A melhor esposa tem sempre um corno

Cheguei e casa na sexta-feira e a primeira coisa que a minha esposa perguntou foi sobre a massagem. Na hora tive a sensação de que ela estava jogando verde, mas me limitei a responder que tinha sido muito bom e que se desse, repetiria outras vezes.

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Outra coisa que eu estranhei foi que, quando disse que iria pro banho, a Cris veio arás de mim com uma garrafa de vinho na mão e duas taças. Assim que entrei na banheira ela se despiu e veio junto, abriu as pernas e sentou no meu pau que já estava duro de novo.

Confesso que na hora lembrei do show de boceta que Paula havia me dado logo pela manhã e a trepada seguiu num ritmo quente até que gozamos juntos dentro da hidro.

A sensação de estranheza permaneceu no ar, Cris estava soltinha, parecia saber de alguma coisa e estava se divertindo com a situação. Bem, passado isso, minhas filhas entraram na sala e me pediram que a levasse numa festa na casa de uma amiga, coisas de pai né? Me troquei e fui, porém a Cris resolveu ficar em casa bebendo vinho me esperando, já que as meninas tinham combinado de dormir na casa da amiga onde teria a tal festa.

Chegando lá duas gratas surpresas, uma dezena de adolescentes com os hormônios pulsando em seus corpos, algumas mamães deliciosas e a mãe da dona da festa, Larissa, uma mulher daquelas que você pensa em fazer qualquer loucura para tê-la pelo menos uma vez na vida.

Um mulherão, alta, mais alta que eu aliás, loira, olhos esverdeados, cara de mulher má, usava um salto que a deixava ainda mais alta, pernas longas, bunda arrebitada e peitos siliconados. Veio em minha direção com um sorriso que parecia uma metralhadora de simpatia, fez questão de me convidar para entrar e apresentar aos demais maridos da festa, um bando de homens velhos e barrigudo casados com umas gostosas que puta que pariu.

O marido de Larissa não ficava atrás, cara de corno, pessoa estranha, cheirando a charuto e já meio bêbado.
Cumprimentei todos eles, tive que explicar porque a minha esposa não estava lá e tentar me concentrar e não olhar tão fixamente naquele monte de mulher, as mamães e as ninfetas.

Depois de muita conversa fiada resolvi que iria embora. Larissa me acompanhou até a calçada, meu carro estava meio longe e fomos caminhando e jogando conversinha for.

Quando fomos nos despedir, o aperto de mão virou dois beijos no rosto, cheios de malicias e segundas intenções.
Larissa pediu meu telefone alegando ser importante ter o número dos pais das meninas que dormiriam lá.
Entreguei, o meu e o da Cris por pura maldade e estratégia.

Quando cheguei em casa Cris já estava meio chapadinha de vinho e foi dormir, eu abri uma garrafa e sentei na sala que naquele momento era só minha, liguei a TV e fui ver programas de carros antigos.

Ai meu telefone vibrou, era uma mensagem de Whatsapp, Larissa queria informar que a festa já tinha acabado e que as meninas iam tomar banho e dormir.

– Obrigado Larissa.

Tentando ser gentil.

– Ainda acordados?

Respondeu ela ao mesmo tempo que fazia uma pergunta bem direta.

– Eu sim, a Cris tomou uma tacinhas de vinho e apagou.

– Meu marido também.

Daí a conversa descambou para uma série de assuntos que não tinham a menor conexão entre eles. Falamos da vida de casado, da parte boa e da parte ruim, dos filhos, de violência, de política, carros, decoração, escola e… sexo. nem sei como entramos nesse assunto, mas Larissa deixou claro que sexo não era o forte do marido que sabia sim ganhar dinheiro, mas trepar não era a praia dele.

Ai com uma garrafa de vinho na cabeça eu mandei um “nossa, que desperdício” e só depois me dei conta da cagada que tu tinha feito. Larissa ficou um tempo sem digitar, depois começou, parou, deve ter apagado e retomou a digitação. Aquilo foi me deixando nervoso e eu já esperava por um esporro quando ela do nada me manda uma foto usando uma lingerie preta e com a legenda: desperdício mesmo isso tudo aqui do lado ele e ele dormindo bêbado.

Literalmente morri, morri de tesão e vontade de ir na casa dela e arrancar aquela calcinha no dente. Fiquei sem escrever, só conseguia olhar pra foto e salivar enquanto meu pau latejava por baixo da bermuda jeans.

– Fala alguma coisa.

Disse ela.

– Melhor não, posso me arrepender.

– Do que?

– Sei lá. Mulher casada tem algo meio místico.

Ela riu, ou melhor, gargalhou da minha frase. Depois mandou mais duas fotos, cada uma mais ousada que a outra e depois da terceira pediu uma. Eu disse que não poderia mandar, pois eram fotos impróprias e ela insistiu. Coloquei o pau duro e latejante pra fora do lado da taça de vinho e fotografei e em seguida mandei. A resposta foi curta e grossa: salivei.

Bom, era certo que eu iria comer aquela loira cavala e casada, mas para me fazer de difícil, disse a ela que ia dormir, ela mandou um beijo de boa noite e a conversa acabou.

No dia seguinte passei lá pra buscar as meninas antes de ir pro trabalho, Larissa estava linda, usava um shortinho bege e uma blusa amarela. Nos falamos rapidamente e quando as meninas entraram no carro ela me chamou, uma delas havia esquecido uma sandália. Quando me aproximei pra pegar ela me disse que o marido viajaria a tarde e só retornaria na segunda.

Entendi o recado, deixei as meninas em casa e fui trabalhar, melhor, tentar trabalhar. Quando deu 14h meu telefone vibrou de novo e a mensagem era simples: vem logo.

Entrei no carro e parti pra casa de Larissa, parei alguns metros e entrei rapidamente, passei pelo jardim e quando abri a porta da sala lá estava ela, apenas de calcinha e sutiã. Nos atracamos ali mesmo, nos beijamos enlouquecidamente, nossas bocas pareciam querer engolir a outra, as mãos de Larissa abriram a minha camisa, calça, tirou a cueca e ela se e ajoelhou já caindo de boca na minha vara me chupando com uma vontade que eu jamais tinha visto na vida.

Que boquete!! Que agilidade! Fizemos um sessenta e nove e eu perdi a conta de quantas vezes Larissa gozou na minha cara. Sempre que o orgasmo vinha ela sentava na minha boca e rebolava chegando a me machucar em alguns momentos.

– Me fode!!!

Larissa deu a ordem e ficou de quatro, meti o pau inteiro de uma vez só. Bati o quanto quis naquela bunda bem feita de pele branca, deixei meus dedos marcados e segui a surra de pica até ela gozar de novo.

Tirei o pau da xaninha, lambi seu cuzinho e ela entendeu o que eu queria. Coloquei a cabeça e fui metendo, entrando, atolando o pau até o saco, Larissa gemia mas não arregrava, pedia mais, queria ser currada que nem uma vadia.

O pau entrada e saia numa velocidade incrível, Larissa usava os dedos no grelo e seguia gozando e em seguida gozei enchendo seu rabo de porra.

Depois que meu pau saiu, mandei ela se ajoelhar e ordenei: chupa meu pau.

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