De virgem a puta num piscar de olhos

Luciana, a Lu com 14 anos. É uma linda jovem, de cabelos negros. Olhos vivos, de tom azul bastante acentuado. Pele clara e macia. 1,55 m de altura e um corpinho bem distribuído para sua estatura. Lábios, vermelhos e carnudos em um rostinho muito atraente e uma bunda de causar inveja em todas suas colegas. É uma adolescente ingênua, imatura e muito tímida. Na escola, apesar de ser cobiçada pela rapaziada, não dá bola para nenhum deles. Lu só tem olhos para os estudos. Cultiva a amizade de poucas meninas, que apreciam seu modo de ser e agir. Dentre todas, Margô e Luiza, são as mais chegadas, pois moram num condomínio na mesma rua e frequentam sua residência e as famílias das três se conhecem.

Sexo Por Telefone

Naquele sábado, depois do ocorrido, tudo mudou para Lu. A adolescente passou a ser a maior galinha da escola, trocando de e namorado a cada instante e a todos permitia tudo, sexo vaginal, anal e oral e até com dois deles ao mesmo tempo, em dupla penetração.
Esta radical mudança, de virgem inocente e tímida para puta aconteceu assim:

– Lu, fomos convidadas para o aniversário da Sueli. Será amanhã lá na casa de festa “Primavera”. Muitos dos nossos colegas da escola estarão lá…. venha com a gente, amiga.
– Até que gostaria de ir, mas só irei se mamãe deixar.

Dona Odete, a mãe de Luciana, deu permissão para a filhota ir, mas só se as três a levarem e trazerem de volta depois da festa. Tudo acertado, Lu foi para o apartamento de Luiza, para de lá seguirem para a casa de festa no carro do namorado dela, Pedro, que não estuda no mesmo colégio delas, mas é conhecido de Margô e de Lu.

Tudo corria as mil maravilhas e Lu se divertia como nunca e inclusive dançou com alguns rapazes, até que Luiza, depois de beber um pouco mais da conta, aceitou dançar com um rapaz, que empolgado pelo “esfrega-esfrega” que ela permitiu, a beijou e ela correspondeu ao beijo com igual ardor. Foram surpreendidos por Pedro, seu namorado, que a chamou de vadia e disse que o namoro deles estava terminado. Ele, botando faísca pelo nariz, foi para o estacionamento disposto a ir embora.

Lu, espantada com o tremendo bate-boca e Aflita com a aparente tristeza de Pedro, o seguiu até o estacionamento.
– Pedro, não fique assim, Luiza gosta de você, ela abusou um pouco da bebida e fez coisas que não devia.

– Não é só por esta noite, Lu. Esta semana eu a vi beijando o mesmo carinha de hoje e ela me disse que foi surpreendida por ele. Lógico que é mentira.

– Mas se você for embora, quem vai nos levar para casa?

– Eu até topo levar vocês, mas por tua causa e de Margô. Vá até elas e lhes diga que estou indo embora e que a levo.

Lu foi até o salão e conversou com as amigas. Margô estava ao lado de um rapaz, o Guilherme e lhe disse que dispensava a carona de Pedro pois ainda era muito cedo e que a festa ainda estava no início e que o Guilherme a levaria para casa.
Luiza ficou chateada por Lu insistir por ela ter ido falar com Pedro e aceitar a carona dele.
-Você é muito chata, Luciana…se quiser, vá com ele e não me aborreça. Não devias ter se metido em assunto que não lhe interessa. Me cansei do Pedro, agora estou com este bonitão aui.

A garota voltou ao estacionamento quase chorando, sentida pela forma com que fora tratada pelas suas amigas.

Pedro a consolou e disse que não se preocupasse, pois ele a levaria para casa.

– Lu, ainda é muito cedo e não vamos estragar a noite de sábado, aceitas dar umas voltas comigo?

– Acho que não, Pedro. Acho melhor você me levar para casa.

– Está bem…, mas espere um instante que vou chamar o meu amigo que veio comigo e iremos os três juntos.

Pedro se afastou de Lu e ligou pelo celular para Marcos e lhe disse que estava saindo e que ele viesse junto, pois estava com uma “boboca” no carro e que podiam se divertir um bocado com ela.

Lu não gostou muito desta história, estar no carro com dois rapazes, mas tímida, não disse nada e quando viu Marcos o amigo de Pedro, seu coração deu um pulo. Ele era o rapaz mais lindo que vira até hoje e quando ele a cumprimentou com um beijo na testa, sua respiração foi a mil.

No carro de Pedro, no meio dos dois, se sentia no sétimo céu e quando Marcos segurou sua mão e a olhando nos olhos, lhe disse que a achava muito linda, apenas balbuciou um tímido “muito obrigada”.

Luciana em toda sua curta vida nunca se sentiu desta forma com um rapaz, ainda mais que ele não parava de falar, sempre a olhando fixamente e quando convidou a Pedro e a ela, para irem a um lugar sossegado para curtirem a noite, ele aceitou prontamente, já sabendo quais eram as intenções do amigo.

Lu ficou quieta e quando percebeu já estavam entrando num portão, que que dava a acesso a um amplo jardim e a uma casa enorme toda iluminada.

– Lu não tenhas medo. Este lugar é onde eu e Pedro viemos quando estamos chateados. Tudo aqui é muito divertido. Vamos ficar no máximo uns trinta minutos e depois Pedro a leva para sua casa. Não é isso amigo?

Pedro viu a piscadela de Marcos e concordou com ele.
Marcos a segurando pela mão a conduziu até um amplo salão, pouco iluminado onde muitos casais dançavam numa pista quase escura. Num box afastado, ocuparam uma mesa e nem um minuto depois, uma mulher se aproximou e perguntou o que eles iriam beber.

-Boia noite, Marcos…eu conheço o teu amigo, mas não esta garota com vocês. Ela é de menor?

– Não esquenta com isso Margarete. Ela está com a gente e você sabe como agimos. Nos traga duas dose de uísque e para Luciana, aquele “preparado especial”, que eu garanto a parada.

– Marcos, que preparado especial é esse? Eu não bebo nada que tenha álcool.

– Eu sei disso, lindeza, por esta razão pedi o especial para você. Vais adorar.

Nem quinze minutos depois, estava se sentindo bem à vontade ao lado de Pedro e principalmente de Marcos. Estava estranhamente eufórica e ria por qualquer bobagem que eles diziam, parecia que tinha bebida e que estava tonta.

Aceitou o pedido dele para dançarem e na escura pista, onde quase não se via nada. Marcos a segurou firme pela cintura e foi então que ela lhe disse que não sabia dançar.

– Não tem importância nenhuma, minha linda. A gente fica se mexendo, fingindo que está dançando.

Lu o sentiu bem colado a ela, com sua respiração junto ao seu ouvido. Ficou toda arrepiada com o beijinho e com a língua dele lambendo o interior de sua orelha. Logo a seguir toda mole nos seus braços ao perceber que ele beijava e lambia seu pescoço e ombros.

Queria evitar que continuasse a fazer essas coisas com ela, mas lhe parecia que tudo rodava em sua volta e toda lambuzada da saliva dele, achou gostoso e se aninhou ainda mais a Marcos.

Ele teve de a segurar, para Lu não desmoronar dos seus braços quando ele conseguiu encostar o enorme volume de sua ereção no meio das suas coxas.
Encostada, ou melhor dizendo, imprensada contra a parede, num canto da pista. Lu não conseguia controlar as batidas de seu coração, enquanto Marcos a beijava, quase engolindo sua língua. Era queria o afastar, mas em toda sua vida nunca sentiu prazer tão enorme e deixou ele a beijar daquele modo. Abusado.

Deu um pequeno gritinho assustada quando sentiu entre as coxas, o pênis dele, já fora das calcas. Era úmido e tocava sua calcinha se esfregando em toda extensão de sua rachinha.

– Minha nossa! Pare com isso, Marcos! Eu nunca fiz estas coisa…sou virgem!

– Ele parou imediatamente o seu avanço…. olhando admirado para Lu.

– Puta que pariu! Pedro não disse nada disso. Ele afirmou que já comeu a namorada e até a amiga dela e que achava que você também gostava da coisa. Aquele filho da puta! Vamos sair de fininho e deixá-lo aqui na boate da Carla…que ele pague as nossas despesas.

Lu, sob o efeito do “especial” que beberá, estava muito eufórica e mal conseguia ficar em pé e foi levada por ele para o estacionamento.
Ele a sentiu desta maneira e lhe disse era preferível que não chegasse em casa doidona como estava.
Lu apenas o escutava e nada disse, quando a levou para a casa dele, lá, a conduziu para o seu quarto e para a sua cama.

– O que estou fazendo aqui, cara? Eu quero ir para a minha casa…mamãe está me esperando.

Fique quietinha Lu, eu sei que você é virgem e não vou tirar o teu cabaço, mas assim mesmo, há outras maneiras de diversão.
Luciana tentou sair da cama, mas ele a impediu, se deitando por cima dela.
Os beijos e as lambidas em seu rosto, pescoço e ombros a estavam deixando sem forças para reagir e aos poucos se sentiu tão excitada que cessou sua resistência.

Marcos foi rápido e mesmo tentando evitar, ele usando de força, a despiu. agora ambos estavam totalmente nus e ele passeava com a boca e a língua em cada pedacinho do corpo da virgem, que dominada por enorme prazer o deixava bem à vontade.

Por cima dela, a imobilizando com o seu peso, mamava um mamilo, enquanto amassava o outro entre seus dedos, com Lu soltando longos suspiros, com o pau roçando sua boceta. Se sentiu totalmente dominada por Marcos,
Ela jamais pensou que fosse tão gostoso fazer “sexo”, mesmo com suas amigas lhe afirmando que era a coisa mais deliciosa deste mundo. Afinal das contas, ela ainda não tinha quinze anos.

Quase que deu um pinote da cama, quando sentiu a boca de Marcos beijar e lamber sua boceta. Dava gritinho histéricos com ele sugando o pequeno hímen. Marcos a segurava firme pela nádegas, enquanto sugava todos os fluidos vaginais da jovem e virgem garota.

Lu teve o seu primeiro orgasmo, que a fez estremecer violentamente todo o corpo. Marcos não tirou a boca de dentro da boceta e continuou com a língua mexendo como uma cobra entre suas carnes. Ele a sentiu totalmente entregue, tendo múltiplos orgasmos e isso o excitava como nunca.
Quando a deixou, Lu estava exaurida e nem ligou quando foi virada de bunda para cima e logo em seguida sendo beijava e lambida no seu bumbum.
Estava tão gostoso a língua molhada de Marcos querendo entrar no seu anelzinho, que separou ainda mais as coxas e se deliciou com as lambidas dele. Sentiu um dedo penetrar um pouco e se assustou, mas ele ficou apenas mexendo em círculos e Lu gostou da sensação deliciosa. Nem protestou quando dedo entrou quase todo no seu bumbum…estava gostoso demais.

Gritou assustada quando Marcos se deitou por cima e no lugar do dedo sentiu a cabeça do pau. Gritou e tentou escapar, contudo com ele no meio de suas coxas e com as mãos espalmada por volta dos seus seios não teve como se livrar.

Gritando de dor, sentiu a enorme cabeça ir avançando no seu canal anal. Marcos a penetrava bem lentamente, pois a sabia virgem até no rabinho. Ele todo dentro dela, ficou parado sem se mover, amassando os peitos da garota como se fosse massa de pão.

– Lu, minha adorada menina, estou comendo o teu cu, só para não tirar a tua virgindade. Fique quieta que a dor já vai passar.

Ela sentia aquela coisa toda dentro do seu bumbum e o peso dele por cima e tinha medo, mas uma forma estranha de prazer a dominava e então relaxou.
Por alguns minutos ele não se mexeu, Marcos a beijava e lambia sua orelha, pescoço e ombros, a deixando toda babada com sua saliva. Lu estava gostando do sexo anal, quando ele começou se mexer dentro dela.

Deu um gritinho assustada, quando sentiu ele “mijar” dentro dela e sentiu grande prazer.

Trinta minutos depois, estava estirada sob a cama de Marcos. Ele tinha plena consciência que Lu ainda estava sob os efeitos da mistura que bebera na boate. Aquela droga a deixava como se tivesse bebido muito, a deixando eufórica, inibindo seu senso de autocensura.

Ele queria muito levá-la para casa, pois a sabia demasiada jovem e muito inocente e acima de tudo, virgem. Mas a vendo tão linda, nua sobre sua cama, não resistiu a tentação e decidiu correr todo os riscos e se deliciar com a deliciosa menina, que estava ali, inteiramente entregue a ele. Apesar de sua pouca idade, ele iria estupra-la. Que a prudente fosse para a puta que parisse.

Se Lu não tivesse lembrança que perdera a virgindade naquela noite, seria maravilhoso. Marcos decidiu drogar Lu com o Boa-noite-cinderela, a conhecida e famosa droga do estupro e dá para ela beber uma boa dose de uísque no qual diluiu um quantidade enorme do BCN.
Lu ainda não totalmente recuperada dos efeitos da droga que ingeriu no início da noite, não resistiu quando ele a forçou a beber a nova mistura.
Poucos minutos depois, sentiu quando Marcos a penetrou, tirando sua virgindade. Não sentiu dor e nem nenhum prazer, apenas ficou ali, com ele bufando como um touro entrando e saindo de suas carnes. A garota estava sob o efeito das drogas enquanto era estuprada,

Enlouquecido de paixão, Marcos ficou horas e horas no estupro de Lu. A penetrando, novamente pelo ânus e ignorando a enormidade do crime que estava praticando, deixou dentro da jovem o fruto do seu desejo.

Quase ao raiar do dia, depois de toda sua tara pela jovem ter se esvaído, ele a leva a para o box e embaixo da água, limpa o sangue que escorre das genitálias de Lu. A veste e penteia os cabelos.
A garota, cambaleia e murmura que sente muita dor lá embaixo e que a cabeça lhe dói e fica estirada na cama. Não sabe onde está e o que aconteceu durante toda a noite. Volta dormir.

Nervoso, não sabendo o que fazer, dá para Lu um comprimido contra a dor que ela diz sentir e um calmante; talvez ela melhore com isso.

No carro, Lu inclinava no banco continua dormindo. Só então ele se dá conta que não sabe onde ela mora. A sacode para pedir que diga qual o seu endereço, mas Lu, porém sob ação das drogas ela não dá sinais que vai acordar.
Liga para Pedro, mas ele não responde ao seu chamado.
Apreensivo, roda pelo bairro onde acha que ela mora e com o dia quase nascendo, fica demasiadamente nervoso, pois sabe que Lu não pode ser encontrada dentro de seu carro. Além de ser menor de idade e estar dopada, isso seria terrível para ele…cana na certa.

Faz então, como último recurso, uma barbaridade, a deixa estirada sobre um banco de uma pracinha, onde pensa ser perto do colégio da jovem.
Ela será encontrada e quando acordar dirá onde mora e tudo ficara bem… ela não deverá se lembrar que ele a estuprou.
Na realidade, o idiota, não tinha nenhuma noção do que fizera com Lu. O estupro foi o menor dos males causados à jovem. A ingestão de quatro tipos diferentes de drogas, com o agravante do álcool, atingiu o sistema nervoso central dela, lhe causando danos enormes.

No domingo, logo cedinho, dona Odete, preocupada com a falta de notícias da filha, resolve ligar para a casa de Luiza. Sabe que Lu deve estar dormindo na casa da amiga, depois do aniversário de Sueli. Quem atende é a mãe de Luiza.
– Amiga, é a Odete. Desculpe por ligar tão cedo. Está tudo bem com as meninas? Lu se comportou bem aí na tua casa?
Cristina ficou um tempinho sem respondeu à amiga…. não sabia como dizer para Odete que a filha dela não voltou da casa de festa, com Luiza.
– Odete, eu pesei que Lu estivesse em casa. Luiza me disse que elas se desentenderam e que Lu saiu do aniversario bem ante deles. Ela tem quase certeza que ela pegou carona com o Pedro.
– Meu Deus? Ela não chegou aqui em casa.
A confusão estava formada. Pedro jurou de pés juntos que não sabia de nada, que ele saiu da festa e deixou a menina lá. Não podia falar a verdade. Mas preocupado, ligou para Marcos, o safado que sumiu da boate levando Lu com ele, deixando-o pagar a conta sozinho, o safado.

– Marcos, cadê a Lu? Está todo mundo a procura dela!

– Eu que vou saber! Ela me disse que estava passado mal e que iria até o banheiro, mas eu a vi saindo da boate e fui atrás dela, mas com toda aquela gente, a perdi de vista e então decidi ir embora sozinho.

Luiza, Margô, Pedro e Marcos, cada qual por motivos diferentes, afirmaram que não sabiam o que tinha acontecido com Luciana.

A garota foi encontrada ao amanhecer do domingo, sobre o banco de uma praça bem longe do seu bairro. As senhoras que passeavam naquela ensolarada manhã, a viram e foram até ela. Uma quase menina, bem vestida…. não tinha nenhuma aparência de ser uma vadia.

Ela não acordada, mesmo sendo sacudida e não tinha nenhum documento que a identificasse. Decidiram chamar o Atendimento de Emergência e pouco depois de uma hora, Lu estava dando entrada no pronto socorro da região.

Examinada com poucos cuidados, apenas ficou estabelecido que a garota, quase uma menina, estava sob efeito de drogas e foi conduzida para uma enfermaria comum no meio de muitas outras pacientes e ficou esquecida lá. Seu caso, por puro relaxamento, não foi comunicado as autoridade policiais, como devia ser.

Na noite de domingo, uma enfermeira foi examinar a paciente do leito 304 e ficou preocupada, ao sentir que sua pressão estava demasiadamente baixa, assim como sua temperatura corpórea. Chamou a médica de plantão e esta depois de examinar a jovem a mandou ser removida para a UTI.
Ela estava em coma profundo e corria risco de morte. Ficou sob tratamento intensivo e seu organismo não respondia a nenhum estímulo. Só então foi realizada a comunicação às autoridades policiais e então a mídia tomou conhecimento.
A detetive Solange, que estava a quase quatro dias encarregada do caso da estudante de apenas quatorze anos que desaparecera depois de ir a uma festa. Tomou conhecimento da jovem internada na UTI do hospital municipal e foi até lá, pois pelas características físicas, tinha quase certeza que era a Luciana Menezes Teixeira, a garota que ela procurava.

Luciana foi transferida para uma clínica particular e depois de severos exames, ficou constatado que circulava em seu sangue algumas drogas e que combinadas estavam afetando seu sistema nervoso central e era isso que a mantinha em coma. Os pais foram notificados que a filha fora estuprada.

Apesar de intensa, a investigação para descobrir o culpado do sequestro e estupro da garota, nenhuma pista surgiu.
Luciana ficou em coma por quase três meses e quando retornou, não se lembrava de nada e até teve dificuldades de se lembrar de muitas coisas de sua vida. Sob tratamento, sua memória foi voltando aos poucos. Todavia não lhe vinha a mente o acontecido na noite em que desparecera. Assim sendo o responsável de a ter drogado e estuprado, ficou impune.

No semestre seguinte, teve condições de voltar para a escola e apesar de ser procurada por Luiza e Margô, procurou cortar a amizade com a duas, porém com Pedro a coisa foi diferente, Lu o incentivou e assim passou a namorar o ex de Luiza.

No carro dele, Lu deixava ser acariciada por ele de uma maneira mais ousada. Pedro se perdia mamando o lindos seios de Lu e com os dedos dentro da boceta molhada a fazia ir à lua e voltar. Ela o levava a loucura e implorava para Pedro a faer gozar.
– Comer minha boceta, não mesmo cara. Mas pode chupar a minha menina.
A partir deste dia, todos os encontros de Lu com Pedro, era pura sacanagem. Ela já ia sem a calcinha e ele a levava a loucura, mamando sua vagina. Mas Lu não o deixava na mão, com igual gula, ela engolia toda a porra dele.

– Pedro, estou louca para a gente fazer “69” chupo o teu pau e ao mesmo tempo tu chupas a minha bocetinha…que tal? Mas aqui no carro não dá pé. Eu sei onde podemos fazer a coisa toda sem sermos incomodados por ninguém. Lá na cada do teu amigo, o Marcos.

– Espera ai, Lu… você se lembras do Marcos? Todos dizem que você não tem nenhuma lembrança da noite do aniversário de Sueli!

– Realmente tinha esquecido de tudo…, mas depois fui me lembrando de você e o Marcos, me levando para aquele lugar e bebi algo que me deixou doidona. Eu e ele te deixamos lá e fomos para a casa dele, lá ele comeu o meu cu e me drogou e tirou minha virgindade. Se eu desse parte dele e até de você o dois estariam fodidos, mas eu não vou fazer isso. Fiquei gamada no cara e quero ele me foda novamente.

Duas semanas mais tarde, estava deitada na cama de Marcos, nua e lânguida, com os olho semicerrados, envolta em voluptuosidade. Acenava para marcos e Pedro, que igualmente nus, a olhavam com desejos em seus olhos.

A linda ninfeta incita os meninos os chamando com o dedinho estendido.
– Venham meus amores! Eu os quero ao mesmo tempo…um na frente e outro por trás.

Luciana, que acabara de fazer quinze anos, gemendo louca de prazer, com os dois rapazes encaixados numa duma penetração, dá gritos explodindo em múltiplos orgasmos.
Assim, ela se tornou na maior putinha de toda sua escola, fodendo com seus namorados, que mudava em questões de semanas.

FIM

Disk Sexo

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