Como a filhinha do papai virou uma putinha

Olá, me chamo Luiza, e após ler diversos contos tomei coragem para compartilhar algumas de minhas experiências. Atualmente tenho 43 anos. Porém essa história ocorreu nos meus 19 anos. Irei contar como perdi a minha virgindade, história que me deixa molhadinha até hoje.
Sou filha única cresci em uma família muito carinhosa e cheia de amor, mas pelo fato de ser filha única fui muito superprotegida, principalmente pela minha mãe. Tive apenas dois namorados na minha adolescência, nada muito serio, tinha receio de me relacionar com garotos, muito por conta da criação que eu tive.
Aos 17 anos quase todas as minhas amigas já não eram mais virgens, nessa idade o máximo que eu tinha feito foi deixar meus namorados tocarem meus peitos, e algumas vezes eu acariciei o pau deles pela calça. Sempre que minhas amigas se reuniam para contar suas experiências sexuais eu apenas concordava balançando a cabeça e ria timidamente, tentando esconder a minha falta de experiência sexual, mas acredito que todas deviam saber que eu ainda era virgem, fato que me deixava muito embaraçada e com vergonha, principalmente nesses momentos. Um dia, uma de minhas amigas (vou chama-la de Helena), decidiu que iria me ajudar a ‘’perder o cabaço’’, ela sempre dizia que só queria me ajudar a arrumar um namorado, mas eu sabia que no fundo não era isso. Como eu já disse não me relacionava muito bem com garotos, muito por conta da minha timidez eu acho, e um pouco de receio sabe-se lá Deus do que.

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Helena, então, ainda na época da escola (nesse período já no final do ensino médio), passou praticamente a ser minha cafetina (ela mesma gostava de dizer isso em tom de brincadeira), pois sempre arranjava ‘’clientes’’ (potenciais garotos para ser meu namorado a.k.a perder o meu cabaço), para mim. A tática dela era bem simples, ela conversava com um garoto bonitinho e dizia que eu gostava dele, mas não tinha coragem de ir conversar, então eventualmente eles vinham conversar comigo. De início foi muito estranho e desconfortável, os garotos não tinham muita atitude e nem sabiam muito o que dizer, muito menos eu. Contudo, depois de algumas tentativas fui pegando o jeito e a timidez foi diminuindo, até que finalmente deu certo! Consegui um namorado.

Pois bem, nessa altura do campeonato eu já estava com 19 anos e ainda não tinha transado com meu namorado em 2 anos de namoro. Por mais que eu tivesse muita vontade não me sentia confortável o suficiente, e ainda tinha muito receio de perder a virgindade. O máximo que acontecia eram alguns boquetes e punheta. A primeira vez que eu vi o pau dele fiquei impressionada, apesar de não ser muito grande (deve ter uns 15cm), ele é muito grosso, tenho que confessar que quando vi fiquei um pouco assustada, mas com água a na boca. Estávamos nos beijando em um parque a noite não muito movimentada, ele me beijava com muita vontade e segurava muito forte meu peito com uma mão e a outra ele ia passando pelo meu corpo, até que ele enfiou a mão sem mais e nem menos na minha buceta, primeira vez que alguém tinha feito isso. Eu realmente não esperava isso, e assim que seus dedos entraram na minha buceta eu soltei um gemido de prazer alto, e por alguns poucos segundos meu corpo ficou mole, então ele falou – shhhh… não geme alto sua putinha alguém pode ouvir e ver a gente. Ele continuou me masturbando e cada vez mais a pegação estava mais intensa, o medo de sermos pegos aumentava ainda mais o tesão, aquela tensão de estarmos quase transando no parque e sermos pegos por alguém me deixava ainda mais molhadinha. Toda essa parte foi muito rápida, apenas poucos minutos, mas o tesão era tanto que ele me fez gozar muito forte só me masturbando e me xingando de putinha bem baixinho no meu ouvido.

Logo depois de gozar ele botou o pau pra fora e disse: – me chupa agora sua puta eu estou mandando. – sim senhor – respondi. Aquela atitude agressiva e dominadora dele me deixava ainda mais molhada e com muito tesão. Como eu disse o pau dele não é muito grande, mas é muito grosso, quando ele me mandou chupar seu pau eu já estava louca de tesão e cai de boca naquele pau grosso muito veiúdo e com uma cabeça também enorme e brilhando, aquele pau me dava água na boca só de olhar. Então eu fiquei de joelhos e comecei a chupar aquele pau delicioso. Primeiro lambuzei muito aquela cabeçona grande e vermelha, depois lentamente fui colocando todo o resto do pau na minha boca, não era muito difícil de colocar todo, porém ele enchia completamente a minha boca, era delicioso. Ele começou a me sufocar com o pau dele botando todo de uma vez e não me deixando tirar, logo depois, ele começou a fuder a minha boca com aquele pauzão.
Eu nunca tinha ficado tão excitada em toda a minha vida. Parecia que eu era uma cadela no cio desesperada por um pau, acho que o tesão acumulado de 2 anos de namoro só com boquete sem nunca fuder e aquela tensão de sermos pegos tinha deixado nos dois loucos de tesão, e naquele momento tudo tinha explodido. Não ligávamos mais se iriamos ser pegos ou não só queríamos fuder muito. Então eu deitei no chão, em uma parte um pouco confortável com grama, abri as minhas pernas e disse: – Vem me fode seu gostoso, me come todinha com esse pau enorme -. Nunca pensei que eu iria dizer coisas como essas, ainda mais naquela situação, mas naquele momento o tesão falava mais alto, eu era realmente uma cadela no cio sedenta por um pau. Ele também louco de tesão se apressou em tirar as calças e veio me fuder. Quando ele

colocou aquele pau grosso na minha bucetinha virgem e apertadinha doeu muito, dei um grito de dor misturado com um pouco de prazer, mas ele rapidamente tampou a minha boca. Aquele pau enorme me fez sangrar, senti o sangue escorrendo pela minha perna. Eu queria parar, estava doendo, mas também estava começando a ficar gostoso, o tesão me dominava, só queria saber de pica. Ele começou metendo devagarinho, acho que percebeu que estava muito doloroso pra mim, não demorou muito até a dor diminuir bastante e o prazer aumentar muito – Me fode toda como a putinha que eu sou vai – disse louca de prazer. Ele começou a meter com força e de forma bruta, meus gemidos aumentaram um pouco, então ele não tirava a mão da minha boca. Aquele pau parecia que estava me rasgando, uma bucetinha virgem e toda

apertadinha sendo destruída daquele jeito por um pau super grosso estava delicioso. Comecei a ficar toda mole já estava vendo estrelas, era muito prazer transar daquele jeito, de forma tão bruta e com o perigo de ser descoberta. Uma garota tímida, a filhinha do papai sendo fudida igual uma puta em um parque à noite, nunca pensei que isso iria acontecer. Infelizmente o sexo não durou muito, ambos estávamos explodindo de tesão, gozamos poucos minutos depois de começar, mas foi uma das melhores gozadas da minha vida, até hoje me lembrar desse dia me deixa muito molhada.
Espero que tenham gostado do meu primeiro conto, se gostarem continuarei compartilhando outras de minhas experiências.

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