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	<title>Categoria Traição - Contos Eróticos</title>
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	<description>Portal reunindo os melhores contos erótico da net</description>
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	<title>Categoria Traição - Contos Eróticos</title>
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		<title>Final de semana traindo meu marido</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 16:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha cliente e amiga Cascais me convenceu a sair da cidade pra dar pra vários Me chamo Kelly, tenho 27 anos. sou negra, alta (1,78), cavalona (embora tenha engordado um pouquinho). Seios médios mas bem arredondados e bunda não muito grande mas bem empinadinha e arredondada. Já trai meu marido algumas vezes como já relatei [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Minha cliente e amiga Cascais me convenceu a sair da cidade pra dar pra vários</p>
<p style="text-align: justify;">Me chamo Kelly, tenho 27 anos. sou negra, alta (1,78), cavalona (embora tenha engordado um pouquinho). Seios médios mas bem arredondados e bunda não muito grande mas bem empinadinha e arredondada.<br />
Já trai meu marido algumas vezes como já relatei por aqui, com uns amigos e até com o adestrador e adoro ser humilhada na hora do sexo (coisa que meu marido não gosta de fazer).<span id="more-12773"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Trabalho em comércio mas também em casa e tenho uma amiga cliente de 25 anos que vou chamá-la de Patrícia, que também trabalha no comércio e de Cascais .Ela é o oposto de mim, sendo baixinha, medindo uns 1,65 magra, bem branquinha, cabelos pretos, seios e bunda bem pequenos mas bem arredondados, principalmente a bunda.</p>
<p style="text-align: justify;">
Foi numa quinta feira quando eu atendia a Patrícia e começamos a falar sobre o segundo trabalho dela. No meio disso e nem sei como, mas acabei desabafando sobre as minha aventuras pra ela. O que a deixou bem animada principalmente quando falei do adestrador e mostrei o meu conto postado aqui no site.</p>
<p style="text-align: justify;">Dai pra frente foi só safadeza.<br />
Estávamos sozinhas e com calor, então ficamos bem a vontade sem blusa, ela já sem sutiã com os seios a mostra deixando bem óbvio o quanto estava ficando excitada com a conversa.</p>
<p style="text-align: justify;">
Ela comentou sobre um programa que ia fazer fora da cidade em uma área de lazer e comecei a ficar interessada. comecei a perguntar como era e como funcionava dentre outras coisas. ela simplesmente olhou pra mim e disse &#8220;só fazendo pra saber, gata. topa?&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">
Confesso que fiquei meio na dúvida se eu iria ou não mas ela deu uma insistida que acabei aceitando sem muita dificuldade. Nós até ficamos no clima que acabou acontecendo umas brincadeiras entre a gente. Chupei os peitos dela e ela os meus enquanto tocava por baixo do short a minha buceta melada de tesão.</p>
<p style="text-align: justify;">Ficou combinado de nos encontrarmos no sábado de manhã então eu disse pro meu marido que ia trabalhar ate mais tarde aproveitando que ele trabalharia de noite até a madrugada, então não nos veríamos. Eu só precisava chegar em casa antes dele.<br />
Me encontrei com a Patrícia no terminal de autocarros bem cedo. No autocarro não resistimos e começamos a nos pegar discretamente pra não sermos descobertas(uma missão quase que impossível do tanto que eu queria gemer de tesão).</p>
<p style="text-align: justify;">Quando chegamos ao nosso destino fomos recebidas por um grupo pequeno de meninas, todas ali da zona de Óbidos. Fui sincera e confessei que não era do ramo e que só queria realizar meus fetiches. Todas me apoiaram e acharam o máximo por ser casada. Uma delas ainda disse, &#8220;casada, gostosa e safada&#8230;Eles vão amar&#8221;<br />
Fomos pra área de lazer em uma Van, conversando e nos conhecendo e fui aprendendo algumas coisas sobre a profissão delas.<br />
Chegando lá haviam vários rapazes de várias idades entre 25 e 50 anos. Fiz questão de ficar com a aliança pra que todos soubessem que era casada e isso chamou e muita a atenção deles. Alguns nem perderam tempo e vieram direto pra mim.</p>
<p style="text-align: justify;">Fomos pro quarto tomar um banho e colocar os biquínis. O meu era fio dental mas discreto comparado a das outras meninas. Por isso a Patrícia sugeriu que eu tirasse a parte de cima e fomos pra piscina. Eram todos educados e gentis até começar a putaria né.<br />
Eu tinha acabado de sentar na beirada da piscina quando começaram a me alisar. Quando olhei pro lado vi a Patrícia chupando duas pichotas. Ela olhou pra mim enquanto chupava e começou a apertar meu peito. Dai pra frente eu já estava soltinha. alguns me perguntavam se eu realmente era casada e fazia questão de provar que sim o que só os deixou com ainda mais tesão. Me chuparam de cima a baixo, eu chupei paus e bucetas e adorava. Ficava ainda melhor quando me chamavam de vadia casada, puta casada e outras coisas. Me perguntavam a onde estava o corno e eu respondia &#8220;trabalhando&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Fomos em quatro pra sala e acabamos em pelo menos seis. Afinal de contas a casada era a atração da festa. A melhor parte foi quando me colocaram de joelhos no chão chupando um no sofá enquanto revezavam a minha buceta. Algumas meninas aproveitavam e me chupavam enquanto metiam em mim, mas a Patrícia foi quem mais aproveitou chupando tanto quem me comia quanto a minha buceta. Mas as ofensas e os tapas fizeram toda a diferença.</p>
<p style="text-align: justify;">Era cada tapa forte na cara, nos peitos e na bunda sem nenhuma delicadeza acompanhadas de xingamentos e ofensas. &#8220;Puta de corno, vagabunda, safada, cadela. Vai chegar em casa arrombada pro corno. Te encher de porra pro corno sentir o gosto&#8221;. Foi ai que eu me toquei que estávamos um bom tempo fodendo sem camisinha, mas já era tarde. começaram a gozar em mim. Era porra que não acabava mais. Na boca, na cara, na bunda e ate na buceta. E algumas meninas aproveitavam pra limpar a bagunça me deixando ainda mais puta. Quando me dei conta já tinha sido fodida na sala, cozinha, quarto e piscina. Nem no banheiro eu tive paz kkkk</p>
<p style="text-align: justify;">Assim que anoiteceu eu resolvi ir embora. já tinha ate comprado a passagem de volta. Dois dos rapazes me ofereceram carona ate a paragem do autocarro e eu aceitei. Claro que no caminho pra la aconteceu putaria. sentei ate gozar no pau no banco de trás e chupei quem dirigia. Quando chagamos ainda deu tempo de tirar leite dos dois. Levantei minha blusa e eles gozaram demais nos meus peitos e nem me deixaram limpar. Só abaixaram a minha blusa e disse que era pra ir assim, toda melada de porra e eu obedeci como uma cadela obedece os donos. Foi um dia inesquecível.</p>
<p style="text-align: justify;">Cheguei em casa cansada. Coloquei uma camisola pra esconder as marcas e os vestígios de porra nos peitos, deitei e dormi. Nem vi o corno chegar.<br />
No dia seguinte a Patrícia me manda mensagem e fotos da festa que ainda estava rolando. Ela disse pra encontrar com ela no terminal rodoviário e foi o que eu fiz. Avisei meu marido onde ia, sem mentiras. Mas chegando la eu avistei a Van. A Patrícia me chamou pela janela e quando entrei estavam ela e outra menina com outros 4 rapazes da festa. Eu fartei de rir e aproveitei pra me juntar a festinha. Fomos para um motel e fizemos mais putaria.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu já estava toda quebrada mas o tesão falava mais alto. Era 9 da manhã e eu estava dando pra 4 num motel com meu marido esperando em casa cansado do trabalho e quanto mais pensava nisso mais puta eu ficava. Nem mesmo a Patrícia pegou leve comigo. Empurrava minha cabeça ate engolir pichota, batia e abria minha bunda pra eu meter de quatro. Teve uma hora em que eu fiquei de quatro na cama com as duas puxando meu rosto e esfregando na buceta delas enquanto os quatro metiam um após o outro. Parecia que todos queriam me humilhar. Quando uma ganhava leite era eu quem limpava, fosse nos peitos ou na buceta. Eu já não aguentava mais gozei tanto que já estava morta de cansaço.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de tudo fui pra casa com Patrícia de Uber conversando sobre o nosso fim de semana. Cheguei em casa era quase meio dia. Por sorte o corno ainda dormia. Fiz o café, tomei banho e descansei o resto do dia. Maridão até queria transar mas eu já não tinha condições.</p>
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		<title>Depravada enquanto o marido dormia</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 23:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tínhamos ido a um restaurante comemorar a promoção de Rildo, meu marido. A refeição maravilhosa e leve. Rildo praticamente tomou a garrafa de vinho inteira e depois bebeu mais três doses de whisky. Éramos os últimos clientes. Pedi ajuda ao maitre pra carregar Rildo até o carro que literalmente apagou, pois estava de fato muito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tínhamos ido a um restaurante comemorar a promoção de Rildo, meu marido. A refeição maravilhosa e leve. Rildo praticamente tomou a garrafa de vinho inteira e depois bebeu mais três doses de whisky. Éramos os últimos clientes. Pedi ajuda ao maitre pra carregar Rildo até o carro que literalmente apagou, pois estava de fato muito cansado.<br />
Eu tinha me vestido pra ocasião e quem estivesse contra a luz ou dependendo do ângulo ficava praticamente me vendo nua devido a transparência do tecido, tipo véu de noiva de cor violeta.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-10853"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
&#8211; Olha, isso aqui é pra você!!<br />
&#8211; Obrigado madame, mas não é necessário já que a despesa de vocês e os dez por cento foram substanciosos!<br />
&#8211; Mas&#8230; o que o senhor me ajudou agora não faz parte do serviço! Por favor aceite!<br />
&#8211; Faremos o seguinte, madame&#8230;madame&#8230;?<br />
&#8211; Ah, vamos deixar de formalismos! Meu nome é Nádia! E onde é a toalete?<br />
&#8211; Muito bem senhora Nádia, me acompanhe&#8230;<br />
&#8211; O que o senhor quis dizer quando disse “faremos o seguinte”?<br />
&#8211; Que dá próxima vez que vocês voltarem, toda a bebida consumida por seu marido, será por nossa conta!<br />
&#8211; Oh, quanta gentileza! Aceito! Mas vocês não terão muito prejuízo! O Rildo não é de beber tanto assim!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Desci com do carro, encostei a porta evitando barulho e acompanhei o maitre. Ao entrar, logo fui percebida pelos garçons que arrumavam as mesas. Não sei se foi devido ao vinho que tinha bebido e me deixou acalorada, mas de repente me senti com coragem de ousar ser uma Femme fatale.<br />
Andei de forma rebolativa, até mesmo não tem como andar de outro jeito, pois minha bunda e grande, e calçava sapatos salto quinze.<br />
Enquanto fazia xixi, senti a tesão tomando conta de meu corpo. Meus dedos ainda levaram uns jatos de urina quando comecei a me masturbar.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem ao sair, não estava nem um pouco a ficar no carro com o marido dormindo pois estava sem sono. Estava um friozinho gostoso e resolvi arriscar. Dirigi-me até o balcão, agradeci ao maitre e perguntei se ele teria vinho, dizendo que estava fria a madrugada e queria algo para me esquentar.<br />
Ele ainda mantendo um sorriso cordial, e serviu um vinho de boa qualidade.<br />
Nem bem comecei a bebericar, logo percebi encostar do meu lado um mulato, que sem cerimônias me disse:<br />
&#8211; O que uma princesa faz sozinha num lugar destes? Não sabe que é perigoso?</p>
<p style="text-align: justify;">Disse de forma bem tranquila, sem ameaças. Eu lhe dei um sorriso, e disse que sabia me defender. Ele riu também. E começamos a conversar.<br />
Nós mulheres, percebemos quando estamos sendo paqueradas, desejadas. Sebastião, esse era o nome dele, tomando uma cervejinha e eu no vinho.<br />
&#8211; Sou o proprietário deste restaurante e ficamos muito felizes com vocês. Voce e seu marido formam um belo casal&#8230; a senhora principalmente!</p>
<p style="text-align: justify;">Papo vem, papo vai logo o maitre dele acabou participando também da conversa. E eu no vinho. Já tinha tomado dois copos e estava indo para o terceiro, nem pedia mais.<br />
-É o seu marido dormindo no carro né!?</p>
<p style="text-align: justify;">Afirmei balançando a cabeça. Eu já imaginava o que eles estavam pensando: “- mas como pode deixar um mulherão deste solta assim!!” Eu ri alto sem eles saberem o porquê e disse o Rildo teve uma semana muito corrida pra mostrar desempenho e conseguir essa promoção e que ele estava exausto e sem querer caiu no sono. E olhando sensualmente pro Samuel, o maitre, disse que fui gentilmente ajudada a por meu marido no carro.<br />
&#8211; Mas ele sabe que você voltou aqui pra dentro? Ele não se importa?<br />
&#8211; Se ele não souber que estou bebendo com estranhos a estas horas, não.</p>
<p style="text-align: justify;">E ri abertamente. Eles já sacaram, pensei, pois eu estava dando todos os sinais. Ainda perguntei.<br />
&#8211; E você não vai por acaso acordar ele e falar né?</p>
<p style="text-align: justify;">Sebastião, rindo, disse que não! Disse que queria que ele dormisse a noite toda e que cuidariam de mim. E então, a deusa da luxuria e libidinagem, fez com que minha taça de vinho se derramasse no colo de Samuel. Atordoada eu me virei e estiquei o braço na tentativa de apanhar alguns guardanapos. Levei levemente o corpo para o lado encaixando minha bunda entre a virilha dele. Ali fiquei segundos pegando os guardanapos, mas percebi nitidamente o volume aumentar no meio das minhas nádegas. Ele permanece colado em mim e apertadinha de frente pro Sebastião.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele imediatamente com as mãos, segurou meus cabelos forte bem pela nuca e disse sem pudor:<br />
&#8211; Sei bem o que você procura!</p>
<p style="text-align: justify;">E me beijou ardentemente. Sua língua entrou na minha boca, retribui, e deixei rolar. Sentia com a ajuda do vinho o sangue ferver, minha libido ir às alturas, sentia o cheiro do macho que me entregaria totalmente, em minutos, isto era fato.<br />
Rapidamente ele me pegou pela cintura, me colocou sentada na mesa de sinuca me beijando, passando as mãos em minhas pernas, foi me deixando mole. Em momento de lucidez pára e me pergunta:<br />
&#8211; E seu marido?<br />
-Ele não acorda tão cedo, e se acordar não se preocupe!</p>
<p style="text-align: justify;">Bem ele entendeu de pronto e começou me despir, nem frio senti. Samuel foi até a porta do restaurante, olhando de um lado, de outro, apagou a luz da fachada e abaixou as portas, ficando eu a mercê dos dois.<br />
Desci da mesa abaixei zíper da calça do meu primeiro mulato. Nossa! não era só um pau grande, era anormal, mas juro, nunca tinha visto um tão grosso. A cabeça mal entrava na boca, era muito, muito grossa mesmo e não só a cabeça o corpo todo. Chupava, lambia e lambia querendo engolir mais e mais daquela jeba achocolatada!</p>
<p style="text-align: justify;">Samuel já com o pauzão pra fora acercou-se de mim pelo outro lado , me oferece o pau. Comecei a chupar, alternadamente os dois.<br />
Minhas roupas foram tiradas, meus seios duros e pontudos ficaram desnudos. Mas, Sebastião com receio, disse.<br />
&#8211; Vamos fazer o seguinte! Vamos lá pra suíte anexa do lado de fora do meu escritório!</p>
<p style="text-align: justify;">Eu e Samuel concordamos. Meu macho mulato colocou sobre meu corpo nu, apenas o sobretudo, ainda conservava os sapatos. Andamos até aquela casinha agradável e quentinha. Passamos pelo carro, dei uma olhada e o “tadinho” lá dentro, sonhando.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegando na casa, nem tive tempo de pensar, já fui agarrada, minhas roupas tiradas. Ficaram doidos com minha bucetinha toda depilada somente com um tufinho de pelinhos bem aparadinhos. Fiquei ali, rebolando me esfregando nos dois machos.<br />
Nossa, aquele cheiro de homem, de pau no ar me deixava enlouquecida. Fui colocada de quatro apoiada no sofá e penetrada por Sebastião, meu Tião, com vigor, devagar, mas com vigor. Nossa, não era grande, a grossura me fazia sentir como se estivesse perdendo a virgindade pela segunda vez. Sinceramente, doeu, me senti sendo alargada por um cavalo. De fato, era muito grosso.</p>
<p style="text-align: justify;">Tião me preenchia e, dominada totalmente, ele socava com vigor de macho cobrindo uma égua e eu rebolava, gemia. Samuel só se masturbava e esperava uma brecha que logo chegou.<br />
Chamei-o para se sentar no sofá, bem a minha frente. Empinando a bunda, permitia a invasão daquele “cavalo” agora mais acostumada com a espessura, cada vez mais prazerosa. Passei a chupar o Samuel e o Tião por traz, logo começou a alisar meu anus com os dedos.<br />
“-Ele vai me enrabar!”, pensei e acertei.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele tirava da buceta encharcada de meus líquidos viscosos, e passava na porta do anus. Passava os dedos, no começo massageando e depois começou introduzir, um, dois e fui rebolando e deixando. Aquilo era novo pra mim. Mas não quis demonstrar que era uma tapada em sexo anal.<br />
Ele não aguentou, riu e falou:<br />
&#8211; Samuel, a Nádia gosta de dar o rabo com gosto!<br />
&#8211; Verdade, sua safada?</p>
<p style="text-align: justify;">Tirei o pau de Samuel da boca, olhei maliciosamente nos seus olhos e disse que sim, mas que ele fosse o primeiro, pois queria que ele me preparasse pro Tião que era um jumento de grosso. Ele riu e disse, vamos ver se você não aguenta.<br />
Tião saiu da posição tirando os dedos de meu rabinho pré lubrificado. Samuel teve uma certa resistência no começo, mas enfim me enraba. Foi gostoso suave, pois me parecia que esta nova experiencia ia me fazer adorar as alegrias da sodomia, conforme eu tinha escutado e lido nos relatos sobre sexo anal.</p>
<p style="text-align: justify;">Aí veio a preocupação, se na buceta já foi difícil a penetração por Tião, imagina se ele quisesse colocar no meu rabo?<br />
Comecei a caprichar mais e mais na chupada, colocava na boca com a língua junto passando por baixo da cabeça, com isto na esperança pedindo manhosamente para ele gozar na minha boca que queria sentir o gosto dele, e com isto tentar fazê-lo desistir de me enrabar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o filho da puta não gozava. Tirava o pau da boca, batia com ele no meu rosto, me dava tapinhas da cara, mas não gozava. Aí veio a hora. Resolveram mudar de posição. Samuel tirou a camisinha e me botou para chupar de novo e adivinha.<br />
Meu mulato Tião se posicionou por trás, me veio apreensão pois sabia o que ele queria. O amigo já tinha aberto caminho, já tinha me enrabado, e ele queria também. Já era tarde, o filho da puta do caipira sabia como fazer. Metendo na bucetinha já brincada com meu rabo, já abertinho pra receber nova dilatação.<br />
Tirou da bucetinha, encostou sua tora grossa na porta e foi empurrando. Parei de chupar e fiquei tentando controlar, mas não consegui. Quando pensei em trancar para dificultar, já era tarde, a cabeça começou a entrar e a invasão foi inevitável.</p>
<p style="text-align: justify;">Não estava aguentando. Gritei, veio lágrimas aos olhos, olhei para traz, realmente chorando pedindo para parar pois era muito grosso, mas ele ficava com mais tesão ainda, aumentado os tapas na bunda, me chamava de puta, e foi invadindo mais e mais.<br />
Samuel não se contentou ficar sem atenção, me catou pelos cabelos e meteu seu pau na minha boca, comecei a chupá-lo novamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Demorou minutos que pareciam eternos até ir acostumando com o invasor atrás. Lágrimas corriam pelo rosto, mas não sensibilizaram nem um nem outro. Parecia uma tora a me dividir em duas entrando por trás.<br />
Mas, como sempre acabamos acostumando. Não via à hora dele gozar logo, pois minhas pregas ou o que restou delas (se é que restou) estavam em brasa, mas nada de gozar.</p>
<p style="text-align: justify;">Em certo momento, ele tirou, sentou-se no sofá e me colocou sentada em cima, socou novamente no meu rabo já arrombado, nem se importando com a bucetinha, que não veria mais rola naquela madrugada.<br />
Uma vez todo introduzido, o Samuel se ajoelha na nossa frente e começa a chupar minha buceta. Achei estranho, diferente, exótico.<br />
Então não resisti mais e me entreguei totalmente à enrabação. Rebolava, gemia e gozei como nunca imaginei na vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, ficamos ainda um bom tempo onde servi aos dois como uma puta submissa. Divertiram-se o resto da noite com meu rabo, que ficou todo receptivo. Meu Tião gozou mais vezes, enchendo meu rabo de porra que escorria fartamente pelas minhas cochas.<br />
Pedro acabou gozando no meu rosto.</p>
<p style="text-align: justify;">Tomei um banho. Me vesti e retornei ao carro. Já quase amanhecendo o dia, Rildo me viu dormindo no banco. Deu partida no carro e fomos embora. Estava tão detonada, que só acordei quando já tínhamos andado uns bons quilômetros. Só então comentei com ele o que poderia ter ocorrido, se os rapazes do restaurante não tivessem “ficado de olho” em nós dois ali no carro. Ficou bravo, não por ter algo acontecido com os homens no bar, mas pelo risco que corri.</p>
<p style="text-align: justify;">Na semana seguinte voltamos ao restaurante. Dessa vez, caindo de sono, Rildo foi acomodado num dos sofás, protegido do frio lá fora enquanto eu “conversava “com Sebastião e Samuel. Dessa vez conheci os deleites de ser dupla-penetrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Convido meus leitores a visitar meu blog http://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada</p>
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		<title>Acostumei com a rola do vovô no meu cuzinho</title>
		<link>https://www.contoseroticos.info/acostumei-com-a-rola-do-vovo-no-meu-cuzinho.html</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 19:54:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu e minha mãe, aceitamos o convite do meu avô viúvo (pai do meu pai) pra ficar morando com ele até as coisas voltarem ao normal. Meu pai que estava desempregado e passando por dificuldades financeiras foi trabalhar em Portugal. A intenção dele era, se caso desce tudo certo, nos levar também pra Portugal. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu e minha mãe, aceitamos o convite do meu avô viúvo (pai do meu pai) pra ficar morando com ele até as coisas voltarem ao normal.<br />
Meu pai que estava desempregado e passando por dificuldades financeiras foi trabalhar em Portugal. A intenção dele era, se caso desce tudo certo, nos levar também pra Portugal.<br />
A casa do meu avô tinha apenas dois quartos, e um foi preparado pra que eu ficasse junto com minha mãe. Eu sentia pena dela, pois ainda não tinha chegado aos quarenta e um corpaço que me fazia invejá-la, ter que ficar sem marido pelos próximos doze meses. Eu pelo menos tinha um namoradinho a tira-colo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-10572"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
Meu avô estava com aproximadamente uns 52 anos e ainda bem forte… Ele vivia apenas de sua abastada aposentadoria, fazia tudo pra que não nos faltasse nada.<br />
Minha mãe acabou arrumando um emprego de secretária com um amigo do meu avô que tinha um escritório de contabilidade…<br />
Com meu pai só conversávamos por via internet. Tudo corria normalmente, até que um dia (sábado) acordei e indo até a cozinha encontrei meu avô, e minha mãe ainda de camisola preparando o café.</p>
<p style="text-align: justify;">
Disse que ia tomar um banho rápido e fui pro banheiro. Abri o chuveiro e fui fazer um xixi… Mas quando percebi que a água não estava esquentando resolvi chamar meu avô ou minha mãe pra mudar a chave do chuveiro, pois tinha medo de levar um choque, que se encontrava no “modo frio”.</p>
<p style="text-align: justify;">
Ao me aproximar da cozinha parei estupefata olhando minha mãe debruçada sobre a mesa com a camisola levantada e meu avô com as calças arriadas fazendo movimentos de vai e vem com sua virilha batendo repetidamente na bunda dela.<br />
Minha mãe gemia baixinho, e, de repente meu avô parou tirando… Ele tinha me visto parada olhando pra eles.<br />
Mas antes dele falar alguma coisa, minha mãe que tinha o rosto virado pro lado contrário, sussurrava quase implorando.<br />
–Não pára Pedro… Sogro safado!! Só&#8230;só desliza&#8230; desliza um&#8230; um pouco mais lento tua&#8230; tua piroca pra dentro e&#8230; e pra&#8230; pra fora de meu&#8230;cusinho! Não pára… não para! Já estou quase go go gooozando!!…</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Meu avô fazendo sinal com um dedo sobre sua boca indicava que era pra eu ficar em silêncio, voltando a fazer movimentos pra frente e pra trás cada vez mais rápido…<br />
Pude ouvir minha mãe dizendo que estava gozando e meu avô novamente me olhando fez gestos com a mão pra que eu me afastasse. Mas, eu estava paralisada e presenciei minha mãe rebolando freneticamente sua bundona na virilha do meu avô, que não tardou muito a rugir alto enquanto gozava.<br />
Após um tempinho, meu avô deslizou sua ajumentada rola do cusinho da minha mãezinha. Ela se aprumou ao mesmo tempo em que se virava e tascou um apaixonado beijo nele.<br />
Voltei pro banheiro e acabei tendo que tomar banho frio… Excitada, toquei uma siririca com a imagem da rolona de meu avô fodendo o cusinho da minha mamãe.</p>
<p style="text-align: justify;">
Na frente do meu avô, da minha mãe ou com eles juntos, me esforçava pra agir naturalmente daí em diante<br />
. Como eu estudava na parte da tarde, na parte da manhã eu sempre ficava sozinha com meu avô após minha mãe sair pra trabalhar.<br />
Só na quarta-feira quando estava tomando meu café; minha mãe já tinha saído, meu avô sentou na minha frente.<br />
– Que bom que você soube guardar segredo!<br />
Eu sem olhar diretamente pro meu avô.<br />
– Faz tempo que você faz isso com minha mãe?…<br />
– Não Cristina… É que sua mãe, sem seu pai, passou a sentir falta; você entende?<br />
– Entendo sim vô… Não se preocupe.</p>
<p style="text-align: justify;">Dias depois meu avô me pediu pra que eu saísse pra ele poder ficar sozinho com minha mãe… Ele me deu dinheiro pra eu ir lanchar no shopping e voltasse só depois de duas horas.<br />
No dia seguinte na cozinha.<br />
– Você e a mãe transaram ontem?<br />
– Ué… Foi por isso que pedi pra você ir pro shopping. Mas oh! Continua segredo, ok?<br />
– Pode deixar vô… Só que eu tinha vontade de ver vocês de novo… Kkkkkk.<br />
– Por mim não teria problema… Mas lógico que sua mãe não ia aceitar de jeito nenhum, né?<br />
– Tô brincando vô… Isso é uma coisa muito íntima de vocês.<br />
– Mas você sabe que só faço isso pra ajudar sua mãe, né?<br />
– Sei sei!! Tá bom vô… Eu acredito!<br />
– É sério… Até você se precisasse, eu te ajudaria.<br />
– Ahammmm??? Como assim vô?<br />
Ele sempre rindo.<br />
– Ué, vai que você fique sem transar com seu namorado por muito tempo!<br />
– E você ia fazer comigo o que anda fazendo com minha mãe?<br />
– Se você quisesse, é claro!<br />
– E você acha que eu já transo com meu namorado?<br />
– E não transa?<br />
– Bem… Só às vezes, quando vou na casa dele e os pais dele não estão.<br />
– E as vezes, você não sente falta de sexo?<br />
– Sinto né vô… Mas consigo me controlar.<br />
– Então… Se precisar de mim, é só falar!…<br />
– Nossa vô… Você é muito sem-vergonha, kkkkk… Voce é um jumento! Eu não ía aguentar!! Ahahahah!<br />
– Não sou não… Só que depois de ficar sozinho por muito tempo, tenho duas mulheres lindas morando comigo.<br />
– Mas pelo que vejo, além de transar com minha mãe, pensa em transar comigo também, né?<br />
– É… Só que nunca vou forçar nada… Só se você aceitasse.<br />
– Tá bom vô… Vou pensar nisso, tá?</p>
<p style="text-align: justify;">Aquela conversa foi fazendo minha bucetinha ficar latejando e toda molhadinha, que tive que ir pro meu quarto e tocar uma siririca pra me aliviar.<br />
Logo no dia seguinte, antes de tomar o café, foi tomar banho e novamente a chave do chuveiro estava no frio. Como estava calor, até dava pra tomar banho, mas resolvi me enrolar em uma toalha e chamar meu avô pra mudar pro “banho morno”.<br />
Ele mudou e abriu o chuveiro.<br />
– Vê se ficou boa, ou se mudo pro “quente”?</p>
<p style="text-align: justify;">Com minhas pernas tremendo e o coração disparado, tirei a toalha do meu corpo e fui entrando no box já enfiando o corpo debaixo da ducha…<br />
Meu avô só enxergava meu traseiro todo nú.<br />
– Tá boa sim vô… Obrigada!…</p>
<p style="text-align: justify;">Eu que achava que ele ia querer aproveitar a oportunidade, achei estranho ele sair do banheiro. Terminei meu banho e ao chegar na cozinha não vendo meu avô resolvi ir até seu quarto. Minha mãe já tinha saído pro trabalho.<br />
Entrei e ele estava deitado, pelado, de pau duro apontando pro teto. Ele me vendo na porta.<br />
– Quer vir aqui, Cristina?<br />
Me aproximei da cama de olho daquela pirocona grande e grossa.<br />
– Quer deitar um pouco aqui comigo?<br />
Só sentei do seu lado.<br />
– Porque você está assim?<br />
Ele mexendo no seu pau com sua própria mão.<br />
– Estava esperando por você!<br />
– É?????…<br />
– Quer brincar um pouco com ele?<br />
– Brincar?<br />
– É Cristina… Vai me dizer que você não brinca com do seu namorado?</p>
<p style="text-align: justify;">Levei a mão segurando aquela trolha dura que nem uma rocha.<br />
– Brinco sim!…<br />
– Então… Pode brincar com ele também… Você já chupou seu namorado?<br />
– Vô?????<br />
– Eu adoro chupar uma bucetinha… eu chupo a sua, se quiser!</p>
<p style="text-align: justify;">Fui reclinando e dando alguns beijinhos na ponta.<br />
– Me chupar vô, é?…<br />
– É Cristina, seu namorado nunca te chupou?<br />
Eu já colocando a boca em torno daquela pirocona.<br />
– Nunca!…</p>
<p style="text-align: justify;">Comecei a chupar e logo estava mamando e punhetando meu avô, que gemia.<br />
– Que boquinha gostosa… Chuuuuupa… Chuuuuuupa!…</p>
<p style="text-align: justify;">Quando ele disse que ia gozar, mesmo antes de tirar a boca recebi um jato forte de porra que bateu na minha garganta… O resto me lambuzou o queixo e as bochechas.<br />
Depois, ele mesmo tirou meu short e minha calcinha pra começar a lamber minha xoxota e ficar mordiscando levemente meus lábios vaginais… Urrei de prazer.<br />
– Ooooooh vôôôôô!!!!! Maaaiiiissss… Maaaaiiiissss…</p>
<p style="text-align: justify;">E tive um orgasmo delicioso, coisa que só conseguia quando tocava siririca… nem meu namorado me fazia gozar daquele jeito. Fomos tomar nosso café da manhã, e depois ele me puxando pra sentar no seu colo.<br />
– Me mostra seus peitinhos?</p>
<p style="text-align: justify;">Levantei minha blusa tirando-a por cima da cabeça e logo meu avô caiu de boca chupando bem gostoso e ao mesmo tempo com a mão brincando com o biquinho do outro.<br />
– Hummmmmm… Hummmmmmm…</p>
<p style="text-align: justify;">Senti vovô ficando de pau duro debaixo da minha bunda e novamente minha bucetinha foi ficando toda molhadinha.<br />
– Que me colocar na mesa, igual fez com minha mãe?</p>
<p style="text-align: justify;">Ele novamente tirou meu short e minha calcinha, me posicionou encostada na mesa com minha bundinha empinada, e me mandando abrir as pernas foi colocando seu pau na portinha.<br />
Quando ele começou a empurrar e fui sentindo entrando aquela coisa grossa na minha delicada bucetinha foi me dando um calor por todo meu corpo.<br />
– Enfia tudo vô… Aaaahhhh… Aaaaahhhh… Aaaaiiiiiii!!!!</p>
<p style="text-align: justify;">O pau grosso fazia uma pressão enorme na minha bucetinha e o vai e vem foi me fazendo ter o meu segundo orgasmo com meu avô, gemendo muito alto.<br />
Tô goooozannnnndo vô… Meeeete… Meeeeete!!!!</p>
<p style="text-align: justify;">Ele ainda ficou socando por mais uns dois minutos antes de tirar e gozar sobre minha bunda<br />
Antes de ir tomar um novo banho, voltei a sentar no seu colo, peladinha da cintura pra baixo.<br />
– Adorei vô!<br />
– Caralho Cristina… Foi a bucetinha mais gostosa que já meti.<br />
– Safado, kkkkk!…<br />
Ele passando e até enfiando o dedo na minha bucetinha.<br />
– Safadinha do vovô!…</p>
<p style="text-align: justify;">Combinamos de que eu ia continuar fingindo que não sabia de nada sobre ele e minha mãe, e que, só íamos poder fazer mais sexo quando estivéssemos sozinhos em casa… Não podíamos dar nenhuma bandeira.<br />
Passei quase todos os dias fazer alguma sacanagem com meu avô: Mamava na sua piroca até ele gozar em minha boquinha. Ele chupava ou metia na minha bucetinha me fazendo ter deliciosos orgasmos.<br />
Um dia estávamos deitados na cama após ele meter muito na minha bucetinha, ele disse que minha mãe não tinha experiencia em dar a bundinha e relutou em liberar o fiofó e só passou a gostar de dar o cusinho com ele, pois meu pai não se empolgava muito em enrabá-la.<br />
– Ué vô, é que ela não sabia como ía ser, né?<br />
– Eu sei… É que quando era mais novo eu gostava muito de uma bundinha.<br />
– É vô? De homem também?<br />
– Kkkk… Cheguei a comer algumas de homem, também!…</p>
<p style="text-align: justify;">Não conseguia entender como meu avô naquela idade conseguia ficar de pau duro com tão pouco tempo após ter gozado sobre meus peitos, após meter na minha bucetinha. Eu estava acariciando seu pau mole que começava a reagir.<br />
– Você é tarado?…<br />
– Hummmm… Não! Por quê?<br />
– É que você já está ficando de pau duro!…<br />
– É que você está mexendo com ele, ué!…</p>
<p style="text-align: justify;">Continuei mexendo até que ele ficou bem duro. Com a intenção dele meter novamente na minha bucetinha e me fazer ter um novo orgasmo, fui ficando de quatro sobre a cama a seu pedido.<br />
Ele meteu por alguns minutos na minha bucetinha e parou com seu pau todo enfiado em mim acariciando minhas nádegas e passando o dedo no meu cuzinho.<br />
Senti a mão dele na minha nuca gentilmente empurrando pra baixo até que fiquei com o rosto pousado no colchão. Meus joelhos estavam apoiados no colchão e minha bunda arrebitada e arreganhada pra receber a torona daquele meu avô safado e roludo.<br />
Mas foi a umidade da saliva e da ponta de sua língua saracoteando em volta de meu anelzinho que me fez ficar desvairada e relaxada o bastante pra querer todas as pirocas do mundo no meu cusinho!<br />
Meu orgasmo se iniciou quando uns dois centímetros da língua dele conseguiu quebrar a resistência do meu anus. Os grunhidos dele soavam como rugidos de uma animal no cio. Isso me aumentava cada vez a aproximação do clímax, me deixando toda tremula.<br />
Eu gemia e gemia. Não me lembro de quantas vezes eu balbuciei que ele me enrabasse. Então percebo que a frente das coxas dele se encostam no posterior de minha coxas.<br />
– Meu amorzinho, vou lambuzar meu páu com o melado da bocetinha, ok!?<br />
– Cristy, você já deu a bunda pro namorado?</p>
<p style="text-align: justify;">Quando ele falou sobre minha mãe, cheguei a imaginar ele me comendo por trás… resolvi ser bem sincera.<br />
– Já sim vô… Mas meu namorado não conseguiu me penetrar por inteiro, pois eu fico muito tensa!…<br />
Ele tirando da minha bucetinha e encostando no meu cuzinho, disse roucamente.<br />
– Ele deve ser muito bobão… Você tem uma bundinha e um cuzinho lindos.</p>
<p style="text-align: justify;">Senti meu avô forçando seu pau no meu cuzinho e travei.<br />
– Relaxa Cristina… Só vou enfiar a cabeça, tá bom?<br />
– Tá bom vô!…</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a cabeça entrou, rebolei sentindo a pressão… Ele segurando minha cintura com as duas mãos.<br />
– Posso enfiar mais um pouco, posso?<br />
– Aaaaaaahhhhhh… Pooooode!…<br />
Senti aquela trolha alargando meu cuzinho até que seus pentelhos encostarem nas minhas nádegas…<br />
Ele tinha enfiado tudo. Lógico que doía um pouquinho, mas, era algo tão prazeroso que voltei a rebolar e pedir pra ele começar a meter.<br />
– Ooooh meu Deus… Que cuzinho gostoso!…<br />
– Vai vô… Mete mais forte… Vaaaiiii. Vaaaiiii!!!!…</p>
<p style="text-align: justify;">E sua virilha passou a bater forte nas minhas nádegas por vários minutos, até ele ficar parado e gozando lá no fundo… Delicioso!</p>
<p style="text-align: justify;">Meu pai voltou somente um ano depois, para ficar apenas um mês de férias. Ele desconfiava que minha mãe tinha outro homem e ela também sabia que ele devia ter outra mulher em Portugal… Mesmo assim devem ter transado muito.<br />
Meses depois, nas minhas férias, fui pra Portugal ficar alguns dias com meu pai. Lá é que fui descobrir que ele morava em um dos quartos do hotel. Em apenas três dias, do sofá fui ficar com ele na cama e acabou rolando (mas essa é outra história).</p>
<p style="text-align: justify;">Convido meus leitores a visitar meu blog https://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ou http://eternahelga.blogs.sapo.pt/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada</p>
<p>O post <a href="https://www.contoseroticos.info/acostumei-com-a-rola-do-vovo-no-meu-cuzinho.html">Acostumei com a rola do vovô no meu cuzinho</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.contoseroticos.info">Contos Eroticos</a>.</p>
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		<title>Foi mais forte do que eu, mais adorei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 20:04:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Meu nome é Fátima tenho 52anos sou casada ha 20 anos com um homem maravilhoso e mãe de 2 filhos já crescido. Meu marido é representante comercial, profissão que faz com que ele viaje muito, me deixando quase sempre sozinha. Nosso casamento já não estava como antes, a rotina do dia a dia e os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Meu nome é Fátima tenho 52anos sou casada ha 20 anos com um homem maravilhoso e mãe de 2 filhos já crescido. Meu marido é representante comercial, profissão que faz com que ele viaje muito, me deixando quase sempre sozinha. Nosso casamento já não estava como antes, a rotina do dia a dia e os anos foram fazendo com que meu marido perdesse o interesse por mim.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-12540"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
Vindo de uma família conservadora, me casei virgem, e sempre respeitei meu marido. Na cama ele fazia o máximo pra me satisfazer. Apesar do seu pau não ser muito avantajado, media 13cm e muito fino, eu até que eu conseguia ter um certo prazer. Ele sempre me comia da mesma maneira , o tradicional papai e mamãe, quando gozava virava e dormia. Ele nunca se preocupava se eu também tinha gozado, aquilo pra mim era até então o que eu conhecia como sexo.</p>
<p style="text-align: justify;">
Certa vez eu sugeri que poderíamos variar um pouquinho, mas ele me olhou com um olhar de reprovação e me repreendeu falando que uma senhora como eu deveria se dar ao respeito que isso era coisa de puta e não de uma senhora casada e mãe de dois filhos. Isso foi um banho de água fria em nosso relacionamento. A partir desse dia ele quase não me procurava mais como mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">
Apesar da idade não sou de se jogar fora, tenho um corpo legal uma bunda grande, não caída, e pernas grossas resultado de horas de academia, seios médios que ainda dão pro gasto. Sempre fui muito assediada, por onde eu passava todos os homens me comiam com os olhos e isso sempre mexia comigo, afinal de contas toda mulher gosta de sentir que ainda é desejada rs&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
Nunca me passou pela cabeça trair meu marido pois apesar de ele não me procurar como antes eu ainda o amo. Só que já tinha mais ou menos uns 4 meses que nós não fazíamos amor, ele sempre dizia que estava cansado, que trabalhou muito e tal&#8230; isso estava me deixando louca, eu estava literalmente subindo pelas paredes.</p>
<p style="text-align: justify;">
Certa vez eu estava voltando da padaria, quando passei em frente um posto itinerante de vendas de tv por assinatura onde uma das meninas que estava panfletando me abordou, era até muito simpática, e acabou me convencendo a agendar a visita de um vendedor para que o mesmo me mostrasse os pacotes e as formas de pagamento. Ela anotou meu endereço e marcamos para que o vendedor fosse na minha casa no dia seguinte. Comentei com meu marido e ele achou até legal já que ele passa a maioria do tempo fora, Isso ajudaria a ocupar um pouco meu tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">
No dia seguinte, meu marido já tinha saído pra trabalhar e eu estava tomando banho quando toca a campainha. Como ainda era muito cedo eu pensei que meu marido tinha esquecido algo e voltara para buscar. Rapidamente eu coloquei um camisa e fui abrir a porta, só que pra minha surpresa não era meu marido e sim o vendedor de tv a cabo. Na hora eu fiquei toda sem graça pois como eu ainda estava tomando banho não tive tempo de me vestir adequadamente, a única peça de roupa que me impedia de está completamente nua era uma camisa branca que devido eu ainda estar molhada, deixava transparecer todo meu corpo. Por sorte a camisa era um pouco comprida o que impedia que minhas partes intimas ficassem amostra.</p>
<p style="text-align: justify;">
Parado ali na minha frente estava o vendedor, um senhor gordinho, do tipo encorpado mesmo, com uma barriguinha charmosamente acentuada, as mãos bonitas e gordinhas, branco de meia idade mais ou menos 170cm , com cabelos totalmente grisalhos perfeitamente penteados para trás, assim como sua barba, que por sinal estava muito bem feita. Ele estava muito bem vestido, trajava uma calça social um pouco apertada, devido ao seu porte físico, uma camisa social não totalmente abotoada revelando o que parecia ser um peito peludo, pois seus pelos teimavam sair pelas arestas da camisa.<br />
Ele estava completamente paralisado me olhando de cima a baixo. Num certo momento, depois que ele voltou a si, tentou desconversar me pediu mil perdões disse que não era a intenção dele chegar tão cedo, só que ele explicou que a sua agenda estava um pouco cheia e resolveu sair mais cedo afim de conseguir atender todos os seus clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">
Vendo que ele estava todo sem graça, falei que não precisava se preocupar que eu não tinha ficado constrangida com a situação. Ele foi super gentil me propôs até voltar numa outra hora em que eu estivesse mais a vontade para recebê-lo. Eu disse que não precisava e que já que ele havia chegado, eu o atenderia naquela hora. Dito isso o convidei para entrar, sem antes notar que um grande volume se formou no meio de suas pernas, volume esse que devido a calça esta um pouco apertada, era difícil de disfarçar. Ele percebeu que eu notei o volume que o pau dele formava sob sua calça, e falou:<br />
_ Me desculpe se eu fiquei desse jeito, é muito difícil disfarçar ainda mais quando eu vejo uma mulher tão bonita quanto a senhora, nessa situação.</p>
<p style="text-align: justify;">
Na hora fiquei um pouco sem graça com seu comentário mas não vou negar que isso mexeu comigo, minha buceta ficou toda molhada com o comentário, os bicos dos meus seios logo ficaram enrijecidos, denunciando minha excitação, afinal de contas já tinha 4 mês que eu não via uma pica, e claro que ele também percebeu que isso. Eu propus que entrássemos e pedi que ele aguardasse um pouco pois iram se vestir de forma mais adequada.</p>
<p style="text-align: justify;">
A imagem daquele volume que se formou, não saia da minha cabeça me fazendo sentir um calor incontrolável. Diante dessa situação resolvi colocar um vestidinho leve não muito comprido de algodão que realçava todas as curvas do meu corpo e seios. Como estava em casa não coloquei calcinha, pois assim me sentia mais confortável, e desci para atende-lo. Quando ele me viu parecia que ia me comer com os olhos, ouso até pensar que ele há muito tempo não via uma mulher.<br />
Como ainda era cedo o convidei para tomar café. No caminho da cozinha nos apresentamos devidamente, seu nome era Antônio, disse que era viúvo e que trabalhava a muitos anos nesse ramo. Ele se acomodou num banco, daqueles de média altura muito utilizados em bancadas. Enquanto conversávamos fui preparar o café, quando baixei pra pegar o pó que ficava no armário, embaixo da pia, meu vestido subiu um pouco e ele teve a visão total na minha bunda e minha bocetinha. Fiquei</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">um tempo naquela posição de propósito para judiar ainda mais com ele. Nessa altura eu já estava subindo pelas paredes pois fazia quase 4 meses que eu não trepava com meu marido e também eu não conseguia tirar da cabeça a imagem daquela pica armada por minha causa. Só de imaginar que aquele homem estava tendo uma visão quase que total de minha bunda e buceta eu fiquei toda molhadinha. Minha buceta tava pegando fogo, era até difícil disfarçar meu tesão pois não dava pra conter o mel que teimava em descer pelas minhas pernas, não estava mais agüentando quando pedi para ele pegar o açúcar que ficava no armário de cima, pedido esse que foi prontamente atendido por ele. Eu ainda estava de costa pra bancada quando eu senti ele chegando por trás, nessa hora eu pude sentir claramente aquela pica roçando na minha bunda. Meu coração estava disparado, minha buceta estava completamente encharcada, quando eu empinei um pouco a bunda, foi a deixa que faltava pra ele me atacar.</p>
<p style="text-align: justify;">
Antônio me agarrou por trás segurando meus peitos com aquelas mãos gordinhas e ásperas. A pica dele estava dura como uma barra de ferro, eu só conseguia gemer de prazer, quando ele começou a passar aquela barba no meu pescoço eu fui as estrelas, literalmente. Sua respiração ofegante no meu pescoço me fazia delirar, tirando pequenos gemidos que eu não conseguia conter. Ele me virou e me beijou como eu nunca havia sido beijada antes. Sua mão começou a percorrer meu corpo enquanto nossas línguas se enroscavam de uma forma avassaladora. Sua boca chupava meu pescoço me fazendo soltar gemidos de prazer. Uma de suas mãos alcançou minha boceta, que não oferecia nenhuma resistência muito pelo contrário eu estava sentindo um prazer que jamais meu marido conseguiu me proporcionar. Ele começou a enfiar primeiro um e depois dois dedos, com muita precisão ele cadenciava um ritmo constante e frenético, eu comecei a tremer, minhas pernas perderam as forças quando ele aumentou o ritmo me fazendo sentir pela primeira vez um orgasmo. Nessa hora eu já não me reconhecia, como uma senhora casada e de respeito estava agindo como uma puta nas mãos daquele senhor gostoso que sabia muito bem como dominar uma mulher. Não deu tempo nem de eu me recuperar quando ele, com toda delicadeza , me virou de costa e com sensualidade começou a me despir, puxou as alças do meu vestido para o lado e o mesmo não mostrou nenhuma resistência ao cair sobre meus pés.</p>
<p style="text-align: justify;">
Após me deixar totalmente nua, ele com muita maestria começou a beijar o sugar todas as partes do meu corpo, primeiro ele começou a beijar meu pescoço e foi descendo lentamente até chegar nos meus seios. Como um bebê ele começou a sugar meus mamilos com força porém com uma certo cuidado pra não me machucar, eu só conseguia fechar os olhos mostrando toda minha satisfação. Ele dava pequenas mordidinhas nos bicos dos seios me fazendo gemer e morder meus lábios de puro prazer, aquele homem era muito gostoso ele realmente sabia como fazer uma mulher perder a cabeça.<br />
Eu fiquei toda arrepiada quando ele começou a descer passando suavemente aquela barba pela minha barriga. Com muita experiência ele me deitou na bancada e foi abrindo minhas pernas me deixando totalmente exposta. Quando ele colocou sua cabeça entre minhas pernas, eu vi que não tinha mais volta, com muita experiência ele foi introduzindo sua língua no interior da minha buceta me fazendo sentir pela primeira vez uma das, senão a sensação mais gostosa do mundo. Eu não conseguia me controlar, ele hora chupava, hora lambia minha buceta que nessa hora já estava toda melada, eu comecei a ter espasmo de prazer quando não consegui mais me conter, meu corpo começou a tremer involuntariamente, meus olhos viraram e com minhas mãos eu pressionava sua cabeça contra minha boceta, até que não conseguindo segurar mais e gozei na boca dele, que sugou todo meu mel, parecia que eu iria desmaiar de tanto prazer meu coração parecia que sairia pela boca. Levei um tempo pra me recobrar do turbilhão de prazer, afinal de contas já não era mais nenhuma menininha, sem falar que foi a primeira vez que um homem chupava minha buceta.</p>
<p style="text-align: justify;">
Parei uns minutos para pensar no que acabara de acontecer _ será que eu fiz a coisa certa? _ Meu marido não merecia isso. EU estava agindo como uma puta. Não estava me reconhecendo. Vários pensamentos passavam pela minha cabeça quando Antonio se levantou e eu pude ver o volume monstro que se estava entre suas pernas, aquela pica atiçou minha curiosidade, pois a única pica que eu tinha visto até então era a piroquinha do meu marido. Desci da bancada e o encostei na parede, ele me segurou pelos cabelos e me deu aquele beijo, pra deixar qualquer dúvida se isso era certo ou errado de lado. Movida pelo desejo e carência de sexo num único movimento abri sua camisa arrancando todos os seus botões,</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">revelando um peito coberto de pelos grisalhos com nuances de negro e uma barriga acentuada porem firme não caída. Era muito pêlo, e eu sou tarada por homens peludos, ele parecia o Tony Ramos rs&#8230; comecei a beijar seu pescoço e fui descendo lentamente, até chegar nos seus mamilos, que estavam excitados com aquelas carícias, quando encostei meus lábios e comecei a suga-los, ele fechou os olhos, mordeu os lábios inferiores e soltou um leve gemido. Esse foi o sinal de que eu estava no caminho certo, pois eu queria retribuir todo prazer que ele havia há pouco me proporcionado. Continuei chupando seus mamilos intercalando entre chupadas e leves mordidas, assim como ele fez comigo, quando ele segurou meus cabelos e fez uma leve pressão pra baixo indicando que eu deveria continuar descendo. Sem perder tempo o obedeci, e mais que de pressa, fui passando pela barriguinha até chegar no meu objeto de desejo.</p>
<p style="text-align: justify;">
Eu estava muito nervosa e com um certo medo pois eu nunca tinha visto um volume tão grande quanto aquele que estava a poucos centímetros do meu rosto. Minha mãos estavam suadas, minha buceta já estava toda molhada eu sabia o que fazer só nunca tinha feito antes. Ele vendo minha hesitação olhou pra baixo e falou _ O que foi? não era isso que vc queria? eu respondi _ Sim, é que eu nunca fiz isso antes, meu marido jamais me deixou fazer&#8230; Ele deu um leve sorriso não acreditando no que eu acabara de falar. Foi então que ele me olhou nos olhos, levantou meu queixo com delicadeza e falou _ Não se preocupe, pois vou te ensinar tudo que vc precisa saber.</p>
<p style="text-align: justify;">
Dito isso eu fiquei mais confiante, e pela primeira vez eu pude sentir com minhas mãos aquele membro que mesmo sob a calça parecia uma barra de ferro. Bem de vagar eu comecei primeiro a abrir o botão da sua calça, e olhando nos olhos dele, lentamente fui abrindo o ziper quando de repente uma pica enorme pula pra fora batendo no meu rosto.<br />
O pau dele era lindo e muito cheiroso, era um pau grande e grosso, devia ter uns 25cm, com uma cabeça proporcional ao tamanho da pica e algumas veias também grossas. Tinha um saco grande e peludo muito bem aparado com pelos brancos e negros era um saco com ovos grandes e pesando o que fazia minha imaginação voar pensando comigo mesma, o quanto de leite poderia ter naquele sacão. Tudo nele tinha a proporção certa , muito diferente do meu marido que tudo era diminutivo.</p>
<p style="text-align: justify;">
Sem perder tempo segurei aquele membro grande e quente que pulsava na minha mão com se tivesse vida própria. O pau era tão grosso que minha mãos não conseguia fechar. Com a outra segurei aquele saco gostoso, massageando lentamente. Comecei a punheta-lo e poucos segundos depois pude ver que da cabeça do seu pau começou a sair um pouco de liquido lubrificando aquele colosso de carne. Fiquei um tempo cadenciando meus movimentos, eu estava parecendo uma criança que acabara de ganhar um brinquedo e não sabia como brincar, até que ele segurou meus cabelos e eu entendi o recado, sem perder mais tempo olhei nos seus olhos e lentamente fui introduzindo o pauzão dele na minha boca, que devido ser muito grosso mal cabia a cabeça.</p>
<p style="text-align: justify;">
Mesmo assim não desisti, comecei lambendo aquela cabeça grande como um cogumelo e ia descendo pela base da pica. olhei pra cima e pude ver Antonio com os olhos fechados e mordendo seus lábios inferiores demonstrado muita satisfação. Mais o melhor ainda estava por vir quando finalmente eu consegui colocar ele na boca, Antonio gemia e se contorcia chegando a se tremer de prazer. Isso tudo era novidade pra mim eu nunca tinha experimentado a sensação de fazer um boquete ainda mais com uma pica que dava quase três comparado ao do meu marido.</p>
<p style="text-align: justify;">
Como uma puta eu chupava e tocava punheta fazendo Antônio delirar, eu segurava o pau dele e cadenciava um ritmo rápido e lento, fiquei assim um bom tempo, hora chupava hora punhetava e ficava admirando aquele pirocão, que eu ainda não podia acreditar que estava ali a minha disposição para fazer o que eu quisesse. quando eu tirei da boca e comecei a passar em volta do meu rosto, Antonio não consegui se controlar tirou o pau da minha mão e começou a dar leves tapas de forma carinhosa com ele no meu rosto, aquilo me deixou com um puta tesão, mas quando Antonio colocou o pau novamente na minha boca, eu não sabia o que estava por vir. Como um animal Antônio começou a fuder minha boca, ele enfiava seu pau até o talo me sufocando, ele parecia estar possuído tamanha era força que ele enfiava. Aquilo estava muito gostoso, eu nunca pensei que chupar uma pica fosse tão gostoso, a sensação de segurar um pau grosso e sentir ele latejando não sua mão é indescritível.<br />
Antonio começou a acelerar o ritmo quando ele deu um urro, parecendo uma fera que acabara de abater sua presa, e gozou muito enchendo minha boca com seu leite grosso que mais parecia um mingau de tão consistente que estava. Acho que a muito tempo ele não trocava o óleo rs&#8230; eu suguei tudo não deixando escapar nenhuma gota daquele leite saboroso que ainda saia daquele pau gigantesco. Cada chupada que eu dava Antonio se contraia, até que ele me levantou e me</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">beijou, não se importando com o pouco de porra que ainda estava na minha boca, aquilo foi maravilhoso. Eu nunca pensei que algum dia eu fosse experimentar as delicias do sexo oral, quem dirá sentir o gosto de uma porra fresquinha humm! que delícia, mais o melhor ainda estava por vir, só que isso eu vou deixar pra contar em outra oportunidade.<br />
espero que vcs tenham gostado rs&#8230;</p>
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		<title>O Pecado de trair meu marido na nossa cama</title>
		<link>https://www.contoseroticos.info/o-pecado-de-trair-meu-marido-na-nossa-cama-2.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jun 2025 21:47:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não que meu marido fosse preguiçoso, mas é que ele sempre contratava alguém para fazer os serviços de casa! No máximo ele trocava uma lâmpada. Encanador, eletricista, técnico em informática, pedreiro, pintor… Qualquer probleminha na casa e ele chamava alguém para fazer o serviço. Era uma incompetência que ainda iria trazer prejuízos, e não tô [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não que meu marido fosse preguiçoso, mas é que ele sempre contratava alguém para fazer os serviços de casa! No máximo ele trocava uma lâmpada. Encanador, eletricista, técnico em informática, pedreiro, pintor… Qualquer probleminha na casa e ele chamava alguém para fazer o serviço. Era uma incompetência que ainda iria trazer prejuízos, e não tô falando de dinheiro. Como disse no outro conto, “O Pecado de dar o cu”, casei virgem há dois anos e hoje tenho vinte e três, sempre tive minha vida sexual retraída por frequentar a igreja, até que experimentei meu marido dentro da minha bunda. Nunca mais fui a mesma… Meu marido tenta acompanhar minhas taras, ele me fode bem gostoso, mas tem dias que estou incontrolável!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-12422"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Especialmente hoje acordei atacada. Como de costume abri os olhos às 10h, meu marido já tinha ido para o trabalho. Fiquei enrolando na cama deixando que as lembranças de nossas melhores fodas tomassem conta de mim… Não deu outra, minha bucetinha estava encharcada. Coloquei o travesseiro entre as pernas, rolava de um lado para o outro na cama, mordia os lábios, apertava meus seios… Shhh… Agarrei o controle remoto da televisão e roçava entre minhas pernas, suavemente. Na minha mente apenas a imagem de meu marido enchendo meu rabo com sua rola, e o controle deslizava para dentro da minha calcinha, tocou meu clitóris e eu estremeci. Que loucura! Parecia que estava no cio e eu ia gozar ali mesmo com aquele objeto… Deixei que o controle escorregasse para dentro de mim… Ah! Não era o pau do meu marido, mas estava dando conta do meu tesão. Entrando e saindo de mim, a televisão ligou e desligou umas duas vezes… Podia até queimar, mas antes tinha que apagar meu fogo!</p>
<p style="text-align: justify;">
E eu teria gozado com aquele controle mesmo se não fosse o técnico da tv a cabo chamando na porta de casa. Tomei um susto, deixei o controle na cama, pedi que aguardasse, vesti um vestido confortável e, sem calcinha mesmo, fui atender a porta. Ai que raiva. Abri a porta, depois o portão. O homem da tv a cabo entrou e logo empesteou a casa com seu cheiro forte de suor. Deveria ter uns 35 anos, usava um bigode e tinha uma barriga disfarçada. Pisava forte pela casa de forma que impunha sua presença. Levei-o ao meu quarto e mostrei onde estava o receptor com problema, pedi licença e fui ao banheiro jogar uma agua no rosto. “Você é uma puta mesmo, hein?” Disse rindo e me olhando no espelho… Odeio ser interrompida quando estou para gozar! Escovei os dentes e arrumei o cabelo, nada de mais, apenas um coque.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
Voltei para o quarto e vi aquele homem cheirando o controle remoto que a poucos minutos estava na minha buceta. Fiquei envergonhadíssima e fiz algum barulho para distraí-lo. Ele pigarreou e apontou o controle pra tv como que querendo liga-la. “E então?” Sorri perguntando sem graça. “Er, vamos ver!” Disse ele com uma voz grossa. Começou a futucar por todo canto, mexia no receptor, na televisão, atrás da peça, puxava fio, ligava tomada, pegava alguma ferramenta e eu olhando impaciente, louca para que ele me devolvesse aquele objeto que quase me faz gozar. Minha cabeça só pensava nisso. Sentei na cama nervosa e impaciente. “E aí?”. “Só mais um pouco e já descubro o problema”. “Ah, aqui… achei. Era só um cabo desplugado.” “Como assim?”. “Assim”, e o sinal da tv a cabo voltou. “Ai que bom, nem precisava chamar o senhor, meu marido não sei não, viu?!” “É assim mesmo dona. Ele deve ter coisa mais importante para se preocupar” disse isso com os olhos em minhas coxas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
Ele se abaixou para arrumar suas coisas e eu perguntei se ele queria alguma coisa. Me olhou estranho por um tempo e disse “Água”. Levantei da cama nervosa para atendê-lo e tropecei naquele emaranhado de fios no chão. Cai de quatro no chão, meu vestido subiu e minha buceta ficou ao alcance de seus olhos. Ele certamente viu que eu estava sem calcinha. Me recompus e fugi para a cozinha, voltei com o copo d’água na mão e enquanto ele bebia com a cabeça inclinada para cima, pude ver o volume que tinha se formado na sua calça. O sacana ficou de pau duro quando me viu. Gaguejei perguntando se ele queria mais. “Querer eu quero, não sei se devo”. Tremi. Ele, definitivamente, estava dando em cima de mim. “Me respeite que eu sou casada” falei ríspida e com autoridade. “Tô vendo, mas parece que um homem só não é suficiente, né?” “Que absurdo, meu marido é muito homem, viu?” “Não tô duvidando, mas a senhora gosta de enfiar controle remoto na buceta, né?” Fiquei muda de vergonha – ou seria excitação? Na dúvida fiquei quieta. Ele continuou. “E ainda anda sem calcinha pela casa… Dona, a senhora é muito gostosa. Puta que o pariu!”</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
Ele me dominava pelos olhos, parecia hipnose. Aproximou-se ao ver que não sairia dali. Colou seu corpo suado no meu. Passou o braço por detrás de mim apertando minha cintura. Senti o seu pau duro na minha barriga. Sussurrei: “Você é louco?” “Demais.” Veio me beijar, virei o rosto, mas ele segurou meu cabelo, soltando o coque de antes e puxando levemente minha cabeça para trás. Me beijou desesperadamente, como se nunca tivesse beijado alguém como eu.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">À medida que cedia ao beijo, meus braços o envolveram. Quando ele viu que eu estava dominada, se empolgou. Desceu a mão da nuca pelas minhas costas e parou na minha bunda volumosa. Apertou firme. Me olhou. “Ah, que bundinha dura essa sua, viu?” Continuou os beijos. Agora, mais ousado, enfiava a língua na minha boca e entrava no meu vestido com sua mão. Segurou a polpa da minha bunda com vontade e me ergueu. Trancei minhas pernas na sua cintura e sentia com mais vigor seu pau espremendo minha bucetinha. Ele mexia meu corpo, à sua total mercê, contra o seu e eu sentia seu pau dobrar na minha buceta de tanta vontade de me penetrar. Ele sentou comigo no colo na cama, soltou as alças do meu vestido e pronto: estava completamente nua nos braços de um desconhecido.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
Sua língua, que estava em minha boca, desceu para meu queixo, depois pescoço, passou pelo meu ombro e no caminho o roçar de seu bigode deixava rastros de arrepio. Só sossegou quando estacionou nos meus peitos. Ali ele chupou tudo! Mordia a carne, lambia a aureola rosada e mordiscava o bico entumecido de um, enquanto o outro era massageado pela mão dele. De vez em quando, o desespero de chupá-los era tanto que ele esfregava a cara nos meus seios e me deixava toda babada. Meu marido nunca dedicou tanta atenção aos meus seios. Minha cabeça girava de tesão e eu rebolava feito uma égua no seu pau. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e veio ofegante. Só tinha olhos para minha buceta suculenta que estava diante dele. Se aproximou lentamente a ponto de senti-la esquentar com sua respiração</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">descontrolada. Esfregou o nariz, o bigode e finalmente a língua. Eu arqueava meu corpo na cama, parecia até que estava fugindo daquilo, mas eu estava mesmo era gozando. Me chupou com muita paciência. Ele soube me explorar com sua língua, e quando mordia meus lábios, ou o clitóris, eu apertava sua cabeça com minhas pernas. Ele, persistente, não desistia e mesmo sendo sufocado se esforçava para não perder meu grelo. Resultado? Gozei na boca daquele homem.<br />
Quando eu gozo, ao contrário das outras mulheres, eu fico elétrica. Depois daquela chupada queria ele gozando em mim de qualquer maneira. Levantei, sentei na cama e ele ficou em pé, soltei a calça dele, o pau tinindo de duro pulou logo para</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">fora. Chupei. Apesar de ser um desconhecido, ele merecia isso por tudo o que fez por mim. Chupava com velocidade, sem dar tempo para ele respirar. Como era menor que o do meu marido, enfiava fundo na garganta sem problemas. Às vezes ficava com a cabeça parada e deixava que ele fodesse minha boca, ele metia com violência e eu adorava. “Eu sabia que a senhora era um cachorra, Dona. Deixa eu foder você, vai” “Vem gostoso, come minha bocetinha e me faz gozar” Falar isso foi como detonar uma bomba. Ele me levantou pelo cabelo e voltou a me beijar. Deu uns tapas na minha bunda e me mandou ficar de quatro na beira da cama, como uma boa putinha, obedeci.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
Com minha boceta aberta, à sua disposição e escorrendo baba e lubrificação, ele esfregava seu pau na entrada da minha caverna, fazia que ia meter e tirava, pincelava de leve, circundava meu lábios e depois voltava a enfiar só a cabecinha. Eu entrei em desespero, jogava meu corpo contra o dele para ver se entrava logo, mas o escroto não deixava. Ele dizia rindo “Só vou meter depois que você implorar” “Vai gostoso, enfia essa rola dura em mim, vai” “ainda não é assim que eu quero” “como você quer, heim? Come sua putinha, vai” Ele só ria e eu estava ficando nervosa. Mas eu queria tanto aquilo em mim que respirei fundo, joguei o cabelo para um lado só, olhei para ele com a maior cara de vagabunda e sussurrei: “Faz isso</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">comigo não, gostoso, me come que nem uma puta vai, eu quero gozar muito no seu pau”. Eu disse as palavras mágicas e ele meteu aquela rola toda em mim. Era pequena, mas ele sabia usar para me deixar louca. O desgraçado metia fundo e o som do seu saco batendo na minha bunda me excitava mais ainda. Ele apertava minha cintura com uma mão enquanto metia em mim, a outra percorria minhas costas, puxava meu cabelo, batia em minha bunda. “Ah, eu nunca comi uma mulher gostosa como a senhora, Dona.” “Então aproveita, safado, me come que é a ultima vez.” Ele ficou louco.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
Metia muito rápido. Eu só gemia. Tentava falar alguma coisa pra incentivar ele, mas só saía uns grunhidos, o sacana estava me fodendo direitinho, apesar de ser o segundo homem que me comia. Encostei a cabeça na cama para gozar, isso deixou minha boceta mais exposta e minha bunda empinada, assim eu sentia cada pedaço do seu pau entrando e saindo em mim. Eu fazia mais barulho que a cama, ele estava alucinado metendo na minha boceta. Eu gozei de novo ouvindo o homem da tv a cabo me xingando de tudo quanto era nome na minha casa, no quarto que dividia com meu marido e na cama onde nós dormíamos. Quando ele gozou, me largou. Desabei na cama com minha bocetinha melada de porra, o filho da puta gozou dentro de mim. Ele guardou o pau, vestiu a roupa pegou as coisas e jogou a ordem de serviço em cima de mim dizendo “Já terminei, senhora. Tenha um bom dia”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
Só levantei da cama quando a fome foi maior que a anestesia daquele orgasmo. Tomei banho e fui preparar o almoço para esperar meu marido. Agi como se nada tivesse acontecido. Queria experiências sexuais loucas e não sabia se meu marido estava pronto para ouvir o que tinha acontecido comigo naquela manhã. Eu o amava muito e sabia que se contasse algo naquele momento iria magoá-lo demais. Era melhor ele continuar achando que eu era apenas a sua putinha.</p>
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		<title>Comendo a amiga de minha esposa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jan 2025 18:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traição]]></category>
		<category><![CDATA[Comendo a melhor amiga da esposa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre fui um cara que não sou exemplo de fidelidade, desde quando me casei, sempre tenho uns contatinhos na mão para casos de necessidade, como uma briga, um vale night ou até mesmo um perdido. Mas o caso a seguir foi algo que nunca passou por minha cabeça por dois motivos que todos saberão logo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sempre fui um cara que não sou exemplo de fidelidade, desde quando me casei, sempre tenho uns contatinhos na mão para casos de necessidade, como uma briga, um vale night ou até mesmo um perdido. Mas o caso a seguir foi algo que nunca passou por minha cabeça por dois motivos que todos saberão logo a seguir.<br />
Primeiro por ela ser a melhor amiga de minha esposa, e segundo, por ela ser casada com um tenente da Polícia Militar.<br />
Minha esposa sempre fez questão que eu conhecesse Eliene, a amiga dela e o marido de Eliene, o Heitor, Tenente da PM.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3659"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Certo dia, a minha esposa saiu com Eliene para um dia com as crianças, foram ao Shopping com os filhos meus e da Eliene. Quando voltaram, passaram na casa de Eliene e trouxeram Heitor, pra que finalmente eu os conhecesse. Quando bati os olhos em Eliene, de cara pensei: “Puta que Pariu, que mulher gostosa. Se soubesse que era gostosa assim eu já teria conhecido ela.” Minha esposa desceu do carro e me apresentou a Heitor e Eliene. Quando a abracei pra dar os três beijinhos senti os seios dela em mim e já senti o pau querendo subir, me controlei e convidei todos a entrar. Ofereci uma cerveja a Heitor, que de cara aceitou. Nos sentamos e fomos beber e conversar. Bateu uma afinidade de cara com Heitor e continuamos a beber. Horas de papo e muitas cervejas, vodcas e outras bebidas, já estavam todos com o álcool na cabeça e eu, bebo pouco então coloquei umas músicas na SmartTV e Eliene disse que queria dançar comigo. Nisso, minha esposa foi no quintal ver as crianças e o Heitor chamou minha mãe pra dançar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
Enquanto eu dançava com Eliene, ela falou em meu ouvido: “E aí? Vamos Ser felizes?” Fingi que não ouvi, mas confesso que eu até perdi o passo. Heitor estava todo alegre dançando e não percebeu. Em outra música, ela repetiu a mesma pergunta, e desta vez não titubiei. Eu disse sim e perguntei como faríamos, e ela disse que entraria em contato. Dias depois ela me chamou no whatsapp. Perguntei como ela conseguiu meu telefone e ela disse que, no dia que nos conhecemos ela pegou meu telefone no celular de minha esposa enquanto bebíamos. Conversamos normalmente e ela não demonstrou interesse até o dia que minha esposa foi dormir na casa da mãe dela. Nesse dia, Eliene me chamou no whatsapp e</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">perguntou se eu estava só em casa eu disse que sim, pois não gosto de dormir na casa de minha sogra. Conversamos bastante, varou a madrugada e perguntei por Heitor, ela disse que ele estava dormindo e que trabalharia por 24h no dia seguinte. Logo ela perguntou se eu trabalharia, e quando disse que estaria de folga, ela disse que adoraria passar o dia todo comigo. Falei que nunca tinha traído minha esposa e ela tinha o perfume de pólvora, pois achei que ela estava me testando pra minha esposa. Quando ela insistiu muito, marcamos dela vir em minha casa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
No dia seguinte, ela mandou mensagem dizendo que estava vindo em minha casa. Deixei o portão aberto pra ela entrar sem chamar ninguém. Quando ví ela de vestido, bem justinho, com pernas grossas e seios grandes e empinados, meu pau deu sinal de vida. Convidei ela pra entrar e fechei a porta. Perguntei se ela queria beber algo e ela disse que não precisava de bebida pra se soltar e me abraçou. Quando a abracei, já entranhei meus dedos entre os cabeços dela na altura da nuca, dei um leve puxão no cabelo dela e beijei sua boca mordendo de leve e passando a outra mão no corpo dela e apertando os seios com vontade. Puxei ela pela mão até meu quarto e deitei ela na minha cama. Fiquei por cima dela e beijei todo seu corpo levantei seu vestido e ela estava sem sutiã com aqueles peitos maravilhosos na minha frente. Chupei os peitos dela</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">como seu eu nunca tivesse mamado na vida. Ela se contorcia na cama e meu pau latejava. Tirei minha camisa e parti pra cima dela beijando-a, ela pediu que eu deitasse do lado dela e ela partiu pra cima de mim e tirou minha bermuda, fazendo o pau pular da roupa. Ela chupou meu cacete como uma louca. Eu nunca recebi um boquete tão gostoso. Nunca me fizeram gozar com um boquete, e eu me segurei pra não gozar com o boquete dela. Deitei ela no meu lado, continuei mamando ela e fui beijando sua barriga, até que tirei sua calcinha e vi aquela bucetinha lisinha. Minha boca encheu d’água na hora, chupei a bucetinha dela e ela gemia demais e pedia pra que eu não parasse. Quanto mais ela gemia, mais meu pau ficava duro, chegava a doer de tão duro. Chupei gostoso e ela gozou em minha boca. Pra mim, já estava com sensação se missão</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">cumprida, mas agora era a hora de meter gostoso. Eu esfreguei a cabeça do pau na buceta dela e ela implorava que eu metesse. Eu então meti lentamente e senti sua bucetinha quente e úmida. Estocava aquela buceta como se nunca tivesse comido uma buceta tão gostosa. Metia olhando nos olhos dela e ela gemia bem gostoso, pedindo pra eu fuder bem gostoso minha putinha. Adoro a posição do frango assado, por poder ver o pau entrar e sair e ver aqueles peitos maravilhosos balançarem, isso me deixa louco.<br />
Botei ela de quatro e então passei a língua na buceta dela e rodeei o cuzinho dela com a língua também. Abri a porta de correr do meu guarda roupas e deixei ela olha pelo grande espelho eu chupando ela de quatro. Então ela pediu que eu a fudesse. Ela não parava de se olhar no espelho, e eu comecei a meter nela de quatro. Então enrolei o cabelão negro dela em minhas mãos e meti com força, ela pedia que eu batesse na bunda dela, mas não fiz isso pra não deixar marcas e Heitor descobrisse a pulada de cerca dela. Fodi ela por uns 10 minutos de quatro. Segurava a cintura dela e fincava a rola como se eu fosse rasgar ela na pica. Enquanto estava metendo nela ela pediu que eu comesse o cuzinho dela. Não pensei</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">duas vezes e perguntei se ela queria ver. Ela disse que sim, então tive uma ideia. Fui na cozinha, busquei uma banana nanica de quase 30 centimentros, coloquei uma camisinha na banana e dei pra ela, posicionei a câmera de forma que filmasse a bunda dela e eu fodendo o cuzinho dela. Enquanto eu fodia o cuzinho apertadinho dela, ela metia a banana na buceta e gemia pra caralho e ficava se olhando no espelho. Ela gozou com a banana na buceta e pediu que eu gozasse no cuzinho dela. Eu atendi o pedido dela, e então enchi o cuzinho dela de porra, como estava a uns dias sem meter e nem bater uma punheta, gozei quase meio litro no rabo dela. Ela se tremia depois da gozada, então eu fomos tomar banho</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">juntos. Acabei comendo ela de pé mesmo debaixo do chuveiro, só que dessa vez gozei na boca bela e bati com o pau na cara dela. Depois disso, fomo ver o videozinho meu comendo o cú dela e ela, ficou louca com o vídeo, adorou. Naquele dia passamos o dia todo fudendo loucamente, e hoje, sempre que bate a vontade ou temos um tempinho livre de nossos respectivos parceiros, a gente dá uma fugidinha pra um motel e então por fim, “seguimos sendo felizes,&#8221; como ela propôs quando nos conhecemos.</p>
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		<title>Amante Safado querendo o meu cuzinho</title>
		<link>https://www.contoseroticos.info/amante-safado-querendo-o-meu-cuzinho.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 22:50:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Então cheguei na casa dele , tinha um drink de manga bem delícia me esperando geladinho , ele de shorts e sem camisa … sentei conversamos eu fui tomando ele enchia cada vez que a taça ia baixando … aí falei pra ele tô com calor essa roupa posso por uma camisa sua ? Ele [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Então cheguei na casa dele , tinha um drink de manga bem delícia me esperando geladinho , ele de shorts e sem camisa … sentei conversamos eu fui tomando ele enchia cada vez que a taça ia baixando … aí falei pra ele tô com calor essa roupa posso por uma camisa sua ? Ele na hora falou claro e de preferência sem nada por baixo ?? cara de safado !<br />
Fui lá quarto tirei a minha roupa e vesti uma camisa dele , desci a escada só de camisa sem nada por baixo ele me olhou com uma cara de safado e disse vira quero ver tua bunda , virei ele disse agora abaixa e me mostra ela …fiquei agachada ele veio e tacou a mão na minha bunda .. deu um bjo na nuca e falou venha vamos tomar mais uns goles …</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-12265"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
Depois da 5 taça já estávamos bem atiçados eu estava passando o pé no peito dele descia para o pau dele , subia de novo , abria as pernas pra ele ver a minha ppk ele passava o dedo molhava na boca passava de novo nela , até q ele não aguentou e caiu de boca nela chupando um monte bem delícia socando os dedos nos buraquinhos até q eu gozei delícia ele me virou deixando eu de 4 e soco , soco muito com tesão com vontade e eu gemia , gemia muito até q ele parou tirou e</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">falou senta de costas pra mim no meu pau e cavalga delícia rabuda gostosa , eu sentei de costas pra ele e cavalguei gemendo subindo e descendo até fala eu vou gozar vira aqui e senta de frente quero pegar nos teus peitos delícia , virei sentei e fiz mais rápido com mais vontade e tesão até que gozo gemeu gostoso e disse vc eh uma gostosa uma baita gostosa delícia …..</p>
<p style="text-align: justify;">
Daí fomos tomar banho , ele me lavou e começou a pegar na minha ppk de novo e fez muitas carícias nela até eu gozar de novo no dedo dele …. Ele me virou e socou de novo e de novo e de novo pegando nela ainda … eu já estava mole de tesão ele falou agora termina aí e vem pra cama vou te fazer uma massagem….</p>
<p style="text-align: justify;">
Eu terminei fui para a cama e ele fez uma massagem delícia pegando em todo meu corpo, e disse no meu ouvido … um dia vc vai me dá esse cuzinho delícia ?<br />
Ele disse se for por isso então vou te agradar muito ….<br />
Eu falei depende dos agrados ??</p>
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		<item>
		<title>Valéria sodomizada enquanto o marido espera</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 19:28:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Valerie encostada, de pé, escuta calada ao telefone, olhando pro seu marido que trabalha na mesa em frente. Ela tem um indecifrável sorriso nos lábios. Seu marido Ivan levanta os olhos do que estava escrevendo e a olha interrogativamente. Ela responde balançando a mão como se fosse algo sem importância. Mas, se o marido escutasse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Valerie encostada, de pé, escuta calada ao telefone, olhando pro seu marido que trabalha na mesa em frente. Ela tem um indecifrável sorriso nos lábios. Seu marido Ivan levanta os olhos do que estava escrevendo e a olha interrogativamente. Ela responde balançando a mão como se fosse algo sem importância. Mas, se o marido escutasse o que dizia a voz no telefone&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-10624"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
“&#8230; e aí, gostosa bunduda! O que achou do aperitivo dessa manhã? Essa minha rola deixou teu cusinho muito ardido?”<br />
&#8211; Um pouco.<br />
“Ele está aí, né?”<br />
&#8211; Deve chegar dentre em pouco.<br />
“Te vejo então. Voce me matou essa manhã! Estou todo esfolado, mas ainda te quero mais&#8230; ainda hoje!<br />
&#8211; Talvez. Ivan e eu vamos a uma recepção hoje a noite.<br />
Valerie, ainda na mesma posição, está com as pernas cruzadas, tentando evitar que fios de esperma de Jorjão continuem a escorrer pelas coxas abaixo. Seu marido tem o cenho franzido e ainda lhe olhando interrogativamente, mas não deixando de transparecer o quanto está achando sensual sua esposa naquela posição.</p>
<p style="text-align: justify;">
&#8211; Era o Jorge. Vem nos mostrar outro projeto que ele fez.<br />
&#8211; Pô, de novo! Da última vez, ele só enrolou e ainda tivemos de pagar o hotel e as refeições. Eu não quero ser racista, mas ele age como um crioulo recalcado. Maldito hora que decidimos dar-lhe este cargo comissionado.<br />
&#8211; É&#8230; às vezes ele só faz caca. Mas tem também alguma coisa de bom em seus projetos.<br />
&#8211; Mas qual o quê, Vally! Voce vai pra um lado e Jorge pro outro pra pesquisarem. Quando voltam, o teu já tá pronto e o dele sempre falta alguma coisa!</p>
<p style="text-align: justify;">
&#8211; Bem&#8230; gostaria de me descartar dele também , mas não se esqueça quem é o pai dele lá em Brasília! Agora me deixa tomar um ducha rápida antes de ir almoçar.<br />
Horas antes naquela manhã, Ivan nem percebeu os telefonemas que sua esposinha recebeu.<br />
&#8211; Vou no Fórum, meu amor. Quer alguma coisa de lá?<br />
&#8211; Huuum&#8230; não. Não me diga que o Juiz Freitas assinou a carta de intimação à Camargo Correa?<br />
&#8211; Isso mesmo! Tchau.<br />
Valerie sai guiando da zona sul, passa no aeroporto Santos Dumont, pega Jorge lá, mais adiante pára perto do Fórum e pede que ele vá até a recepção pegar a tal carta e dê um polpuda gorjeta ao funcionário. Em seguida rumam para um dos hotéis em Laranjeiras.</p>
<p style="text-align: justify;">
Já no elevador, a calcinha de Vally e literalmente arrancada como se fosse feito de papel e Jorjão se abaixa reverenciando e aspirando profundamente o aroma feminino da xaninha da esposa de seu amigo Ivan.<br />
Vally solta um longo suspiro quando os grossos lábios do seu amante negro lhe beija suculentamente os lábios de sua xoxota. Suas duas mãozinhas vão até o alto da cabeça dele, lhe acariciando a cabeleira carapinha.<br />
A língua de Jorjão tem a grossura de um penis médio e o rodopio que a mesma faz dentro da xaninha de Valeria faz com que ela estremeça como se estivesse levando fortes choques elétricos de prazer.</p>
<p style="text-align: justify;">
Não se contendo, a mulher de Ivan passa uma das coxas por cima do ombro do seu amante negro, praticamente lhe dando uma chave de coxa. Mais precisamente de boceta.<br />
A xaninha de Valerie está tão molhada, tão lambuzada que parece que ela tinha urinado no rosto de Jorjão. Quando o elevador chega no andar deles, Jorjão se levanta e bruscamente beija a boca de Valerie, lhe segurando pela nuca com firmeza, como se não quisesse deixá-la escapar.<br />
Uma das mãos da esposa de Ivan vai até a parte de trás da cabeça de Jorjão e agarra com firmeza um tufo da carapinha.<br />
Jorjão agora baixa ambas as mãos até fazer uma espécie de concha por baixo da gorducha bunda de Valerie. Parecendo se comunicarem telepaticamente, ela abre a barguilha dele e destramente tira o colosso de ébano pra fora das calças.<br />
O odor de macho é tão pungente às narinas de Valerie que quase desmaia.</p>
<p style="text-align: justify;">
&#8211; Aaah, me deixa chupar! Me deixa chupar!<br />
&#8211; Não dá&#8230; não dá mais tempo! Vem aqui!<br />
E Jorjão levanta a esposinha de Ivan pelas nádegas até sua vulvinha ficar frente a frente com sua enorme piroca. Antes de penetrá-la, a piroca, como que a saudando, lhe envia um beijo em forma de uma gota de esperma.<br />
Valerie não sente nenhum atrito quando o membro da grossura do antebraço dela vai abrindo caminho pra dentro seu útero. Apenas tem a sensação orgástica de estufamento de sua linda vagina.<br />
&#8211; Aaaaaaaaaah&#8230;aaaah&#8230; crioulo safado! Não vá gozar agora! Não goza, não goza, que não quero&#8230; não quero engravidar de um&#8230; de um&#8230; canalha, como voce!<br />
E Valeria com os braços passados em volta do pescoço do amigo de seu marido, lhe procura a boca e suga freneticamente a língua que tinha lhe dado tanto prazer alguns minutos antes.<br />
Jorjão não sabe como chegou ao quarto e fechou a porta atrás de si, tendo Vally se esfregando desavergonhadamente na sua virilha e lhe deixando tonto com a chupação que ela fazia em sua língua.</p>
<p style="text-align: justify;">
Ele passa os braços por trás da cintura dela, inclinando o próprio corpo para trás, faz com que Vally o esteja cavalgando. Logo, ele está no mesmo ritmo que Vally, no sobe e desce de sua coluna de granito negro.<br />
De repente, Vally dá um longo suspiro e sua cabeça tomba pra trás. Seus braços caem ao longo do corpo e fica dando gritinhos com a cabeça jogando a aloirada cabeleira de um lado pro outro.<br />
Jorjão sente algumas contrações espasmódicas da xotinha dela em volta da grossura do seu caralho, até uma mais forte que permanece apertando por alguns segundos.</p>
<p style="text-align: justify;">
Por fim a cabeça dela balança pra frente e volta pra trás junto com o torso, se abandonando plenamente ao gozo.<br />
Quando Valerie volta a si, se vê deitada de costas com os joelhos dobrados, como na posição de frango assado. Jorjão ajoelhado entre suas coxas, se masturba com olhar de macho fogoso, passando a linguona pelos lábios grossos.<br />
Os olhos da esposinha de Ivan brilham de forma estranha ao ver aquela piroca enorme envolta por uma mão imensa, quase encobrindo o resto do corpo de seu macho negro.</p>
<p style="text-align: justify;">
Hipnotizada, ela vai lentamente se elevando com os carnudos lábios abertos em forma ovalada.<br />
De modo ríspido ela afasta a mão do dono da piroca e ela mesma passa a masturbá-lo ao mesmo tempo em que dirige a achocolatada cabeçorra pra dentro dos lábios ovalados.<br />
A jorrada de esperma que lhe enche a boquinha é tanta que ela chega até engasgar. Mesmo assim, a infiel esposinha continua sugando com fervor todo o sêmen que seu amante negro pode lhe dar.</p>
<p style="text-align: justify;">
Jorjão balança pra frente e pra trás na doce agonia da caricia oral dos lábios da esposinha de seu amigo Ivan. Suas mãos vão até os lados da cabeça dela e lhe acariciam os cabelos enquanto ele a faz ficar imóvel e só ele movimenta a cintura pra frente e pra trás fazendo sua rolona entrar e sair lentamente da boquinha da esposa de Ivan.<br />
Mas, Valeria não quer aquela morosidade. Ela quer tudo. Quer se sentir toda estufada, inchada, completada. Assim, ela passa os braços em volta dos quadris do amigo de seu marido e segurando firmemente com as mãozinhas os musculosos glúteos, ela o puxa em direção a seu rosto e conseqüentemente vai engolindo todo aquele cilindro musculoso e de grossas veias palpitantes.</p>
<p style="text-align: justify;">
Jorjão arregala os olhos como se tivesse visto alguém da klu klux klan. Admirando e respirando fundo com animalesca tesão, ele vê sua cobra negra sendo engolida pela boquinha de Valerie até seus pentelhos se tornarem um gracioso bigodinho no lábio superior dela.<br />
A esposa de Ivan sente que seu amante negro está tendo outro espasmo de gozo dentro de sua boquinha. Enlouquecida de tesão pela rola que lhe entope dos lábios ao fundo da garganta, Valerie se sente recompensada pela auto-flagelação e atinge seu orgasmo máximo ao mesmo tempo que sente a fervura da gosma ejaculada pra dentro da sua garganta.<br />
O amigo de Ivan solta um berro assustador ao gozar dentro da boquinha da esposa dele e passado alguns segundos, ele afasta a cabeça de Valerie até sua pirocona escapar da firmeza dos lábios dela, espalhando esperma pelo ar.<br />
Ele ainda está com a respiração descompassada, mas observando o belo rosto de Valerie fazendo carinha de sapeca que após ficar de joelhos, vai se virando vagarosamente ao mesmo tempo em que, abaixando só a parte superior do corpo, encosta os pequeninos seios no colchão. Todo o esplendor da bunda da mulherzinha de Ivan fica a disposição da lascívia bestialidade do amante negro.<br />
Valeria sente como uma preliminar a invasão de seu anus pela robusta língua do amigo de seu maridinho. A coceira libidinosa da pressão da língua se intrometendo em seu cusinho é algo indescritível.<br />
A esposinha de Ivan se sente realmente feliz por ter um companheiro que a leva e traz das mais profunda devassidão sem nenhum temor.<br />
Ela é totalmente livre de corpo e alma pra fazer as maiores loucuras sexuais que quiser com o macho que a acompanha. Coisa inadmissível pra ela se entregar a tal devassidão com o marido.<br />
Ela jamais aceitaria Ivan como um corno passivo. Essa coisa de ser uma depravada total com o amante e uma esposa exemplar para o maridinho era que lhe dava os maiores frissons quando era penetrada desvairadamente no cusinho pelos amantes que desejava. E, ao mesmo tempo negar sempre ao marido o prazer de enrabá-la.<br />
Agora, o macho está montado em cima dela, deixando-a completamente imóvel. Ele parece uma aranha negra que pegou uma borboleta branca. Apenas a bunda dele se eleva e baixa bem devagar em cima da bunda dela.<br />
A imobilização dava a sensação de impotência, de submissão ao macho fodedor. Vally se sentia nas estrelas ao ficar assim totalmente estática enquanto a grossa rolona deslizava pra dentro e pra fora de seu cusinho bem devagar como Jorjão estava fazendo agora.<br />
As contrações que ele fazia em cima de sua bunda ao lhe comer o cusinho, pressionava também os quadris dela, fazendo sua xaninha ser acaricida através do aperto que levava pelas partes internas das coxas.<br />
Chegou o momento que não há mais controle dos movimentos e apenas o desvario do prazer é mais importante para os dois.<br />
Valerie pede que Jorjão acelere mais e mais. Ele obedece, mas os movimentos se desencontram pois o orgasmos de Valerie se aproxima mais rápido. Ela rebola sem se importar com o macho que lhe invade o cusinho.<br />
A esposa de Ivan só quer sentir a sensação do volume lhe preenchendo a argola anal e deixar que o gozo lhe tome conta do corpo.<br />
O corpo de Valeria amolece não agüentando mais o peso do amigo de seu marido em cima dela.<br />
Jorjão vai junto sem se desengatar do cusinho da esposa de seu amigo.<br />
Parece impossível, mas ele ainda tinha esperma bastante pra ejacular, fazendo com que ela tivesse uma súbita ressuscitação ao sentir a quentura do sêmen sendo jorrado pra dentro do seu cusinho e se espalhando também em volta de sua magnífica bunda.<br />
Foi no carro que Valerie sentiu que ainda descia esperma de seu anus. Imediatamente pegou um monte de kleenex e colocou no reguinho da bunda.<br />
Ao chegar ao escritório, ela já tinha jogado fora os kleenex e pensava que nada mais escorreria.<br />
Foi quando o telefone tocou e ela atendeu se encostando à mesa.<br />
Ao ouvir a voz de Jorjão, pareceu que o danado de seu cusinho se abria pra ele. Valerie sentiu um novo escorrimento de esperma junto com a umidade de sua xotinha.<br />
Convido meus leitores a visitar meu blog https://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ou http://eternahelga.blogs.sapo.pt/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada</p>
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		<item>
		<title>Descobrindo a verdadeira vocação da estagiária e transformando ela em puta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 00:33:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalho em um escritório e sempre recebo pedidos de pessoas para estágio, Dessa vez quem tinha chamado era Alessandra, 20 anos, Loira, 1,50cm de altura, bundinha empinada e uns peitos bem volumosos, rs rs. Ela já era noiva, diria que se vestia muito bem, embora as roupas fossem apertadas nunca era demais. Na entrevista tinha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Trabalho em um escritório e sempre recebo pedidos de pessoas para estágio,<br />
Dessa vez quem tinha chamado era Alessandra, 20 anos, Loira, 1,50cm de altura, bundinha empinada e uns peitos bem volumosos, rs rs.<br />
Ela já era noiva, diria que se vestia muito bem, embora as roupas fossem apertadas nunca era demais.<br />
Na entrevista tinha me dito que era uma pessoa religiosa e que a única coisaque pedia era que respeitasse seus princípios.<br />
Com certeza isso não seria problema, já havia recebido vários tipos de estagiários. O problema na verdade foi quando ela saiu para almoçar e esqueceu o computador ligado enquanto fui desligar e fechar me deparei com a tela escondida do navegador e fui espiar…</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-10576"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
Alessandra estava lendo contos eróticos e os três abertos era sobre traição…Ou seja, a safada tinha desejos secretos embora bem religiosa e recatada, toda comportada com noivo e pessoal da empresa, no fundo era uma pessoa normal, cheia de fantasias e desejos.<br />
Decidi que daí em diante iria provocar esses desejos, bati uma foto da tela dela e fechei tudo. Assim que chegou pedi pra dar um pulo aqui na sala<br />
“Arruma e organiza pra mim os arquivos” Assim que ela começou eu já estava de pau duro, só pela sensação do proibido.<br />
Fui bem perto como era meio apertado passei por trás meio que encoxando ela, bem devagar pra ela sentir o volume.<br />
“Desculpe é que vou precisar daquela caixa ali no fundo”</p>
<p style="text-align: justify;">
Na volta segurei a cintura dela bem firme e dei uma roçada mais lenta e vigorosa.<br />
Alessandra ficou um pouco vermelha mais não falou nada. No dia seguinte pedi a mesma coisa só que dessa vez fui e voltei umas 3 vezes encoxando ela e na última deu pra sentir que ela estava gostando da brincadeira.<br />
Já podia dar um passo à frente. Falei para ela que precisaria visitar um cliente e que precisaria que ela fosse junto, pois ela ficaria responsável por eles depois.<br />
Assim que pegamos a BR comecei papo pra descontrair e deixar ela mais a vontade…<br />
“Me conta uma coisa: Alessandra você e seu noivo já vivem juntos?”</p>
<p style="text-align: justify;">
-“Não senhor, disse que sou religiosa e isso não é permitido até casarmos”<br />
“Desculpe a pergunta mas como então você sabe que é o que precisa entre quatro paredes”<br />
-“Não entendi a pergunta”<br />
“Simples, vocês já fazem sexo?”<br />
-“não somente após o casamento”<br />
“Sério? nem oral?”<br />
-“Não senhor, e se for pra continuar com esse tipo de conversa melhor voltarmos”<br />
Esse era o problema, estava decidido a testar ela…<br />
“Não foi isso que pareceu quando te encochei lá na sala e fiz você sentir meu pau duro e grosso na sua bunda”<br />
-“Não sei o que o senhor está falando”<br />
“Nem foi o que vi, quando fui desligar o computador que você deixou ligado e com alguns contos eróticos abertos de traição”<br />
-“Desculpa, as vezes leio só pra me aliviar, não era a intenção, ai que vergonha”<br />
Nessa hora levo a mão até a bucetinha dela, subindo as mãos pelo vestido e encontro a xotinha toda babada.<br />
&#8220;Sabia que debaixo dessa compostura de santa tinha um vulcão escondido”<br />
-“Por favor para, não posso fazer isso, está errado”</p>
<p style="text-align: justify;">
“Não é o que seu corpo está dizendo”<br />
No meio da estrada mesmo tiro pau pra fora, adoro exibir ele grande e grosso, só para sentir a reação alheia!!<br />
Seguro a mão dela e levo até meu pau, que nessa hora além de latejando já estava com a cabecinha babada…<br />
“brinca com ele vai, bate um punheta e depois chupa aqui mesmo” Timidamente mas com desejo Alessandra brinca com ele e depois começa a chupar.<br />
Que boquete gostoso, parecia que ela estava chupando um picolé, ela mamava com gosto, vontade tinha até esquecido o tipo de mulher que era.<br />
Aquilo me deixou mais puto de tesão ainda.<br />
Alessandra fez o serviço quase que perfeito que gozei na boca dela…,Se recompomos e durante os próximos 15 min até chegar ao cliente ela não falou nada…..Assim que voltamos ao escritório, já era hora do pessoal ir embora, de propósito cheguei 10 min atrasado..</p>
<p style="text-align: justify;">
Não tinha mais ninguém, então pedi pra Alessandra trazer a pasta com documentos e colocarem cima da mesa.<br />
Assim que ela entra tranco a porta…<br />
“Agora minha vez de retribuir você”<br />
-“Melhor não fazermos mais isso”<br />
Seguro ela e levo até a mesa e a coloco sentada na mesa…<br />
Levanto o vestido, afasto a calcinha e começo a chupar aquela bucetinha cheirosa e molhada. Alessandra logo geme e segura firme em minha cabeça pressionando contra a bucetinha….<br />
Provavelmente era a primeira vez que recebia uma chupada daquela…<br />
Começo a brincar com os dedos na bucetinha dela agora, enfiar também no cuzinho…<br />
Ela gemia e se contorcia toda…não demorou muito e Alessandra gozou…</p>
<p style="text-align: justify;">
Abri agora o vestido todo e fui mamar naquele peitão gostoso, chupando com vontade, mordendo os biquinhos enquanto ela gemia e se contorcia de tesão.<br />
Já não aguentava de tesão meu pau estava latejando… mesmo assim coloquei ela agora sentada na cadeira e botei o pau bem no meio daquele peitão fazendo uma espanhola elevando até a boca dela…<br />
Caralho estava louco de tesão aquela menina noiva e religiosa, agora apenas suspirava de tesão e aproveitava o momento…<br />
Não resisti mais, e deixei Alessandra de costas pra mim na cadeira e enfiei o pau na bucetinha dela de uma vez….<br />
(Nessa hora deu merda,, rs rs , só vi o sangue escorrendo na cadeira, tive de jogar ela fora)<br />
Alessandra estava com tanto tesão que nem se tocou e eu segurei com força na cintura e bombei forte até rasgar toda aquela bucetinha..<br />
Metia com vontade enquanto ela gemia e urrava de tesão…<br />
Ale gozou, dando aquela gemida… eu ainda queria mais, iria foder ela toda…bem nessa hora o noivo liga e disse que se atrasou e que estava indo direto pro shopping.<br />
Ela disse que logo chegava.. resultado, iria terminar o serviço agora outro dia, na verdade outros dias…Dei uma carona pra ela , deixando ela pro noivo com a bucetinha arrombada, cheia de porra e sem virgindade, fui para casa esperando o dia seguinte…<br />
Com tempo vou relatando como foi as próximas semanas com ela&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Se tiver alguma fantasia realizada ou ainda tem vontade, mande email…dotado.safado.sc. (gmail)<br />
Ou um direct dotado.safado.sc<br />
Adoro ajudar a despertar esses desejos e vontade…<br />
Sempre com bastante sigilo e discrição.</p>
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		<title>Minha Ana foi arrombada pelo meu amigo</title>
		<link>https://www.contoseroticos.info/minha-ana-foi-arrombada-pelo-meu-amigo.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 18:56:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Traição]]></category>
		<category><![CDATA[Anal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E ai pessoal, Bio na área, este relato vou descrever como minha mulher Ana, com minha concordância transou com um conhecido nosso, mas para que o leitor possa entender como tudo aconteceu eu só concordei porque ela descobriu que eu Tinha transado com a Tia Mari na festa de aniversario da minha ex-sogra na capital. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">E ai pessoal, Bio na área, este relato vou descrever como minha mulher Ana, com minha concordância transou com um conhecido nosso, mas para que o leitor possa entender como tudo aconteceu eu só concordei porque ela descobriu que eu Tinha transado com a Tia Mari na festa de aniversario da minha ex-sogra na capital.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisei viajar a trabalho para Ji-Parana e a previsão de volta seria em 3 dias, na ida eu e meus colegas resolvemos ir em 1 carro, para economizar a gasolina, me despedi da Ana e ela ainda estava braba comigo, desde que descobriu da minha traição com a Tia Mari na capital, quando chegamos em Ji-Parana, eu corri com o meu serviço para poder voltar antes para casa e fazer as passes com a Ana, já no segundo dia eu tinha acabado tudo e liguei para Ana que estaria voltando antes, ele respondeu que tudo bem e que tinha uma surpresa para mim, fiquei animado já pensando que ela tinha me perdoado, peguei o ônibus e fui para Cacoal.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-10558"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ao chegar em casa vi estacionado um carro estranho, abri a porta e ao entrar ouvi vozes vindas da sala, fui chegando e já quando ia me anunciar vi que Rodolfo um amigo meu de longa data, tinha uma das mãos alisando o rosto da Ana, resolvi não interferir para ver qual seria a postura da minha esposa, dei um tempo para ouvir o dialogo entre os dois, foi quando o Rodolfo começou a falar:</p>
<p style="text-align: justify;">Rodolfo – Ana, achei estranho a sua mensagem me chamando para vir aqui, enquanto o Bio esta viajando, mas estou adorando a ideia, olhe só como estou por sua causa.</p>
<p style="text-align: justify;">Ana tentou não olhar e disse:</p>
<p style="text-align: justify;">Ana &#8211; Você deveria me respeitar, eu só te chamei porque queria saber mais da relação dele com a Tia Mari e você na cara dura, na minha casa me cantando, você deveria se envergonhar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o Rodolfo não desistia e através de carinhos no seu corpo e de palavras ditas ao seu ouvido, em voz baixa e de forma carinhosa, ia aos poucos seduzindo, a minha esposa, mas na verdade era a Ana que estava querendo me dar o troco, ate que o Rodolfo perguntou:</p>
<p style="text-align: justify;">Rodolfo &#8211; Você quer dar uma olhada no meu pau, eu sei que é bem maior que o do seu marido, você vai adorar.</p>
<p style="text-align: justify;">Ana – Até tenho a curiosidade de dar uma olhada no seu pênis, imagino que seja enorme, pois já reparei quando você usa sunga, mas isto não é correto.</p>
<p style="text-align: justify;">No que a Ana disse isto, o Rodolfo ficou doido e disse:</p>
<p style="text-align: justify;">Rodolfo &#8211; Deixa de ser boba, vamos aproveitar a oportunidade, pois nós estamos sozinhos, você está cheia de pudores, garanto que o Bio esta na cama com uma vagabunda neste momento.</p>
<p style="text-align: justify;">A Ana ficou pensativa por um instante e disse:</p>
<p style="text-align: justify;">Ana &#8211; Ta bom, mas eu vou só olhar viu!</p>
<p style="text-align: justify;">O Rodolfo começou a abraçar e passar as mãos nos seios e na bunda e a dar beijos no rosto e na orelha da Ana que nitidamente ficou excitada e disse:</p>
<p style="text-align: justify;">Ana – Me deixa ver logo!</p>
<p style="text-align: justify;">O Rodolfo muito espertamente disse:</p>
<p style="text-align: justify;">Rodolfo &#8211; Eu deixo você dar uma olhada, se me prometer bater uma punheta.</p>
<p style="text-align: justify;">Rodolfo &#8211; Vai ser o nosso segredo, prometo não contar nada a ninguém.</p>
<p style="text-align: justify;">Ana &#8211; Você jura?</p>
<p style="text-align: justify;">Rodolfo, então ficou de pé e a Ana sentada no sofá, ela enfiou a mão por sima da bermuda dele, toda ansiosa, ele então abriu o zíper e guiou a mão da Ana até a abertura de onde tirou um enorme pauzão, que fez com que ela soltasse um grito:</p>
<p style="text-align: justify;">Ana &#8211; Nossa que pau gigante que você têm, realmente é maior que o do Bio!<br />
Rodolfo – Só para você saber Ana, eu e o Bio antes de casar com você aprontamos muito juntos, compartilhamos varias mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">Ana escutando isso, praticamente encostou o seu rosto no pênis e passou a masturbar com carinho, dando a impressão de que iria abocanhar, quando ele estava preste a gozar, Rodolfo passou a pedir com insistência:</p>
<p style="text-align: justify;">Rodolfo – Chupa, gostoso!<br />
Ana &#8211; Eu não gosto!<br />
Rodolfo – Mas a Tia Mari, adorava chupar as nossas rolas, deve ser por isso que o Bio te traiu com ela novamente.<br />
Ana – Mas eu não sou ela!</p>
<p style="text-align: justify;">Ao ouvir esta resposta Rodolfo forçou à boca dela na direção do seu pauzão, fazendo com que a cabeça enorme sumisse dentro da boca da Ana, fiquei excitado, vendo meu amigo, realizar uma das fantasias que eu queria fazer com a Ana, segurando com uma das mãos o cabelo da minha esposa e enfiando sem parar o seu pauzão dentro da sua boca, de repente vi ele gozando em sua boca e fazendo com que ela bebesse todo a sua porra, ao terminar de despejar seu gozo na garganta da minha esposa, ele puxou cabeça dela para trás e ordenou:</p>
<p style="text-align: justify;">Rodolfo &#8211; Lambe meu pauzão, limpa ele direitinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Ana obedeceu, deixando escorrer ainda um pouco de porra, que ele espalhou, como um creme hidratante, no rosto dela, quando pensei que ele iria para por aí, puxou pela cintura, colocando em seu colo, Ana tentou reagir, e dizer:</p>
<p style="text-align: justify;">Ana – Para, não posso fazer isto.</p>
<p style="text-align: justify;">Rodolfo &#8211; Você já traiu o Bio ao me chupar e engolir a minha porra.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele a segurou com força, tirou a blusa e passou a chupar os seios de minha esposa, Ana ainda fazia um charminho pedindo:</p>
<p style="text-align: justify;">Ana – Para, eu nunca farei o que você quer.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas Rodolfo não se importava e continuava a arrancar suas roupas, logo Ana já estava sem calcinha e o Rodolfo passou a chupar a sua buceta, a levando a loucura, que passou a implorar:</p>
<p style="text-align: justify;">Ana &#8211; Me come seu filho da puta, não queria comer a mulherzinha do seu amigo, mete gostoso, sei que você está com vontade.</p>
<p style="text-align: justify;">Rodolfo levantou as pernas da Ana e começou a meter lentamente aquele pauzão gigante na boceta dela, fazendo ela gritar de dor e prazer, deixando ela totalmente arrombada, socou por mais de vinte minutos, minha esposa gozava desesperadamente e não parava de gritar e gemer:</p>
<p style="text-align: justify;">Ana – Delicia, eu estou gozando de novo, mete tudo seu pauzão, quero sentir bater no meu utero, Me fode.</p>
<p style="text-align: justify;">Mal ela gozou, ele a colocou de quatro, Ana entendeu a sua intenção e protestou:</p>
<p style="text-align: justify;">Ana &#8211; Porra cara, eu não vou aguentar este pauzão no meu cuzinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele, ao escutar isso, ficou mais excitado ainda e falou:</p>
<p style="text-align: justify;">Rodolfo &#8211; Pois já está na hora experimentar uma rola neste cuzinho, a Tia Mari aguentava direto eu e o Bio arrombando o cuzinho dela.</p>
<p style="text-align: justify;">Percebi que a Ana ficou indignada com a fala do Rodolfo e virou de bunda para ele, indicando que ele poderia continuar, ele separou as nádegas com as mãos e começou a chupar o cuzinho da Ana, depois de um tempo, ele começou a enfiar um dedo na boceta e depois no cu, depois repetiu o procedimento e usou dois dedos, deixando a minha mulher louca de vontade de levar uma rola grossa no cu e ela começou a gemer e pedir descontroladamente:</p>
<p style="text-align: justify;">Ana &#8211; Vem, me fode como vocês fodiam a famosa Tia Mari, me rasga toda, com esse seu pauzão gostoso, vem, arromba o meu cuzinho, hoje vou ser sua vadia.</p>
<p style="text-align: justify;">Rodolfo enfiou, aquele monstro todinho sem piedade, no cuzinho da minha esposa, que não conteve os gritos e lágrimas de dor, ele começou a dar palmadas em suas nádegas e ordenava:</p>
<p style="text-align: justify;">Rodolfo &#8211; Vai minha vagabunda, pede para eu bater na sua bunda com mais força, pede para eu arrombar esse cuzinho com mais força.</p>
<p style="text-align: justify;">A Ana descontrolada começou a pedir em voz alta:</p>
<p style="text-align: justify;">Ana &#8211; Vai meu garanhão, mete mais, me bate com mais força, mete todo este pauzão no meu cuzinho, deixa ele todo arrombado para o Bio ver o estrago.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto mais forte o Rodolfo metia, mais ela chorava e gritava, ele a penetrava violentamente, enquanto segurava sua cintura e dizia:</p>
<p style="text-align: justify;">Rodolfo &#8211; Sua puta safada, a partir de hoje, quero você como minha amante, este cuzinho terá que ser meu novamente.</p>
<p style="text-align: justify;">No que a Ana começou a gemer:</p>
<p style="text-align: justify;">Ana &#8211; Estarei a sua disposição, não era assim que a Tia Mari fazia, sempre que você me quiser eu serei totalmente sua.</p>
<p style="text-align: justify;">A Ana começou a gozar novamente e jogar a sua bunda para traz e para os lados procurando receber mais daquele pauzão, Rodolfo anunciou que iria gozar, Ana passou a rebolar e jogar a bunda para frente e para os lados gemendo e pedindo:</p>
<p style="text-align: justify;">Ana – Vai, enche meu cuzinho com sua porra, como você fazia com a Tia Mari.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele gozou, enchendo o cuzinho dela com sua porra, ao tirar o pauzão do cuzinho dela, disse:</p>
<p style="text-align: justify;">Ana &#8211; De agora em diante, sempre que você quiser que eu venha, pode me chamar.</p>
<p style="text-align: justify;">Ana concordou com um aceno da cabeça e ficou deitada no sofá, sem forças e toda arrombada, eu saí sorrateiramente, voltando duas horas depois como se estivesse chegando naquela hora da viagem, perguntei, qual era a surpresa e ela falou, nos estávamos quites, questionei e ela mandou eu olhar as câmeras de segurança da casa, principalmente a da sala e saiu ainda meio mancando.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois desse dia Ana está mais disposta as minhas fantasias e agora consigo comer o seu cuzinho e gozar na sua boca e até convidei o Rodolfo para fazermos um ménage, com direito a DP e tudo mais.</p>
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