O dia que transei com meu primo

Olá,tenho 20 anos, me chamem de João, moro no interior do Rj. Hoje estou aqui pra contar sobre a minha primeira vez. Ela não foi uma das melhores, mas foi uma experiência e tanto.
Na época eu tinha uns 13 anos, era meio fortinho, branco, cabelos ondulados e negros e ainda não me considerava bixessual. Meu primo e eu viviamos “brincando” juntos desde um tempo, nos masturbavamos juntos e chupavamos um ao outro. Ele na época tinha 14, ele é moreno e era sarado, e tinha uma bunda e um pau de dar inveja.
Certa vez ele me chamou pra casa de sua outra avó, que havia por sinal saído e não voltaria tão cedo. Começamos primeiramente jogando alguns games e converssando, logo a converssa esquentou e apostas foram feitas. Decidimos que quem ganhasse faria os desejos do outro, independente do que fosse! E por um infortúnio e sorte eu perdi aquela aposta.
– Ta na hora de pagar o que deve!- ele disse.

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-Ta… Vai lá, o que tu quer. (Já estava acariciando sua perna).
-Fica de joelho e mama.
Sendo obediente, realizei seu desejo, me ajoelhei em frente ao sofá onde ele estava, arranquei seu pau pra fora e caí de boca enquanto ele gemia baixinho e falou:
-Tava pensando, e se a gente transasse?
Eu logo parei e fiquei meio duvidoso, aquilo era um grande salto, não sei se realmente queria isso, até o momento era tudo na brotheragem.
-Cara, sei lá, como a gente faz?
-Um come o outro poh!
-Mas… quem vai comer quem?
-Lembra da aposta? Ela ainda está valendo… Acho que já escolhi meu prêmio!

Não estava muito satisfeito com o desenrrolar da história, mas jogo é jogo.
Ele se levantou, levou o short até o pé e me disse pra fazer o mesmo. Logo, me pois de frango no sofá, deu uma cuspida no seu pau, e devagar começou a enfiar no meu cuzinho. A dor foi imensa! Aquele pau me rssgava a cada centímetro que entrava, mais e mais fundo, mais e mais dor. Eu tentava o empurrar pra fora, mas ele dizia pra segurar, que logo passaria. Ao penetrar até encostar seu saco na minha bunda, ele me disse:
-Relaxa aí, deixa eu te mostrar o que é prazer.
Ele começou a se mover lentamente, meu estômago se revirava, mas meu cuzinho piscava de felicidade. Ele foi pouco a pouco aumentando a intensidade das estocadas, me agarrava, cheirava meu pescoço, e sempre me olhava nos olhos. Ele parecia saber o que estava fazendo( e ralmente sábia, parece que seu outro tio por parte de pai lhe havua enssinado algumas coisas).

Eu gemia baixinho no ouvido dele, aquela sensação ruim já não era mais presente, nossos corpos suados se roçando, trazia uma sensação de prazer.
-Fica de quatro pra mim.
Me virei e ele logo veio por cima. Metia mais forte a cada estocada e intercalava a intensidade, me mastubava enquanto falava em meu ouvido besteiras. Logo o clima se esquentou mais e ele disse que iria gozar, e num piscar de olhos, meu cuzinho estava cheio de leite quente. Pra me compenssar, ele me virou pra cima novamente e caiu de boca no meu pau, chupava até as bolas. Também não pude aguentar mais e gozei na boca dele.
Nos limpamos, e voltamos pro nosso jogo. Continuamos com nossas brincadeiras por anos. Hoje, nós temos namoradas, nos consideramos bi, mas nunca vamos nos esquecer das fodas as escondidas que rolava e que ainda rolam.

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