Estupro na casa de campo

Olá, meu nome é Ana. Tenho 25 anos.
O conto é fantasia, é imaginação minha, mas garanto que é bom.
Eu sou branca, magra bem estilo garota com 1.59m, cabelo preto e seios pequenos durinhos, rosto fino e uma boca pequena, olhos escuros e ativos, com aquele rostinho de inocência e sapeca também, que sempre atraiu a atenção dos homens desde que eu era uma garotinha. Eu sou o que os caras chama de gostosa.

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Vamos lá para o meu mundo dos contos eróticos.
Tudo aconteceu quando fui para uma casa de campo que tenho no interior do meu estado, casa grande; com piscina, quartos, sala grande etc, uma bela casa de campo confortável. Você deve estar se perguntando, como sou tão nova e já tenho uma casa de campo, comecei a trabalhar desde bem nova, e hoje tenho minha estabilidade financeira, mas isso pouco importa aqui não é mesmo?

Bom, eu gosto de ficar no campo para distrair e relaxar a mente, fui numa sexta feira para minha casa, pretendia ficar por uns dias, voltaria para a cidade na segunda ou terça feira, tempo suficiente para um descaço. A casa fica afastada do vilarejo, uns 6 Km mais ou menos. Eu costumo reunir parentes e amigos para ir pra lá sempre. Nao é perigoso interior onde tenho a residência, não há porque se preocupar, pelo menos foi o que pensei.
Eu sair da minha cidade sexta pela manhã, parei em lanchonete e tomei café, depois em um posto de gasolina, afinal são quatro horas da cidade, é longe, eu sei. Cheguei em casa as 13 horas, fui fazer uma comida rápida e dar uma geral na casa empoeirada, já fazia 15 dias que ela tava sem visita.
COMEÇA á AÇÃO.
Começou a chover umas seis horas da tarde, eu tomei meu banho e fui curtir a chuva, meus vizinhos moram longe, as casas são distantes umas das outras, com aquela chuva não dava para visitar nenhum deles.
Eu tava na frente sentada confortavelmente olhando o temporal cair, raios trovões e um friozinho delicioso, tava escurecendo, eu entrei, uns 20 minutos ouvi uma batida na porta; toc.toc.
– Ué. Pensei. Eu não estou esperando ninguém, deve ser um dos vizinhos que tá passando pra dizer olá.
Fui atender a porta, para meu espanto não era vizinho nenhum, e sim dois rapazes que estava encharcados da chuva. Um deles se adiantou em dizer:
Oi, tudo bem? Desculpa em bater na sua porta assim, mas meu carro quebrou e eu com meus amigos ficamos bem encrencados nessa chuva. Quase não tem casa então…
Eu falei:
_ Não tudo bem, eu entendo! nossa vocês estão todos molhados, se quiserem entrar…é, eu vou pegar umas toalhas. Eu subi as escadas e fui buscar o que tinha dito. Como estava só em casa, estava vestindo um vestidinho desses de dormir bem fininho, dava para ver o volume bem desenhado dos meus seio, e o meu corpo estava bem sensual com aquela roupa, dando pra ver até a cor da calcinha azul do fio dental rendada. Eu desci com a toalha e adivinha, mais dois marmanjos lá batendo papo. Eu lembrei que ele falou em “amigos”…
Dei as toalhas e peguei outras lá em cima. Quando voltei, perguntei qual era o problema no carro, eles disseram que a bateria tinha morrido, entendo pouco de carros, mas até onde sei, eles não ia muito longe com aquele carro sem bateria, não é? a noite passava e a chuva nada de ir, eu conversei com eles, disse que poderiam ficar a vontade, tinha comida, água, suco, cerveja na geladeira, eu não bebo muito, mas sempre tenho para visitas…
Eles logo me perguntaram se eu estava só, eu disse que sim. conversa durou um tempo, eles me disseram que ia visitar um amigo naquela região, ai o carro começou a morrer e eles pararam na primeira casa que viram. Disseram que a casa do amigo tava bastante longe.
Eu presumi que eles iam passar a noite ali, fui mostra a casa e onde eles podiam ficar, subi e fui pro meu quarto, não estava preocupada, os caras nem cara de ladrão tinham, quando eu fosse dormir eu ia trancar a porta do meu quarto e pronto.
Os caras eram bonitos, muito mesmo. O dono do carro se chama Anderson, branco alto 1.80m, bem gostoso mesmo, o outo era Bel, uma cara meio bad boy, um sorriso malicioso cabelo castanho e olhos amarelo, o outro disse que se chamava Rafa de cabelo preto, alto de 1.78 pelo menos, rosto quadrado boca bonita e um olhos de drogado encrenqueiro. O ultimo era Felipe, todo pra frente e mandão, olhava pra mim parecia que queria me devorar, mas era gato pra caralho. Eram gatos e gostosos.
Eu desci fui na cozinha tomar água, passei pela sala e dei um sorriso. Pra subir para o segundo andar tem que passar na sala. Quando voltei, fui até eles no sofá e disse:
– Gente, eu vou subir, vou dormir, vcs fiquem a vontade ai. Eles se entre olharam e sorriram: mas já gatinha? fica mais aqui com a gente, disse o Felipe, me olhando de cima em baixo. Meu alerta soou, ele me chamou de gatinha. Continuei séria.
Na sala tem aqueles sofá grade sem braço, e um menor, eles ficam um de frete para o outro. Eu tava perto do menor, de costa para a escada. O Anderson me olhou e disse que concordava que tava cedo, eu realmente insisti que ia subir, o Felip veio por trás de mim e disse:
– Tá cedo, falta a sobremesas, não achei na sua geladeira, mas acho que você serve. Eu gelei, senti um frio passar pelo meu corpo.
O Anderson que eu via como o salvador, olhou pro Felip e falou.
-Ei cara, o primeiro pedaço é meu, afinal eu que arrumei tudo. Eu tava tonta nesse momento, não sabia se era calor ou frio que sentia. Olhei pra eles e disse em tom sério: Me respeita, e caiam fora da minha casa, ele foi se aproximando de mim até me encostar no sofá. e começou.
– Então tá sozinha né. O primeiro que bate na porta ela convida para passar a noite. Tentando manter a calma que eu nem tinha mais, era só pânico agora. Ele chegou e ficou colado em mim, deu uma lambida do meu decote até meu pescoço. Eu dei um tapa valendo, ele se enfureceu, fez um sinal pro amigo que segurou meu braço por trás, afastou minha perna com própria perna dele e enfiou o dedo na minha vagina, eu senti um, depois os dois dedos, e ele esfregava o pau na mina ppk, abaixou a bermuda e encostou o pau duro em mim falando ” sente isso, vou te foder todinha gostosa do caralho, vagabunda bonita. Um deles, o Bel, metia o dedo na minha ppk, e chupava meu peito. Ele afastou minha perna de novo e ficou roçando o pau na entrada da minha vagina. Depois me puxaram por cima do sofá, ele foi até lá enquanto o outro segurava meu braço e colocou uma perna em cima do sofá e meteu o pau na minha boca, ameaçando se eu morder ele pegaria meu pescoço e torceria. O Anderson puxou meu vestido com a alça já abaixada que um deles tinha abaixado para chupar meus seios, e rasgou de um só vez. Puxou com força minha calcinha linda azul e rasgou também. Foi em cima de mim e meteu com força na minha vagina, os outros olhavam e riam,”vai cara”, “mete mais forte ela gosta”, “quando for minha vez tu vai ver o que é foder com força”. E ele metia sem dó, eu gritava “por favor para, para, por favor”, soluçando. Quanto mais eu gritava eles riam e o Anderson socava dizendo ” Grita mais, vai grita”. Ele ficou uns 10 minutos socando direto e enfin gozou.
Ele saiu de cima, e pensei que vinha outro, mas não. Me agarraram e disseram” a festa é lá no teu quarto gata. Me levaram escada acima e me jogaram na cama, o desgraçado do Felipe falou assim ” haha, atas eu que começo” Me virou na cama como se eu fosse uma boneca, metia o dedo na minha ppk, e abriu minha bunda com as duas mão, ele meteu o pau na minha ppk, e de uma só vez no meu anus, eu gritei e chorei, ele gostava de ver eu daquele jeito; puxando o lençol da cama, ele metia com muita força, e os outros incentivavam ainda mais, “tá com pena é? deixa que eu faço” , eu sentia dor e chorava, até que ele gozou lá dentro.
Quando acabou, ou outros dois me puxaram pelo pé, me colocaram de lado e meteram se dó, eles faziam um som “ahh, ahh, isso, gostosa, nossa” e parece que competiam pra ver quem ia mais fundo e mais forte, eu tinha uma pica no cú e uma na buceta, e os desgraçados socavam valendo. até que gozaram. Pegaram um celular e começaram me fotografar enquanto me fodiam, meteram o pau na minha boca e fotografavam. Ai eles disseram, se falar alguma coisa, vamos espalhar pra todo mundo, eu chorava de desespero. Eles disseram então:
– Agora tu pode tomar banho, e dormir, porque amanhã tem mais.

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