Loren, a filha devassa II

O cinqüentão está sentado na poltrona com as calças arreadas até os tornozelos. Seu imenso e grosso penis é sugado avidamente por sua filha que está seminua ajoelhada entre suas pernas.
– Vem queridinha, vem! Eu quero te possuir como minha fêmea preferida!
– Espera, espera! Eu quero saber como é a sensação de ser enrabada com a camisinha!!
– Se terei que usar a camisinha, então posso meter na tua xaninha também, né!?
– Voce fica me pedindo isso sabendo que minha xaninha é sagrada! É só pro Edu, meu noivo!
-Mas, mas… amorzinho, por que isso? O que estamos fazendo envolve toda a luxuria do incesto! Inclusive de eu te engravidar!

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– Voce enlouqueceu, seu Eudes! Não quero parir nenhum ser com deficiências físicas!
– Então… por isso usaremos a camisinha! Aí, voce será minha amante de fato!
– Mas, a tesão que eu gosto nesta nossa relação incestuosa é de fazer o pecado e o proibido que não faria com mais ninguém. Só com meu paizinho! Dando a bundinha!
– Mas, eu como teu pai e teu macho exijo possuir voce por completo, inclusive o que só teu futuro marido vai ter! Vem querida, vem dar essa xotinha pro seu velho safado!

A filha de Eudes não sobe pro colo dele. Primeiro, ela coloca com destreza o preservativo na rola dele. Depois se dirige pro outro sofá mais largo e se deita na posição de frango-assado.
O senador Eudes, com olhar de fauno tarado observa a sensualidade de sua bela filha com as coxas escancaradas exibindo a rosada xaninha depilada. Nessa última semana ele tem caído de boca sempre no horário do almoço quando todos estão fora.

Pra não cambalear, ele descalça os sapatos e se livra das calças. Sua filha, Lorena não tira os olhos da imensa jeba balançando conforme ele avança até perto do sofá, entre as coxas dela. Em seguida se ajoelha e como uma maravilhosa rotina, faz sua filhinha chegar ao primeiro orgasmo com seus lábios e língua.
– Mete, mete na xaninha de sua filha, papai! Mete!

Em alguns minutos, Eudes com o rosto enfiado no ombro dela, escuta quando um rouco grito sai da boca de Loren e todo seu corpo passa a tremer e por fim ficar retesado por longos segundos.
Eudes eleva seu torso pra não ficar pesando desconfortavelmente em cima da filha e ainda respirando pesadamente. Ela, gentilmente o empurra para que ele fique de costas.
– Agora, quero o pecado, o proibido! A devassidão de um pai pra uma filha!

E Lorena tem sua curiosidade totalmente satisfeita, quando o imenso cacete envelopado com o preservativo é engolido através de seu anus.
Como sempre, Loren tem uma mão dedilhando a xaninha e a outra acariciando os bagos do pai e volta e meia guiando a torona pra não escapar de seu cuzinho guloso, ornamentado pelas bojudas nádegas.
Eudes sente novamente o corpo da filha se retesar enquanto balança a cabeça lentamente de um lado pro outro pedindo por mais, até se calar e desfalecer em cima dele.

Loren desperta de seu orgasmo e escuta a respiração pesada do pai. Instintivamente ela sabe que ele ainda não gozou.
Ela sai de cima dele e, praticamente, escorrega para o chão até ficar entre as coxas dele com o priapo envelopado a poucos centímetros de seu rosto angelical.

Com ambas as mãos, Loren faz um circulo com os dedos polegares e indicadores em volta da base do cacete de seu pai. Em seguida vai retirando a camisinha, confirmando que seu pai não tinha gozado ainda, embora pela uretra já havia sinais de que uma grande cusparada estava pra vir.
Quando isso acontece, Lorena está com quase metade da rola do pai dentro da boca, lacrada pelos lábios, enquanto engole jorros e jorros de esperma.

Enquanto se vestem, Lorena pergunta ao senado quem é esse tal de Joel.
– É uma espécie da faz tudo do Rafer, um milionário que sempre me ajuda nas campanhas.
– Já por duas vezes me convidou pra almoçarmos. Eu recuso, dizendo que o meu noivo está vindo me buscar. Acho que ele tem uma queda por mim.
– Ele tem menos de trinta anos e fará uma proveitosa carreira com o Rafer… Bom partido!

Eudes acompanha a filha até a porta do elevador privativo, aonde ela vai até o andar de baixo e pega o elevador principal para todos. Ao sair no corredor, calmamente vai entrando na sala-escritório do senador Eudes, onde trabalha como estagiária.

Na sexta-feira da semana seguinte, Loren chega pra trabalhar com a mesma roupa do dia anterior e com cara de ressaca.
Dona Geiza, a secretária do senador, entra no gabinete dele e discretamente lhe conta do estado de Lorena.
– Huum… deve ser grave. Pelo jeito dormiu fora de casa. Será que ela brigou com a mãe, Laura? Sem que ninguém perceba, pede pra ela vir falar comigo.

Quando Loren aparece a sua frente, Eudes se compadece. Ela tem lágrimas nos olhos, a roupa amarfanhada e o cabelo mal arranjado.
– Foi… foi aquele idiota filha da puta! Nunca, nunca mais quero vê-lo!

Eudes corre pra abraçar a filhinha chorosa. Ele a faz sentar no sofá e depois pega um copo com água. Loren dá duas goladas e volta a cair no choro.
– Desabafa, querida! O que houve?
– Ontem depois do expediente fui direto pro apartamento do Dudu. Ele iria viajar hoje pra ver uma competição lá no litoral sul. Assim, pensei em passar a noite de ontem com ele.
Chegando lá, antes de entrar, mas com a porta semi aberta, escutei gemidos. Gemidos e sussurros de quem está trepando.
Fui até o quarto, onde a porta estava aberta e vi Eduardo metendo numa mulher que estava de quatro, ambos de costas para mim. Mas o espelho em frente deu pra ver claramente o rosto dos dois. Ambos não me viram que por razões óbvias estavam de olhos fechados e cabeças abaixadas. A mulher era bem mais velha que ele.
Saí de lá sabendo que não tinha condições de ir pra casa e encarar meu pai. Assim decidi ir pra casa da Kelly. Que me consolou e me ajudou a beber duas garrafas de vinho.
Por isso que estou assim.
– Bom… o que voce pensa fazer agora?
– Ah, não quero saber mais dele! Aquela piroquinha de nada! O mesmo papai e mamãe! Já chega! Pouco me importa que minha mãe faça gosto pelo nosso casamento! O chato que tenho que voltar lá pra pegar minhas coisas…
– Vamos! Vou junto pra te dar apoio moral e dar freio se ele se tornar inconveniente!
– Ah, obrigado pap… senador! Mas ele não está lá. Foi ver a competição, se lembra?

Dona Geiza recebe instruções para transferir os comparecimentos e reuniões da parte da manhã, por que o senador tinha razões pessoais urgentes pra resolver.
Loren já está pegando suas coisas quando de repente se vira pro senador Eudes e lhe pergunta de modo sensual.
– Que tal a gente antecipar a “hora do almoço” aqui!? Quero fazer uma foto com voce me comendo na mesma cama!
– Meu rosto não pode aparecer, querida! Mas, comer essa bundinha… não tem hora!

Os dois começam a se despir e quando Loren póe um joelho na cama pra ficar de quatro, ela dá um grito de susto.
– Aquele viadinho é um nojento! Olha ali, ele tirou a camisinha e simplesmente jogou em cima da cama!
Eudes pensativamente olha pra onde sua filha está apontando. Ele se aproxima por trás dela e automaticamente sua rola se encaixa no rego das nádegas dela.
– Huuum… sabe, minha filha, isso até que foi bom! Deixa eu dar um telefonema e vou te dizer exatamente como vamos neutralizar pra sempre o Dudu!

Pegando o telefone, conversa com uma juíza. Ela responde pra ele do outro lado da linha.
– Não me diga, querido! Ele a forçou a sexo anal! Na verdade a estuprou! Isso foi hoje pela amanhã? Traga ela aqui que já vou providenciando o exame legal pra colher o dna dele e emitir uma ordem de restrição.
– Obrigado Amanda. Se ele insistir em procurar a Lorena, ela vai processá-lo!

Lorena olha pro pai tendo no belo rosto o semblante de de curiosa e dúvida.
– Meu amorzinho, deixa eu pegar essa camisinha e, assim com cuidado, vou invertê-la… assim, assim e colocá-la em mim! Tá vendo, a parte de fora está coberta com o esperma dele! Agora vem, minha princesa e senta aqui na piroquinha do papai!
– Argh! Que nojo! Mas, não aqui na cama… vamos ali pro sofá. Mas já entendi a armação! Putz! Isso tá me dando mais tesão ainda!

Eudes segura com firmeza sua jebona envelopada com camisinha e sua filha, de costas pra ele, vai se sentando e ao mesmo tempo engolindo a rolona com o cuzinho.
– Aaaah, que loucura! Aii, entrou já… até a metade! Não… não mexe! Deixa… deixa eu rebolar até entrar… entra tudo… tudo… tudinho! Aaaaah…

Eudes já está preparado pra receber o corpo da filha quando ela se deixa inclinar pra trás e usa o peito dele como apoio. Loren vira a cabeça de lado e procura pela boca do pai. Ele, agora dando suaves estocadas no fiofó da filha, a beija ardentemente, entre sussurros e gritos de prazer.
Uma das mãos de Loren está acariciando os bastos cabelos grisalhos do pai, enquanto o beija. A outra mão dedilha vigorosamente a grelinho e volta e meia os dedos alcança o embolo que entra e sai de seu cuzinho.

Eduardo está decepcionado porque a competição foi cancelada. Ele ainda não sabe como se aproximar da noiva desde que foi flagrado por ela com outra mulher. “E logo aquela mulher!”, pensa ele.
Ele pára estático por segundos até que seu cerebro confirme a imagem e sons com a qual topou assim que abriu a porta e deu um passo pra dentro da sala.
– Mete! Mete… mate mais… mais! Faz… faz eu… eu gozar que…que tô…tô gogo…gozando!
Aii ai aiii! Tô gozando! Gozando, meu paizinho safado!
– Loren! Lorena! O que tá acontecendo aqui, porra! O que essa coroa tá fazendo com voce!?

Os dois, pai e filha, levaram o maior susto com a brusca e ruidosa aparição de Eduardo. Eudes foi o primeiro ao voltar ao estado de raciocínio normal enquanto Lorena ainda respirava pesadamente com o corpo relaxado em cima do pai.
– Voce! Voce, seu calhorda está estuprando minha noiva! Vou te matar!
– Hei, babaca! Se controla! E manera essa linguagem! Não to estuprando a Lorena, porra nenhuma! Eu já ando comendo ela desde daquela festinha lá no meu escritório… seu corno! Ela já tinha decidido acabar com o noivado e a gota d´água foi ela te flagrar aqui com outra mulher!

Enquanto os dois homens discutem, Loren começa a se vestir. Depois, recolhe as roupas de Eudes e as leva até ele. Ela nota que a torona do pai ainda está rígida. Como se toda maledicência lhe estivesse aconselhando ali, ela se agacha em frente ao pai e circulando a base da jebona com o polegar e o indicador de ambas as mãos, vai retirando a camisinha melada com o esperma de seu noivo.

Eduardo dá um rouco soluço e fica de boca aberta ao ver sua noiva retirando a camisinha do páu do senador Eudes. Seus olhos se arregalam mais ainda quando viu que, ao terminar todo o deslizamento pra fora da camisinha, Lorena abocanha quase até a metade da rola.
– Que… querida! Agora… agora não é o momento! Vamos nos vestir e dar o fora daqui!
– Nada disso! Voces ficam aqui! Vou chamar todas as agencias de noticias e armar o maior escândalo! O que voce acha disso, senador!
– Duvido que voce faça isso, palhaço! É melhor voce ficar pianinho enquanto vamos embora. Já existe uma queixa crime contra voce! É Bom não piorar sua situação!
Enquanto fala, Eudes vai se vestindo com ajuda de Lorena que sorri cinicamente pro agora ex-noivo.
Ao passarem por ele. Lorena tem o sangue frio de esbofeteá-lo no rosto.
– Quero ver, seu corno, voce trazer minha mãe aqui de novo e contar pra ela que me viu sendo comida pelo senador!
– O quê!? Era a Laura que voce viu com ele aqui! Olha aqui, palhaço, faça exatamente o que vou te dizer! Voce mesmo que vai comunicar que não quer mais casar com a Lorena! Pelo jeito a mãe vai adorar! Outra coisa… A Laura não pode saber que Lorena a viu com voce e voce esquecerá que nos viu aqui! Vamos embora fazer o exame de corpo delito!
– Que… que exame de corpo de delito é esse?
– Voce vai saber, playboy!

O exame foi feito. Eduardo foi notificado e se assustou. Cumpriu exatamente o que Eudes lhe impôs.
Joel soube que o noivado tinha acabado e passou a fazer a corte mais insistentemente.
– Como vai… vai indo o namoro seu com o Joel?
– Ah, é completamente diferente daquele boboca do Dudu! Eu acho que estou amando!

Eudes abre um grande sorriso enquanto vê sua bela filha nuazinha se posicionando entre suas coxas. Passando a rola pelos lábios, lhe responde.
– Ele é tão bonito e alto! Eu me sinto tão protegida, tão amada! Quando trepamos, existe uma química entre nós que vou gozando com ele me penetrando a xaninha e só paro quando ele goza também! E, deus do céu, ele sabe tratar uma mulher e deixá-la excitada!
– Bom… depois dessa declaração amorosa… voce acha devemos acabar com nosso affair?
– Ah, não! De jeito nenhum, querido! Com Joel é aquele sexo com amor que toda mulher sonha… com voce é a luxuria, a depravação que toda mulher deseja mas não quer que ninguém saiba!

Dois meses depois, Joel e Lorena se casaram. O senador foi indiciado pela procuradoria geral e encontraram provas contra ele.
Ninguém esperava que ele fosse preso. Isso aconteceu seis meses depois que ele conheceu Loren, a filha biológica.
Lorena estava no quarto mês de gravidez fazendo tricô e disfarçadamente escutando o marido e um outro homem mais velho conversarem.
– Então, até as conversas com o advogado é gravada. Não sei como vamos fazer. Estou ajudando com o pagamento dos advogados, mas não estamos conseguindo nada. Não sei o que vou fazer!
– Me perdoem interrompê-los, mas eu acho que tenho a solução pra trazer recados do senador. Eles não gravam as visitas íntimas, não é! Se meu maridinho não se importar, posso passar por amante dele.
Os dois homens se entreolham. O mais velho fica encarando Joel esperando por uma resposta dele.
-Cacete! Estamos mesmo no desespero! Bem. Vamos arriscar. Voce não se incomoda mesmo, amorzinho, de se passar por amante do senador?
– Todos sabem que a mulher o abandonou e foi morar na Europa. O filho quer distancia dele. Não, não me incomodo. E ainda estou ajudando meu maridinho junto ao dr. Rafer!
– Muito bem. Vamos tomar as providencias pra voce ir visitá-lo e principalmente não deixar escapar pra imprensa!

A barriguinha de Loren já está bem pronunciada pros quatro meses de gravidez. Mas são seus seios que aumentaram consideravelmente devido a lactação e estão espirrando leite pra todo lado, ensopando tanto ela como o pai conforme, acocorada, ela sobe e desce com o cuzinho entalado com a torona dele.
Eudes é tomado por um frenesi tamanho que não sabe o que aprecia mais. Se o rebolado da sua filha engolindo seu páu com o cuzinho ou se chupa e deixa os espirros lactantes em seu rosto, num banho de luxuria pecaminoso.

Os dois gozam com os corpos em febre e Eudes nunca ejaculou tanto como dessa vez. Enfim, Loren se veste e beija ardorosamente o pai na boca e vai embora.
– O senador disse especialmente para o senhor dr. Rafer, que se encontre com um tal de Jarvis, na cidade de Sonata. Ele é o cacique local e o genro dele é o prefeito. Ele pretende fazer carreira política e Jarvis quer um sócio como o senhor. Isso é tudo senhores!

Convido meus leitores a visitar meu blog https://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ou http://eternahelga.blogs.sapo.pt/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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