Visita da Priminha gostosa e da Tia tarada Parte 2

Na manhã seguinte, acordei cedo e fui até a academia do prédio, mesmo na pandemia meus exercícios ficam sempre em dia. Voltando pra casa as meninas ainda estavam dormindo e fui direto tomar banho, Entrei na banheiro e automaticamente por morar sozinho deixei a porta apenas encostada e não fechada. Estava tomando banho de boa até que percebo que há alguém na porta do banheiro me olhando, sem saber quem é e sem demonstrar que tinha percebido a pessoa, comecei a massagear meu cacete. Aquela sensação de ter uma daquelas gostosas me olhando me deu um tesão do caralho então em um segundo fiquei de pau duro. Comecei a bater uma punheta beeem lenta e a dar uns pequenos gemidos, percebo que a porto do banheiro se abre um pouco mais. De repente abro a porta do box para ver quem era. Claro que eu esperava

Sexo Por Telefone

ver a Aninha, mas ali com um dos seios para o lado de fora, calcinha abaixada até a metade da coxa e com os dedinhos no grelinho estava Marta. Ela rapidamente tentou se vestir e disfarçar e fechou a porta. No mesmo instante fechei o chuveiro e saí do banheiro enrolado na toalha, passei na frente do quarto em que elas estavam e vi que Aninha ainda dormia, fui então até a cozinha. Ela estava sentada na mesa de frente para a porta apenas de calcinha e uma regata de cabeça abaixada e ao maos no rosto. Cheguei próximo ao lado dela para conversar mas ela adiantou:
– Marta: Paulinho me desculpa… eu… não tenho o que dizer, me desculpa!
– Eu: Calma tia, está tudo bem – colocando a minha mão no seu ombro – sei que deve estar com saudade do tio, me desculpa também, não devia ter te provocado daquele jeito.
– Marta: E não devia mesmo. Eu disse para não brincar com fogo…

– Eu: Relaxa tia, eu só quero que confie em mim. Estou aqui caso precise de alguma coisa – Disse isso encostando meu pau ainda duro embaixo da toalha e descendo a minha mão até o peito dela.
– Marta: Paulinho, para! – ela disse sem fazer nenhum movimento para que eu parasse de fato.
– Eu: Sabe… eu gostei muito do que vi ontem a noite e agora no banheiro, posso dar uma olhadinha de novo? – assim que acabei de falar dei um apertão mais forte e ela suspirou fundo.
– Marta: Não me diga que você esta excitado para uma velha?!?! – ela falou virando o rosto em direção ao meu pau que agora roçava seu ombro por baixo da toalha.
– Eu: Não sei tia… me diz você!
Puxei a toalha para o lado e meu pau como uma alavanca bateu contra seu braço e parte do seu seio.
– Marta: Nossa Paulinho… faz um tempão que não via um pau tão duro assim pra mim…
Passei minha mão por debaixo da camisa dela e puxei seus dois seio para fora. Aquele mamilo rosinha apontado para frente, durinho, tava me deixando louco!
Eu: Pega ele tia…
Ela logo pegou com uma mão e começou a punhetar bem devagarinho. Eu gemia e apertava mais os seus peitos. Ela começou a bater mais rápido agora e com um pouco menos vergonha, então eu coloquei uma mão atrás da sua nuca e empurrei contra meu pau.
Eu: Chupa ele tia, chupa bem gostoso.

Ela sem dizer mais nada se virou e começou a mamar, colocando uma hora só a cabecinha e eu outra descendo mais fundo. Eu empurrava a cabeça dela contra meu mastro e ela engasgava tentando colocar ele todo. Puxei ela mais pra perto de mim agora pelos cabelos, abaixei mais a cabeça dela e coloquei a outra mão embaixo de sua garganta, assim comecei a foder aquela boquinha safada, primeiro de leve mas depois eu enfiava todos os meus 19cm pela garganta e ela babando e engasgando. Tirei da boca dela e coloquei entre seus peitos. e ela começou a fazer uma espanhola. Aqueles peitos eram muito macios. Ela pressionava eles contra meu pau e punhetava enquanto sua boquinha sugava a cabecinha. Estava quase gozando então pedi para ela levantar e a coloquei sentada em cima da mesa. Me abaixei e puxei a calcinha dela para o lado, então comecei a chupar. Aquela ppkinha tinha um melzinho que eu nunca vou me esquecer… eu chupava seu grelinho e metia dois dedos na sua buceta e ela puxava minha cabeça pedindo mais…
– Marta: Me chupa vai seu pauzudo, me chupa gostoso, eu já to quase lá… – intensifiquei os movimento com a língua e acelerei meus dedos.
– Marta: Isso chupa, CHUPA, CHUPA CARALHO. AAAWWWWWWW – Ela deu um gemido alto e hesitei, com medo da Ana ter escutado alguma coisa, mas ela puxava minha cabeça e apertava minhas orelhas com as pernas enquanto se estremecia toda.
Me levantei e dei um beijo nela, fazendo ela provar o próprio melzinho, que delicia. Logo de uma vez já coloquei ele todo, dando uma estocada forte e ela gemeu e me arranhou. Meu deus eu adoro ser arranhado. Estocava fundo naquela bucetinha e cada vez que entrava todo ela dava um gemido.
– Marta: Mete fundo, mete! Mete ele todo! Ai que delicia de pau!
– Eu: Você quer pau né vadiazinha? Vou te foder até você não aguentar!
– Marta: Isso, FODE VAI, FODE GOSTOSO EU PUTO!
TIrei o pau de uma vez e puxei ela tirando-a da mesa. Ela se apoiou na pia e eu fui por trás dela.
– Marta: Me fode mais, EU QUERO MAIS! – ela apoiou o peito na pia e abriu bem a bucetinha.
Pincelei seu grelinho um pouco e meti todo de novo. Ela se jogava contra minha rola e gemia enquanto eu metia com força dando tapas na sua bunda. Socava forte puxando seu cabelo para trás. Já não aguentava mais, anunciei que ia gozar e ela não parou,
– Marta: Goza caralho, goza dentro de mim vai!
Eu acelerei as estocadas, puxei mais seus cabelos e apertei seu peito com a outra mão. Me despejei todo dentro dela. Ela não parava de gemer e de rebolar no meu pau.
Ouvimos a porta do quarto da Aninha abrir e rapidamente nos arrumamos. Por sorte ela foi direto pro banheiro.
– Marta: Caralho Paulinho, que delicia de pau!
– Eu: Obrigado tia!
– Marta: Nem preciso falar que a minha filha não pode nem sonhar com isso, né?
– Eu: Claro tia, pode deixar!
Nos arrumamos e eu fui tomar outro banho no meu quarto.

O resto do dia tranquilo, acho que uma estava com medo da outra desconfiar e ambas resolveram dar uma parada com as provocações. Bom a não ser pela Aninha que rebolava a bundinha empinadinha pra mim sempre que passava na minha frente.
Na manhã seguinte, fui novamente fazer meus exercícios na academia do prédio. Estava me alongando com meu fone de ouvido quando aparece a Aninha, vestindo um micro shorts rosa e um top branco me olhando com cara de safada.
– Eu: Olha só, resolveu acordar cedo hoje é?
– Ana: Pois é, acordei animadinha hoje e vim ver se você malha mesmo ou se só fica sentado descansando.
– Eu: Ahh então você acha que acompanha meu treino?
– Ana: Com certeza, por onde eu começo?
Começamos nos alongando e fazendo alguns minutos de bicicleta. Eu secava as pernas dela na cara dura e ela nem ligava mais. Fomos então para o agachamento e eu, é claro fiquei atrás dela roçando minha pica meia bomba na sua bundinha, ela esfregava com vontade me olhando de costas. Fomos para a cadeira flexora. Ela ficou deitada de barriga para baixo e eu em pé na sua frente. Assim que ela começou o exercício, comecei a massagear a bunda dela, Passava a mão e apertava, sentindo que a cada movimento ela se empinava mais.
– Ana: Assim você me desconcentra, professor!
– Eu: Mantenha o foco no exercício, isso faz parte do treino.
– Ana: Ahh sim, claro!
Eu continuava massageando sua bundinha, desta vez passava minha mão por cima da sua buceta, ela começou gemer baixinho e a fazer cada vez menos o exercício. Meu pau já latejava na sua frente, então ela tirou ele para fora e começou a chupar, ela chupava gostoso colocando quase todo na boca.Passei a mão por baixo do shorts dela e comecei a passagear sua bucetinha, metia o dedo na sua xaninha e depois abria seu cuzinho com as mãos.
– Ana: Terminei meu exercício! – Ela disse guardando meu pau e se levantando.
– Eu: Certo, agora vamos para o supino.
Ela deitou sob o aparelho e começou a fazer o movimento. Fiquei do seu lado ajudando nas primeiras vezes, depois coloquei minha mão por dentro da sua calcinha e comecei a masturbá-la.
– Ana: Ai Paulinho, que treino gostoso! – ela parou e começou a bater uma punheta para mim ainda deitada, com apenas uma das mãos.
Eu já tava louco para comer ela, mas deixei a brincadeira fluir. Fui para trás dela, perto de sua cabeça e coloquei meu pau na sua boca. Ela estava deitada de barriga para baixo e engolia cada vez mais meu pau. Eu metia na sua boquinha e ela se engasgava toda, varias vezes parava para respirar. Eu via meu pau descer a sua garganta fazendo um volume no pescoço, então tirei.
– Eu: Pronto, minha vez!
Ajustei os pesos e me deitei para fazer o exercício, mas antes mesmo de começar ela pulou em cima de mim e começou a esfregar a xaninha no meu caralho dentro do shorts. Ela tirou ele, puxou o shorts para o lado e colocou dentro dela.
– Ana: Agora você não me escapa, vai me comer bem gostoso!
Ela sentou até não conseguir mais, começou devagar, mas logo estava quicando no meu colo sem medo nenhum. Ela gemia alto e eu tapava a boca dela com a mão. Eu segurei ela pelas costelas e a deixei suspensa no ar sem tirar meu pau da sua buceta. Ela era muito leve. (Era uma coisa que eu geralmente fazia para dar mais facilidade para ela fazer o movimento, fica a dica). Ela rebolava e gemia sem parar.
Me levantei com ela nos braços e a joguei em uma bola de academia. Ela ficou de quarto apoiando nela e empinou a bundinha bem gostoso.
– Ana: Cansou de foder a bucetinha da priminha é?
– Eu: Agora que você vai ver o que é ser fodida!
Meti fundo nela me apoiando em suas costas, deste jeito ela ficava paradinha na bola e eu socava mais fundo nela.
– Ana: Isso, fode, FODE. ME FODE MAIS!
– Eu: Ai que bucetinha apertadinha! Empina, vai!
– Eu: Isso, empina! Eu vou gozar, EU VOU GOZAR!
– Ana: Goza na minha boquinha, vai?
Puxei ela para baixo e ela se ajoelhou e começou a me chupar sem parar. Dei o primeiro jato de porra na sua boca, mas depois tirei e esporrei sua cara toda. Escorri pela bochecha, lábios e pelos olhos.
– Ana: Ai que foda deliciosa!
– Eu: Ta pensando que eu acabei? Volta aqui sua putinha!
Joguei ela novamente na bola e comecei a lambuzar seu cu.
– Ana: Vai comer meu cuzinho Paulinho? Ele é virgem, vai com cuidado, ta?
– Eu: Pode deixar Aninha, vou colocar só a cabecinha.
Esfreguei minha pica no seu cu e ele piscava. Meti um pouco mais na sua buceta pra deixar ela mais excitada e relaxada, pegando seu próprio melzinho e passando de volta no cu. Eu tentei por a cabecinha mas ela gritava de dor.
– Ana: Ai caralho, ta doendo
– Eu: Calma meu amor ta quase já.
Meti com um pouco mais de jeito e entrou, mas de repente ouvimos uma voz brava…
– Marta: MAS QUE PORRA É ESSA??????????

…CONTINUA

Disk Sexo

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *