Fui passivo de 16 num Gangbang

Me Chamo Felipe, tenho 33 anos, 1.72m, 73kg, malhado, barba por fazer, jeito de homem e o plus, sou extremamente submisso. Minha realização e tesão está em satisfazer ativos safados e sacanas que metem sem dó, piedade e de forma bem sacana.
O que vou narrar, aconteceu em janeiro de 2018, quando fui passar as férias em Florianópolis – SC.
Eu tinha um perfil no site do disponível, onde me descrevia como passivo submisso e onde buscava grupos para servir, no estilo Gangbang.

Sexo Por Telefone


Certo dia, um senhor de 58 anos me mandou msg e disse que estava procurando um passivo para servir em uma festa onde haveriam em média 8 ativos e apenas um passivo. Me informou que caso eu aceitasse eu teria que servir a todos e aceitar todo tipo de prática que os ativos quisessem e que a festa duraria a noite toda.
Como bom submisso, aceitei na hora e mandei meu contato para o mesmo para acertarmos tudo.
Após tudo acertado, o dia da festa chegou.
Fiz a higiene e fui encontrar com o senhor que me mandou msg (até hoje não sei o nome de ninguém que estava na festa, pois eu só poderia me dirigir a eles como “senhor”).
Cheguei ao ponto de encontro as 19 horas e o senhor já estava esperando, nos cumprimentamos e sem delongas seguimos para o carro do mesmo.
O mesmo me informou que a festa aconteceria num sítio e que iriamos direto para lá, pois já haviam alguns ativos esperando para me usar
Ao saímos da cidade pegamos uma estrada meio deserta e neste momento o mesmo mandou que eu chupasse o pau dele o que prontamente atendi.
Chupei com vontade para mostrar para ele que eu sabia o que estava fazendo e antes de gozar ele mandou eu parar, pois tinha outros planos.
Neste momento ele me informou que, como era ele que estava levando o passivo, ele seria o primeiro a me usar, que eu não deveria falar se não me fosse autorizado e que só deveria me referir aos ativos como senhor.
Após cerca de uma hora de viagem, ao chegar no sítio ele colocou uma venda nos meus olhos e me mandou tirar toda a roupa, neste momento senti medo, mas como não tinha mais para onde correr, aceitei.
Após estar pelado e vendado o senhor colocou uma coleira no meu pescoço e começou a me puxar, dizendo que eu era um puto cachorro.
Sem ver nada, percebo que chegamos na casa do sítio e neste momento começo a ouvir vozes e risadas.
Ele me faz parar em algum ponto da casa e me anuncia como o objeto sexual da noite, diz que estou lá para servir a todos e de todas as maneiras, mas que antes iria abrir os trabalhos.
Nisso, escuto palmas e logo após, começo a sentir mãos apalpando meu corpo inteiro e me dando tapas.
Enquanto estou de pé, sendo apalpado por pessoas que nunca vi na vida e que não consigo ver, escuto o que os ativos estão me dizendo.
– Seu puto, vai sofrer na nossa mão.
– Quero destruir esse cuzinho, ver ele tão aperto que vai caber minha cabeça dentro dele.
Minha mente está a mil neste momento, pensando: onde fui me meter?
Após um tempo, o senhor fala alto:
– Senhores, chegou a hora de iniciar os trabalhos. Momento em que o mesmo me puxa pela coleira até um local.
Ao chegar no local ele me ajuda a subir numa beira de cama e me manda ficar de quadro sem me mexer.
Fico por um instante nesta posição e após uma breve espera, sinto o senhor alisando minha bunda.
Ele alisa, lambe, deda e morde minha bunda, sempre intercalando com ofensas.
Após se saciar, ele para atrás de mim e eu sinto a cabeça do seu pau roçando no meu cu que já está molhado e meio aberto devido as dedadas que recebi.
Sem nenhum tipo de aviso ele enfia o pau dentro de mim com violência e sem nenhum piedade e me segura pela cintura para que eu não fuja.
Eu grito de dor e ele, com a voz firme, me adverte que eu fique quieto e aguente, pois se não eu sofreria mais.
Ciente da situação, eu fico quieto e engulo meu choro e neste momento ele começa a meter com força.
Ele soca sem nenhuma dó, enfia o pau inteiro dentro de mim e assim começa a socar sem tirar o pau de dentro.
Eu ainda estou com muita dor e neste momento não consigo sentir o mínimo de prazer, apenas a dor e o arrependimento de ter aceitado tal situação.
Após socar bastante, ele começa a tirar o pau de dentro e socar de uma vez e me obriga a contar cada vez. Foram 20 vezes.
Após fazer isso ele me manda ficar em pé e assim que eu fico ele dá um tapa na minha cara e diz que isso era só o começo e que para o meu próprio bem eu não deveria reclamar de nada, pois os ativos que estavam lá eram do tipo sádicos, quando mais dor o passivo estivesse sentindo, mas prazer eles sentiam.
Após dizer isso, ele começa a lamber meu corpo e morder meus mamilos.
Quando ficou satisfeito com o que estava fazendo ele me manda ficar de joelhos e assim que eu estou de joelhos, tira a venda e diz que é para eu ver ele marcando território.
Neste momento vejo que estou sozinho com ele em um quarto.
Sem a venda ele enfia o pau na minha boca e começa a meter na minha boca, sempre me dando tapas na cara e enfiando o pau até a minha garganta.
Por várias vezes, eu engasgo, todavia, ele não se compadece e continua suas investidas até o momento em que ele segura minha cabeça firme contra seu corpo e enfia o pau inteiro e de uma vez na minha boca até a garganta e é neste momento que sinto a porra dele descendo direto na minha garganta.
O pau dele está totalmente dentro da minha boca, sem me dar a mínima chance de fugir e assim ele termina de gozar.
Após terminar de gozar ele sai, vai até um banheiro que existe no quarto e após estar limpo volta, segura meu rosto, me manda abrir a boca, cospe fartamente e me fala a seguinte frase:
– Agora seu inferno vai começar.
Neste momento ele coloca a venda novamente e de joelhos ele começa a me puxar pela coleira, o que me faz ficar de quatro.
Sem enxergar nada, percebo que ele abre a porta e me puxa para o cômodo que estava antes.
Neste momento, escuto conversar, gargalhadas e palmas e após me deixar num lugar do cômodo ele fala:
– Essa puta aqui é deliciosa, o cu parece uma buceta, vcs vão adorar estraçalhar ele, e olha! usem sem nenhum tipo de pudor, porque essa puta gosta de ser tratada feito lixo.
Os caras gritam e neste momento recebo outro puxam pela coleira.
Sem ver nada sou levado até uma espécie de cavalete macio, onde sou colocado.
Após estar montado no cavalete, sinto os caras me amarrando, amarram meus braços, pernas e corpo junto ao cavalete. Meu queixo é apoiado numa espécie de suporte para que minha cabeça fique levantada.
E sem esperar já recebo a primeira estocada no cu.
Um cara mete o pau dentro de mim com a mesma violência que o senhor meteu da primeira e assim sinto minha boca sento preenchida por outro pau.
Neste momento sinto um tesão enorme, pois meu cu não está mais dolorido.
Fico nesta posição por muito tempo e percebo que os caras revezam no meu cu e na minha boca sem me dar nenhum descanso.
Enquanto estou levando rola nessa posição sinto no meu rosto e corpo cusparadas fartas que muitas vezes são bebidas cuspidas em mim.
Não tenho noção do quanto tempo fiquei nessa posição e nem quantos caras meteram em mim, só sei que fiquei com um pau no cu e na boca por muito tempo, tempo suficiente para sentir meu cu esfolado.
Após um bom tempo escuto um cara gritando:
– Galera, hora de gozar.
Neste momento eles combinam se vão tirar ou não minha venda, e, por maioria, decidem tirar.
Um cara vem e tira minha venda e como eu estava com ela a muito tempo não consigo abrir meus olhos no começo.
Após meus olhos se acostumarem com a claridade, abro os olhos e pela primeira vez na noite vejo o lugar e os caras.
Eu estava amarrado num cavalete de couro no meio de uma sala ampla e ao meu redor vejo vários homens pelados de pau duro.
Consigo contar na minha frente 7 homens e percebo que todos estão bebendo cerveja e todos que estão no alcance da minha visão são maduros, na sua grande maioria peludos e barrigudos.
Quando começo a olhar para o rosto deles, recebo uma cusparada e um tapa na cara e a orientação para manter meus olhos baixos. Atendo rapidamente.
Neste momento forma-se uma roda ao meu redor e os caras começam a me desamarrar do cavalete.
Depois de solto me mandam ficar de joelhos.
Após eu estar de joelhos os caras formam uma roda em torno de mim e um deles puxa meu cabelo, levanta minha cabeça e me manda ficar de boca totalmente aberta.
Eu abro a boca e os caras começam a punhetar ao meu redor, até que o primeiro chega bem próximo e goza na minha boca e rosto.
Após o primeiro gozar sou informado para não engolir a porra e que só deveria fazer isso, após todos gozarem.
Fico de boca aberta, segurando a porra na boca para não engolir e assim vou vendo um a um gozar na minha boca e rosto.
Quando finalmente o último termina eu percebo que são 16 caras. 16 caras me comeram e gozaram em mim.
Fico cheio de tesão e neste momento o senhor que me levou, fecha minha boca e me manda engolir.
Tenho muita dificuldade para engolir toda aquela porra, mas ele tapa meu nariz, me dá um tapa na cara e me manda engolir cada gota, sob pena de sofrer bem mais.
Após um esforço engulo tudo e abro a boca para mostrar e neste momento os caras caem na gargalhada.
Após engolir tudo, sou puxado pela coleira até um banheiro.
Chegando no banheiro sou jogado no box do banheiro e orientado a ficar lá e não passa nem um segundo e o primeiro cara já vem mijar em mim.
Sou pego de surpresa, pois não curto esses lances.
Fico deitado e como o box é grande forma uma roda em torno de mim.
Uma roda de caras mijando em todo meu corpo, mas principalmente no rosto.
Me mandam abrir a boca e começam a mirar dentro.
Assim que minha boca está cheia, me mandam engolir, todavia, não consigo engolir engasgo.
Eles caem na gargalhada e forçam ainda mais eu engolir o mijo.
Após todos mijarem, eles saem e me largam deitado pelado no box, o senhor que me levou na festa volta e me manda ficar daquele jeito até eles voltarem com outras instruções.
Passado um tempo, e deve ter sido um bom tempo, pois eu fiquei totalmente seco, vem um cara e me traz umas cervejas e uns aperitivos e orienta a comer, pois a noite estaria apenas começando.
Eu sento no banheiro, pego a primeira cerveja e bebo quase que num gole só.
Neste momento ele sai do banheiro e fecha a porta, me largando lá.
Eu pego a outra cerveja e começo a beber, todavia, não consigo comer nada, pois estou ansioso demais e com medo de passar vergonha.
Passado um tempo, dois caras vem até o banheiro e me mandam eu ficar de quatro e começam a me puxar pela coleira.
Me levam novamente até a sala e me colocam numa cadeira sling que está virada para dois sofás grandes. Novamente me prendem pelos pés e pelas mãos, mas dessa vez ao invés de me vendar, eles colocam uma mordaça na minha boca.
Um deles me avisa que chegou a hora de brincar com meu cu, momento em que um cara traz uma caixa cheia de consolos e brinquedos.
Eles começam a colocar os consolos em uma mesa ao lado da cadeira de sling e eu começo a ficar muito preocupado, pois percebo que tem de todos os tamanhos e grossuras.
Após colocarem os consolos na mesa, um deles vem e prende pregadores nos meus dois mamilos e eu começo a urrar de dor.
Eles dão risada e um deles cospe na minha cara.
Sem eu esperar, pois estava de olho fechado por causa da dor nos meus mamilos, um deles começa a enterrar um consolo no meu cu. Graças a deus não era um consolo imenso.
Ele começa a enfiar e quando olho existe uma plateia nos sofás e dos lados.
Ele começa a enfiar o consolo sem dó e sempre vem um para olhar de perto.
Após ver que meu cu se acostumou com o consolo, ele vai até a mesa e pega um consolo imenso, que deveria ter uns 30 cm.
Eu arregalo os olhos e ele percebe o meu pânico e dá risada.
Nisso começa a enfiar o consolo imenso dentro de mim e eu vou sentindo que ele está forçando para entrar tudo.
Eu começo a me debater, todavia, um dos caras que estava ao lado me dá um tapa e me manda ficar quieto.
Meus olhos começam a encher de lágrimas e ele dá risada e conta aos outros.
Nisso, o cara força mais e todos começam a bater palma.
Para meu azar ou sorte, ele conseguiu enfiar o consolo inteiro dentro de mim e sei disso porque estou sentindo a dor.
Após tirar o consolo o cara que está manuseando os consolos no meu cu, diz que eu vou ter um descanso, todavia, ele pega outro consolo, um menor, bem menor.
Ele enfia no meu cu e eu já não sinto nada e é neste momento que o consolo começa a vibrar.
Olho para a mão dele e ele está com um controle na mão e conforme eu começo a me contorcer ele vai aumentando a intensidade.
Começo a me contorcer muito e todos começam a dar risada, uns vem até mim cospem e falam baixarias.
Após um tempo ele desliga o consolo e eu relaxo.
O cara que está manuseando os consolos sai e ai entra outro, um cara negro e grande.
O cara vem até mim e diz, acho que agora vc já está preparado, sai e vai até a mesa. Na mesa pega duas luvas e quando ele está colocando eu já fico desesperado, pois nunca tinha recebido Fist.
Ele percebe meu desespero, ri e diz para eu ficar tranquilo, pois ele é experiente nisso.
Então, após as duas mãos dele estar totalmente lubrificadas, ele começa a tortura.
Primeiro ele enfia 4 dedos, sempre intercalando as duas mão, ai ele começa as forçar os 5, sei disso porque a dor começa aumentar.
Ele vai devagar massageando e forçando, até que sinto uma dor imensa e neste momento sei que a mão dele está dentro de mim.
Meus olhos enchem de lágrimas, e começo a sentir os caras chegando mais perto para ver.
Ele começa a movimentar a mão dentro de mim e eu decido que vou relaxar, pois não tem para onde fugir.
Ali, entregue, deixo o cara me fistar, ele enfiar uma mão e depois troca para outra enquanto os outros ativos batem punheta e se deliciam.
Ele fica nessa brincadeira com meu cu por um bom tempo, até que o fistador tira a mão, se levanta e sai.
Neste momento vários caras vem olhar o estrago feito no meu cu, que imagino deve estar super aberto.
Uns passam a mão e outros só ficam punhetando, mas todos muito satisfeitos com o estrago.
Aos poucos os caras saem da sala e vão para a área externa da casa, onde imagino que deva estar rolando a social.
Me largam ali, totalmente arrombado e sem nenhum tipo de atenção e carinho.
Neste momento me bate uma tristeza e eu me questiono porque aceitei tudo aquilo, pois para mim estava indo longe demais.
Após um bom tempo, os caras voltam e eu percebo que todos estão bem alterados, inclusive o senhor que me levou na festa.
E ali, naquele mesma cadeira de sling, eles começam a meter em mim, um a um.
Um deles tira a mordaça da minha boca e me força a chupar ele. Confesso que já não estava mais no clima, mas chupei com gosto.
Como estava sem a venda, dessa vez pude ver todos revezarem em mim, cada cara que me comeu eu olhei atentamente, queria deixar marcado na cabeça.
Após todos estarem bem satisfeitos, e isso demorou bastante, pois eles estavam bêbados eles começaram a gozar em uma taça.
A taça estava ao meu lado e eu fui forçado a olhar cada cara gozar e quando a taça estava cheia e todos estavam satisfeitos um dos caras olhou bem para mim e disse:
Você vai beber todo esse leite e sem deixar cair nenhuma gota, pois se deixar vai apanhar igual a cadela que você é. E assim, aos poucos, ele começou a derramar a porra na minha boca para que eu engolisse tudo.
Assim que engoli tudo, todos aplaudiram e começaram a me soltar.
Após isso, um deles me puxou pela coleira e me levou para o mesmo banheiro e eu já sabia o que viria.
E assim, todos que queriam mijar, mijaram em mim.
Após todos mijarem o senhor que me levou para festa me disse que eu teria que dormir lá, pois ele não tinha condições de me levar embora, mas que eu teria um quarto apenas meu. Nisso me puxou pela coleira e me levou até meu quarto, onde tinha um banheiro.
O senhor tirou a coleira e disse que eu poderia tomar banho e descansar, pois amanhã seria um outro dia.
Sozinho no quarto, fui tomar banho, tomei um banho demorado em bem quente pensando em tudo que havia passado.
Nesse banho tive ainda mais consciência do quão submisso eu sou e o quanto eu adoro esse tipo de putaria.
Deitei na cama e ao pegar o celular, vi que já eram 5 horas da manhã.
No outro dia, fui despertado pelo senhor que havia me levado.
Ele me perguntou se estava tudo bem e se eu havia gostado do que havia passado. Eu respondi que estava bem e que havia gostado muito de tudo. Foi quando ele me disse que se quisesse poderia passar a tarde com eles e sem pensar duas vezes eu disse que topava.
Neste momento ele se animou e me disse para eu me preparar e que logo em seguida trariam um café da manhã para mim.
Após tomar café e estar devidamente preparado, fui liberado a andar livre pelo espaço todo.
Dei uma volta e vi que se tratava de um lugar bem bonito e legal e que o lugar tinha uma piscina.
Fui liberado a me juntar a eles na piscina, sem contudo poder falar com eles.
Claro que estava pelado, mas alguns também estavam, então não foi vergonha nenhuma.
Após um tempo na piscina, dois caras me chamaram e me escoltaram até uma cama que havia próximo a piscina.
Chegando lá, abaixaram a sunga e me mandaram mamar. O que fiz prontamente.
Enquanto mamava, outros caras chegaram perto e ali eu percebi que seria arregaçado novamente.
Dessa vez eles não me amarraram e nem me vendaram, mas ainda assim continuaram a me tratar feito objeto sexual.
Percebi que ao meu redor haviam uns 9 caras e fui chupando um a um, até que me colocaram de quatro e começaram a socar rola no meu cu.
Os caras revezaram e socaram bastante até que um deles disse que deveriam fazer dupla penetração em mim, afinal eu era uma puta larga.
Um deles, de pau bem grande deitou na cama e eu sentei em cima e sem muita demora um outro ativo já forçou o pau dentro do meu cu.
Nisso eu estava levando dupla penetração de dois machos e chupando outro.
O que estava deitado tinha o pau imenso e não ficava mole nunca então os que revezavam eram os que estavam em cima, e olha que revezaram bastante.
Após bastante tempo levando dupla penetração os caras me mudaram de posição, me colocando de bruços e me mandando ficar ali.
Nisso, os caras começaram a meter em mim, mas eu percebi que a roda já havia diminuído.
O último cara que meteu em mim me deu a ordem de ficar lá deitado, pois quando sentissem vontade eles meteriam mais.
Fiquei lá deitado a tarde toda tomando cerveja e sendo visitado pelos caras.
Eles chegavam e nem pediam licença, já iam socando o pau na minha boca ou cu sem nenhum cerimonia.
Nessas estocadas individuais os caras me colocavam em várias posições, sendo algumas, frango assado, ladinho, coque e em pé.
Um a um foi gozando e gozando do jeito que desejava.
No pôr do sol, percebi que o grupo de 9 tinha diminuído para 2 ativos, sendo um deles o senhor que tinha me levado para a festa.
Por fim, o senhor veio até mim e disse que iriamos embora, que era para eu ir me lavar e me trocar que ele me levaria até o local que tinha me pegado.
Depois de limpo e tomado banho, fomos embora.
No caminho de volta ele disse que tinha ficado bem com os amigos dele, pois eu tinha aguentado bem. Que eu era uma puta cadela e que quando eu voltasse para Floripa era para mandar mensagem para ele, pois eu serviria eles novamente.
Agora que relatei a vocês a experiência que passei, quero deixar minha impressão de tudo:
Eu gostei muito de tudo que vivi, não vejo a hora de passar por algo parecido novamente.
Sou do tipo de passivo submisso que aguenta tudo e fica quieto, pois o meu prazer está em satisfazer os ativos.
Caso você tenha interesse que eu satisfaça você e seu grupo de amigos, me mande mensagem no e-mail [email protected]

Disk Sexo

One thought on “Fui passivo de 16 num Gangbang

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *