Arrombando o cuzinho virgem da sogra

O que vou relatar aqui é verídico, só vou usar nomes fictícios, pra quem não leu o conto 203281,sugiro dar uma olhada, pra entender essa sequência.
Lembrando que isso aconteceu no verão de 2005, na época eu tinha 37 e Clara(SOGRA) tinha 58 anos. Vamos lá então.
Após nossa primeira transa, conversamos bastante sobre o que tinha ocorrido e decidimos deixar as coisas acontecerem.
Ainda tínhamos 6 dias para ficarmos sozinhos até o retorno de Ana(ESPOSA) e nesses dias transamos muito mesmo, descobri que minha gostosa sogra era um tesão de mulher e que durante o tempo que foi casada com meu falecido sogro, foi muito mal comida.

Agora eu queria era comer o rabo da sogra eu sabia que aquele rico cu era cabaço e durante uma das nossas transas Clara deu a deixa quando no auge do tesão disse:
– Eu quero fazer tudo que ainda não fiz, quero que tu faça comigo o que tu faz com minha filha, tudo mesmo.
No dia seguinte, depois de tomarmos banho, fomos pra cama e ficamos de arreto, beijos, suspiros etc…
Clara estava com a xana enxarcada e delirava de tesão, eu a beijava e chupava seus lindos seios e acariciava seu grelhinho, que estava durinho.

Aproveitando a situação, eu falei o seguinte bem no ouvido de Clara:
– Tu queres realmente fazer tudo o que eu faço com tua filha?
Ela – Siimmmm, tuuudoooo, faz o que tu quiser comigo, sou tua agooraaaa.
Começamos a fazer um 69, ela veio por cima expondo aquelas bucetona e o cuzinho.
Comeceia a chupar a buceta e o grelho, Clara rebolava e mamava sem parar, fiquei uns 5 minutos chupando e lambendo aquela suculenta xoxota.

Então, passei suavemente minha língua em volta do cuzinho de Clara eu fazia movimentos circulares, ela tirou a boca do meu pau e começou a rebolar bem devagarinho e a gemer.
– uiiiiii que delíciaaaaa, nossaaaaa aaaiiiiiii continua tá gostosooooo demaiiisss.
Ela voltou a chupar com mais vigor meu cacete e eu deslizava minha língua com mais rapidez em volta daquele quente cuzinho. Ficamos mais um pouco nesse arreto, até que eu disse pra ela ficar deitada de bruços, ela ficou com aquela linda bundona virada pra cima eu fui no meu quarto e peguei o velho e bom KY, voltei e me ajoelhei na cama, pus as pernas dela no meio das minhas. Pedi pra ela abrir um pouco as nádegas e assim ela fez, cai de língua de novo naquele cuzinho, Clara apertava e soltava as nádegas, deixei ela bem louca, depois peguei o lubrificante e disse pra ela ficar de quatro, antes de eu começar a passar o gel ela fala:

– Faz com cuidado por favor, eu nunca dei assim.
Eu – Fica tranquila,vou fazer com calma e carinho.
Ela – Ana gosta de dar a bunda?
Eu – Ela adora e goza muito quando fizemos sexo anal.
Pedi pra Clara dar mais uma chupada no meu pau, pra deixar ele bem duro, depois passei o gel no meu dedo e comecei a acariciar o rabinho dela, aos poucos fui introduzindo o dedo indicador, ela só gemia baixinho, tirei o dedo e coloquei mais um pouco de gel, voltei a colocar o dedo. Pra ela relaxar, com a outra mão eu acariciava a xana, com o tempo fui introduzindo o dedo todo, o cuzinho estava relaxado, era hora de enfiar o pau.

Passei bastante gel na cabeça e mais um pouco na entrada do cuzinho, pedi pra Clara encostar a cabeça no travesseiro e com as mãos abrir bem as nádegas, ela obedeceu, dei umas boas pinceladas no rabinho e aos poucos fui penetrando.
Ela começou a se contorcer, fui forçando devagarinho , ela apertava e soltava , quando ela soltava eu empurrava mais um pouco.

Depois que entrou a cabeça do meu pau, pedi pra ela erguer a cabeça do travesseiro e apoiar as mãos na cama, fiquei parado e disse pra ela empurrar a bunda pra trás, assim ela ia conduzindo aó penetração, Clara concordou e começou a mexer devagarinho, eu acariciava suas costas.
Após entrar um pouco mais ela fala:
– Acho que ñ vou aguentar mais que isso.
Eu – Então tenta relaxar e deixa comigo.
Tirei o pau e passei mais um pouco de gel na cabeça e na entrada do cuzinho dela.
Disse pra ela deitar e abrir bem as nádegas, ela obedeceu, eu fui penetrando com calma, dessa vez a cabeça já entrou com um pouco mais de facilidade, fui botando devagarinho, estava bem apertado aquele cuzinho, me debrucei sobre ela e comecei a beijar seu pescoço e falar eu seu ouvido.
Eu – Que delíciaaaa esse seu rabo minha sogra, tá gostando?
Ela – Aiiíiii dói mas tá gostosooooo, é uma sensação diferente, continua me beijando que assim eu relaxo mais.
Botei até a metade do meu pau e iniciei aquele conhecido vai e vem, aos poucos Clara foi relaxando.
Clara- Aiiiiii assim tá bom, que gostoso, uiiiii dói só um pouquinho agora
Ela estava gostando de ser arrombada e eu mais ainda, por ser o primeiro e até hoje ser o único a comer aquela deliciosa bunda.
Comecei a socar um pouco mais forte e mais rápido, minha vontade era socar tudo , até sentir meus pentelhos encostarem na bunda dela. Clara já não reclamava de dor e subia e descia os quadris, acompanhado meus movimentos, eu estava me segurando pra não gozar.
Então sai de cima dela , ficamos de joelhos e começamos a nos beijar, botei ela de quatro de novo, mais um pouco de gel e reiniciamos, penetrei meu pau com mais facilidade, agarrei com força as ancas de Clara e comecei a socar com vontade, ela urrava e gemia e cada vez que eu socava, também empurrava mais pouquinho, estávamos alucinados, eu sentia cada centímetro do meu entrando naquele apertado cuzinho.
Clara- Nossaáaaaa aiiiiiii como é booommm, sentir esse ferro rasgando meu raboooo, uiiiiii, continuaaaaaaa, não para por favooor..
Ouvindo ela falar daquele jeito, não me segurei e dei a estocada fatal, enfiei tudo, ela deu um grito, ficamos parados, senti as pernas dela trêmulas.
Clara – Tu botou todo o pau?
Eu – Sim, quer que eu tire?
Clara – Não sei, faz o que tu quiser.
Fiquei contraindo meu pau dentro do quente rabo de Clara, depois tirei o pau, veio um pouco de sangue na cabeça, limpei bem e voltei a meter, dessa vez menti até a metade e vai e vem de novo, Clara remexia com mais velocidade, inclinei um pouco meu corpo pra frente e com uma das måos acariciava a enxarcada xana dela,
Clara – Assim não vou aguentar, vou gozar, crédoooo como tá booommm meu genro safado e gostoso, issoo me faz de tua putaaaa.
EU – Vou encher teu rabo de leite, sogra gostosa, puta e cachorra, sempre quis meter nesse teu rabo.
Clara – Então mete, me rasga, me arromba toda, vou gozaaarrrr.
Eu – Vamos gozar juntos minha putaaaa.
Aumentei a velocidade das estocadas e gozamos muito. Tirei meu pau de dentro dela e disse pra ela deitar de bruços, abri a bunda dela, o cuzinho agora era um cuzão, enfiei o pau de novo e me deitei por cima dela, meu pau estava meio duro ainda e então botei tudo, ela não reclamou, só ficou contraindo o cuzinho, tirando até a última gota de esperma que ainda restava.
Depois de uns instantes, tirei o pau , que de novo veio com um pouco de sangue, comprovando que realmente minha sogra era cabeço no cuzinho.
Fomos tomar um banho e depois tiramos um bom sono. E assim foi a primeira vez que minha saborosa sogra deu o cuzinho.
Temos muitas histórias, afinal transamos desde o verão de 2005, hoje ela esta com 75 e eu vou fazer 54 anos, a coroa parece vinho, cada vez melhor.
Ninguém na família desconfia do nosso caso,pois, somos muito cuidadosos.
Em outra oportunidade voltarei com mais contos VERÍDICOS com minha sogra.
Um abraço!

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