Comendo o cuzinho da tia na viagem

Bem, continuando da história passada. Depois daquele dia as visitas na casa da minha tia foram muito diferentes. Sempre arranjámos um lugar ou tempinho pra mão boba, uns beijos, mamada, esse tipo de coisa tinha virado bem recorrente.
Perto do fim do ano a família toda decidiu viajar, eu e meus pais, meus 2 primos, tia e tio, íamos pra praia. Fomos ficar hospedado em uma pousada perto da praia. Logo no dia que chegamos aproveitamos a tarde por lá. Ver a minha tia com aquele mesmo biquini do outro dia me fez ter lembranças fortes do que rolou. Mal saia da cadeira pois estava muito excitado. Ela com os cabelos molhados, o corpo reluzindo ao sol, ver ela correndo e brincando, os peitos balançando, a bunda cada vez mais gostosa. Quando ela ficava tomando sol, não tinha como não ver, estava doido pra poder olhar a marquinha que ia vir.


Logo nesse dia após um tempo decidi dar uma andada, tomar um sol. Me afastei um bom tempo da mesa, o lugar começava a ficar mais deserto, tinham umas 3 pessoas bem longe, haviam apenas algumas pedras, dava uma boa cobertura. Decidi sentar numa pedra e olhar o mar, quando olho para o lado, minha tia vem vindo. Não tinha como não ficar excitado, as coxas dela estavam lindas, as bochechas rosadinhas.
-Ué tia, não vai ficar com o pessoal?
-Decidi dar uma volta, ver como tá o meu sobrinho favorito – deu uma risadinha curta enquanto chegava perto. Chegava cada vez mais próxima, até que sua mão roçou no meu short.

-Quê isso tia, aqui?
-Mas é claro, só uma brincadinha.
Não havia ninguém em volta. Ela meteu a mão dentro do short e começou a punhetar, como tantas outras vezes. Agarrei a bunda dela e trouxe mais pra perto, já tascando um beijo. A água e o sal do mar davam outras sensações praquela brincadeira, e eu gostei muito. Nos beijamos um pouco, mas logo ela voltou.
-Ainda nessa viagem, quando eu te falar, vamos dar perdido neles e voltar pra pousada, ok?
Concordei, e ela voltou pra mesa, me deixando totalmente excitado, pensando no que iria acontecer.
Os dias passaram, íamos sempre na praia, depois almoçavamos, curtiamos a cidade e depois dormir. Nada de nenhum sinal, nem aproximação nova.

Até o penúltimo dia.
Nesse dia ficamos a manhã toda na praia e almoçamos por lá mesmo. Perto do inicio da tarde meu tio e os primos queriam ir pra uma parte mais longe da cidade, meus pais decidiram ir visitar um parente ou coisa do tipo. Eu e minha tia nos olhamos na hora, seria aquele o momento. Falamos que iriamos ficar por lá mesmo, pouco depois voltaríamos pra pousada.
Coisa de 2min de todos irem, fomos direto pra lá, mal fechei a porta ela já se abaixa e tira meu short e começa a mamar. Eu me seguro na porta, cheio de tesão. A lingua dela passa por todo o pau, chupando a cabeça, a tronco, passa um tempo nas bolas, beijava minhas coxas. Ela se levanta e começamos a nos beijar. O sal na boca dela dava um tesão adicional. Meu pau roçava na buceta dela por cima do biquini, eu não me aguentei, abaixei tirando a parte de baixo e a chupei ali mesmo.

-Isso sobrinho, chupa a tia bem gostoso vai – Enquanto linguava aquela buceta carnuda, sentindo toda meladinha. Ela fazia movimentos com o quadril, fazendo a buceta deslizar na minha boca, e gemia com um tesão incontrolável. Em certo ponto olhei pra cima e a vi olhando pra mim, era um olhar de tesão, vontade, e eu me sentia cada vez mais excitado, o pau babando no chão.
Levantei, segurei as duas pernas dela, o pau roçando por baixo de sua bunda, e coloquei-a na cama.
-Hoje, você vai ser a minha puta.
E meti, não tive dó, senti meus instintos e fui. Ia bombando com força, vontade, ela gemia (Isso, mete caralho, vai), e ia cada vez mais fundo e forte. Ajudei a tirar a parte de cima do biquini e chupei os peitos enquanto metia. Até que ela colocou a mão no meu peito, sinal pra parar.

-Hoje eu quero que coma meu cuzinho.
Na hora eu até me assustei, mas eu queria, ardia de tesão pra isso. Ela virou de quatro, toda aberta pra mim. Comecei a brincar com o cuzinho dela, passando saliva, os dedos pelas bordinhas, me arrisquei e linguei, passando a mão pela bunda dela. Dava tapas enquanto brincava, a bunda dela era perfeita, meu pau pulsava por comer o cuzinho.
Passei saliva no pau, e comecei a meter, a cabeça bem de leve (vai com calma, sobrinho), e fui, pouco a pouco abrindo caminho. Era quente, apertava, mas era muito bom, sentia ela pulsando enquanto eu enfiava. Bombei de leve, lento, pra começar.

Ela gemia um pouco, indo bem devagar eu fui, e aumentei a velocidade. Eu meti com força, era outra sensação que eu tive, um tesão incontrolável, esqueci do mundo, de quem ela era, e só fudi, cheio de tesão, dando tapas, segurando a cintura com força.
-Isso, mete gostoso vai, que tesão, me arromba!
Em um ponto ela começa a rebolar, era um tesão, a bunda balançando, meu pau cheio de gala querendo soltar. Subi na cama e engatei, meti o mais forte e mais rápido que já fiz, ela desmontava da posição, ainda ficando empinadinha pra mim. Coloquei ela de frango de novo.

-Quero gozar dentro olhando pra sua cara, putinha.
E meti, forte, rápido, eu iria gozar.
-Goza pra tia vai, bem gostoso, goza vai.
E eu gozei, ela piscava o cuzinho enquanto eu metia, o calor do meu pau lá dentro era incrível, nunca havia gozado dentro, e a sensação era incrível. O olhar dela de satisfação do que tinha feito era impagável. Com o pau ainda dentro começamos a nos beijar, até que eu tirei, a porra escorrendo toda pelo chão.
Ainda não havia acabado, queria fazer ela gozar, logo imediatamente comecei a chupar a buceta dela, dedando com força, ela gemia, alto e com tesão, puxando meus cabelos.

Ela começa a tremer as coxas e goza, se relaxa toda e se deita na cama, morta de cansaço. Vou ao banheiro e pego algo pra limpar a bagunça.
Nos deitamos juntos, pelados, ainda demorariam duas horas pros outros voltarem. Brincamos mais um pouco, com direito a mamada na cama, comer ela na varanda. Mas ai foram detalhes. Quando a família chegou, estávamos na mesa jantando, os quartos arrumados, nunca desconfiaram da brincadeira.

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