Encoxadas do dia

Estou de volta para contar a vocês as boas e uma especialmente maravilhosa safadeza que tive hoje no transporte público, esse conto ficará um pouco longo…me apresentando, sou branco, alto(mais ou menos), novinho(20 anos).

Sou realmente viciado nessa sensação de perigo, da adrenalina dessa safadeza em público, tenho outras histórias que escrevi aqui no site.

Moro no extremo sul de SP, trabalho em Moema, tenho que pegar um ônibus sentido estação da linha 5(Capão), dura mais ou menos 20 minutos.

Vou trabalhar esporte fino, camisa social, calça jeans e tênis. Peguei a “perua” umas 6:40, foi lotando aos poucos, preferi ficar antes das catraca e ver o que conseguia por ali, sabendo que entraria mais gente nos próximos, logo no seguinte, entraram 3 mulheres, que também ficaram na frente, não dava mais para passar na catraca, pediu passagem e ficou nas minhas costas uma menina alta, gordinha e com uma raba enorme, só que estava virado para o outro lado, aproveitei que a moça ao lado estava com a bolsa tampando exatamente aquela visão, resolvi arriscar para ver a reação dela, fui com a mão direita, segurando a mochila com três dedos, deixando livre o polegar e mindinho, fui chegando e dando umas encostadas discretas nela, que não mostrou reação, nem olhou para trás, nesse momento já estava com muito tesão…pau pulsando na calça, estacionei o dedo bem no meio de sua calça jeans, estava de blusa branca fina, calça clara e tênis, cabelo amarrado.

Fui cada vez arriscando mais, dando aquelas pegadas aproveitando o movimento do ônibus com os dois dedos, a cada pegada um pouco mais de força na pegada. Percebi que ela começou a levar seu corpo para trás conforme o ritmo da minha mão, fui levando o dedo do meio em direção a sua buceta, mas até devido a altura estava difícil de fazer isso sem que ninguém fosse olhar eu me inclinando,

Deixei a mão de lado livre bem no meio daquela raba.

Tinha que ter cuidado com a descrição, seguia segurando a mochila e olhando a frente, enquanto o tesao só aumentava, já sabia que ela não falaria nada não importasse o que eu fizesse, coloquei a mão aberta naquela delícia, segurando a mochila somente com um dedo.

Fiquei longos 10 segundos nessa posição, apalpando devagar aquela delícia.

Estava maravilhosa aquela mão boba.

Ficamos nessa brincadeira por uns 15 minutos, ela só concordava com seu corpo, dava aquela olhada de olho de canto.

Algumas pessoas passaram a catraca e ela também, dali não conseguiria mais fazer nada.

Só que mal sabia que estava prestes a ter uma encoxada melhor ainda, chegando na estação, percebi que estava um pouco mais lotado que o comum, o que já me animou.

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