Esposa sendo putinha por uma noite

Eu e minha esposa por várias vezes brincamos sobre como seria a vida de uma garota de programa.

Divertíamos com brincadeiras tipo “e se vc fosse uma?”, “o que faria?”, “teria coragem?”, etc. Lendo e conversando sobre, fiquei sabendo de casos em que maridos levam a esposa em casas noturnas. Embora interessante, não tem toda a graça e excitação das garotas de programa na rua. Porém não passava de brincadeira dado todo o risco envolvido.

Deixa eu descrever minha esposa: Juliana, 40 anos, 1.70m, 60kg, muito sarada (adora malhar e pedalar), loura bronzeada (douradinha), bunda rebitada, seios na proporção perfeita, pernas de parar o trânsito.

Em uma noite em que estávamos em casa, bebendo vinho e nos divertindo, nós brincamos novamente sobre a Ju sendo garota de programa. Daí, no estado alcoólico alto de nós dois, eu propus irmos para rua “ver como é a vida das meninas”. Ela topou na hora, e foi levantando e pegando a bolsa. Eu falei “espera, vc tem q se vestir adequadamente”. Ela assustou e me perguntou porquê. Eu falei q era pra entrar no clima! Com receio ela aceitou. Escolhi uma saia preta justa curtinha, que deixava as coxas à mostra, e uma blusa branca soltinha. Não deixei ela colocar o sutiã, ao som de um “vc está louco??!!!”. Daí falei q levaríamos ele no carro, caso precisasse. A visão dos peitos dela soltinhos na blusa me deixou de pau duro antes de sair de casa! Ela calçou um sapato de salto, daqueles de só encaixar o pé, sem alça, que deixam a panturrilha definida qdo andava. A Ju é estilo magra sarada, pernas fortes e bunda rebitada.

Ela entrou no carro com um sorriso animado, atiçado pelo álcool. Ao sentar a saia subiu, fui passar a mão nas pernas, e ela me repreendeu “aqui só pagando meu querido”… “OMG!!”.

Partimos rumo ao um bairro nobre, que a noite tem mtas garotas de programa na rua. Chegando parei o carro embaixo de uma arvore, num local escuro.

Ficamos observando o movimento, carros passando devagar com homens a procura. Alguns paravam na esquina de baixo, onde haviam duas garotas.

Falei com ela pra descer e ficar conversando comigo pela janela do carro. Ela recusou, eu insisti e ela acabou topando. A janela do carro ficava no escuro, então quem passava só via ela.

O primeiro carro que parou ela ignorou e virou pra minha janela, daí ele foi embora. Eu falei “calma, ao menos conversar vc pode”. Ela disse q a conversa podia levar a outras coisas, q era perigoso! Falei pra ela passar um valor bem alto ($500), dai eles recusariam.

Ela topou e se soltou um pouco mais. Peguei a garrafa de vinho q trouxe no carro e ela bebeu um pouco mais. Virou encostando as costas na janela do carro. Fechei a janela e deixei somente uma fresta aberta, para podermos falar sem ninguém me ver.

A cada carro q passava o coração dela acelerava (e o meu tb!). Até que encostou o primeiro ‘cliente’, num Civic. Ele abriu o vidro e chamou ela. Era um senhor de uns 55 anos. Ela demorou mas acabou indo na janela do passageiro. Daí ele pediu q ela viesse na do motorista. Ela foi e daí pude ver o medo na cara dela, pois ficava com o corpo a mostra pros carros q passavam na rua.

Abri mais um pouco minha janela pra escutar. Ele levou as mãos até ela. Ela assustou e se afastou, ele disse “calma querida, não vou arrancar pedaço”. Ela voltou à janela e ele tocou os braços dela, e foi chegando nos seios, por cima da blusa. Ela foi deixando, acho q com receio de ser repreendida de novo. Ele pegou nos seios dela e foram conversando. Ele perguntou o valor e ela não respondeu – estava paralisada com ele tocando nos seios dela. Ele perguntou novamente e ela falou 500. Ele assustou, falou q ela era maravilhosa, mas o preço era mto alto. Ela não abaixou. Ele perguntou qto ela cobraria pra um boquete, ela disse 500, ele riu e falou “fala sério”. Ela ficou calada. Ele disse “ok, então apenas pegar nele (apontando pra calça)”. Ela sem graça não teve coragem de dizer 500, e de impulso falou 100. Ele respondeu “ok, entra aqui”. Ela congelou! Paralisou, demorou e começou a andar em direção à porta do passageiro, me olhando assustada. Entrou no carro, ele estava com a calça aberta e pau duro pra fora. Ela ficou imóvel, ele pegou a nota de 100 e colocou no bolso da blusa dela, tocando os seios novamente. Ela assustada olhou na minha direção. Ele falou “desculpa, peraí q vou fechar o vidro”, ela pediu “não, pode deixar, estou com calor”. Ela foi lentamente com a mão chegou perto e parou na coxa dele. Exitou e pegou no pinto dele, q pulsava, como ela me contou. Ele falou “mexe nele”. Ela foi movimentando devagar. Ele pegou nas coxas dela. Ela deixou. Ele foi subindo a mão em direção a calcinha. Ela no impulso fechou as pernas. Ele então foi na parte de cima e começou a abrir a blusa, botão por botão até os seios ficarem pra fora. Vi na cara dela q estava sem graça, sem coragem de falar nada ou pedir q parasse. Ela então foi acelerando a punheta. Ele falou “põe ele na boca”. Ela fez negativa com a cabeça. Ele foi massageando os seios e pediu novamente “encosta o meu pau no seu rosto então”. Pegou na nuca dela e foi forçando pra baixo. Ela parou a punheta, abriu um pouco a mão e chegou o rosto próximo. Meu coração disparou. Ela encostou o pau no rosto, igual uma gatinha manhosa. Ele falou “só um beijinho, vai”. Ela virou o rosto, olhou, e chegou a boca perto, encostando os lábios no corpo do pênis. Deu um beijo colado. Ele pediu “unzinho na cabeça e acabou”. Ela foi e qdo chegou com o lábio molhado na cabeça ele estourou em gozo, acertando a testa e perto dos olhos dela. Ele segurou a mão dela e continuou a punheta até sair tudo.

Ela com as mãos sujas não conseguia limpar o esperma do rosto. Ela pediu um papel e ele falou q não tinha, e pediu q ela saísse, preocupado em não sujar o carro. Ela desceu, ainda com a blusa aberta. Passaram uns lavadores de carro e assobiaram pra ela, rindo. Eles ofereceram o balde de água e um pano pra ela se limpar. Ela constrangida aceitou, limpou e fechou os botões. Ela agradeceu e um deles passou um pano sobre os seios limpando uma última gota e respondendo “disponha querida!”. Eles desceram pra esquina de baixo.

Eles foram pra esquina e eu abri a porta do carro. Ela sentou, bebeu um longo gole do vinho, falou “PUTA QUE O PARIU!”. Respirou fundo e saiu do carro de novo. Eu assustei!! Ela falou “meu coração tá acelerado, bora continuar com a brincadeira. Vou tomar mais cuidado”.

Encostou na minha janela e não demorou nem 5min e outro carro encostou, dessa vez um cara de uns 45 anos numa BMW X1. Ela chegou na janela do passageiro e ele pediu pra ela entrar. Eles ficaram conversando, ele segurando na perna dela. Ela passou o preço de 700. Ele riu e falou “querida, vc vale 1000, mas eu só tenho 300 aqui. Podemos ir pra outro lugar e eu tiro mais dinheiro”. Ela segurou na perna dele e disse “obrigado, mas fica pra próxima meu querido” e foi abrir a porta. Ele segurou a mão dela e colocou os 300 dentro, falando “o dinheiro é seu, me dê o q puder com isso”. Ela falou ok, deu um beijo no rosto e brincou q ia sair.

Ele riu e pegou a mão dela colocando no pinto sobre a calça. Ela ficou mexendo. Ele segurou o seio dela e foi massageando, e falou “tira essa blusa, vai”. Ela não fez nada. Ele abriu os botões e tirou a blusa. Abriu a calça colocou o pau pra fora. Ela pegou nele e começou a mexer. Como o espaço entre os dois bancos na X1 é grande, ela teve q debruçar, o q deixava ela de frente pro pau dele. Ele segurou na nuca e foi abaixando a cabeça dela. Ela foi fazendo força pra não deixar, mas em vão. Qdo colou o rosto no pênis, ela olhou bem, deu um beijinho na cabeça, e depois outro. Ele então movimentou a cabeça dela q deixou a cabeça toda entrar na boca. Estava grande e latejando como ela me disse. Ela foi mexendo e molhando a cabeça. Ele forçou mais um pouco e ela foi entrando todo o pau na boca, até q ela engasgou e parou. Nisso ela começou um sobe e desce, com ele fazendo carinho no cabelo dela. Em um momento ela parou e pediu q ele não gozasse na boca (ela não gostava de jeito nenhum). O pedido funcionou ao contrário, o cara ficou com tanto tesão q ao voltar a chupar ele gozou rapidinho, claro sem dar tempo dela tirar a boca, segurando a cabeça dela. Ela engoliu parte, e o resto escorreu. Ele agradeceu, deu um beijo no rosto, e colocou a blusa sobre o braço dela, já q as mãos estavam sujas.

Ela desceu e pra variar apareceu o lavador de carro solicito, oferecendo um pano. Qdo ela foi pegar ele tirou uma foto dos peitos dela. Ela assustou e falou “não, não, pelo amor de Deus, não pode”. Ele pediu desculpas e falou q os peitos dela eram mto bonitos e ele queria uma lembrança pra ‘homenagear’ depois. Ela pediu pra ele apagar, daí ele fala q apagaria se ela desse alguma lembrança pra ele. Ela oferece pra ele vestir a blusa dela. Ele então coloca a blusa, e vai fechando os botões e tocando nos seios.

Ao acabar ela pede pra ele apagar. Ele fala “ok, mas enquanto eu apago segura no meu pau pf” e mostra q na foto aparecia até o rosto dela. Ela vai com a mão pra pegar por cima da bermuda, daí ele puxa o elástico e entra com a mão dela por dentro da bermuda, pegando no pênis. Nisso ela fica bem próxima do corpo dele. Ele continua mexendo no celular e diz “me ajuda q eu te ajudo”… ela começa a mexer no pau, ele abre a braguilha colocando pra fora e fala “não vamos fazer sujeira… kkkkk”, ele clica em deletar e fala “falta só confirmar”. Ela, ao fruto da chantagem, vai punhetando até q ele goza, e muito. Ele confirma o deletar e agradece dando um beijo nela.

Ela chegou na minha janela com cara de “por favor me perdoe!”, pedindo desculpas e dizendo q fugiu ao controle! Eu respondi que tudo bem, nós havíamos provocado isso.

Quando ela vai contornar o carro pra entrar, um outro carro para e chama ela. Dessa vez haviam dois caras dentro. Ela ficou imóvel, sem saber o q fazer, e foi em direção ao carro.

Chegando na janela ela viu q haviam outros dois no banco de trás. Ela assustou e disse “opa, tem mta gente aqui”. Eles responderam “calma, não assuste, somos amigos”. Ela respondeu “ok, mas acho q vamos ficar só na conversa amiga então… rsrs”. Eles riram e falaram… “ok, entra aq pra conversar. Temos bebida!” mostrando uma garrafa de tequila. A Ju pensou e respondeu “perai q vou pegar minha bolsa”. E foi para o meu carro pelo banco do passageiro. Enquanto isso ele moveu o carro e parou no acostamento, local bem escuro.

Eu falei com ela “vc está louca… tá pensando em entrar lá?”. E ela “meu amor, voltamos a proposta do começo, bater papo e provocar. Não vou fazer nada com 4 caras, tá doido. Eu levo meu celular e deixo ele no viva voz com vc. Se algo acontecer vc buzina e me resgata.” Concordei e falei pra ter cuidado, e falar q não tava bem, já estava indo embora, e não ia fazer nada. Ela concordou.

A Ju saiu do carro e foi para o carro dos garotos. Eles falaram “poxa, a gata tá bem servida, olha o carro de trabalho dela”. O garoto de trás desceu e abriu a porta pra ela entrar. Ela entrou e ele sentou ao lado ficando no meio dos dois.

Eles tinham na faixa de 25 a 30. Serviram tequila pra ela e fizeram um brinde todos juntos. Foram jogando conversa fora e perguntando do preço. Ela disse q não fazia em grupo. Eles falaram ok, qto é pra um? Ela respondeu 500. Os dois de trás estavam com a mão nas pernas dela. Cada vez q ela esticava o braço pra receber a tequila, a saia subia mais, e a mão tb. Ela foi ficando alta c a bebida, e os papos de sacanagem correndo solto. O motorista (q não estava bebendo) falou “q tecido é esse da sua blusa?” E esticou a mão tocando nela e nos seios. Ela, na inocência (e bebedeira), respondeu “cetim”, e ele ficou tocando. Os dois de trás tb pegaram nos seios dela e falaram “mto gostoso esse tecido”. Ela então falou “ok garotos, o papo tá ótimo, mas estou ficando tonta, preciso ir. Minha hora chegou”. Daí o motorista falou “ok!”, e entregou um maço de dinheiro pra ela. Ela assustou e perguntou “o q é isso?”, e ele respondeu “2000 reais, 500 de cada”. Ela falou “mas eu não faço em grupo!”, e ele retrucou “é 500 de cadade cada vez”.

Putz!!

Ela falou “mas, mas…”. E o motorista “hj é seu dia de sortenum carro só!”. Nisso o de trás (#1) foi abrindo a blusa dela. Ela atônita não fazia nada. Tirou a blusa toda e começou a chupar os seios. O do lado (#2) falou “podemos ir um a um, q vai demorar mais, ou eu já vou adiantando minha parte”. Ela ficou em silêncio daí ele começou a desabotoar a saia dela. Eu, de pau duro, porém com medo, soltei um “caramba!”. Eles escutaram e abriram a bolsa dela, perguntando o q era isso. Ela explicou q era o marido, pois ela estava com medo. Eles falaram q não sabiam q prostituta tinha marido! Ela, no estado alcoólico, explica q não é prostituta, e q estava fazendo uma brincadeira junto com o marido. Q nunca tinha feito isso. Os 4 fizeram cara de surpresa, e alegria! Daí o motorista falou “Bom, por isso o cachê tão alto… rsrs.”

Então o 1 pegou na nuca dela e foi abaixou pra chupar ele. O 2 virou ela e pôs de quatro, abriu a porta do carro e foi pro lado de fora pra tirar a saia dela. Ela assustou e olhou pra trás, ele respondeu “calma, é só pra ter mais espaço”. Ele foi tirando a saia, mostrando a calcinha minúscula, com aquele mini triângulo atrás. O 3 desceu do carro tb, pra ter visão do espetáculo. Daí o 2 pegou nas tirinhas da calcinha e foi abaixando lentamente, dando a linda visão da calcinha saindo de dentro da bunda. A Ju ficou com aquela bunda maravilhosa toda exposta pros dois, e pra quem passasse na calçada. A posição de quatro deixava a bunda ainda mais indecente. O 3 deu um tapão na bunda, assustando ela, pois estava chupando o 1 e não via o q acontecia atrás. O 2 então perguntou “com qtos vc fez sexo hj?”. Ela parou de chupar e respondeu “com ninguém”. Ele então foi com a boca na bucetinha dela “adoro uma xoxota ‘virgem’ “ e começou a chupar. Ela gemeu e contraiu o corpo em excitação. Nisso o 1 abre a porta do carro, sai de baixo dela e fica de pé punhetando de frente pro rosto dela. Ela olha sem entender, apoiada nos braços, e de repente leva um jato de gozo na cara. Ela assusta e tenta virar o rosto tentando evitar o esperma, em vão. Nesse momento o 2 encaixa o pau na bucetinha dela e vai forçando a entrada. Ela grita de susto, e eu solto um “e a camisinha???”. O motorista responde “calma, ela não é puta, e nós somos de família” e todos começam a rir. O 2 então começa um vai e vem na bucetinha dela, acelerando as bombadas, que podem ser ouvidas de onde estou, sem precisar do telefone. Vai enfiando fundo a cada bombada. Nisso passa um transeunte que para e começa a apreciar sorrindo.

O 3 troca de posição com o 1 e põe o pau pra Ju chupar. Nessa hora eu vejo uma luz acendendo, era o 1 do lado de fora filmando a cena. Pqp! Peço pra ela abaixar a cabeça para não filmar o rosto. O motorista concorda dizendo “é melhor msm”, e entra na brincadeira apertando os peitos dela e tirando fotos. Nisso o 2 começa a gemer alto e começa a gozar… PQP!! Dentro dela sem camisinha. Ele para com o pau enfiado bem fundo pra terminar de gozar. Tira o pau e a porra escorre pra fora. Ele dá um tapa forte na bunda, deixando a marca da mão, e depois da um beijo agradecendo.

O motorista vai pro lugar do 2, e com o dedo começa a pincelar o cuzinho da Ju. Ela assusta e fala “aí não! Por favor! Eu nunca fiz, pelo amor de Deus!”. E ele fala “calma”, e vai introduzindo o dedo, fazendo ela contrair o ânus. Depois muda pra dois dedos, q faz ela soltar um grito! Nessa hora o 3 alerta q ela tá aparecendo na câmera qdo levanta o rosto. Ela então volta a chupar. O motorista então pega um gel no bolso, passa no pau e posiciona na entrada do cú dela, e vai forçando a entrada. Ela trava o ânus e começa a resmungar com princípio de choro.

Nisso o 3 segura o rosto dela e começa a bombar na boca! Ela se assusta e relaxa o ânus, o suficiente pro motorista conseguir entrar com a cabeça. Ela trava novamente mas em vão, e o pau dele vai entrando aos poucos a cada bombada. Os olhos delam ficam marejados e começa a descer lágrimas. O motorista consegue enfiar tudo, para no fundo e fica olhando pra baixo admirado. Nessa hora a dor para um pouco e a Ju fica mais aliviada, mas dura pouco e ele começa a bombar, segurando na cintura dela.

O 3 tb pega o embalo e intensifica o vai e vem na boca. Daí ele para de bombar, tira o pau e começa a disparar jatos de porra na cara dela. Ela abaixa tentando evitar e toma alguns jatos tb na cabeça. Ao terminar ele pega o pinto e fica batendo na cara dela, e põe na boca dela para limpa-lo. Nesse momento ela está de olhos fechados, sem enxergar nada por causa do esperma.

O motorista continua bombando atrás, acelerando cada vez mais, com a plateia dos outros dois assistindo, mais o lavador de carros e um transeunte. Ele então vai pra um vai e vem tirando o pau completamente pra fora e voltando a enfiar tudo, até q ele começa a gozar e aponta pra bunda e pras costas dela.

Eles então ajudam ela a sair do carro, toda coberta de esperma, e olhos fechados.

Nisso o lavador de carros vem com o pano e água para limpa-la. Ele joga a água no corpo dela, q grita com o frio e se abaixa ficando agachada no chão. Então ele vai passando o pano pelo corpo. Eu fico do carro tenso assistindo tudo. Ele deixa pra limpar o rosto dela por último.

Qdo ela consegue abrir os olhos, encolhida de frio no chão, ela vê o pênis do lavador na cara dela. Ele segura a cabeça dela e vai forçando a entrada e fala “vamos lá querida, sua roupa está ali comigo e te entrego assim q acabar”. Ele coloca o pau na boca dela, segura atrás da cabeça e vai bombando. Ela fica com nojo pelo cheiro e sabor do pênis dele, mas não pode fazer nada. Ele fica nisso por uns minutos, tira o pau pra fora e bate na cara dela. Ele então levanta ela e apoia de frente na parede. Ela apoia os braços na parede para suportar a força q ele faz nas costas dela. Ele vai procurando a bucetinha dela com o pau, ela suplica pra ele não fazer isso. Ele ignora e continua até q o pau encontra a entrada. Ele vai introduzindo tudo, tira as mãos das costas dela e segura na cintura, e começa a bombar sem piedade. Ele fica nisso por uns minutos até que puxa ela pra trás e senta com ela por cima e fala “vai q está acabando, cavalga aqui!”…. ela assustada e querendo acabar começa a cavalgar, fazendo uma malhação nas pernas, ela vai suando e se esforçando no sobe e desce, até q ele anuncia o gozo e segura ela embaixo, soltando tudo dentro dela.

Ele levanta, deixando ela sentada ofegante no chão. Agradece, dá um beijo e entrega as roupas dela. Os garotos vêm e entregam a bolsa dela. Pegam o telefone, anotam o número e o nome, e devolvem avisando q procurarão ela para novos programas.

Ela se levanta, e vai andando nua em direção ao carro. Entra, senta em silêncio, com cara de acabada, e fala para irmos. Eu pergunto se ela não vai vestir nem a blusa. Ela encosta no banco e fala “deixa assim”, e fecha os olhos.

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