi atingido. Ele estava todo lambuzado em sua própria.

Tirei meu pau do seu cu e me levantei, sentei sobre seu peitoral lambuzado. Sentia sua porra encostando nas minhas pernas, no meu cu.

Meu pau duro estava agora em cima do seu rosto. Meu saco batia em seu queixo. Usei a porra que estava eu seu rosto e utilizei como lubrificantes.

Passei a me masturbar. Vez ou outra batia com o pau em seu rosto.

“Abra a boca!”

Ele abriu, continuei me masturbando até que veio, saindo com força no meu pau.

Coloquei somente a cabeça em sua boca, que foi logo se enchendo do meu leitinho quente. Alguns jatos caia em sua bochecha e lábios. Ele sorria com cara de safado, de quem estava adorando tudo aquilo.

Enfiei meu pau na sua boca, até chegar na garganta. Ele engasgou e eu, resisti, tirei em seguida.

Ele estava vermelho e todo lambuzado de porra.

Me levantei, tirei sua amarras e fui tomar banho. Ele veio em seguida.

Depois desse dia ele me fez novas propostas pra gente se encontrar, mas ainda não tivemos uma segunda oportunidade.

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