Casada e safada

Normalmente eu tenho um percurso que faço todos os dias para ir ao trabalho, mas certa vez ele estava bloqueado e tive que buscar uma alternativa. Trocando de ruas, virando aqui e ali acabei numa avenida. O farol fechou e meu carro estava próximo ao meio fio. Quando estou dirigindo, minha atenção é exclusiva no trânsito, não costumo desviar o olhar, mas esperando o farol abrir, notei duas mulheres caminhando na calçada. Elas vinham no sentido contrário ao que eu ia. Não pude deixar de observá-las, pois vestiam roupas justas, top e calça legging. Uma estava toda vestida de preto e a outra de rosa. Eram duas belas mulheres, mas tive a nítida impressão de que eram mãe e filha. A que julguei ser a mãe caminhava mais próxima à guia, portanto tive uma melhor visão da sua silhueta. Ao passar pelo meu carro, ela olhou e deu um breve

sorriso, que retribuí. O farol abriu e tive que partir. Aquele sorriso e aquela bela mulher não saíram do meu pensamento pelo resto do dia. No dia seguinte decidi fazer o mesmo trajeto e mais uma vez eu vi aquelas duas gostosas no vosso caminhar diário e mais uma vez ganhei o belo sorriso. Desta vez procurei olhar mais atentamente e avaliei que ela deveria ter por volta de uns quarenta anos. Definitivamente mudei meu itinerário e agora era por ali que eu passava todos os dias. Aos poucos, além do sorriso, eu passei a ganhar um aceno de “tchauzinho” de ambas, que em seguida comentavam alguma coisa entre si. Convicto que não seria rejeitado caso parasse para conversar, no dia seguinte parei o carro num local mais tranquilo e aguardei a chegada das duas beldades. Vi ao longe elas se aproximando. Ao me verem falaram algo e sorriram. Chegaram próximas e diminuíram os passos, quando eu falei:

– Bom dia garotas.
A que parecia ser a mãe falou:
– Garotas, agora você massageou meu ego.
– O que mais eu poderia falar para duas belas irmãs?
Mais uma vez a mesma se pronunciou:
– Nada disso meu querido, sou a mãe dela.
De fato, uma aliança na sua mão esquerda denunciava, pelo menos, que era casada. Eu sorri e continuei meu galanteio, mas verdadeiro:
– Não posso crer, mais se parecem irmãs, mas se você está dizendo, eu acredito. Muito prazer, sou o César – disse estendendo minha mão a elas.

A mãe pega na minha mão:
– Muito prazer, eu sou a Sofia e essa lindeza aqui é minha filha Camila.
Olhei para a Camila e estendi meu cumprimento a ela. Disseram ser hábito delas caminharem por ali todo dia pela manhã, mas que nunca tinham me visto por aqueles lados. Comentei que, graças a um fechamento da rota que eu usava, acabei passando por ali e tendo a oportunidade de conhecer duas belas mulheres. A Sofia vendo a aliança na minha mão esquerda pergunta:
– Também casado César?
– Sim, há trinta e cinco anos e você?
– Há vinte.
Ouvindo isso eu olhei para a Camila, que de imediato falou sorrindo:
– Ela não casou grávida, eu tenho dezoito anos.
A diabinha tinha lido meus pensamentos, mas neguei:
– Nem pensei nisso Camila.
Tenho certeza que não as convenci da minha sinceridade. Preocupada comigo a Sofia perguntou se eu não chegaria atrasado no trabalho. Falei que tenho horário flexível, além do fato da minha atividade ser externa e nem sempre tenho a obrigatoriedade de ir para o escritório. Mas naquele dia especificamente eu tinha que estar na empresa, por isso sugeri:
– Eu gostaria muito de continuar essa conversa com vocês, podemos marcar um outro horário?
A Sofia rapidamente disse que seria um prazer e propôs:
– Vamos trocar nossos celulares, então você me liga e marcamos.
Números devidamente anotados eu falei que tinha chegado minha hora. Me atrevi a beija-las no rosto e não só fui bem recebido como retribuíram o beijo. Entrei no carro e parti. Para não deixar esfriar, naquela mesma tarde eu liguei. Assim que ela atende eu digo:
– Olá Sofia é o César, tudo bem?
– Tudo, tinha certeza que você não ligaria.
– E porque você achava isso?
– Sei lá, foi um pressentimento meu, talvez por estar acompanhada da minha filha.
– E porque isso seria um impedimento?
– Porque já houve outras situações como essa e correram de medo – ela disse rindo.
– Bom acho que podemos falar mais sobre isso tomando um café, o que você acha? Trabalha fora?
– Não César e minha filha apenas estuda, quanto ao café podemos sim tomar, o que você sugere?
– Pode ser amanhã à tarde?
– Com certeza.
– Combinado então, amanhã eu ligo e marcamos.
Na manhã seguinte eu liguei e marcamos o café. No local e hora marcados lá estava eu. Não demorou e ela também chegou, sozinha. Usava um vestido vermelho de alcinhas e um generoso decote, por era possível ver parte dos seus seios médios, mas bem empinados. Um pouco acima dos joelhos, permitia ver que ela era dona de pernas bem torneadas e e cuidadas. Do seu rosto levemente maquiado, se destacava a boca de lábios carnudos e pintados com um batom vermelho carmim, que realçavam ainda mais seus lábios. Ela estava deliciosamente vestida, como se tivesse se preparado para um encontro íntimo e eu fiquei feliz com isso, mesmo sem saber como acabaria aquela tarde. Ao se aproximar da mesa eu levantei para beija-la e ela disse que a filha não veio pois estava na casa de uma amiga terminando um trabalho de escola. Pedimos o café e quando nos preparámos para o primeiro gole seu celular tocou. Ela disse que era o marido e pediu licença para atender:
– Oi amor, tudo bem e com você?

– Que bom, entendi, vai chegar mais tarde quanto?

– Tudo bem, eu te espero para jantarmos juntos.

– Estou aqui no shopping, vim tomar aquele café que te falei, com o César.

– Ok meu amor, a noite eu conto tudo para você.
Ela desligou o celular e eu a olhava incrédulo. Ela sorriu e falou:
– Admirado por eu ter dito ao meu marido onde estou?
– Não vou negar.
– Fica tranquilo, temos uma relação aberta, não escondemos nada uma do outro.
– Nesse quesito acredito que sua filha também tem a mesma ciência.
– Está correto, não escondemos nada dela.
– E também acredito que ela apoia incondicionalmente.
– Totalmente.
Que maravilha, uma família liberal, nada podia ser mais gratificante para aquela tarde. No entanto eu quis ousar um pouco mais:
– Se estivéssemos num motel, também teria dito a ele?
Ela sorriu maliciosamente e falou:
– Não só teria dito, como também o que estaria fazendo.
– Já fez isso outras vezes?
– Sim e meu marido fica muito excitado com essa situação.
Diante dessa afirmação eu não poderia ter outra opção:
– E o que você acha da ideia de deixarmos seu marido excitado essa tarde?
– Acho uma excelente ideia.
Paguei a conta e saímos em direção a um motel ali perto mesmo. Ao sentar no meu carro seu vestido subiu e deixou à mostra seu belo par de coxas, o que não a incomodou, muito pelo contrário, ao ver-me olhando ela perguntou:
– Gosta do que está vendo?
– Muito, você é uma delícia.
Ela leva sua mão até meu pau que já dava sinal de vida, dá um leve apertão e fala:
– Você não viu nada ainda meu querido, vamos logo para o motel, estou tesuda demais.
Sem perda de tempo dei partida no carro e logo chegávamos ao motel. Assim que saímos do carro, já na garagem, nos beijamos ali mesmo. Nossas bocas se devoravam cheias de prazer. Levei minhas mãos aos seus seios e senti que não usava sutiã. Tirei um deles pelo decote e chupei o biquinho rosado e levemente duro. Ela puxou minha cabeça com força contra seu seio e pediu:
– Chupa forte, tenho muito tesão nos seios.
Extremamente excitados nos dirigimos para o interior da suíte. Literalmente fomos arrancando nossas roupas até nenhuma peça restar. Pelados e abraçados, nossas mãos corriam pelos corpos, explorando cada pedacinho possível. Alisei sua bundinha redonda, seu corpo era firme, próprio de quem se cuida em academia. Ela gemia baixinho, demonstrando todo o seu prazer. Eu queria sentir o gosto daquela mulher, por isso, ao irmos para a cama, ela levou consigo seu celular. Beijei sua boca, mordi levemente a pontinha da sua orelha, lambi seu pescoço e fui em direção aos seus seios, onde, segundo ela, sentia muito tesão. Chupei, lambi e mamei com sofreguidão aquelas duas delícias e ela implorava:
– Chupa forte César… mais forte… assim… delícia… ai como eu gosto disso.
Eu lambia e beijava em toda a extensão dos seios. Apertava com as mãos e ela pediu:
– Chupa forte dos lados também.
Mesmo tomado de tanto tesão eu refleti:
– Desse jeito posso deixar marcas.
– Mas é por isso mesmo que estou pedindo, quero chegar marcada em casa e depois mostrar para o meu marido e minha filha.
Já que era assim eu chupei e ficaram algumas marcas dos “chupões”. Desci minha boca pelo seu corpo, eu queria chegar ao centro do seu prazer. Ao chegar na sua buceta, totalmente depilada, eu lambi, suguei e enfiei minha língua o máximo que pude. Absorvido com o deleite de estar chupando aquela deliciosa mulher, não notei quando ela pegou o celular e apenas soube quando ouvi:
– Oi amor, sabe onde estou… isso mesmo, no motel com o César… ele é uma delícia… sim deixou algumas marquinhas para você ver, sabe o que ele está fazendo agora… isso, chupando a minha buceta, desse jeito vou gozar na boca dele… o que, você quer ouvir, tudo bem, vou gozar para você ouvir.
Arreganhei o máximo que pude suas pernas e acelerei as minhas chupadas. Mordi levemente seu grelinho e ela gemeu mais forte. Ela estava muito molhada, tanto que chegava a escorrer, melando inclusive seu cuzinho. Esfreguei meu dedo nas suas preguinhas e notei que ela ergueu a bunda, numa clara demonstração de aceito do carinho. Não tive dúvida alguma e meti o dedo, no que ela falou ao marido:
– Ai amor, agora ele meteu o dedo no meu cu, não vou aguentar mais, meu gozo está vindo… vai César chupa forte, morde meu grelinho de novo que eu gozo… ai amor que macho gostoso eu arrumei… vem vindo amor… vou gozar… vou gozar… aaaaiiii… gozeeeeiiiii.
Permaneci com minha boca colada à sua buceta até que seu corpo parasse de tremer. Ela desligou o celular e falou:
– Vem cá César, deixar eu beijar sua boca e sentir o meu próprio gostinho.
Unimos nossas bocas num beijo terno, mas cheio de tesão. Minha rola dura tocava sua coxa. Ela gira seu corpo sobre o meu e fica deitada sobre mim. Meu pau se aloja entre suas coxas e nesse instante ela começa a movimentar seu corpo, esfregando sua buceta na minha pica, sem, no entanto, deixar que ela a penetrasse. Olhando fixamente para mim ela pergunta:
– Gostando de sentir minha buceta no seu pau?
– Uma delícia, assim você me mata de tanto tesão.
– Quero ele bem melado para então poder chupa-lo com mais prazer.
Depois de algum tempo nessa esfregação ela desliza seu corpo para baixo, levando consigo o celular. Antes de começar a me chupar ela liga de novo para o marido:
– Oi amor, gostou de me ouvir gozando… eu sei que você gosta, mas sabe o que vou fazer agora… não… vou chupar o pau do César, quer ouvir… então vou chupar muito… o que… Humm entendi, quer que o César goze na minha boca… está certo então, vou tomar o leitinho dele também, agora ouça eu chupar a pica dele.
Com o celular próximo à sua boca ela começa uma deliciosa chupeta, fazendo muitos ruídos para que o marido se deleitasse do outro lado da linha. Ele fala qualquer coisa e ela responde:
– Ok amor, vou lamber as bolas dele também… ele tem o saco lisinho, sem nenhum pelinho, uma delícia, vou te deixar assim também quando chegar em casa.
Ela suga minhas bolas, lambe meu saco todinho e essa é uma sensação que eu adoro. Mais uma vez ele fala algo e ela responde:
– Vou tentar e ver se ele gosta.
Ela deixa de lamber meu saco e desce sua língua em direção ao meu cu. Antes de chegar lá ela lambe muito meu períneo. Ajeito minha bunda para facilitar sua ação, ela percebe a minha aceitação e logo sua língua lambia as minhas pregas, ah que delícia. Com o meu cuzinho bem lubrificado, ela avança o sinal e força a entrada do seu dedo, que o recebo com muito prazer. Ela volta a falar com o marido:
– Ai amor ele também gosta de um fio terra, assim como você.
Ela joga o celular sobre a cama, para de lamber meu saco, olha para mim e fala:
– Preciso da sua rola dentro de mim.
Dito isso ela cavalga minha rola e com uma das mãos a direciona para dentro de si. Sinto o calor e a umidade da sua buceta envolvendo e mastigando minha pica, quanta habilidade ela tem. Ela comandava toda a ação, quicando no meu pau como uma amazona faz no seu mais puro alazão. Ela gemia delirando:
– Oh macho gostoso, assim eu gozo logo.
Eu apertava sua bunda, puxando com força contra meu corpo, fazendo com que o meu pau entrasse fundo nela. De repente ela para de se movimentar e fica apenas esfregando seu corpo no meu. Dessa forma seu grelinho era fortemente acariciado e com isso seu gozo explodiu:
– Estou gozando… ai que bom… fode… fode… fode forte minha bucetinha.
Ao terminar de gozar ela deita seu corpo no meu, me beija, volta a pegar o celular e fala para o marido:
– Me ouviu gozar amor… isso mesmo, estava com o pau dele na minha buceta… nossa que bom amor, estou acabada… não, ele ainda não gozou… claro que sim, vou chegar em casa com a boca cheirando a porra dele, não é isso que você quer.
Como eu ainda não tinha gozado, ouvir ela falando com o marido me deixava com o pau ainda mais duro e pulsante. Ela sente isso e sai de cima de mim. Vai em direção ao meu cacete e o abocanha de uma só vez, fazendo-o sumir garganta a dentro. Não suportando mais aquele tesão todo, poucos minutos depois eu explodia num gozo delicioso, enchendo sua boca com meu leitinho farto. Ela não desperdiça uma gota sequer e engole tudo. Permanece me chupando até que a última gota de porra saísse do meu pau. Ao terminar ela me beija e pergunta:
– Já foi chupado assim?
– Algumas vezes, mas devo confessar que sua habilidade é algo especial.
Ficamos ali deitados por alguns minutos, em completo silêncio, até que ela falou:
– Gostaria de comer minha filha?
Pego de surpresa com sua pergunta eu quase perco a respiração, mas rapidamente refeito eu sou cuidadoso:
– Ela é uma garota muito tentadora, tenho certeza que qualquer homem gostaria de estar com ela.
Ela sorriu gostosamente e retrucou:
– Deixa de ser bobinho César, não perguntei que quer estar com ela, perguntei se quer come-la, sim ou não?
Sem rodeios agora respondi:
– Se for desejo mútuo quero sim.
– É mútuo sim César, ela te acha um coroa atraente e falou que se eu o aprovasse, ela também gostaria de foder com você.
Que homem de sorte eu sou, acabei de comer a mãe e ela própria me oferecendo a filha ninfetinha. Ela me beija a boca e fala;
– Agora vamos embora, aguarda que eu te ligo para marcar o dia em que vai comer minha filha.

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