Era para comer mas fui comido

Sempre tive tesão por travestis desde o primeiro vídeo que assisti. Aquela voz rouca somada àquele jeito único de se comportar e a forma provocante de olhar sempre me deixam de pau duro. Rabo grande, liso, que aguenta a pressão e um pau pra brincar. Resumindo, acho que bonecas desse tipo foram feitas pra gente brincar com carinho e cuidado. Só que é muito difícil de encontrar com uma. Via muito em anúncios de jornal e aquelas descrições rápidas já me deixavam imaginando coisas.

Como trabalhava com prestação de serviços na região centro oeste, resolvi ligar para uma delas longe da minha casa, a que melhor se descrevia e dava indícios de ser passiva, tinha saído com apenas um cara e havia sido passivo, estava afim de provar algo diferente. Quase fiquei suado só na espera da ligação, mas ela não atendeu. Pensei ser um sinal para desistir e fiz isso por um tempo. Mas o tesão, ah o tesão, não dá pra fugir dele. Em outra cidade resolvi insistir com outra gata com as mesmas características. Já telefonei imaginando que ia demorar, só que mal deu o primeiro toque e uma voz bem afeminada me atende, quase tão fina quanto de uma mulher.

Fiquei mudo alguns segundos pensando no que fazia e me apresentei gaguejando.
Se chamava Carla e foi super gentil, atenciosa e brincalhona. Logo de cara disse que devia ser a primeira boneca que ligava e eu concordei. Não falou de detalhes do programa, deu uma volta no assunto perguntando o que eu queria, como gostaria e se já tinha tido alguma experiência com alguém do mesmo sexo. Só depois de tudo que ela falou estar disponível pelas próximas duas horas, atendia no bairro tal e cobrava uma quantia relativamente alta pra época para deixar ser conduzida por mim sem limite de tempo. Acho que ela percebeu que estava em dúvidas e disse que não ficaria chateada se não a procurasse nas próximas horas, mas que se outro ligar e marcar teria a preferência. Criei coragem e falei que iria dali meia hora.

Passei no banco, saquei o dinheiro e fui no carro da empresa até o encontro daquela boneca. Fiquei pensando se ela realmente seria como no anúncio. Não é como hoje que vemos tudo pra depois ir e muita gente reclamava de encontrar garotas diferentes do que era anunciado. Cheguei no lugar combinado, um prédio condomínio bonito e sem porteiro, toquei no número do apartamento dela e perguntei se ela poderia descer e fui sincero em falar da minha preocupação. Achei que ia tomar uma bronca até, mas ela foi compreensiva e atendeu ao pedido desde que já adiantasse metade do valor caso desistisse. Aceitei.

Demorou alguns minutos até que uma morena da minha altura aparece com uma calça jeans coladinha, blusinha sem sutiã com belos seios, um tesão, se ela não pergunta meu nome, pensava até que fosse uma mulher de saída do prédio. Fiquei sem palavras e ela me observou dos pés à cabeça. Pediu a metade do cachê e eu entreguei ainda em choque com tamanha boa surpresa. Ao receber perguntou se eu subiria ou desistia do encontro. Mais que rapidamente acenei que sim com a cabeça e ela sorriu dizendo que eu até que era bonitinho e seria legal.

Entramos no elevador trocando olhares e não nos aguentamos, acabamos nos beijando bem devagar, de língua, gostoso. Nossa, como ela era uma delícia, se entregou toda em meus braços por alguns segundos até o seu andar. Ao parar puxamos um fôlego e disfarçamos, mas não havia ninguém no corredor e então prosseguimos nossos pegas. Meu pau estava duro e queria logo ver aquela deusa. Entramos no apartamento e ela foi tirando minha roupa até me deixar de cueca, pegava meu corpo com gosto e passou a mão sentindo minha rola. Ficou com a boca salivada e pediu para dar um banho. Corri para o banheiro e ela foi para outro lugar. Mais que depressa dei um trato e antes que saísse ela ressurge com a blusinha e agora uma calcinha fio dental do tipo shortinho pedindo para não demorar pois ela estava pegando fogo.

Fui até ela e continuamos os pegas comigo totalmente pelado e ela com a blusa e a calcinha, nos deitamos na cama e logo senti sua mão catando meu pau. Depois ela me deixou deitado para começar a chupar. Puta que pariu, até então era o melhor boquete da minha vida, acho que ainda é um dos melhores até hoje. Tive que me segurar pra não acabar com a brincadeira tão rápido. Ela se virou com o rabo próximo do meu rosto e procurei uma forma de puxar para um meia nove. Ao tirar a calcinha de lado, uma tromba enorme e bem maior que a minha saltou pra fora. Com a boca puxei para iniciar um boquete um pouco desajeitado, mas forte e intenso ao ponto de ela pedir para ir com calma.

Ficamos nessa chupação por um tempo e senti o mel daquela pica se misturar à minha baba. Que delícia estava aquilo tudo. Só que me dediquei tanto ao pau que ela perguntou se não estaria afim do cuzinho dela, já que não tinha sequer dado uma dedada. O meu lado passivo estava ligado e só aí que lembrei o porquê de ter ido lá de novo. Mas ao brincar com o rabo dela, delicadamente e com cuidado, o meu pau ficou um pouco menos entusiasmado. Ela pareceu notar e tomou providências. Fez um fio terra enquanto seguia me chupando e ao notar ele ficando duro de novo riu dizendo que sabia que eu era passivo e perguntou se eu realmente iria comer ela, porque eu tinha uma bundinha que ela estava de olho desde a portaria e só não falou nada porque imaginou que eu era só ativo. Fiquei sem graça e resisti dizendo que a comeria. Mas não pedi para parar o fio terra que logo virou um beijo grego. O pau dela pulsava enquanto fazia isso e eu não conseguia mais dedar seu rabo.

Ela então saiu de cima da cama e veio em pé perto da minha cabeça pedir um boquete. Deitado eu simplesmente obedeci enquanto ela me punhetava, encapava meu pau e me encarava. Perguntou se eu era um putinho submisso e meu pau melou mais ainda. Então ela se virou de quatro sobre uma poltrona e falou para comer seu rabo, mandona e me dando um tapa no rosto antes de apontar aquela rabeta pra mim. Caí de boca naquele cú e ela seguia mandando até que pediu para fudê-la. Apontei meu pau naquela bundona e comecei a meter, ela gemia, mandava e isso foi mantendo minha vontade por um tempo, só que estava sendo muito cuidadoso e depois da sensação de entrar nela, algo pareceu informar para meu pau que não daria conta de comer uma pessoa que tenha pau. Carla não ficou triste, via pelo espelho ela ficando cada vez mais feliz com meu insucesso em comê-la.

Quando não tinha mais como fazer nada ela se virou subindo na poltrona e ficando com o pau na altura do meu rosto dizendo que agora era a vez dela. Tentei fugir do inevitável, mas ela disse que estava querendo me comer e só não faria isso se eu falasse não naquele instante. Não respondi nada e cai de boca. Ela então falou que eu era um bom menino e começou a dizer que vai me comer muito gostoso.

Minutos depois estava em de quatro na cama com aquele caralhão brilhando e encapado entrando em mim. As primeiras metidas foram um pouco difíceis, mas ela era uma ótima garota de programa e sabia bem o que estava fazendo. Quando mais nada atrapalhava as metidas, senti a pressão daquela cavalona que dizia que eu tinha um cuzinho pra ser arrombado e que meu pau não aguentava uma garota feito ela.

Pra variar, meu pau estava duro quase gozando a cada estocada. Me senti traído pelo pau, mas satisfeito em sentir a respiração daquela deusa no meu cangote enquanto meu cú ia pro espaço com jeitinho.
Ainda me colocou de frango assado e com uma cara séria dizia que eu não era de nada, que só tinha um buraco pra dar prazer à machos e bonecas. Isso ia me deixando mais excitado e minha cara de tesão só instigava ela a falar mais putarias até que tirou seu pau de mim, a camisinha e esporrou pelos meus peitos e rosto. Mandou limpar seu caralho e ficou tão afim que pediu bis pois fazia tempo que não pegava um submisso tão obediente e caladinho, evidenciou que adorava isso.
Eu simplesmente puxei minhas pernas, ainda no frango assado como se estivesse pronto pra próxima.
Carla não precisou de mais de dois minutos para vir ainda meia bomba começar a bombar de novo e a me chamar de viadinho. Perguntou se tinha namorada e respondi que não. Disse que eu devia ser corno, porque o pau não subia pra comer, mas pra tomar no cú estava quase gozando. Falei que comia mulheres, meio que com o orgulho ferido e ela então falou que eu estava precisando era de boneca, pra fazer o cú acostumar a levar mais rola que comer bucetas.
Acho que ficou bruta por ter meio que brochado com ela.

Disse que ela era uma delícia, que queria muito comer aquela bundona, que ela era um tesão. Mas ela meio que não acreditou e ainda socando em mim, perguntou já que eu queria tanto comer ela, porque falhei. Disse que não sabia e ela então perguntou se eu ia gostar de ver outro cara fudendo aquele bundão que não dei conta. Me calei e ela passou a brincar dizendo que se fosse minha namorada, ia viver dando o cú pros caras para depois me comer e contar como foi delicioso. Não demorou para gozar ouvindo essas provocações. Ela catou minha porra e esfregou em minha cara rindo e metendo ainda. Ainda disse que estava precisando de um namoradinho corno e submisso pra esvaziar o saco às vezes já que com machos ela acaba dando o cú e nem goza, não que a deixasse infeliz, mas que só deixava ela com mais leite no saco.
Ela parecia não terminar e já nem sentia o meu cú com tanta socada. Entrei na onda dizendo que seria seu namoradinho e ela então me virou de ladinho, ainda por cima, meio que de joelhos, acelerou ainda mais suando e pingando sobre mim dizendo que eu ia acabar atrapalhando o desempenho dela com o próximo cliente. Que ainda bem que ele ia fuder ela só. Pedi para que contasse para mim depois e ela não aguentou, tirou e dessa vez mandou eu tomar sua porra dizendo que se ficar provocando assim iria gamar em mim mesmo.
Terminou e veio se beijar comigo melado, aquele beijo apaixonado do início, só que com porra misturada. Me puxou para o banheiro e tomamos banho nos pegando, mas sem rolar mais sexo.
Antes de sair paguei o combinado e perguntei se aquilo de ser corno era real e ela riu dizendo que eram coisas da cabeça dela que não tinham a menor chance de rolar devido ao trabalho que ela tinha. Perguntei se ela gostaria de tentar e senti que ela até queria, mas falou que íamos ter que nos encontrar para conversar muito sobre aquilo e, claro, pelo menos durante os papos, isso me custaria os encontros.
A gente até saiu mais uma vez e ela esvaziou suas bolas comigo depois de conversar, mas ficou por aí, não tinha um bom emprego e o mês foi bem apertado depois dos dois encontros. Tempos depois a procurei numa situação melhor, mas era tarde, ela tinha deixado de atender e havia encontrado um cara para bancá-la só para ele e, embora tivesse sentido saudades de mim, não tinha como pular a cerca para relembrar o passado.
Depois disso, nunca mais soube de seu paradeiro e também perdi seu contato.

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