Iniciando Ana

Era nosso primeiro encontro pessoalmente, em nossas conversas virtuais já havíamos combinado um código de comportamento e apresentação. Ana deveria estar com salto alto, um vestido de tecido leve (e solto), bem curto (pra cima da metade da coxa), meia 7/8 preta com liga, o busto deveria ser decotado valorizando os peitos, do tipo que é impossível não olhar.

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Era somente isso, nada foi falado sobre a calcinha, maquiagem ou cabelos, ela deveria surpreender.

Fui busca-la no aeroporto, estava exatamente como o combinado, era uma deliciosa visão. O vestido era tão curto que qualquer abaixada ou um pouco de vento já revelava a meia 7/8 com cinta liga e a calcinha. O objetivo era exatamente esse, e ela encarava muito bem, do alto dos seus 40 anos, gostava de se exibir.

Ao entrar no carro, elogiei sua apresentação, disse que estava maravilhosa. Ana sorriu e agradeceu o elogio. Perguntei se estava conforme o combinado, ela levantou o vestido mostrando a liga. Nessa hora pude ver que usava uma minúscula calcinha.
Disse que adorei o que vi, e reforcei o elogio.

Estava dirigindo até meu apartamento, no caminho confirmei se ela estava ciente da nossa relação dominante submissa. Ela confirmou dizendo que gostava disso. Ao chegar no estacionamento, nos abraçamos e nos beijamos apaixonadamente. Até aquele momento, eu ainda não havia tocado nela.

Saímos do carro e fomos para o elevador, um vizinho subiu junto e ficou visivelmente sem graça ao tentar não olhar para Ana. O vestido unia os peitos que “saltavam” pelo decote, era a visão do paraíso. Quando entramos no apartamento, anunciei que, a partir daquele momento nossa relação íntima começaria pra valer e, pela última vez, confirmei seu consentimento.

Mandei que tirasse o sutiã e se apresentasse para seu mestre. Apontei para um pequeno tapete bem macio na frente do sofá, cobri seus olhos com uma venda, ela teve que andar tateando, fui até a cozinha abrir um champanhe e pegar alguns acessórios. Quando voltei ela estava de joelhos com as mãos na cabeça e as pernas bem abertas.

Muito bom, agora vamos ver o que vc tem para me mostrar. Tirei minha roupa e sentei em frente dela com o pau na altura da sua boca. Ela estava visivelmente ansiosa, disse que deveria relaxar pois nesse momento apenas faria perguntas.

O jogo é o seguinte, eu faço uma pergunta e a resposta pode ser sim ou não. Quando for não, vc chupa as bolas e termina lambendo a cabeça. Quando for sim, avança até o pau tocar a garganta e termina lambendo a cabeça. Entendeu ?

Ela acenou positivamente com a cabeça. Nessa hora, lasquei o chicote em sua bunda, ela levou um susto e ficou perdida, perguntei novamente. “Entendeu o jogo, sim ou não ?”

Então ela procurou o pau com as mãos e o engoliu deliciomente, até se engasgou.
“Eu permiti que vc usasse as mãos?” – ela acenou com a cabeça e levou outra chibatada na bunda.
Imediatamente, pôs as mãos na cabeça, e com muita dificuldade começou a chupar as bolas.

O cabelo estava solto e começou a “atrapalhar”. Peguei uma pequena corda, feita para essa finalidade, e amarrei o cabelo fazendo um tipo de tubo com a corda (um shibari) de maneira que seria fácil segura-la pelo cabelo e direcionar sua cabeça.

“Muito bem, está começando a entender. Vou permitir que use as mãos, use-as sabiamente.”

“Lembra dos comandos do chicote ?” – Ela acenou com a cabeça, lembrou do jogo e engoliu o pau. Mas, não perdoei o descuido e dei-lhe outra chibatada. Como ela estava com o ele na boca, no susto, acabou roçando levemente os dentes.
Novamente, acabou se engasgado e começou a se desculpar pelos dentes. Dei-lhe outra chibatada.
“Não permiti que falasse !!!”
“Esqueça os dentes. Mas, que não se repita !”
“Ok ?”
Nessa hora, ela abocanhou e engoliu até o seu limite sem se engasgar. Voltou lentamente e finalizou com a língua em volta da glande.

“Muito bom, essa chupada foi deliciosa.” – Abaixei para beija-la na boca.
“Como eu estava falando… Vc se lembra dos comandos do chicote ?” – outra deliciosa chupada.
“Então… estalo na bunda é correspondido com … ?” – estalei a chibata na bunda.
Ela arrebitou sua bela raba se colocando de 4. Foi quando eu tive a melhor visão da minúscula calcinha, o vestido muito curto deixava tudo a mostra. Como era gostosa aquela bunda.

Toquei o chicote naquela bunda indicando que deveria voltar para posição anterior, de joelhos… o boquete ainda não havia terminado.

Ela voltou de forma meio displicente… tive que corrigir.
“Mãos na cabeça. Bunda arrebitada. Pernas abertas.” – ela foi se arrumando.
“Eu preso muito pela postura e apresentação… daqui pra frente, não serei mais tão tolerante !”
“Entendido ?” – ela acenou com a cabeça e eu já lasquei outra chibatada antes dela ter tempo de abocanhar.
Assim que ela terminou o vai-vem chegando na glande, eu disse:
“Mais uma vez…” – e lasquei outra chibatada, dessa vez com mais força.
Ele arrebitou a raba e se pôs de 4 novamente.
“Muito bom!!!” – toquei para que voltasse para posição anterior e ela caprichou na apresentação.
“Muito bom!!!”

“Vamos continuar…”
“Já masturbou um homem ?” – com sua boca, Ana reinicia o vai-vem…
“Gozou na sua mão ?” – outro vai-vem…
“Já gozaram na sua barriga ?” – outro vai-vem…
“Na suas coxas ?” – outro vai-vem…
“Nas costas ?” – outro vai-vem…
“Na bunda ?” – vai-vem…
“Nos peitos ?” – vai-vem…
“No rosto ?” – vai-vem…
“Na boca ?” – Ana vacila por um instante e abocanha as bolas…
“Que interessante… nunca gozaram na sua boca ?” – outro vai-vem…
“Serei eu o primeiro ?” – Ela avançou mais fundo e mais devagar.
Quase gozei nessa hora.
Ela sentiu que ele latejou e não tirou da boca. Segurou a base com uma mão e, com a outra mão, começou a acariciar as bolas.

Foi difícil resistir, mas, levantei seu rosto, afastando seus lábios da glande e dei-lhe outro beijo. Ela abocanhou minha língua como se ainda estivesse me chupando. Estava tão concentrada que nem percebeu que era minha boca.

“O que mais vc tem para mim ?”
“Quero uma surra de peitos…”
O vestido dela deveria ter algum tipo de abertura na frente, zíper ou cordas, para facilitar o acesso aos seios.
No caso, era como um espartilho, com uma corda, só que na parte da frente, no busto.
Ana levantou-se e foi afrouxando a corda e soltando os peitos que estavam deliciosamente juntos.
Sentou-se no meu colo e iniciou a “surra”.
Que delícia, eu a segurei pela bunda, que devido as chibatadas, estava avermelhada e quente.
Enquanto “apanhava”, pude me divertir acariciando suas coxas e bunda.

“Ok, esse foi o aquecimento, o jogo continua…” – eu disse enquanto chupava seus peitos.
“Agora vai ser assim… quando for SIM, vc esfrega a buceta da base até a cabeça.”
“Quero ouvir o som dos lábios molhados na glande.” – nessa hora, puxei a calcinha pro lado.
“Entendido?” – ela veio de baixo até em cima finalizando com uma sonora rebolada.
“Quando for NÃO, vc dá uma peitada.”
“Vamos lá… vc costuma se masturbar ?” – levei uma esfregada.
“Costuma usar um vibrador ?” – levei peitada.
“Já pensou em usar ?” – esfregada.
“Costuma observar o volume na calça dos homens ?” – esfregada.
“Te deixa excitada ?” – peitada.
“Já pensou em transar com 2 homens ?” – esfregada.
“Já fez sexo anal ?” – peitada.
“Ao transar com 2, já pensou em ser duplamente penetrada ?” – esfregada.
“Já chuparam sua buceta ?” – esfregada.
“Vc gozou ?” – peitada.
“Então prepare-se… Hoje vc vai saber o que uma língua é capaz de fazer. Preparada ?” – subiu lentamente, rebolou sonoramente e desceu com tudo iniciando um vai-vem.

Estava difícil de segurar, mas resisti até ela gozar.
Ela gozou loucamente. Tudo sem tirar a roupa. Isso gera uma memória positiva.
Toda vez que colocar aquele conjunto, vai lembrar desse orgasmo.

Tirei a venda, desamarrei o cabelo e mandei ela para o banho, o dia ainda estava começando…
A buceta dela ainda iria conhecer minha língua…

CONTINUA….

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2 thoughts on “Iniciando Ana

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