Esposa na casa de praia

Tenho 40 anos, 1,85, 90 kg, claro, advogado relativamente bem-sucedido. Minha esposa, 35 anos, 1,67, 63 kg, loirinha, também advogada. Resolvemos, nesta pandemia, alugar uma casa de praia em Trancoso-Ba. Era uma casa relativamente confortável, com piscina e uma casinha anexa usada pelo caseiro, o Valdir, um negro de quase 2,00m, de altura, uns 20 anos e extremamente magro.
Chegamos à casa e Valdir, cordialmente se apresentou, mostrou os ambientes e se colocou à disposição caso precisássemos de seus serviços. Tudo funcionava bem na casa, já havíamos acertado, anteriormente com o proprietário que deixasse a geladeira abastecida. Levamos apenas vinhos bons e alguns petiscos que poderíamos não encontrar lá. Passaríamos 05 dias em Trancoso.

Na chegada, notei que minha mulher havia olhado diferente pra Valdir, pensei que pudesse ser devido à altura. Mas não era um sujeito bonito. Talvez sua magreza fosse por alguma dificuldade financeira. Como chegamos à tarde, fomos organizar nossas roupas, e tomar um bom banho antes de sairmos à noite. Quando voltamos, tomamos outro banho e começou a pega-pega. Minha mulher me deu loucamente aquela noite e gemeu bastante. Falei algumas putarias no ouvido dela, pois tinha visto que trouxera biquinis minúsculos.
Na manhã seguinte, ela experimentava biquinis e escolheu um bem pequeno. Regulei na hora e ela disse que havia trazido outros ainda menores. Eu disse que ela não teria coragem de usar e ela falou: “não me desafie!”. Eu retruquei: “desafio feito”. E a danada vestiu o biquininho metido no rabo.

Quando íamos sair, vi Valdir limpando a piscina. Ele usava shorts nylon e uma camiseta regata. Sua roupa estava ligeiramente molhada (não sei se de propósito ou pelo trabalho), mas marcava que tinha uma taca grande. Vi minha mulher olhando discretamente. Fiquei com um pouco de raiva e tesão misturados, pois até então, a via como fiel.
Perguntei a ele onde teria uma praia mais vazia, porém sem perigo. Ela retrucou que queria uma badalada. Eu estranhei, porque ela estava com o biquininho e a malandragem iria comer ela com os olhos. Ele indicou a praia e fomos. Dito e feito, durante o dia, enquanto ela tomava sol ou ia na água, a “homarada” fitava vorazmente. Tomamos algumas caipiroscas e percebi ela bem louquinha. Pensei, vou comer esse cuzinho hoje (ela reluta em dar o rabo quando está sã).

Chegamos na casa, abri uma cerveja, fiz uma drink forte pra ela e entramos na piscina. Ela estava bem queimadinha e o biquininho enterrado no rabo. Notei que o ralo da piscina estava sugando, daí chamei Valdir. Falei sobre o perigo. Ele mexeu na casa de máquinas, mas continuava. Ele falou que após nós saírmos, ele entraria na água pra ver se tinha algo errado. Eu pedi que ele visse pessoalmente, porque poderia ocorrer algum acidente. Ele entrou na água e enquanto futucava lá no ralo mergulhando, minha mulher começou a se esfregar em minha pica, me deixando muito excitado. Não tinha como Valdir não perceber. Isso o excitou e quando ele saiu da água, seus shorts de nylon mostrava claramente que estava de pau duro e o bicho era imenso.

Ficamos na água mais um pouco nos roçando e ela me chamou pra irmos pro quarto foder. Ao entramos no quarto, ela abriu a janela, que tinha vista pra piscina e ficou de costas pra mim. Falou, vem me foder aqui. Fiquei doido e a comi vorazmente. Enquanto comia, sua buceta já enxarcada, ela perguntou se eu havia levado o ky e eu afirmei que sim. Ela falou pra eu pegar, que iria me dar o cuzinho aquela hora. Eu não vacilei, lambuzei o cuzinho dela e comecei a comer e ela gemia virada pra janela. Sussurou se eu acha o rabo dela gostoso e disse que queria foder se expondo na janela. Percebi que ela queria provocar o negão Valdir. Comi o cuzinho dela e gozei fartamente. Ela estava enlouquecida, dizendo que estava tarada. Notei que Valdir mexia na piscina e teria visto a nossa foda. Ela falou comigo: “amor, ninguém nos conhece aqui, topa provocar esse cara?” “Vamos deixá-lo doido?” Eu também meio bêbado, topei o desafio.

Mexi no chuveiro e falei com ele que a água estava fria. Ele subiu e lá no banheiro da suíte, ao entrar viu minha mulher com seu minúsculo biquini aguardando o chuveiro ficar pronto. Negão de pau duro de novo!
Fodemos a noite toda e ela estava super safada. Falou, vamos convidar o Valdir pra nos levar na praia mais privativa. Ai ela meteu seu menor biquini. O de puta mesmo. Ele foi conosco e levamos um isopor com muitas cervejas e tira-gostos. Chegamos à praia, extremamente deserta. Quando ela tirou a canga, o biquini mostrava até as pregas do cuzinho, que tinha sido comido no dia anterior. Ela estava inquieta, toda hora se levantava e deitava, ia na água, passava bronzeador, etc. Quando o negão foi na água, ela me chamou pra irmos também. Lá, ela começou a se esfregar em mim e eu de pau duro e Valdir conversando conosco notava que estávamos nos tarando. Ao saírmos, o negão tava com os mesmos shorts do dia anterior colado no corpo, porém agora de sacanagem o fila da puta foi sem cueca e estava muito evidente sua excitação.

Minha mulher falou com ele, na cara dura, para meu espanto. “Noosssaa Valdir, pra quê isso tudo?” e virou descaradamente pra mim e falou, “amor, estamos só nós três, ninguém nos conhece aqui, deixa eu ver o pau dele”. Eu deixei a putaria ir em frente, o negão sacou a pica e ela não se conteve, pegou e começou a punhetar. Aí, foi tudo por água abaixo. A putaria começou. Ela abocanhou o pau de Valdir e eu comecei a comer sua buceta enxarcada. Depois ele pediu pra meter nela, e eu deixei. Ele veio pra buceta e eu pus ela pra chupar.

Ela gemia feito uma piranha e para o meu grande espanto, ela pegou o pau dele e posicionou no seu rabo. Ela não estava bêbada, não tinha ky e ela estava oferecendo o rabo pra um negão roludo comer na tora, sem preservativo. Coisa que sempre ela recusava pra mim. Deu o cu feito uma vadia, aguentou o mastro no rabo sem pestanejar. Eu e o Valdir a comemos durante a tarde toda e a noite também. Fizemos muita putaria com ela, inclusive gozo na cara, na boca e dupla penetração. Não sabia que tinha casado com uma puta. Ela bêbada, falou num dado momento que tinha tesão de dar pra estranhos e se sentisse vontade daria pra qualquer um daquele mesmo jeito.

Ao voltarmos pra São Paulo, entrei com o pedido de divórcio e deixo o ensinamento: Comam tudo de suas esposas, porque elas podem ter fantasias assim e se você bobear, você trabalha igual a um burro, come só a marmitinha e os vagabundos da rua comem a melhor parte. Se for pra ter uma puta, melhor ter várias da rua. Fica mais barato e você varia o cardápio.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *