Meu cunhado enfiou o cacete em mim

Tudo começou quando minha irmã comentou que se mudariam para a cidade onde eu morava, primeiramente viria meu cunhado Xavier, porque assim ele procuraria um local onde morar apartamento ou casa e somente depois que estivesse tudo resolvido mandaria buscar minha irmã e os filhos. Minha irmã tem um bom emprego, mas por razões do trabalho do marido, que foi transferido, estava tentando também ser transferida para a unidade daqui, mas nesse momento, isso era inviável e assim teria que aguardar ainda algum tempo. Enquanto meu cunhado não conseguisse alugar ou comprar seu próprio lugar, combinamos que ele ficaria conosco.

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Quando Xavier chegou em minha casa, tudo estava bem, tudo era normal. Ele estava procurando um local apropriado para viver e trabalhava durante o dia normalmente. Eu tinha minha rotina, dava aulas na universidade na parte da manhã, cuidava de meus projetos à tarde e à noite cuidava da casa, sabem como é a vida de uma mulher nos dias de hoje. Meu marido trabalha em jornadas de turno e assim a cada quinze dias troca seus horários. Na primeira quinzena em que Xavier chegou ele estava no turno da manhã, e assim, estávamos os três reunidos todas as noites, mas na segunda quinzena ele mudou para o turno da tarde, assim, começava a trabalhar de dezesseis horas até meia noite, chegando em casa por volta das duas horas da manhã, foi nesse período que tudo aconteceu e Xavier me transformou em sua puta particular e sua amante, não posso dizer que não gostei, ao contrário senti que minha vida havia dado um giro de cento e oitenta graus e isso me agradou demais.

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Na faculdade havia chegado o período de férias e assim, eu estava em casa a maior parte do dia. Xavier chegou uma tarde mais cedo e com meu esposo começou a ver uma partida de futebol, contudo, como meu marido tinha que sair para trabalhar, ficamos sozinhos em casa eu e meu cunhado.
O jogo estava acontecendo quando de repente Xavier me chamou, fui até ele e o vi sentado no sofá, eu fiquei em pé diante dele, de repente, sem qualquer motivo ele segurou-me pelos quadris e começou a acariciar meu corpo, enfiou a mão debaixo da saia que eu usava e tocou minha xoxota, deslizando a calcinha para o lado e acariciando minha racha. Senti minhas pernas tremerem, e minha xoxota começar a emanar fluidos, estava excitada com aquela atitude bruta e impensada de meu cunhado. Tentei me safar, mas ele era forte e me sujeitou. Minha irmã já havia me alertado que em alguns momentos seu esposo era bem bruto, mas em seguida se tornava muito carinhoso.

– Solte-me agora, tentei impedir seus avanços, indignada com aquela afronta.
Ele se levantou, me pegou pelos cabelos e os puxou, virando meu pescoço e empurrando-me para baixo até que cai no chão aos seus pés. Eu comecei a chorar, então ele ternamente acariciou meu rosto, sentou-se novamente no sofá e puxou-me para ele, começando então a fazer caricias em meu rosto e dizendo que eu era linda, que estava há dias sem mulher e que isso estava lhe tirando do sério. Que me achava linda e gostosa e que meu marido era um homem de sorte em ter uma mulher tão especial como eu. Enquanto isso ele continuava a me segurar pelo cabelo, mas já não o puxava ou torcia, sujeitando-me e sim deslizava as mãos por toda a extensão do mesmo e descia por minhas costas, pressionando

com a ponta dos dedos toda a extensão de minha coluna vertebral, até a borda de minhas nádegas. Sua mão acariciava minha bunda e a separava com os dedos, deslizando sua mão para cima e para baixo. Preciso confessar que aquilo me excitava e eu sentia minha calcinha babada, percebi também que enquanto eu estava submissa, ele era só carinhos, mas se eu tentava interromper ele se tornava um bruto e me apertava ou segurava pelos cabelos, assim, temendo ficar marcada e depois ter que dar explicações a meu marido, resolvi me submeter para ver até onde ele iria, apesar do que eu tinha consciência do que ele queria e pretendia.

Ele me tratava carinhosamente, mas como se eu fosse uma puta, assim, mandou eu abrir seu zíper e abaixar sua calça. Assim o fiz, sempre agachada a seus pés, pois ele me impediu de tentar levantar. Tirou o cacete de dentro da cueca e então vi o que me esperava, era um cacete grande, grosso, muito maior que o de meu esposo, da cabeça inchada estava fluindo aquela baba lubrificante, ela estava toda lambuzada.

– Me chupe, ordenou!
Tentei não fazer isso, mas novamente ele me segurou pelos cabelos e puxou-me em direção ao seu colo e ventre, de onde despontava aquele membro apontando para cima.
– Por favor Xavier, não faça isso, sou sua cunhada e sou casada.
– Cunhada estou ficando maluco, há mais de quinze dias não tenho mulher e isso me transtorna, só essa vez, me ajude, pediu impondo, já que eu estava submetida e sem condições de reagir.
Pensei em mordê-lo, mas temi uma possível reação violenta dele, assim, estando sozinha em casa, sem condições de gritar para pedir ajuda, me submeti e atendi à sua ordem, comecei a chupar seu cacete.

Assim que comecei a sugar seu cacete, me transformei, a excitação me transtornou e comecei a mamar aquele cacete como se fosse uma cadela no cio, chupava com satisfação, o tamanho, a grossura e principalmente a rigidez daquele membro, me fazia comparar com o de meu marido e eu em meu intimo dizia que tinha ficado satisfeita com muito poucos nos ´meus anos de casada.

Excitada acariciava seus testículos e os sugava também, deslizava minha língua por todo aquele corpo duro, cheio de veias e um pouco curvo para o lado direito, cabeçudo como um chapéu de cogumelo. Quando sua mão entrou por meu decote e apertou meus mamilos, alternadamente, acariciando-os, definitivamente eu já estava entregue àquele novo macho.
Não sei quanto tempo mamei aquele cacete, até que ele me puxou, levantando-se e me posicionando de quatro ajoelhada no sofá. Levantou a saia do vestido e expos minha calcinha e minhas nádegas. Desceu a calcinha e a retirou jogando-a para o lado e depois se posicionou atrás de mim.

Eu fiquei esperando, sabia o que viria a seguir e não demorou muito.
Meu cunhado deslizou o cacete duro por toda a extensão do rego de minha bunda, uma, duas, três, incontáveis vezes. Seu cacete abria os lábios de minha xoxota, passava pelo ânus e seguia rego acima e depois voltava, eu me sentia cada vez mais molhada, mais excitada, mais disposta a copular, mais necessitada de ter dentro de mim aquele homem que me estava fazendo sofrer, pois a agonia da excitação é algo desejável e ao mesmo tempo torturante, doido até.
Por fim, após longos minutos que pareceram horas, ele posicionou a cabeça de seu cacete bem na entrada de minha xoxota, senti a cabeça abrindo meus grandes lábios e depois os pequenos, ele estava na entrada de meu túnel e então ele empurrou o quadril para frente.
Senti minhas carnes sendo abertas e aquele membro descomunal para minhas medidas, abriu caminho até o fundo de meu ventre. Abri a boca num gemido rouco, quase um grito, mesmo esperando ainda fui surpreendida. Não imaginei que seria tão grossa e que me alargaria tanto, realmente eu estava experimentando um membro como jamais havia sonhado ou imaginado.
Fiquei pensando em como ficaria depois dessa relação, possivelmente alargada, meu marido iria sentir a diferença, saberia que eu o havia traído quando tivéssemos nossa próxima relação. Mas em meio a esses pensamentos, um friozinho começou a percorrer meu corpo, arrepiando-me. Senti que meu corpo e mente estava concentrado em um único local, minha vagina e no pênis que martelava dentro dela, entrando e saindo num ritmo enlouquecedor.
Comecei a gozar, sentia as ondas de prazer assolarem meu corpo, alterando minha respiração, fazendo-me transpirar até ficar com todo o corpo úmido de suor, tremendo por dentro e por fora, enquanto aquele homem continuava a martelar minhas carnes, para dentro e para fora. Eu estava babando, meus fluidos escorriam por minhas coxas, desde a xoxota. Não havia aquele barulho liquido, pois, seu membro não deixava espaço para entrar qualquer ar que pudesse ecoar e então ele acelerou as estocadas, até que em um último momento, ele enfiou totalmente seu cacete, pressionando o colo de meu útero, fazendo a penetração ser ainda mais profunda e apertada. Então, ele começou a gozar. Disparou seus potentes jatos de esperma na profundidade de meu ser, no fundo de meu canal, bem na entrada de meu útero, como se quisesse fazer o que meu marido ainda não tinha conseguido, me engravidar.
Eu estava esgotada, mas quando ele saiu de dentro de mim, ficou uma sensação de vazio, apesar de tudo eu ainda queria mais. Ele sentou-se no sofá e eu deslizei sobre o assento, colocando meu rosto em suas coxas. Suas mãos começaram a acariciar meu rosto, numa caricia sensível, depois deslizaram por minhas costas e por mim acariciaram também minha bunda. Sua caricia em meus cabelos foi tão agradável que adormeci, recostada nele.
No dia seguinte, assim que meu esposo saiu para o trabalho, Xavier chegou em casa e me puxou para sairmos em sua motocicleta, eu estava de saia e tinha que me esforçar para a mesma não ficar voando e mostrando meu corpo. Ele se dirigiu para fora da cidade onde entrou por uma estrada de terra. O sol já havia descido, mas o dia ainda estava claro, fomos subindo para um mirante, onde apreciamos a paisagem, era um lindo entardecer. Estávamos sentados na moto, apreciando aquela beleza, quando ele me mandou sentar na frente dele. Obedeci e ele segurou minha saia de modo que eu não sentasse em cima da mesma, ficando assim minha bunda exposta, com apenas minha calcinha entre eu e ele. Ele começou a me ensinar os controles da moto, com ela parada no descanso central. Eu sentia seu corpo bem colado no meu e sentia seu cacete duro me cutucando, meu corpo reagia e eu sentia que minha calcinha se molhada, então, ele disse:
– Você está excitada com meu cacete duro em suas costas?
– Você sabe que sim, respondi!
– Quer que meta ela em você?
– Como estamos na rua, apesar de não haver ninguém aqui, pode chegar alguém.
– Apenas fique em pé apoiando no estribo dos dois lados.
Assim fiz, elevei meu corpo, ficando em pé apoiada nos estribos laterais da moto, ele se movimentou e percebi que estava tirando o cacete para fora das calças e depois apenas enfiou a mão debaixo de minha saia e arredou minha calcinha para o lado. Então ele me puxou fazendo com que eu sentasse em seu colo.
Seu cacete duro, cutucou minhas carnes e com um rebolado eu o posicionei na entrada de minha vulva e fui sentando, sendo penetrada, empalada por aquele membro que experimentava pela segunda vez, mas que tinha certeza faria isso inúmeras outras vezes.
Ele me inclinou sobre o guidom e assim teve liberdade total de me penetrar e me fazer gozar inúmeras vezes. Eu gemia de prazer, satisfeita em ser a mulher daquele homem dominador, possuidor de um cacete que me levava ás estrelas.
Ele enfiava seu cacete até o fundo, eu não me importava, queria apenas sentir o prazer que ele me proporcionava, meus freios morais já não existiam, esqueci que estávamos na rua, num mirando e que poderíamos ser surpreendidos a qualquer instante.
Quando ele percebeu que iria gozar, apenas me perguntou:
– Gozo dentro, quer meu leite dentro de você ou gozo fora?
– Xavier, agora sou sua puta, sou sua mulher, não posso nem pensar em perder esse seu cacete. Só de ver você eu fico excitada e minha calcinha se molha toda, faça comigo o que quiser, meta em mim até minha xoxota ficar inchada. Quanto a gozar, claro que quero dentro de mim, quero sentir sua semente, seus jatos, seu sêmen em mim, dentro de mim. Quero poder te chupar e ser chupada por você, quero ser sua amada amante, não me importa mais nada.
Instantes depois, sentia ele esvaziando dentro de mim, disparando seu esperma dentro de mim, no fundo de minha intimidade. Eu era casada e agora tinha um novo marido, um novo homem, a lembrança de meu marido era tênue, ele era diáfano, quase invisível, havia perdido o posto, apenas uma coisa me preocupava.
O que aconteceria quando minha irmã viesse?

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