Tesão Imenso pela Minha Cunhada

Sou moreno do tipo atlético, 1, 79m, tenho 42 anos e sempre curti mulheres mais velhas e gordinhas. Minha esposa é gordinha, muito gostosa, bota pra ferver na cama e é quatro anos mais velha que eu.
Quando nos conhecemos, namoramos por três meses e logo estávamos morando juntos, bem dizer casados. Quando conheci a família da minha esposa, a gente estava namorando a um mês e meio, foi bem no dia do aniversário da minha cunhada, ela estava completando 23 anos naquela época, e quando bati olho nela, ao mesmo tempo que meus olhos brilharam, o meu pau logo latejou. Minha cunhada já era casada, casou muito cedo com o primeiro namorado. Minha cunhada é muito gostosa, ela e minha esposa tem a mesma estrutura de corpo, sorridentes, elas tem tudo parecido, a única diferença são os peitos, a minha esposa tem peitos pequenos, já a minha cunhada, são fartos, uma delícia!!
Teve uma época que eu e minha esposa fomos morar na casa dos pais dela, como a casa era grande, pegamos parte dos fundos da casa e fizemos nosso cafofo, e a minha cunhadinha sempre foi, além de descolada e sorridente, era muito sacana, fala altas putaria, ela sempre fala o que pensa. Depois de alguns anos, já tinha a minha filha, e ela também conseguiu engravidar e veio o filhão que ela tanto queria… E como sempre, continuava gostosa, quando o filho queria mamar ela simplesmente tirava aquele peitão pra fora sem dó, eu tentava disfarçar, mas ela se ligava e zoava comigo dizendo “quer mamar também? Kkkkkkk”, ela sempre foi assim, e a gente nunca levava a sério, mas eu por dentro ficava cheio de tesão.

Sexo Por Telefone

Teve uma época que a minha esposa ficou desempregada, e resolveu vender roupas, e as roupas que a minha esposa vendia era especialmente pra pessoas “GG”. Uma vez eu estava no meu cafofo e minha cunhadinha chegou dizendo que queria ver algumas roupas, minha esposa pegou as sacolas e estavamos os três na sala, e ela do nada foi vendo a roupa e escolheu uma e falou “vou experimentar esta”. Nós achamos que ela ia ao banheiro ou no quarto, que nada, foi ali mesmo, ela de repente estava só de sutiã, com aqueles peitões quase saltando para fora, e minha esposa falou “olha o meu marido aí, que porra”. Ela olhou pra mim riu dizendo “não tem nada aqui que ele não tenha visto, né cunhado? Pois nós temos o mesmo corpo, maninha” eu ri sem jeito, e ela logo também arriou a calça empinando aquele bundão maravilhoso, ah! E detalhe ela é bem mais branca que minha esposa, ela tem a pele bem branquinha, então imaginem aquele bundão branco na minha cara, com uma calcinha de renda enfiada na bunda, e quando ela se virou pra experimentar a calça deu pra ver aquela bucetinha carnuda, pele branquinha, pelos ralinhos vazando pela rendas da calcinha, meu pau começou a ficar duro… E sinceramente eu não sei se ela estava nem aí, ou se estava querendo me enlouquecer. Dei uma disfarçada e sai da sala.
E assim sempre foi… Depois de uma certa época, ele e o marido começaram a se desentender e resolveram se separar, e adivinhem… Ela foi morar na casa dos pais também, e como eu disse a casa era muito grande, e ela foi com o filho e se alojaram num quarto que era do irmão caçula, pois o mesmo havia casado, e já morava na sua casa própria.
Pois é, pra minha sorte ou pra meu desespero, começamos a conviver todos juntos, eu, minha esposa e minha filha, que nessa época tinha seus 7 anos, a minha sogra (que vou dizer aqui, que não era de se jogar fora, as filhas puxaram a ela, ô sogra gostosa) e meu sogro, minha cunhada e meu sobrinho que tinha 4 anos. Pois é, comecei a ver como minha cunhadinha vivia…
Eu trabalhava a noite, então eu chegava sempre lá pelas oito, e quase todos já haviam saído, menos a minha cunhada, que trabalhava na parte da tarde, ela entrava no seu trabalho as 16 horas. E tempo vai, tempo vem, tesão vai, tesão vem, cara a minha cunhada andava de camiseta e calcinha, quando não, só de camiseta ou de calcinha e sutiã, lógico pra meu desespero e eu tinha que fazer cara de paisagem e não tô nem aí… E todas as vezes que ia tomar banho era uma punheta pra minha cunhada e trepava com a minha mulher a noite, isso quando rolava.
Uma vez eu cheguei do serviço me troquei e fui dormir (e quase sempre não havia mais ninguém na casa, a não ser minha cunhada e o filho dormindo no quarto) e eu depois de alguns minutos já deitado, me deu a vontade de mijar, e na casa tem dois banheiros, um pequeno perto dos quartos (meu e de minha cunhada, que são lado a lado) e outro maior no corredor, perto da sala. E eu resolvi ir ao banheiro antes de ferrar no sono, e meio sonolento sai do quarto de shorts e fui logo no banheiro pequeno, e fui entrando e tirando o pau pra fora e nem me liguei que tinha alguém no Box, só me liguei na hora que ouvi o chuveiro abrindo e fazendo o barulho, tomei o maior susto e vi minha cunhada olhando com a cara de admiração para o meu pau que estava meio duro, sai correndo para o outro banheiro, e logo pra minha cama. E quem disse que consegui dormir?
Depois de algumas horas, depois de ter batido uma bela punheta pensando na bela visão (se bem que nem precisava, pois sentia um tesão enorme pela minha cunhada, e ainda sinto, e minha fantasia sempre foi poder fuder as duas irmãs juntas) saí do quarto saí de pau melado e fui pro chuveiro, tomei aquela ducha, pensando se um dia conseguiria comer minha cunhadinha… Sai do banho me troquei, e fui pra cozinha almoçar, e que encontro, ela, a minha cunhada, e pra meu desespero, ela estava de camiseta regata e calcinha… Que visão, fiquei parado na porta da cozinha parado contemplando aquela visão, que nem me dei conta de que meu pau estava tão duro que fez um hiper volume no meu short, e ela percebendo eu ali disse um bom dia, como se nada tivesse acontecido, eu gaguejei um bom dia e disfarcei, mas foi em vão, ela se virou e disse “não falei bom dia pra você, falei pra ele”, apontando para o meu pau. Eu logo, fiquei todo roxo, sem graça, tentando disfarçar, fui pegar um prato e quase quebrei, quando senti a mão dela no meu ombro dizendo “deixa que eu te sirvo”. Quando me virei ela pegou o prato da minha mão pôs na pia e logo em seguida apalpou o meu pau olhando pra mim dizendo “depois que vi seu amigo aqui fiquei louca para conhecer ele”.
Ela me abraçou e me beijou, e lógico que correspondi sentindo aqueles melões roçando meu peito, meu pau quase estourando e ela passeava a sua mão pela minhas costas, quando de repente apalpou a minha bunda dando um tranco empurrando o meu pau pra ela encaixando na sua buceta que creio, estava pegando fogo de tão quente que tava. Logo me empurrou tirou a camiseta e pude ver seus belos peitões, que visão, ela toda branquinha, os biquinhos todo durinhos. Fiquei louco de tesão e meu pau começou a latejar ainda mais. E adivinha ela tirou a calcinha ali mesmo se recostando na pia, pondo a mostra aquela buceta, linda, carnuda, e logo me bateu um misto de tesão, medo… Mas pensei “que se foda” avancei o sinal, catando ela pela bunda, levantei ela na beira da pia e comecei a mamar aquele belos peitos, e ela segurando no meus cabelos apertando minha cara contra seus peitos, gemendo cada vez mais. Que loucura. Arriei a short e ela pegou no meu pau com as duas mãos, enquanto eu a chupava, pescoço, peitos, ela me punhetava com as duas mãos, que tesão incontrolável… Logo ela tirou as mãos e me puxou e meu pau encaixou entrando livremente com facilidade naquela buceta, que estava toda ensopada de tanto tesão. A desci da pia, ela se debruçou na pia pondo a bunda e aquele cuzinho a mostra, pra que?! Comecei a chupar aquele cuzinho, batendo um siririca pra ela, logo estava enfiando os dedos tanto na buceta como no cuzinho dela, e como ela gemia, eu estava quase gozando louco pra gozar naquela buceta e naquele cuzinho.
Aí, logo pensei, caramba o meu sobrinho cadê?! Gelei… Olhando em direção ao quarto, foi quando ela disse “ele foi passear com o pai, estamos sozinhos”. Me segurou pelo pau e me puxou para seu quarto.
Já no quarto, ela pegou minha rola e começou a brincar, bateu uma punheta gostosinha, não aguentei, comecei a meter na buceta dela de um jeito gostoso. Ela tava ensopada de tesão e me abraçou com as pernas, fiquei louco, me arrepiava, coração disparava e meu pau latejava dentro daquela buceta branquinha que estava toda inchada e avermelhada de tanto que eu socava.
Chupei aqueles peitões gostosos meio apressado com medo que chegasse alguém e nos pegasse. Mas ela dizia pra me acalmar que ficaríamos sozinhos por um bom tempo.
Ela gemia, me olhava bem safada e pedia pra eu comer bem gostoso e que queria sentir o leite do meu amiguinho dentro da sua buceta. Fiquei muito surpreso a ouvir a minha cunhada falando tanta putaria pra mim.
A minha pica batia lá no fundo da sua bucetinha apertada, que esmagava minhas bolas de um jeito gostoso. A gente ficou ali um tempão, eu apertava sua bunda, tava doido pra bater mas ficaria marca por ela ser branca demais. A foda foi inesquecível, nunca tinha trepado tão gostoso, além de minha mulher, que fazia algum tempo que não transavamos. E logo a gozada veio farta e grossa. Dei uma bela gozada na buceta dela e assisti minha porra escorrendo por ela. Incrível!! Depois disso ela ainda mamou minha pica limpando até dar sinal de vida novamente. E eu acabei logo gozando novamente na sua boca macia, que boquinha de seda… Ela me olhando e engolindo não deixando nem uma gota se quer… Deixando a minha pica limpinha. Ficamos ali na cama esparramado por alguns instantes, quando ela se levantou da cama, e se abaixou na minha frente. Aquela visão fez o meu pau acordar de novo… Logo levantei e comecei a acariciar aquela bundona branca, lamber e chupar aquele cuzinho, que estava todo melado, com se tivesse dando um beijo de lingua… Quem disse que ela saiu do lugar… Ficou ali parada, gemendo e apreciando a chupada…
Quando eu parei de chupar ela se voltou rápido pra cama ficando de quatro, e eu logo saquei… Fui pra trás dela e lambi aquele cuzinho mais um pouco. Enquanto eu lambia ela com as mãos abriu a bundona, que visão, meu pau estava duro feito pedra.
Não perdi um segundo, lubrifiquei meu pau, enfiando ele dentro da buceta, e logo posicionei a cabeçona na entrada daquele cu maravilhoso que estava a me chamar… E fui empurrando bem devagar, e a cada centímetro que ia adentrando naquela gruta apertada e quente, ela ia gemendo e se contorcendo, ajudando a minha pica entrar maravilhosamente. Que tesão. Logo parei um pouco, sentindo aquele cu morder o meu pau, e comecei um vai e vem bem lento. Ela começou a gemer, urrar, rebolar e dizia entre urros e gemidos “me arromba! Me fode! Me fode bem gostoso!” Então comecei a acelerar, dando as estocadas e sentir as minhas bolas batendo naquela buceta ensopada, ela começou a massagear a buceta tirava a mão da buceta e chupava (só de pensar nesse dia, estou aqui de pau duro).
Que delicia de cuzinho, não agüentei e logo veio a gozada, enchi aquele cuzinho com meu leite. Meu pau gozava e latejava dentro dele, e ao mesmo tempo o cuzinho mordia o meu pau, tipo mamando o leite da minha pica… Foi muito tesão reprimido envolvido, cara!
Logo escutamos um barulho no portão, corremos na cozinha pegamos a nossa roupa que estava no chão, ela foi e se fechou no quarto e eu fui pro banheiro tomar um banho.
Sai do banho vestindo só o short e me deparei com a minha sogra, que estava enrolada na toalha indo pro banho no outro banheiro, a cumprimentei, ela me respondeu com um olhar de alto a baixo, tipo me medindo, deu um leve sorriso e entrou.
Pensei: “Ufa! Quase, será que ela percebeu algo? Acho que não”… Fui pra cozinha comer algo… Sentei a mesa, chegou minha esposa com minha filhinha, me deu um abraço me beijou perguntando se tinha descansado bem, respondi que “sim, e como”… Sorrindo e pensando nos momentos de descanso que tive com minha cunhadinha.
Depois disso nunca mais rolou nada, minha cunhada saiu do quarto pro banho, se arrumou cumprimentou todos e foi trabalhar, como se fosse outra pessoa, com se nada daquilo tivesse acontecido. Hoje moro em outra cidade e minha cunhada casou de novo e ainda convivemos como se nada tivesse acontecido, como se aqueles maravilhosos momentos de tesão nunca tivessem acorrido… Vai entender minha cunhada. Eu estou até hoje a sonhar com aquele dia, batendo muitas punhetas, é claro!

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