O Dominador

Olhei no relógio e já eram 23h20, minha ansiedade pela chegada de Stella já era grande.
Pensava qual seria sua reação, ao ver meu kit de dominação.
Eis que ouvi as tão esperadas batidas em minha porta!
Por um instante fiquei sem ar, com receio se Stella gostaria, ou não, dos itens expostos sobre a cama.
Ao abrir a porta, vejo Stella que estava vestida com um robe de cetim, ainda na porta, ela o tira, deixando-o cair ao chão. Ela vestia uma camisola preta, curta, de modo que se podia ver, seu corpo nu, por de trás daquele tecido fino e transparente.
Desviei meu olhar para os itens que lá estavam, e rapidamente voltei os meus olhos para Stella. Era um convite, ela entendeu.
Sem dizer uma palavra, aceitou com um sorriso que transbordava todo seu libido.
A beijei de uma maneira, que denunciava o quão quente e deleitosa seria aquela noite.
Puxando-a pela cintura e a levei para o quarto.
Ela parecia com medo, mas, muito excitada.
Uma excitação nunca antes experimentada, sabia que teria uma experiência que nunca imaginou, nem em seus sonhos mais secretos.
Stella sempre foi, a “santinha” da sua família”!
Hoje lhe mostraria o lado mais impuro do pecado, infligir-lhe o medo e o domínio, misturado com muito prazer. Isso, me deixava deveras excitado!

Neste momento, me aproximei por trás de Stella peguei forte em seus cabelos e falei em sussurros no seu ouvido…
É só me obedecer, sem titubear, e faço você explodir como nunca explodiu antes! Percebendo que ela estava entregue ao meu domínio, e sob o meu total comando, comecei aquela longa e prazerosa noite. As bocas, e lábios, estavam incontidos! Nos beijamos, com todo o libido aflorado, nossos corpos, pareciam estar eletrocutados, so arrepios, ininterruptamente insistiam em só aumentar.
As vestes foram sendo arrancadas com vigor! Ali, na cama, estavam expostos alguns itens; venda, algemas, chicote, coleira, prendedor de mamilos, cordas, e uma pluma, que foram sendo usados, um a um, com o devido tato e feeling, que se faz necessário a quem domina, a quem conduz. A cada novo item introduzido naquele ritual de prazer intenso e ensandecido, a explosão, ou melhor, uma sublime explosão, se aproximava no norte do prazer. Os gritos, urros, eram as vezes abafados mecanicamente, mas, em sua maioria, compelido para que fosse cada vez mais alto e mais forte.
Dirigir a ela, palavras do mais baixo calão, me excitava muito! A ela, só era permitido explodir quando eu a ordenasse. Existiam duas figuras distintas, o Possuidor e a possuída!

Nessa hora, me apercebo que Lúcia estava parada na porta, que ficará entre aberta. Pensei em repreende-la, uma vez que só eu a via, pois Stella estava vendada. No entanto, saber que alguém nos espiava, me causava uma sensação inexplicável! Continuei a olhar fixamente para nossa espiã, sem parar de proporcionar o máximo de prazer para Stella.
Stella continuava a tremer e urrar de tesão.
Lúcia estava visualmente excitada, com uma das mãos, acariciava seus seios, e a outra, estava deliciosamente colocada entre suas pernas! Dava para ver sua calcinha extremamente molhada!
Vendo os espasmos violentos, bem como uma tremedeira incontrolável em todo seu corpo, lhe dei a ordem em tom de comando e em voz alta.

Esta era a ordem tão implorada por ela. A ordenei! Ordenei que tivesse, a maior e mais intensa, explosão da sua vida!
Não há como narrar aqui, a minha excitação naquele momento! O que foi avistado após a ordem dada, foi uma explosão, em gritos e jorros que me lembrou um vulcão em erupção!
Quanto mais Lúcia se masturbava, mais tesão eu sentia!
Como Stella estava vendada, coloquei-a de quatro na ponta da cama, ainda com as algemas em seus pulsos, forçando sua cabeça contra o colchão. Coloquei-me de pé atrás dela e vi aquele apetitoso rabo! Olhei para Lúcia puxei os cabelos de Stella com força para trás e usei-me para impulsionar minhas estocadas. Meu pau estava duro e grande, como uma rocha. Vendo Lúcia, já com os seus seios totalmente a mostra e os bicos explodindo de tão duros, fodo Stella ainda com mais força e dou vários tapas na bunda de Stella. Lúcia vendo isso, mordia os lábios, se masturbava mais rápido e põe a mão na boca para suprimir os gemidos. Afirmo-lhes ser uma sensação de excitação extrema, pura, animal! Todos os sentidos

aflorados e potencializados! Meus olhos estavam em Lúcia, que sussurrava dizendo: -Vou gozar! Lendo os seus lábios e a vendo gozar! Coloquei meu pau latejando na boca de Stella e ordenei que ela abrisse bem a boca e colocasse a língua para fora. Assim que Stella obedeceu, gozei! Gozei em vários jorros fortes e fartos, na sua boca, cara e cabelos. Lúcia se impressionou com o que viu! Stella agora chupava meu pau, até sugar a última gota. Quando olhei novamente para a porta, vejo Lúcia quase que desfalecida de prazer. Esta foi a primeira explosão de muitas outras, que Lúcia vivenciaria no velho casarão.

Enquanto tirava as algemas dos pulsos de Stella percebi que Lúcia não estava mais lá. Agora já poderia retirar também sua venda e assim o fiz. Esta loucura de prazer, entre eu e Stella, só foi interrompida na manhã seguinte. Com os corpos em estado de completo êxtase, físico e mental!

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