Aventura noturna com desconhecido

Estamos no ano de 1993. Conforme descrevi no conto anterior acabei envolvendo-me com o pedreiro que precisou fazer um serviço em casa. Eu era um rapaz jovem, branco, olhos castanhos, cabelos pretos, tendo um 1,69 de altura e ele negro, baixo, bom dote físico, seus quarenta e cinco anos, casado.

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Passei a frequentar umas duas vezes por semana a sua casa quando ele não tinha serviço e sua mulher ia trabalhar como doméstica. Cheguei a ter umas cinco relações a mais com ele mas em menos de um mês a coisa complicou sendo que meu esquema “fechou” porque sua esposa ficara sem serviço também. Avisou ao encontrar-me na rua e melou.

A alternativa então era sair para a caça. Naqueles tempos onde a tecnologia engatinhava o único meio particular de comunicação era o telefone. Não havia sequer Internet para residências. Esse tipo de tecnologia só começou a ganhar corpo em 1995 em grandes empresas e universidades só chegando mesmo para o público comum após o ano 2000. Ter tal serviço em casa era luxo sendo coisa de ricos.

Devido a isso as pessoas saíam mais de casa dispostas a irem diretamente naquilo que procuravam. O sexo também entrava nessa situação. Não aproveitando o momento ou a oportunidade para caçar e fazer, ficava chupando dedo, tendo que voltar para casa e contentar-se com televisão, livros ou rádio. O advento da tecnologia facilitou em tudo permitindo sexo quase que instantâneo hoje em dia.

Fazia uns quinze dias que estava sem sexo. Ansioso por nova oportunidade mas sem parceiro para realizar minhas vontades. Precisava procurar alguém que pudesse fazer a coisa acontecer então resolvi sair a noite. Subi no ônibus indo para o bairro vizinho onde havia uma vida noturna mais agitada.

Aos dezoito anos eu era super curioso e vivia excitado então procurar era uma obrigação para mim. Cheguei e entrei num boteco onde haviam alguns peões que estavam falando sobre futebol e brincadeiras entre eles. Olhei no relógio sendo nove e meia da noite. Pedi uma cerveja passando a “embaçar” no ambiente. Não conseguisse nada voltaria para casa.

Aos poucos fui sendo conduzido para a conversa com sorrisos e olhares. Não demorou muito e eu também dava meus palpites sobre os possíveis placares do final de semana. A bebedeira acabou ganhando corpo e por volta de onze horas o dono do local queria fechar o comércio.

– O Geraldo não tem jeito. Indo sozinho não chega em casa!

– Pelo visto, não! Eu disse.

Nessa daí, Ramalho, o que falou acima, pediu minha ajuda para levar o Geraldo em casa que morava dois quarteirões acima. Nosso amigo bêbado só entregou a chave para o outro, pagamos e seguimos.

– Ele mora ali perto do supermercado Y. Vamos lá?

– Sim!

Chegamos. Abriu o portão, a porta e colocamos nosso amigo na cama direto. O cara simplesmente apagou. Morava sozinho. O problema agora era esperar o sujeito acordar e entregar as chaves porque senão a casa ficaria aberta. Aguardamos enquanto Geraldo que o conhecia melhor foi abrindo a geladeira. Não faltava cerveja. Pegou duas latinhas e serviu uma para mim.

Passei a explicar onde morava, o que fazia com Ramalho. Trocamos um bom papo. Fomos conversando sobre tudo até que entramos no papo de mulher.

– Já saí com algumas.

– É mesmo? Ele disse.

– Sim.

– Você tem cara que curte uma pica, fala a verdade…

Corei e ri. Tentei negar mas ele percebeu algo diferente. Rimos mas ele insistiu no assunto:

– Já mamou uma pica?

Não aguentei e fui direto.

– Já.

– Eu sabia. Você gosta então?

Passou a mão e seu volume cresceu rapidamente.

– Sim, gosto.

Baixou o zíper da calça, tirou e expôs seu pau moreno para que eu apreciasse o volume.

– Tipo assim?

– Isso…

Chegou perto, encostou quase em minha boca, ofereceu e mostrei a ponta da língua vindo botar sua cabeça nela.

– Chupa então, quero ver!

Minha sede sexual estava a mil. Alisei e engoli sua cabeça passando a língua, segurando aquele membro grosso, cabeçudo, roliço e ereto. Desci até o saco trocando olhares, subi, voltando a engolir chupando com vontade.

– Isso, chupa!

Aos poucos fui me deliciando com aquele caralho em minha boca. Chupava, cuspia, lubrificava sua cabeça voltando a engolir até onde chegasse. Passava em meu rosto, lábios, como um passeio de algo que estava conhecendo um bom lugar para ficar. Engoli forçando uma enterrada até o talo.

– Mais fundo, vai!

Apesar da dificuldade fui fazendo lubrificando todo o membro. Não demorou e sua pica estava totalmente melada de saliva fazendo um fio de baba entre meus lábios e a cabeça do pau. Aquele homem de trinta e poucos anos, moreno, cabelos pretos, olhos castanhos, altura de 1,74 estava a fim de coisas maiores.

– Quem chupa dá também, certo?

– Uhum!

Respondi com o pau na boca. Levantei, baixei minha calça, a cueca e expus meu troféu. Fiquei em pé com as mãos na mesa da cozinha enquanto ele abaixou passando a lubrificar meu cuzinho com sua maravilhosa língua. Chupou algumas vezes, levantou e colou por trás.

– Vou te foder!

Meu anel piscava. Abriu um pouco meu bumbum e crau! Sua vara ultrapassou minhas fronteiras indo até o fundo. Passou a meter com força para que abrisse mais. Fiquei sem ar e pernas bambas quase desfalecendo. Estocou tanto que sua pica rapidamente chegou ao fundo e até o talo.

– Ai, come, fode!

Sua rola de dezoito centímetros não perdoava meu anel abrindo ao que podia enquanto eu já rebolava com vontade naquele delicioso cacete moreno que causava dor e prazer. Fodeu com força e vontade fazendo meu bumbum engolir aquilo tudo como fosse uma boca. Senti que tudo estava arregaçado no momento que o pau deslizava com facilidade.

– Isso, me come, fode, abre meu cú com sua rola gostosa, abre!

Eu já fazia o vai e vem escorregando maravilhosamente naquele mastro. Ia até o talo e voltava. Rebolava com gosto. Meu anel estava sedento. Não havia mais medo e pedi para que metesse forte.

– Fode forte, fode! Come bastante!

Sua pica acelerou promovendo aquele barulho de corpos se encontrando em cada batida. Tomava uma deliciosa surra de pica de um macho viril. Segurou minha cintura e nada pude fazer para impedir que sua cabeça atingisse os pontos mais profundos de meu corpo.

– Quero leite lá dentro, joga leite dentro, joga!

A intensidade de cada pintada em meu cú era evidente e percebi que viria o clímax. Sua intensidade estava ao máximo fazendo seu anúncio!

– Ahhhhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

Um jato tomou conta do meu bumbum. O leite passara a invadir-me matando a sede do meu anel quente que deliciava com aquela descarga intensa de esperma. Aquele delicioso líquido viscoso atingia partes regando por completo os alvo desejados.

– Gostoso! Cú delicioso!

Rebolei impedindo de tirar. Queria sentir ao máximo aquele sexo abusando do meu fragilizado bumbum. Deus algumas estocadas fazendo espalhar seu néctar. Tirou deixando-me com mais tesão. Abri recebendo mais algumas pintadas sendo que já flaceava.

– Pica gostosa! Delícia de pau.

Tratei de ir ao banheiro e me limpei. Tomamos um banho rápido e aguardamos o amigo acordar. Acordou e Ramalhou entregou as chaves. Saímos e cada qual tomou seu caminho. Agora sabia onde encontrar prazer com facilidade.

Use camisinha. Previna-se.

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