Enorme Saudades do namorado da mamae

Depois daquele fim de semana as coisas nunca mais foram as mesmas, eu que tinha chegado lá com meu desejo de sempre na minha mãe, agora estava com o pensamento sempre naquela noite, os flashbacks sempre vinham de relapso, su ajoelhado enquanto aquele homem me fazia seu e me dominava.

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Dentro de casa agiamos como se nada tivesse acontecido, continuavamos com a mesma relação se passaram duas semanas e o assunto estava completamente morto, ao que parecia so existia na minha cabeça.

Todas as noites lembrava daquilo, estava como uma mocinha apaixonada, e aquilo era tao dificil aceitar, estava desejando outro homem aquilo era completamente inimaginavel, eu queria ele mais uma vez.

Ele não dava nenhum sinal, os dias se passavam e aquilo me corroia por dentro , Até que uma quinta feira resolvemos nos 3 ir ao cinema, assisimos o filme que acabou por volta das 23:30 da noite, entao na saida ele disse que iria ao banheiro e então disse que iria tambem, e aconselhei minha nae ir descendo pra ir pagando o estacionamento.

Entrei no banheiro e estava completamente vazio apenas ele ali de frente para o espelho, fui em direcao a uma cabine, entao ele me seguiu sentir seus passos logo atras de mim, entao entrei e ele logo atras de mim me agarrou por tras, fechou a porta e sussurou no meu ouvido:

– eu nao aguento mais garoto, eu to precisando de voce…

Aquilo me causou arrepios, virei pra sua frente, ele segurou meu rosto com as duas maos, olhoava nos meus olhos e aquilo me fez derreter, naquele banheiro apertado estava com nossos corpos colados, ele me prensava contra a parede, eu estava nas maos dele, entao me declarei:

– eu nao consigo parar de pensar naquele dia.

Ele:- voce gostou?

Eu: Sim, muito! Foi maravilhoso.

Ele: eu quero de novo aquilo, sua boca é muito gostosa.

Aquele homem sabia como me encantar, sabia como me fazer tremer.

Ele: toda vez que ela me chupa, eu lembro de voce… é tao bom pensar naquilo…

Eu: Vai me deixar fazer de novo?

Ele: Quando voce quiser!

Eu: Jura?

Ele: juro

Eu: E se eu quiser agora?

Entao desci a mao da sua cintura, ate aquele membro por cima da roupa, entao me ajoelhei e abrir aquele cinto, enquanto olhava pra ele, aquele macho quase implorando por mim me fazia delirar, eu mais uma vez incorporando uma puta,algo toma conta de mim na frente daquele homem e me invade fazendo perder o bom senso, entao abaixei sua calça, aquele pau na cueca box me excitava alem do normal, dei uma mordidinha por cima da cueca e ele sorriu.

Em segundos ja estavamos daquele jeito, eu prestes a devorar aquele homem naquele lugar tao inusitado, e ele louco por isso, entao abaixei sua cueca e aquele cacete surgiu imponente como da ultima vez, duro e rigido, nao tive cerimonias, e abocanhei aquilo tudo,enfiava na boca sem nenhum pudor, aquele pau estava exalando seu cheiro de sexo mais uma vez, eu batia uma punheta com seu pau dentro da minha boca, ele puxava meu cabelo e pressionava o pau mais ainda, mais uma vez ele tava fudendo minha boca, com força ele me fazia uma menina indefesa, fiquei mole e nao conseguia reagir so sentir aquele membro na minha boca invadir tudo, e ele mais uma vez dominando a situacao, ele contia o suspiro com o receio de alguem chegar, estava ficando sem ar, ele nao me deixava respirar, cada vez mais forte estava metendo na minha boca, engasguei com minha propria saliva e o pau dele, melei toda minha blusa, ele continuava socando sem parar, ate que num breve segundo ele tirou e me deixou respirar.

Peguei seu pau e comecei uma punheta pra ele, eu estava meio mole, sem reagir, aquela sequencia tinha me deixado um pouco zonzo, entao aos poucos fui voltando e fui acelerando ate que, quando pegava naquele pau podia ter a nocao do quao grosso era, ele era como um urso, completamente peludo como um animal que devora as vitimas indefesas, e entao enquanto admirava toda a virilidade daquele homem aqueles jatos pulou em minha direcao, aquela porra atingiu meu rosto, e toda minha camisa, seu semen escorreu por todo meu rosto, parecia um verdadeiro banho ele respirava fundo tentando se recompor eu ali com sua marca escorrendo pela minha cara, minha camisa naquela altura estava toda melada, eu ainda tocava ele levemente, e ele encostado na parede suspirava, mais uma vez eu tinha me entregue de bandejas pra aquele homem.

Ele me ajudou a nlse limpar, tirei a camisa antes de entrar no quarto e minha mae nao notar, ela reclamou horrores da demora e falamos que estavamos com dor de barriga, seguimos pra casa e estava mais leve por ter matado a saudade do macho que me causava toda essa loucura.

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