Descobrindo que minha mãe é uma vagabunda

Todos os nomes serão alterados para manter o anonimato.

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Irei me chamar de Carlos, nunca teve muita coisa que me excitava, e além de ser tímido também tenho pau pequeno, então nunca me relacionei e por isso, muita gente passou a achar que sou gay. Mas desde os 16 anos que tenho tesão em pensar na minha mãe sendo fodida, porém como sempre pareceu a mais perfeita esposa e mãe dedicada, fiquei por anos só na imaginação, isso até entrar na faculdade. Minha mãe chamarei de Silvana, 42 anos, casada com meu pai, 1,65, 76kg, gordinha gostosa, branca, dona de casa.

Na faculdade assim como sempre, tive mais facilidade para fazer amizades como as meninas, e fiquei amigo dessa menina que namorava um rapaz da nossa sala mesmo, mas ele nunca fez questão de fazer muito contato comigo. Ele se chama Renan, 1,85, o típico cara forte da academia, branco, cabelo preto, trabalha na empresa da família, maconheiro, e nunca duvidei que traísse a namorada.

Conforme o tesão foi crescendo, descobri alguns grupos de incesto no whatsapp e entrava cautelosamente, sempre olhando antes para ver se não tinha ninguém com mesmo DDD antes de dizer algo e também nem falava muito. Até que entrei em um e rapidamente um desconhecido começou a puxar conversa, perguntou sobre mim, qual era meu tesão, como era minha mãe. Como o DDD era diferente, fui me abrindo por dias, e ele mandava vídeo se masturbando dizendo que estava pensando na minha mãe para me incentivar. Alguns dias depois ele disse que apareceu um serviço que ele teria que viajar e ficaria numa cidade vizinha, e me convenceu a encontrá-lo em uma praça.

Cheguei pontualmente no horário combinado, ele mandou uma foto que não era dele, e lá fiquei uns 15 minutos aguardando, até que chega o Renan me dando oi de modo simpático como nunca havia feito.

– E aí, cara. Perdido aqui?
Disse ele estendendo a mão e sentando logo em seguida, o que me incomodou e já queria sair.

– Pois é, estava só dando um tempo…

– Tô ligado…a gente precisa trocar mais ideia né, ainda não falamos muito na faculdade

– Se você quiser, claro

– Ah, que isso, com esse ânimo acho que não vai com a minha cara kkkkkk. Bora se conhecer mais

– O que quer saber?
Pergunto não muito simpático
– Cara, não sei… (até que ele diz rindo), pode me falar da tua mãe, o que acha?

– Minha mãe?
Já entro em alerta, mas tento permanecer natural

– É, a dona Silvana tá bem?

Nessa hora minha perna começa a tremer porque tenho certeza que nunca falei da minha mãe pra ninguém da faculdade, mas tento disfarçar. Pela minha demora em responder ele pega o próprio celular e joga desbloqueado no meu colo aberto em uma conversa, a minha conversa com o desconhecido do grupo. Entro em desespero e ele volta a falar

– É cara, a dona Silvana. Vai dizer que cansou de falar da gostosa? Kkkkkkk

– Mas…como?

– Na última viagem comprei esse chip pra putaria, sorte a minha, assim fiquei sem saber da gostosa da sua mãe kkkkkk

– Cara, por favor, preciso que fique entre nós

– Claro, vamos ser bons amigos a partir de agora kkkkk. Inclusive vamos indo pra sua casa agora, quero conhecer a gostosa

– Não cara, por favor

– Relaxa que sei o que faço, você tava todo feliz falando que queria ter mamãe vagabunda, vai ficar de cu doce agora? Levo dois segundos pra mandar essa conversa para os caras da faculdade. Você que sabe…

– Tudo bem…

Se houver comentário gostando, eu continuo

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