Putaria no banheiro dos caminhoneiros

Oiii! E ai gente! Gi aqui, tudo bem? Minha vez de postar!! Vou contar de uma vez quando eu fui na casa de uma amiga e acabei descendo alguns pontos antes, e acabei tendo que usar o banheiro de um posto na beira da estrada. E que banheiro… rs. Pra quem não conhece a gente ainda, é só entrar no nosso perfil e no nosso primeiro conto tem nossa apresentação e todas nossas descrições e tudo o mais.

Sexo Por Telefone

Um dia, eu combinei com uma amiga de ir na casa dela. Marquei de ir sexta feira, no meio da tarde, pq a gente ia fazer um trabalho e depois a noite iriamos pra uma balada. Saí de casa lá pelas 14h, com minhas coisas na mochila (material, roupa, maquiagem, etc). Vesti um shortinho jeans bem apertado e um top branco que deixava meu umbigo de fora e tinha um pouco de decote. Fui andando até o terminal de ônibus e enquanto esperava, comprei um refrigerante e fiquei bebendo.
Assim que terminei, comecei a ficar com vontade de fazer xixi, mas enquanto eu pensava se ia ou não no banheiro do terminal, meu ônibus chegou e tive que subir pra não perdê-lo.
Minha bexiga só ia ficando mais cheia e pra ajudar, o ônibus balançava o tempo todo. Fiquei quase meia hora assim, me segurando e quando tava chegando perto do bairro da minha amiga, vi um posto de gasolina e desci ali mesmo pra ir no banheiro. O posto era no começo de uma estrada e o bairro da minha amiga era descendo a rua bem do lado daquele posto. Quando desci, fui correndo até o frentista:

– Moço, por favor, tem algum banheiro que eu possa usar? Eu to muito apertada…

– Olha, tem um ali, mas é o banheiro de ca… – ele foi falando e apontou pra uma porta do outro lado do posto.

– Tá, brigada – mal deixei ele terminar e já respondi e saí correndo de tão apertada que eu tava.

Quando entrei, vi que parecia ser bem limpinho. O banheiro parecia ser tipo em formato de “E”, sendo que no primeiro dos corredores ficavam as torneiras (que foi por onde eu entrei), no segundo eram os boxes e os mictórios e no fundo eram os chuveiros (como eu ia descobrir depois). Fui correndo, entrei logo no primeiro box que vi, só verifiquei se tava tudo limpinho no assento e tudo o mais, pendurei minha mochila, forrei o assento com papel higiênico, sentei e comecei a me aliviar. Não vou entrar em detalhes, porque né… Mas quando eu me levantei, ouvi barulho de água e algo que me pareceu um gemido masculino. Pensei em sair quietinha dali pra não me notarem, mas a curiosidade falou mais alto. Abri bem silenciosamente a porta do box, fui andando devagarzinho até o terceiro corredor pra dar uma espiada. Logo no começo, tinha uma espécie de muretinha um pouco menor do que eu e com alguns frascos de shampoos vazios e sabonetes e pra trás dessa muretinha tinham vários chuveiros, um do lado do outro, mas sem separação por box, todos lado a lado e em um deles, tinha um homem tomando banho. Era um mulato alto, meio barrigudo, mas com braços fortes, ombros largos, um peitoral forte também. Do lugar que eu tava espiando, ele ficava meio de lado pra mim, e pelo jeito ele tava se masturbando. Quando percebi isso, reparei no pau dele também. Era enorme! Ele se masturbava com uma mão só e com a outra se apoiava na parede. A mão que ele se masturbava mal conseguia segurar metade do pau dele.

Só de ver ele ali, comecei a ficar excitada, abri o ziper do meu shorts e coloquei uma mão pra dentro da minha calcinha, e com a outra mão, apoiei na muretinha. Mas eu, desastrada do jeito que sou, escorreguei quando me apoiei ali e consegui derrubar metade das coisas que tinham ali em cima. Antes que eu conseguisse me recompor, ele se virou e me viu ali, caída no chão com uma mão pra dentro do shorts.

– Quem é você? O que você tava fazendo aí? – perguntou desconfiado.

Fiquei sem saber o que dizer e fiquei parada enquanto ele se aproximava de mim.

– Hmm, você tava se masturbando? Tava gostando do que tava vendo? Vem cá…

Ele chegou perto de mim, pegou minha mão e colocou no pau dele. Eu já sou pequena e perto dele, fiquei menor ainda. Minha mão parecia de criança segurando aquele pauzão. Ele enfiou a mão pra dentro do meu shorts, continuando o que eu comecei a fazer antes de ser interrompida por minha ‘desastreza’. Senti aquela mão enorme em cima do meu ventre e dois dedos dele massageando meu grelinho. Pouco tempo depois disso, ele começou a tirar meu shorts, minha calcinha, meu top até me deixar completamente peladinha. Não fiz nada, só deixei ele ir conduzindo tudo (pq apesar de estar um pouco assustada, eu tava cada vez mais cheia de tesão com aquilo tudo).

Como eu sou pequenininha, ele me pegou no colo e foi me levando de volta pro lugar onde ele tava. Debaixo do chuveiro ele começou a massagear meus peitos, chupava também e com a outra mão, continuou me masturbando. Os dedos deles era grossos, ásperos, mas acho que exatamente por isso, me levaram logo ao orgasmo. Com poucos movimentos eu já tava tremendo na mão dele. Quando senti o gozo chegando, deixei minha voz sair e gemi sem conseguir me controlar.

– AAAAh. Isso! Me faz gozar com seus dedos aaaaah.

Minhas pernas fraquejaram e eu tentei me segurar nele pra não cair no chão, sem sucesso. Acabei escorregando e ficando de joelho na frente dele. Ele entendeu de outra forma e colocou na minha boca o pau dele. Só consegui chupar a cabeça, então tentei usar a língua e mexer o máximo que eu conseguia a cabeça. Meu maxilar doía, e mesmo abrindo minha boca ao máximo, não consegui abocanhar aquela rola direito. Mas antes que ele gozasse, ele me levantou, me apoiou na parede de costas pra ele e começou a esfregar o pau dele na entrada da minha xaninha, Eu tava morrendo de tesão e quase implorando pra ele meter logo, mas ele gostou de ficar me torturando daquele jeito. Eu sentia ele esfregando o pau dele por toda minha xaninha, demorava um pouco mais no meu grelinho e deu uma esfregadinha no meu rabinho, antes de voltar as atenções pra minha xaninha.

Logo comecei a sentir a cabeça dele me alargando aos poucos. Lentamente, fui sentindo centímetro por centímetro aquilo invadindo minha buceta e quando entrou tudo, não consegui segurar e dei um grito enquanto gozava de novo, apesar de ter ficado uma parte ainda pra fora de mim. Meu corpo ficou mole e ele me virou de frente pra ele e me segurou no colo, sem tirar o pau de dentro de mim. Coloquei meus braços em volta de seu pescoço e ele com as duas mãos nas minhas nádegas, começou a me subir e descer no pau dele. Eu já gritava de tesão, sem conseguir me controlar. Ele ia me movimentando no colo dele enquanto eu só sentia minha xaninha alargada e preenchida de um jeito que eu nunca tinha sentido antes. Gozei mais uma, duas, três, incontáveis vezes naquele pauzão que parecia insaciável pela quantidade de tempo que fiquei ali. Antes que eu conseguisse me recuperar dos meus orgasmos, foi a vez dele de gozar, dentro de mim. Senti aquele pau enorme dentro de mim pulsando e logo senti os jatos batendo no fundo do meu útero, me deixando quentinha por dentro. Foram muitos jatos, tanto que escorreram pela minha xaninha quase instantaneamente após ele tirar o pau de dentro de mim. Ele parou de me movimentar e só me segurou no colo, ainda encaixado nele. Ele logo me largou e eu sentei no chão, ainda tremendo e me recuperando, enquanto ele foi embora sem falar nada.

Fiquei algum tempo sentada ali, apoiada na parede, com gozo escorrendo por minhas pernas. Depois que ele foi embora, eu tomei uma ducha ali também, me limpei e me enxuguei com uma toalha que tinha na minha mochila. Guardei minhas coisas, minha roupa que molhou quando caiu no chão, minha toalha e coloquei uma sainha preta e uma regatinha branca, sem soutien e sem calcinha. Quando saí daquele banheiro, ví o caminhoneiro perto de um caminhão com vários outros caminhoneiros em volta. Quando eles me viram, todos eles começaram e gritar gracinhas, me chamando pra ir lá, etc. Me virei pra ir pra casa da minha amiga e, apesar de estar morrendo de vergonha deles, saí rebolando, tanto pra eles, quanto para os frentistas, que provavelmente ouviram tudo o que aconteceu dentro do banheiro.

Bom gente, é isso. Nosso email é [email protected]
Podem mandar mensagens pra gente, que a gente conversa, talvez mande fotos, troque ideia, etc.

Disk Sexo

5 thoughts on “Putaria no banheiro dos caminhoneiros

  1. leandra •
    sou casada quero brincar em uma cabine na frente do meu marido,tenho 40 anos 1.55 de altura olhos azuis branca cabelos longos 54 qlos quero um dotado que tenha acima de 18cm com até 45anos somos de sp zn prefiro de outros estados

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