Puta a pedido do Corno em Curitiba

Faz algum tempo que não publicava minhas aventuras, nem sempre os casais ou casadas desejam que que escrevam o que aconteceu, mas este especificamente a esposa me pediu e fez questão que eu escrevesse.
Vamos lá, sou de Curitiba, descrição e sigilo são minhas prioridades, assim, amizades fluem e acabo conhecendo pessoas bacanas.
Recebi um e-mail de Maicon, disse que tinha tesão em imaginar sua mulher com outro, mas nunca fizeram nada, eram iniciantes, sua esposa Fran tinha medo, receio e insegurança de fazer com alguém.
Compreendo a situação, todos os casais passam por isso é normal à insegurança, com o tempo conversando fiz Maicon e Fran se sentirem mais tranquilo, não faço nada forçado, muito menos o que a esposa não queira, afinal e ela que vai ser comida. Fran e Maicon ambos tem 22 anos, novos e senti certo desespero em Maicon ser corno, ele queria que acontecesse logo, mas sua esposa queria ir com calma.
Do e-mail passamos para o watts, onde recebi alguma fotos de Fran, morena, 1,68 m 60 kg, seu corpo era todo prefeito, nada de peitões, ou bundão, mas era tudo redondinho e empinado.
Certo dia de manhã, Fran me mandou watts perguntando se poderia ser a tarde para sairmos, achei estranho, mas topei, perguntei por que dá decisão tão rápida, ela me disse que Maicon queria muito e ela iria fazer.
Fui ao encontro de Fran, somente ela, me disse que Maicon estava em casa, e queria assistir pelo celular nossa transa, perguntei se ela estava bem, segura de que queria fazer? Ela disse que sim, levantou o vestido e me mostrou a buceta escorrendo de tesão, mas estava preocupado com Maicon, pois, ele tinha horas que queria muito, e tinha momentos que tinha muito ciúmes.

Sexo Por Telefone

Falei a ela que se não quisesse não precisávamos ir a motel, não queria fazer mal a relação deles, ela insistiu que hoje era o dia e ela queria muito dar para mim, saber como era outro homem dentro dela.
Seguimos ao motel, chegando lá, logo nos beijamos e Fran pulou no meu colo, levei-a até a cama e tirei seu vestido, não tinha nada por baixo, logo de um banho de língua, beijando sua boca, desci pelo seu queixo, pescoço, até chegar em uns peitos pequenos, mas durinhos, passei língua de leve, depois, mordi levemente, Fran só gemia, desci pela sua barriga, até chegar em sua bucetinha, toda depilada, lisinha, cheirosa e que já tinha molhado toda a cama com seu néctar.

Fran me olhou e disse me faz gozar que nem você fez em seus outros contos. Seu clitóris estava duro, inicie lambendo vagarosamente, suguei, beijei e lambi muito, Fran gemia, aumentei o ritmo, e com leve dedo na entrada de sua buceta, sem enfiar tudo comecei a brincar, lambendo seu clitóris Fran soltou um grito e levantando o quadril soltando o primeiro gozo. Deixei ela se recompor, aos poucos volteia beijar levemente sua bucetinha, e dar linguadas de leve em seu clitóris, sei que fica mais sensível, também mais fácil de fazer a mulher gozar, aos poucos Fran começou a gemer e soltou outro gemido alto gozando, sua bucetinha se contraia toda.

Fran me agarrou e me deu um beijo ,se virando de quatro falou mete em mim assim, adoro dar de quatro, encostei a cabecinha e deixei deslizar dentro daquela bucetinha quente, molhlada e apertada, quando entrou tudo Fran lembrou do marido, esqueci dele, ela pegou o celular e tinha 24 ligações perdidas, quando ela ligou a Cam, eu estava socando de quatro e Fran gemendo, quando ele viu, acho que bateu o ciúmes pediu para parar, mas Fran olhou e falou, não, ele vai me comer vc insistiu que queria ser corno, agora aguenta, colocou o celular no borda da cama de maneira que ele pudesse assistir, enrolei a mão no seu cabelo, e voltei a socar, fazia só minhas bolas ficar de fora, soquei e soquei fundo, Fran gemia e pedia mais, falava mete para o corno ver, mostra como se fode de verdade, estocando Fran ela anunciou novo gozo, caindo deitada na cama.

Fran olhou para celular e viu seu marido se masturbando, o ciúmes tinha virado tesão, Fran veio de encontro ao meu pau e deu uma bela de uma chupada, queria que seu marido visse ela mamando outro, falava como meu pau era gostoso e maior que do marido, que eu era comedor de verdade, tudo para provocar o marido. Deitei na cama e Fran veio sentar no meu pau, encaixou sua bucetinha, estava tão molhada que escorria no meu pau, ela sabia rebolar, subia e descia com mestria, me beijava, estava louca de tesão, não deixava de xingar o corno todo momento.
Fran saiu de cima, e deitou na borda da cama, segurou o celular falando com o marido e eu fui meter naquela bucetinha gostosa, ambos estavam se olhando e eu socando, ouvi Maicon falar, ele não para de te comer, vai te deixar arrombada, e deixei mesmo, Fran pediu onde eu queria gozar, falei que em sua cara, ela pediu me dá porra então, ela segurou o celular de uma maneira que seu marido pudesse ver bem, anunciei o gozo, e soltei um jato de porra na sua cara, outro em sua garganta, outro chegou q acertar no celular, Fran fez questão de chupar o resto e engolir tudo para o marido ver.
Deu tchau para ele e disse que era para ele esperar que logo estava em casa.

Ela foi tomar uma água e no banheiros, quando voltou , logo veio abocanhando meu pau que ainda babava porra, deixou ele bem duro, babou, e chupou o resto de esperma, Fran olhou nos meus olhos e disse, você come meu cuzinho, mas com carinho, nunca dei antes, mas quero colocar chifre em meu marido de todo quanto é jeito.
Peguei um lubrificante, deitei Fran na borda da cama de costa, e comecei a passar lubrificante, aos poucos, colocava um pouco o dedo e tirava, cada vez forçava um pouco mais, seu cuzinho era bem apertado, enfiei o pau em sua bucetinha para ela se distrair, quanto mais eu socava mais enfiava o dedo em seu cuzinho, quando Fran começou a rebolar em meu dedo e meu pau junto, falando ta doendo mas esta gostoso.
Fiquei um tempo assim, até que senti que Fan estava mais acostumada, era hora de comer aquela bundinha. Encostei a cabecinha e falei que iria colocando aos poucos e se doesse ela me avisasse para não machuca-la.
Colocava a cabecinha e tirava, colocava mais um pouco deixava ela sentir, fazia um leve vai e vem para ela ir se acostumando e tirava o pau. Seu cuzinho ia se acostumando até que aos pouco fui enfiando cada vez mais, quando passou metade Fran deu um gemido falando que estava doendo, não forcei, tirei um pouco mas não tudo para ela acostumar com a dor e tesão. Voltei a forçar, quando Fran perguntou se faltava muito, falei que mais da metade do meu pau estava dentro e se ela quisesse eu iniciava o vai e vem.

Fran me deu ok, passei um pouco mais de lubrificante no pau, e iniciei um leve vai e vem. Fran gemia de dor e prazer, se contorcia e eu dava uma segurada para não desanima-la. Voltei a meter levemente nela, mas desta vez meu pau estava inteiro em seu cuzinho, e movimentos já mais forte. Perguntei se Fran estava bem, ela disse que sim, que a dor estava indo embora, e sua buceta estava escorrendo de tesão, nesta hora as socadas já estavam fundo, junto com uns tapas em sua bunda, e elogios como puta, vagabunda, ta gostando de dar o cuzinho, Fran só falava que sim e pedia para meter mais, me arromba, fode, me faz virar puta.
Coloquei Fran de quatro, seu cuzinho estava arrombado, encostei a cabecinha e já não tinha mais dificuldade, só deu um gemido quando entrei e voltei a socar, seu telefone não parava de tocar, era seu marido corno. Ela atendeu e com uma voz firme disse, que você quer corno, estou dando e esta me atrapalhando, sim, estou no motel ainda, você vai ter uma surpresa quando eu chegar, mas só vou mais tarde por que agora sou a esposa mais puta do mundo e desligou na cara do marido.
Eu ainda socava naquele rabo gostoso, sua bunda estava vermelha de tomar tapas, falei que iria encher seu cuzinho de porra, Fran pediu, goza seja o primeiro a comer e gozar no meu cuzinho aumentando os movimentos, quando fui gozar fiz questão de enfiar o pau todo dentro, para gozar bem fundo.
Fran passou a mão em sua bunda e viu o estrago, falando, você me arrombou mesmo, nossa nunca imaginei que daria o cuzinho e que fosse tão bom.
Tomamos um banho e ela me contou que seu marido estava forçando a barra, ela tinha medo, mas ele ficou enviando meus contos para ela onde começou a acostumar com a ideia e sentir tesão, até tomar a atitude de dar para mim.
No dia seguinte Fran me mandou mensagem agradecendo o carinho e compreensão, falou que o marido não comeu ela, disse que estava toda doída, frente e verso, e não aguentava dar.
Falou que só chama ele de corno, e ficou louco quando viu o cuzinho arrombado e escorrendo porra, não acreditando que ela havia dado para mim.
Bom esta foi mais uma de minhas aventuras, sou de Curitiba e para quem realmente deseja algo com sigilo, descrição, boa amizade, entrem em contato por e-mail: [email protected]

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