Meu tio peludo me fodeu no sofá

Estava eu, minha mãe e meu tio que morava conosco num dia qualquer, quando, repentinamente, o telefone tocou às 22 da noite, ficamos bem assustados, mas minha mãe foi atender rapidamente. Para o desespero dela, meu avô estava aparentando algo muito sério, o tipo de problema que deveria ser tratado no hospital o mais rápido possível, o samu já havia sido chamado, mas estavam avisando minha mãe que, de antemão, todos que pudessem dar um apoio para minha avó deveriam ir à casa dela, já que outra tia iria acompanhar meu avô caso fosse necessário.

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Meu tio estava ao meu lado no sofá, meio cansado do serviço, um pouco apático em relação a tudo, viu a movimentação, mas nem sequer se manifestou para acompanhar minha mãe. Na hora de sair ela deu algumas recomendações bem óbvias e saiu, uma das recomendações era para que meu tio cuidasse de mim (por dentro eu queria rir porque acreditava piamente que se havia algum adulto ficando naquela casa, este adulto só podia ser eu com meus 18 anos de idade).

Me sentei para terminar de acompanhar um programa qualquer com mulheres gostosas e palhaços que se desenrolava na televisão, meu tio ao lado seguia praticamente na mesma posição das últimas duas horas. A camisa com os botões abertos expunha um peitoral cheio de pelos, do tipo que seria impossível descobrir a cor morena da sua pele numa primeira olhada. A barba por fazer, grossa, marcada era coçada quase na mesma frequência em que o saco por cima da calça, os meus olhos no começo estavam apenas concentrados no programa, mas, gradativamente, fui olhando com cada vez mais firmeza para as mãos do meu tio e seus movimentos, o que me deixou ligeiramente excitado, mas ainda nada que saltasse aos olhos no meu short de seda.

Meu tio, depois de um grande tempo silencioso, pediu-me para buscar um pouco de refrigerante na geladeira, atendi na mesma hora, porém antes arrumei o pau no short para que não apontasse e expusesse o tesão que começava a se agravar. Levantei, peguei o copo e dei umas olhadelas observando meu tio no sofá. É, ele era realmente um homem gostoso, o corpo cheio de pelos, a postura desengonçada de macho cansado, tudo mexia com meu imaginário, quando entreguei seu refrigerante finalmente ouvi a voz que desaparecera há algumas horas.

_Olha essa lôra, faz tanto tempo que eu não como um rabo gostoso desses.
A voz dele soou grossa e as palavras “como” e “rabo” fizeram meu pau latejar violentamente.
_Você já fodeu?
_Eu? Não… as meninas são muito frescurentas, tem muito receio de perder o cabaço, ainda mais com moleque novo…
_Humm, elas gostam de que tipo?
_Ah, o senhor sabe, um tipo feito você, sua idade, gostoso assim…
_O que você disse moleque?
Gelei nesse momento, a palavra me escapara, saiu de um local completamente distinto do lugar da onde costumava sair o que dizia, era o meu tesão falando por mim.
_Nada tio, nada…
_Repete garoto, só estamos eu e você aqui.
Nesse momento pude observar sua boca fazendo uma leve curva, um quase sorriso, o gogó movimentando-se enquanto ele dava uma golada no refrigerante me deixou um pouco mais eriçado, puxei força e repeti:
_Gostoso, eu disso que você é gostoso, e sua idade as agrada também.
_Você curte caras? Hein moleque?
A voz soou um pouco autoritária, mas não pude deixar de responder com firmeza e rapidez.
_Já beijei uns guris, mas nada demais…
_Então você me acha gostoso…
Ele disse isso coçando de leve o queixo e depois apalpando o pacote entre as calças, observei cada ação nitidamente sem disfarçar, pois já estava a ponto de implorar para que ele me comesse no sofá mesmo.
_Sabe, eu não costumo ficar com caras, mas já comi uns aí… Cu de homem é muito bom, e essa sua conversa fez meu pau ficar assim.
Disse isso abaixando o colarinho da calça, expôs a cueca com um volume enorme apontando.
_Você quer chupar? Disse lançando o olhar pro seu pau
_Eu adoraria.
_Sua mãe nem ninguém pode saber disso nunca hein…
_Tudo bem tio, nunca vou contar não.
Mal terminei de dizer e ele sacou o pau pra fora, o pau tinha a pele escurecida, era veiúdo, grande, um tamanho que saltava aos olhos e enchia a boca, a grossura era igualmente excitante, desci a boca e beijei a cabeça observando rapidamente a feição safada do titio, depois comecei a engolir aquela rôla da cabeça a base com rapidez.
__Como chupa gostoso esse meu sobrinho, se eu soubesse pediria pra você me mamar mais vezes.

Enquanto ele dizia eu sentia o gosto daquele pau veiúdo, sentia o cheiro de um dia todo de trabalho, cheiro de macho, que entrava pelas narinas e me fazia delirar cada vez mais. Desci para o saco peludo e comecei a revezar nas bolas, engolia um e ouvia seu gemido, as putarias que escorriam pelos lábios sem parar, depois das boas eu voltava ao pau e sentia a quentura e a dureza do membro, fiquei assim por minutos intermináveis, o meu pau já babando dentro da cueca.

Foi então que comecei a sentir as mãos cascudas dele descendo pelas minhas costas nuas até chegar no rego do short de seda, ele pôs um dedo na abertura do meu cu, ligeiramente suado, e levou até o nariz, parou com seus incessantes “Mama moleque gostoso” para soltar um grande “Que delícia esse cheiro do seu cu, quero sentir o sabor dele”, a minha excitação parecia a ponto de furar o short de seda.

Sentia o pau inteiro babado deslizando entre os meus lábios numa chupada incessante quando meu tio puxou meu cabelo dando sinal de que eu devia parar, parece que se eu tivesse continuado ele teria gozado no céu da minha boca naquele momento mesmo, mas ele queria mais que isso…

Tirei o short que já me incomodava e ele tirou a camisa, puxou meu pau com uma das mãos, e me mandou ficar em pé, ainda sentado, abaixou a cabeça e começou a me chupar, fui no céu, meu tio, o cara pelo qual senti tesão desde que me conheço por gente, o cara de quem eu sempre cheirava a cueca suada depois dos dias intermináveis de trabalho, me chupando com tanta vontade quanto eu.

Depois de alguns instantes me chupando ele parou e tirou o restante da calça, me fez encostar no sofá e desceu com a língua percorrendo das minhas costas até o cu, nunca fui tão feliz, a língua rebolava feito louca dentro da minha entrava, não conseguia segurar o gemido, no começo fiquei parado, mas quando ele começou a enterrar o rosto entre as minhas nádegas não consegui conter meu rebolado, fiquei me mexendo sem parar esfregando o rabo na cara dele, vez ou outra ele se desvencilhava pra dizer “que cheiro bom, que cu gostoso, vou meter muito nessa bunda gostosa seu filho da puta”, depois de minutos no paraíso daquela língua quente, ele me mandou ficar em pé e se sentou. O pau apontava para o teto meio babado, e encostado no sofá com os braços atrás da cabeça mostrando as axilas peludas e suadas, fez um olhar de “Senta aí e rebola gostoso”, é claro que fiz, ou melhor, tentei fazer. De início meu cu ficou dolorido, a cabeça grande do pau dele não entrava na minha abertura virgem, mesmo que o meu cu estivesse cheio de saliva. Então, ele levantou-se rápido e foi ao quarto, pegou um lubrificante e lambuzou o pau, sentando-se na posição anterior, sentei em seguida.

Quando senti todo seu enorme pau dentro de mim, senti meu pau quase explodir de prazer, ele me puxou e me beijou de língua como um bicho, e começou a gemer na minha orelha com pedidos de “rebola pro tio vai, rebola nessa pica”, nem sequer me liguei na dor inicial, comecei a rebolar sem parar, sentindo a quentura da rola melada em contato com meu cu, quando pegamos o ritmo ele começou a gemer igual um animal, respirando com força como se fosse roubar meu ar, me apertava forte a ponto de dor meu corpo, mas nada, absolutamente nada, me impedia de continuar depois de minutos, quando eu pegava com minhas mãos seu peitoral peludo e suado ele anunciou que iria gozar, não pude conter um pedido:
_Goza na minha boca por favor.

O rosto dele ficou mais safado (o que eu não acreditava que fosse possível), me mandou ajoelhar e ficou em pé batendo punheta. Eu, com a boca aberta, fiquei esperando, louco pra sentir o gosto da sua porra. Depois de poucos minutos o corpo dele começou a se contrair e os gemidos ficaram mais rasteiros, ele puxou minha cabeça e abri a boca o máximo que pude, os jatos de porra quente foram inundando a minha boca, ele gozou tanto que chegou a escorrer pelos cantos dos lábios, o gemido dele poderia ser ouvido até do lado de fora da casa, sentia com a língua o gosto delicioso do meu tio e engoli o que pude olhando para os seus olhos, dizendo tacitamente que seria dele a partir daquele dia. Quando ele terminou de gozar sentou-se no sofá e me pediu para gozar no peito dele, bate uma rápida punheta e soltou numerosos jatos de gala que ficaram pregados no peito peludo dele. Depois me sentei exaurido e encostei a cabeça no seu peito esporrado, o cheiro era forte, cheiro de sexo entre homens, porra, suor, saliva, tudo impregnando o ar e o sofá.

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3 thoughts on “Meu tio peludo me fodeu no sofá

  1. Meu vizinho me come quase todo dia eu vestido com roupa da mulher dele , calcinha , vestido colado , baby dool , ele passa o dia so , adoro ficar assim para ele.

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