Violando um buraquinho virgem

No trabalho, os dias eram sempre os mesmos. As pessoas também, mas estar com uma delas era um dos meus momentos preferidos por lá. Mirna continuava linda como sempre. Eu era definitivamente encantada por ela. Cada beijo, cada toque, cada sorriso.

Como era véspera de feriado, decidi atiçar aquela bela ruivinha. Começamos a trocar bilhetinhos. Eu fui a primeira a deixar um na sua mesa, logo depois ela vinha e deixava outro na minha. As mensagens foram:

Meu primeiro Bilhete: Eu quero você, hoje!
Mirna responde: Onde e como você me quer?
Eu respondo: Nua, na minha cama! Pode ser?
Mirna me provoca: Pode ser uma boa pedida… vou pensar.
Eu insisto em meu último bilhete: Prometo que não vai se arrepender…

Mirna me olhou de longe, deu um sorriso gostoso e retornou ao trabalho.

No fim do dia, não encontrei Mirna pelas salas da empresa. Então caminhei até o estacionamento. Queria jogar aquelas pastas no carro para enfim ligar pra ela. Chegando lá, Mirna estava à minha espera. Encostada no meu veículo disse:

– Pensei que você não ia descer, Sam. Ainda me quer?
– Muito engraçadinha você, Ruiva – eu gostava de chamá-la assim às vezes
– hahahaha… – ela me olhou, me seduzindo.

Não beijei Mirna ali mesmo, porque seríamos vistas nas câmeras! Abri a porta, para que ela entrasse no carro. Entrei pelo outro lado e comecei a dirigir.

Mirna começou a se remexer na poltrona do meu carro. Então quando eu parei no semáforo, ela me olhou, abriu o zíper da calça e começou a se masturbar. Mirna se contorcia com a mão enfiada na calça. Eu fiquei olhando hipnotizada. Me recobrei e disse:

– Mirna, isso não é justo! Eu estou dirigindo – Ela não me deu ouvidos, continuava esfregando a mão dentro da calcinha.
– Abriu! – Mirna falou.

Eu me assustei. O Semáforo estava verde. Arranquei com o carro, e Mirna seguia se tocando. No sinal seguinte, Ela tirou a mão de dentro da calça, se aproximou e enfiou dois dedos na minha boca. Chupei aqueles dedos melados, sentindo o gosto da sua boceta neles. Minha pepeka se contraiu, meu pé escapou da embreagem, o carro morreu e Mirna deu uma gargalhada.

– Mirna, você é muito má! Sua carinha de anjo não me engana mais. Safada!

Liguei o carro e dirigi até o prédio onde eu morava. Quando coloquei o carro na vaga, pulei do meu banco em cima de Mirna. Ela me agarrou pela cintura e eu a beijei com intensidade. Eu queria devorá-la ali mesmo, no estacionamento, dentro do carro, mas me contive.

– Vamos subir.

Subimos no elevador aos beijos, entramos no apartamento e as roupas foram naturalmente ficando pelo caminho. No quarto, Mirna subiu na cama com seu belo corpinho, com aquelas tatuagens lindas, e falou:

– Já estou nua na sua cama. O que pretende agora?
– Que fique de lado!

Mirna atendeu meu pedido. Se deitou de ladinho. Eu comecei a acariciar aquele corpinho, passeando sobre suas tatuagens. Comecei a acariciar sua bunda. Ao puxar, ao levar da minha mão, seu cuzinho aparecia, rosadinho, lindo! Me aproximei, Mirna segurou a bunda abrindo mais e eu dei uma linguadinha bem molhada em seu rabinho. Aquele buraquinho se contraiu e Mirna gemeu com sofreguidão. Voltei a passar a língua naquele cu, lambuzando todinho. Mirna de ladinho, me olhava por sobre o ombro, com a boca entre aberta, profanando seus gemidos na minha direção. Que cuzinho gostoso.

Virei Mirna de bruços e ela arrebitou o bumbum pra mim. Era a posição perfeita pra lamber seu rabinho. Não perdi tempo. Enfiei minha cara entre suas nádegas, lambendo e sugando aquele buraquinho quente.

Mirna já estava ofegante, quando decidi colocar o dedinho bem na entrada do seu rabinho. Fiquei esfregando e vendo aquele anus se contrair. Mirna, suspirando se virou pra trás me olhando com os olhos em chamas. Então perguntei:

– Posso?
– Uhum – ela disse mordendo os lábios.

Dei uma cospidinha na mão e lubrifiquei seu cuzinho. Fui forçando meu dedo pra dentro daquela bundinha gostosa. Foi entrando devagar e Mirna gemendo com gritinhos. Seu cuzinho foi receptivo as minhas investidas e Mirna começou a enlouquecer. Ela gemia muito. Louca, Mirna dava tapas na própria bunda, puxava o lençol da cama. Eu socava meu dedo no seu cu com carinho.

– Continua o que você começou no carro. Mas agora com o meu dedo na sua bunda. Vai!
– Aaaaaaah… Aaaaaah…

Mirna me obedeceu e começou a se masturbar. Eu não parei um segundo se quer de foder seu cuzinho. Mirna gemia alto e eu sabia que um orgasmo cósmico estava próximo. Não demorou muito, ela começou a se sacudir sobre a cama e a tremer. Seu bumbum balançava na minha mão e sua mão esfolava sua perereca numa siririca violenta. Mirna gozou aos berros abafados, pois tinha enterrado a cara num travesseiro. Ela tremia e caiu toda torta na cama.

– Caraaaaaaaalho – foi a única palavra que entendi ela dizer. Mirna não era de xingar, então o orgasmo tinha sido muuuuuito forte!

– Ninguém nunca fez isso comigo, Sam.
– É uma honra ser a primeira, então.
– Primeira e única!
– Eu te amo, Mirna.
– Eu também te amo, Sam.

Como sempre, terminamos calmas e serenas. Mirna sempre pegava no sono segundos depois de um orgasmo intenso. Mas ainda era cedo… ela acordara pouco depois… mas este pode ser outro conto.

 

Meus amores, para compreender melhor minhas histórias com Mirna, aconselho a leitura dos contos:

“Atração Lésbica”

“Sexo a três no trabalho”

Beijinhos da Sam!

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