Prima Vadia querendo uma pica dura na bucetinha

Sou o mais novinho entre meus irmãos e quase todos os meus primos. Enquanto eles na adolescência curtiam as matinês e beijavam as meninas no colégio, eu era o cara que ficava jogando bola na rua ou videogame em casa. Entretanto, tinha uma prima que frequentava essas baladinhas com eles e desde cedo, já se mostrou como seria adulta…uma tremenda vadia. Ela tem 4 anos a mais que eu aproximadamente e lembro que quando tinha 13 anos, ela me deu meu primeiro beijo e deixou que eu apertasse seus seios e então nunca mais rolou nada, a não ser sorrisinhos e provocações que sempre partiam dela.

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Depois de uns anos eu me mudei e acabamos perdendo o contato completamente e então quis o destino que nos encontrássemos em uma balada na Vila Madalena em SP. Estava em uma mesa com uma galera e eu nem precisei cumprimentar…assim que me viu se levantou e pulou em cima de mim me dando um abraço e me enchendo de beijos, juntamos a nossa galera e passamos a noite

Curtindo juntos até que me chamou pra dançar.

Ela se esfregava enquanto dançavamos colocando sua coxa entre as minhas, os seios bem encostados no meu peito e um sorriso malicioso no rosto, se aproximando perigosamente do meu. Estava bem diferente de como era na nossa adolescencia, estava mais alta, com um corpo firme de academia, os seios não eram grandes mas surpreendentemente

duros, conseguia senti-los me tocando, uma barriguinha chapada e um piercing no umbigo (e para quem acompanha meus contos, sabe o quanto tatoos e piercings me enlouquecem) e um par de coxas incriveis.

Resolvi investir, sempre quis aquilo e aparentemente ela também, sem nada dizer apenas a segurei pela nuca firme e a puxei, dando um beijo em sua boca. Nossa dança parou e ficamos apenas ali, nos beijando e tocando safadamente nossos corpos. Resolvemos fugir da nossa galera, saindo de fininho até o estacionamento, entramos no meu carro e lá continuamos nossas preliminares, enquanto

dirigia, ela abriu o zíper da minha calça e me olhando com aquele mesmo sorriso sacana colocou a mão por dentro e começou a massagear meu pau que naquele momento estava completamente teso, com as veias saltadas e pulsantes, o tira lentamente para fora e vejo o liquido pre espermático escorrendo na cabeça já vermelha e inchada dele. Ela abaixa e encosta a ponta da língua e levanta

fazendo um fio que liga meu pau até ela, suga todinho e depois me da um beijo, voltando em seguida para abocanhá-lo e chupá-lo freneticamente, fazendo uma pressão nos labios que nunca tinha sentido e quase me fazendo bater o carro várias vezes. Não ia dar tempo de chegar ao Motel, queria fodê-la ali mesmo, naquela hora….

Coloquei a mão por baixo de sua saia e me surpreendi que a vadia já estava sem calcinha, nunca me enganou, tinha ido para a balada para isso, queria uma boa foda e para minha sorte, eu estava lá. Parei o carro em uma rua mais tranquila, na época o insulfilme não

deixava ver muita coisa dentro e já passava das 4 da manhã, deitei o banco e a puxei para se sentar no meu rosto, queria sentir o gostinho daquela buceta que sempre quis desde os 13 anos. Ela segurava meus cabelos e esfregava no meu gosto, rebolava, me fazia perder o ar e me sufocava, eu enfiava a língua e a abocanhava inteira, quanto mais molhada ficava, mais eu pedia para esfregar no meu rosto, adoro me lambuzar numa bucetinha molhada.

Desceu se esfregando no meu corpo até tocar meu pau com sua buceta, segurei ele pela base eqnaunto ela foi engolindo cada cm dele, já com os olhos fechados e com a boca aberta, soltando gemidinhos enquanto ia entrando até que estivesse completamente

dentro dela. O suor fazia grudar a granja no rosto e então me disse “Que pau grosso, primo! Vai me arrombar?” começando a mexer o quadril num rebolado incrível. Eu apertei sua cintura forte e a puxei fazendo entrar tudo de uma vez “Quero te arrombar desde aquele dia, e hoje vai ser minha putinha, prima!”. Comecei a puxar seu corpo com força, enterrando fundo meu pau dentro dela, apertando seu

rosto e dando tapas e ela sorria, gemendo com o braço em volta do meu pescoço, sussurrando no meu ouvido, pedindo que a fodesse mais forte e mais rápido. Quando disse que ia gozar, ela rapidamente pulou para o banco do passageiro e começou novamente com aquela chupada maravilhosa e frenetica, punhetando até que soltei meus jatos quentes de porra em sua garganta, que ela tomou me olhando e depois abrindo a boca, mostrando que não desperdiçava nada.

– Adorei as preliminares primo, agora vamos pra valer! – Ela disse e me deu um beijo e mordeu meu lábio com tanta força que chegou a sangrar, fiquei novamente de pau duro, menos de 5 minutos depois da nossa foda.

Procuramos um Motel e passamos o restante da noite fodendo de todas as formas possíveis e hoje em dia, ainda nos lembramos, conversando via skype dessa vez e de muitas outras que fizemos essas loucuras e juramos um dia matar a saudade, quando o atual marido dela não estiver perto e nem a minha esposa.

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