Traição em pleno Réveillon

Meu namorado e eu tínhamos muito de ciúmes um do outro e tivemos brigas horrorosas por causa disso. Nosso namoro era movido por fortes emoções, nossas atitudes eram pouco racionais e muito impulsivas. Claro que só resultava em brigas e no Réveillon de 2015 a coisa ficou feia.

Sexo Por Telefone

Na manhã do dia 31 Nick deixou recado no meu messenger dizendo que estava de cabeça cheia, que nossas brigas estavam demais e que ele estava em Angra dos Reis para virada de ano com sua família. Ele resolveu de última hora. Pegou seu carro e seguiu viagem dirigindo sozinho pela madrugada.

Na hora fiquei irritadíssima! Passei o dia na cama, arrasada. Só me restava ficar com minha família e tentar curtir o ano novo na casa da minha vó com meus parentes.

Lá pelas quatro horas da tarde dei uma olhadinha no face pra saber do que estava rolando. Quando olhei o perfil de Nick quase tive um treco! O safado sem se importar com minha dor, estava postando fotos da Prainha agarrado com duas de suas primas loiras e lindas. Tinha que ver a ousadia das fotos! A mãozinha dele, os beijinhos delas e outras safadezas. Que ciúmes! Quase morri de tanto chorar! Os comentários nas fotos foram um ingrediente a mais na minha dor.

Algumas amigas começaram a me perturbar no whatsapp. Queriam saber se meu namoro de quatro anos tinha terminado. Elas sabiam que eu namorava Nick desde os meus treze anos e que estava sofrendo muito naquele momento. Camila não se conformou com a conversa virtual e foi até minha casa pra me ajudar a melhorar o ânimo. Ela foi na minha casa pra me tirar da cama e me convencer a ir com ela pro resort Aldeia das Águas e passar o réveillon junto com nossos amigos.

Camila era uma loirinha muito doida, adorava uma balada e bebia todas. Enfim, depois de algum tempo, os argumentos de minha amiga conseguiram me convencer a ir com ela pro Aldeia.

Estava muito triste, mas mesmo assim, me arrumei para a festa de fim de ano. Coloquei um vestido curtinho, todo branco com folhinhas levemente prateadas espalhadas pelo tecido. Modéstia à parte, fiquei linda dentro do vestido soltinho! O tecido permitia que minhas curvas fossem delicadamente delineadas. O decote e as alcinhas favoreciam meus seios e mostravam marquinha do biquíni na pele bronzeada de sol. Por baixo do vestido, apenas uma pequena calcinha cor da pele e sem elástico para não marcar absolutamente nada no tecido. Era pra parecer que eu estava sem calcinha mesmo.

Levemente perfumada. Deixei soltos meus cabelos negros que iam até perto da cintura. Pra compor todo meu visual, sandálias de salto prata, maquiagem, acessórios. Fiz questão de me arrumar assim, extravagante, com um modelito que chamasse atenção. Decidida a causar naquele réveillon.

O lugar estava maravilhoso, um clima agradável com muita comida, bebida e muita música. Camila e eu estávamos com nosso grupo de amigos dançando frente a piscina de ondas. Percebi que tinha um moreno alto, forte e musculoso me olhando.

Sinceramente, ele era o homem mais gato da festa. Ele usava tênis, bermuda e camisa branca, estava próximo ao bar com um copo na mão e completamente sozinho. Não acreditei que ele pudesse ter algum tipo de interesse em mim. Sei que sou uma morena bonita, tenho meus atributos de garota gostosa. Mas não imaginava que pudesse cair na “minha” um cara daqueles.

Camila também percebeu e me incentivou a conversar caso ele se aproximasse. Que cara bonito! Minha nossa! Pena, que eu não estava afim! Meu objetivo naquele lugar era apenas para tentar tirar da cabeça e do coração o safado do meu namorado. Para isso, bebi muita caipirinha e dancei como nunca.

Alguns minutos se passaram, me distraí e quando olhei o moreno não estava mais lá. Continuei me divertindo com meus amigos. De repente percebo um homem atrás de mim. Dançávamos de costas um pro outro. Vez ou outra, ele me esbarrava, às vezes se esfregava em mim. Aquilo me incomodou e me virei pra ver quem era o chato inconveniente que me perturbava. Era o moreno bonitão!

Camila dava gargalhadas da minha cara, pois entendia que o gostosão estava na minha. A danadinha disse pra eu dar mole e deixar rolar. Depois de algumas caipirinhas eu já não era mais a mesma. Eu dançava, bebia, mas minha mente estava bem distante dali, imaginando o que meu namorado estava fazendo com suas primas vadias.

Aos poucos, ele veio sorrindo, se aproximando até que falou ao meu ouvido:

– Tu é séria assim mesmo? Não vai me dar um sorriso?

– Não tenho muitos motivos para sorrir! Hoje quero beber todas, pra espantar minhas tristezas!

– Minha boca tem um poderzinho que remove tristeza! … Apenas um beijo e adeus tristeza!

– Ha ha ha!… tá se achando demais, heim!

– Desculpe, não beijo estranhos!

– Muito prazer! Sou Renan, agora já pode me beijar!

Me distanciei um pouco. Fiquei quietinha, dançando em silêncio, viajando na minha tristeza. Renan não arrastou o pé do meu lado, ficou ali, infiltrado no meio de meus amigos. Quando vi, já estava se socializando. Não demorou muito, aquele cara musculoso, dono de uma boca carnuda maravilhosa, me puxou e me tascou um beijaço na boca, que pegada! Fiquei até sem ar! Minha nossa! O jeito forte que se abaixou pra me abraçar até me levantou do chão. O sem graça me pegou de surpresa. Não posso negar que o beijo foi delicioso!

Ao fim do beijo fui convencida a ir pra uma mesa próxima ao bar pra conversar apenas. A conversa fluiu junto com mais copos de caipirinha e mais tantos beijos. Eram beijos deliciosos!! Contei a história da minha vidinha e ele me contou a dele. Disse que era engenheiro, que morava no Rio de Janeiro, que tinha vinte e oito anos e blá blá blá. No final, revelou que estava hospedado no hotel do resort apenas para a passagem do ano novo. Ele disse que gostava de sair assim, sozinho.

Fiquei cada vez mais alterada pela bebida. No meio da conversa Renan me perguntou se eu conhecia os apartamentos do apart-hotel do resort. Respondi que não. Então ele se levantou da cadeira, me puxou pela mão dizendo que estava na hora de reparar a situação e me simplesmente puxou pro seu apartamento.

Renan foi me conduzindo para o quarto embalado pela volúpia, nos agarramos e nos beijamos com voracidade. Ele apertava seu corpo contra o meu, beijando meu pescoço. Então, ele começou a puxar meu vestido para cima afim de tirá-lo de mim. Eu, molinha pela bebida, tentei resistir:

– Renan! Só uns beijinhos tá!

– Deixa de bobeira, vamos aproveitar!

– Acho melhor não! Tenho namorado, vamos embora!

– Que isso, gata?! Vamos só nos divertir um pouco!

– Sinto muito, mas não quero trair meu namorado!

Renan me segurou com firmeza. Até tentei me soltar de seu abraço. Não consegui nem evitar que ele me arrancasse o vestido. Fiquei apenas de calcinha. O instinto de animal enfemeado aflorou dentro daquele homem. O moreno ficou tarado. Chupou meus seios com gana e os massageou com as duas mãos. Eu não queria nada além dos beijos. Naquele momento meu namorado não me saia da cabeça e o arrependimento me tomou por inteira. “Que ingenuidade a minha de achar que um homem me levaria ao quarto dele só para mostrar a decoração”!

Aquele macho enfemeado me jogou deitada na cama e com enorme agilidade me tirou a calcinha. A bebida havia tirado todas as minhas forças. Quando ele viu que eu tinha apenas um tufinho de pelos pubianos, ficou doido. Renan se encaixou entre minhas para admirar minha xoxota. No começo, ele só olhou, examinou e tocou cuidadosamente cada detalhe de meu sexo. Em seguida ele enfiou a cara nela. Chupou ela todinha deixando-a muito melada. Caraca!! Que tesão!!

Embora muito excitada pedia para ele parar. Mesmo abandonada, mesmo sofrendo por ciúmes, eu não queria trair meu namorado. Contudo, o moreno tarado arrancou suas roupas e as jogou no chão. Depois subiu em cima de mim, deitou-se sobre meu rosto e enfiou seu pau na minha boca. Fiquei sufocada com aquele cacete enorme na minha boca. Aquela cabeçorra socou e socou o fundo da minha garganta várias vezes me causando ânsias. E ele gemia:

-Ahh! Que boca deliciosa! Agora chupa tudo, putinha!

O safado socava mais e mais até sua respiração ficar ofegante. Então ele deu urro e gozou. Era tanto esperma que transbordou de minha boca e escorreu pelo meu rosto, molhando até meus cabelos. Não satisfeito e como se não tivesse gozado toda aquela porra, ele continuou com o pau muito duro. Depois se deitou sobre mim, ficando na posição “papai – mamãe” e pincelou minha xoxotinha. Contrariando contra minhas vontades, minha buceta traidora latejava de tesão e o pau dele deslizava sobre a fenda inundada roçando meu grelinho.

Me bateu uma dor enorme na consciência, mas eu já estava molinha nos braços dele. Eu não queria que ele me penetrasse. Mas, estava muito entesada e deixei rolar. Seguindo seu instinto animal, Renan me segurou pelos braços e com suas pernas, abriu e prendeu as minhas. Fiquei imobilizada embaixo dele.

Renan continuou pincelando até seu pau encaixar na entrada da minha buceta. E foi enterrando com atrito perfeito. Aos poucos, o cacete todo, entrou dentro de mim. No início ele meteu bem devagar, mas depois socou com força o quanto quis, por bastante tempo até eu ficar esfolada.

Não me contive e gozei naquele pau grosso socado até o talo na minha buceta traidora. Renan sentiu as contrações de minhas entranhas apertando repetidas vezes sua pica. Minha gozada deixou o tarado alucinado. Ele gemia, respirava forte e rápido.

Com habilidade ele me virou e me colocou de bruços. Eu estava com a buceta encharcada e seu pau estava muito molhado de meu mel. O moreno tarado agora mirava em meu cuzinho.

Ele colocou seu pau entre minhas coxas e deslizando aos poucos invadiu meu bumbum posicionando a cabeçorra daquele pau enorme no meu anelzinho. E começou a forçar para entrar. Aquele cacete foi me rasgando aos poucos. Senti dor. Ele meteu tudo dentro do meu cuzinho sem dó nem piedade. Nunca tive um pau grosso como aquele metido com tanto vigor dentro de mim. Ele estocou com força, com vontade.

Renan, sem tirar o pau do meu cuzinho, mudou de posição novamente, me colocou de lado e ficou atrás de mim bufando no meu cangote. Em seguida, abriu minhas pernas e com seus dedos, esfregou meu grelo ao mesmo tempo que socava no meu anelzinho. Socou com pressão durante muito tempo me obrigando a gozar mais uma vez. Minha buceta traíra pulsava descontrolada várias vezes.

Senti a pica do tarado pulsar forte e jorrar sémen quente dentro de mim. O cara parecia um animal urrando atrás de mim. Meu coração disparou. Fiquei exausta, ardida e extasiada! Ele extasiado e deitado ao meu lado, disse:

– Agora pode ir, putinha gostosa! Já fiz o que quis!

As lágrimas escorriam pelo meu rosto. “Por que eu não sabia segurar a periquita? Eu não tinha que trair meu namorado com o primeiro que aparecesse”! Minhas sandálias nem saíram dos meus pés. Vesti minha roupa e saí em desespero do apartamento daquele maníaco.

O dia tinha amanhecido e Camila me esperava com nossos amigos para irmos embora. Eu chorava tanto que não conseguia falar. Mas como estava arrasada mesmo, ninguém me perguntou nada.

Cheguei em casa e não havia ninguém lá. Tomei um banho demorado e fui para meu quarto. Me joguei na cama sem me secar, sem me vestir. Fiquei deitadinha na cama chorando sem parar. Minha surpresa foi tamanha quando Nick entrou no meu quarto. Chorei ainda mais. Estava tão desnorteada que esqueci de trancar a porta e meu namorado entrou sem bater. Ele deitou-se na minha cama ao meu lado, me abraçou e pediu muitos perdões. Emocionados nos abraçamos e choramos juntos por algum tempo. Aquele abraço quente, apertado, ascendeu a chama do tesão.

Eu que estava toda esfolada e ardida de tanto ser fodida por aquele tarado do resort, abri as pernas pro meu namorado…

Nick vai morrer pensando que foi grande o culpado da minha tristeza naquele réveillon e jamais saberá do que me aconteceu no resort. Enfim, a cada fim de confusão, a conciliação motivada pela paixão e desejo nos proporcionava novos momentos de muito amor e sexo.

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