Fudendo chamei meu marido por outro nome

Olá, tudo bem? Eu me chamo Michelle e quero primeiramente comentar sobre quem eu sou. A muito tempo não era tão conhecida como hoje, mas algo que não é tão conhecido são os meus desejos um tanto “diferentes” que ocorrem nas famílias tradicionais brasileiras. Eu gosto muito dos ideiais que eu e meu marido – Jair – temos, e levamos adiante, mas algumas vezes acredito que é importante “apimentar” a relação, sair da mesmice.

Sexo Por Telefone

Acredito que se você for casado ou casada, entende que fantasias, brinquedos são interessantes, mas eu gosto de coisas além disso. Sou quente, de um fogo muito alto, por isso que ficar somente em brincadeirinhas não me atrai, gosto do proibido e peço que meu marido não fique sabendo disso. Mas vamos as apresentações.

Eu já citei que sou casada, mas antes quero falar de mim – só um pouquinho – tudo bem? Me vejo como branca, tenho o cabelo com luzes, pois me deixa bem mais jovem e meu marido adora esse cabelo um pouco loiro. Tenho seios médios e um corpo que não cuido com tanta academia, mas me vejo magra, sempre precisando perder um pouco de peso, sabe? Gosto de comer bem (e que me coma bem rsrsrs), tenho uma postura fora da cama de dama, recatada, mas na cama ali sou uma louca e gosto muito que me mande e que deixe eu mandar. Ultimamente, com o brasil indo para o lado mais militar, eu prefiro que mande em mim.

Como já falei, sou casada. Meu marido se chama Jair e gosto bastante dele. Ele tem uma aparencia meio boba, mas ele é muito bravo e carinhoso. Tem a sua idade, e faz o que pode comigo na cama, o único problema é que não consegue me deixar saciada, uma pena, por isso que preciso de outras brincadeirinhas, se é que me entende. Ele pratica pouco exercicios, já foi militar, mas nunca em alto escalação ou enfratasse uma guerra, o que é uma pena, pois iria adorar ele todo suado, molhado e sujo de lama chegando em casa e me comendo na escada, já pensou?

Olha, quero falar que não uso meio termos, vou falar do jeito que gosto de falar e da forma. Se você ficar ofendido ou ofendida, peço licença.. afinal, quem não gosta de uma boa sacanagem, né? Sou brasileira.

O que quero contar hoje é como ter uma familia e o ambiente rodeado de homens me dá muito tesão. Ultimamente tenho vivido algo inédito na minha vida. O meu marido chegou ao topo da carreira como político. Sim… sou casada com um político. Pode parecer estranho, mas até gosto dessa sensação de poder, de dominação que existe quando se está próximo de alguém que é politico e agora que ele chegou até o nível máximo a sensação ainda é maior.

O que posso comentar é do dia da vitória. Foi uma manhã de domingo bem complicada, muita gente em casa, os filhos (somos em 4, 3 meninos e uma menina) apesar da maioria não ser meu filho gerado por mim, me sinto mãe deles e eles me chamam de mãe ou de michelle e está tudo bem sobre isso. Mas, no dia que sairia o resultado e terminaria uma cansativa campanha, estavamos recebendo muita gente na nossa casa. Casa cheia, minha gente com medo e eu com medo também, vai que não consegue né? Mas deu tudo certo, graças a deus (meio confuso eu falar de deus aqui, mas tudo bem).

Fizemos a festa, foi ótimo, e na hora de dormir eu avisei que não queria dormir. Muitas pessoas ainda foram embora, mas alguns ainda ficaram e eu queria comemorar com o meu marido. Teve uma hora que ele nem percebeu e fui no quarto me trocar e colocar algo que ele gosta bastante que são as calcinhas. Tirei a que estava e percebi o quanto estava melada, nao tinha sentido isso, mas a tensão me deixou muito excitada. Coloquei uma pequena, me olhei no espelho e já voltei para o lado do marido.

Quando chegou a noite, logo queria comemorar. Ele não parecia tão disposto, mas já fui falando perto do ouvido dele, abraçando ele e dizendo que hoje era dia dele me comer, comemorar comigo. Ele comentou sobre a casa estar cheia (pena q ele não sabe, mas isso é o que me dá muito tesão. Ouvir a casa cheia, gritar enquanto levo pau, sabe? isso me dá muito tesão e eu quero gritar, mostrando para todos que ouvem a cadela que sou e isso ficar só entre nós, me entende?) E como foi dificil convencer. Fiquei com o pau dele na boca, chupando e lambia ele todo, os ovos, cuspia, tocava punheta e ele mesmo assim ficava dizendo que não era bom, que teria outros momentos.

Falei que o momento que eu queria era agora. Levantei, passei o dedo na buceta e mostrei o quanto eu queria aquele pau e que se ele desse, iria daquele jeito comemorar na sala. Nunca tinha falado daquela maneira para ele e claro que ele se assustou. Aquilo deixou o pau dele duro de uma forma que era possivel ver as veias pulsando. Falei em tom de muita sacanagem que parecia que alguem tinha gostado da ideia, né? Peguei o pau e comecei a punhetar com o que eu tinha de baba de buceta na minha mao. Batia e chupava bem forte. Sentia que o meu homem estava com vontade de fuder agora, depois de saber que eu poderia dar para outros.

Sentei naquele cacete, subia e descia, ainda sem gritar, sem berrar na pica. Jair ficava sem me tocar, e eu que apertava meus peitos, e o tesão foi subindo e subindo, quando eu vi, já gritava naquela rola, xingava ele de puto, pedia pra enfiar, pra gozar igual um cavalo, e nem ouvia o que ele dizia ou se gemia, ali era o meu momento. Fudendo e sentando e suando naquele pau, comecei a pensar em várias coisas, em vários paus que tinha vontade, até que ficando mais doida ainda, comecei a gritar “mete seu puto.. come essa vagabunda come” e aumentava as sentadas, era possível ouvir o som batendo da foda. Suava, gritava, até que falei “vai Flávio, vai flávio” só que Flávio era um nome dos filhos dele, ou filho nosso?

Continua…

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