A depravação da tia Gisele e a sobrinha

Juliana está deitada de bruços e tremendo de gozo com Olavo forçando mais da metade de sua língua no cusinho dela. Os dedos dele apertam firmemente a maciez da bunda da jovem de dezoito aninhos.
Juliana passa a rebolar de encontro ao rosto do cinqüentão Olavo que se excita cada vez mais com a caricia das bojudas nádegas.

Soluçando e arquejando de prazer a belíssima ninfeta pede que Olavo lhe faça o mesmo carinho em sua xaninha. Ele se deita de costas mantendo Juliana na mesma posição, mas se infiltrando por baixo dela até que seu rosto fique bem abaixo da rosada xoxotinha dela.

Como já fizeram muitas vezes nesses últimos dois anos, Juliana leva as duas mãos até cada bunda e as separa. Olavo lhe acaricia as coxas até chegar às partes inferiores das nádegas e as aperta com vigor. Ela espera ansiosa pelos dedos que em alguns instantes serão inseridos em seu anus.

Agora, entalada com dois dedos dentro do cusinho e a xaninha sendo sugada com avidez, Juliana lambuza o rosto de Olavo quando goza. Ele não se importa com os fortes trancos do pélvis dela em seu rosto.
– Aa…agora me enraba, seu velho pervertido! Quero… toda essa… essa jeba… nojenta!

Olavo não se mexe e deixa que a ninfeta tome a iniciativa. Juliana encolhe os joelhos e levanta seu busto do colchão. Logo, ela está sentada em cima do rosto de seu amante que tem idade pra ser pai dela. Talvez avô.

Em seguida, ela vai deslizando para baixo até suas nádegas esbarrem na tora dura dele. Olavo corresponde ao beijo que Juliana lhe dá. Manhosamente ela pergunta.
– Voce me quer hoje, de costa ou de frente?
– De frente.
– Eu também…Quero sentir teu hálito dentro da minha boca quando voce gozar!

Sempre Juliana faz uma carinha de dor quando a enorme glande lhe expande o anelzinho do anus pra logo em seguida um sorriso de prazer e triunfo lhe aparecer nos lábios enquanto com uma mão ela mesma segura a jebona e vai deixando deslizar pra dentro do cusinho à sua vontade. A outra mão vai direto pra xaninha.
As mãos de Olavo acariciam com rigidez os polpudos glúteos.

Ela sabe quando Olavo está prestes a gozar, então cessa o rebolado e espera a respiração dele voltar ao normal. Lentamente começa a rebolar de novo e faz isso mais algumas vezes até ela própria não conter o orgasmo.
E então deixa Olavo gozar junto com ela.

Depois de se banharem e se vestirem, vão para o carro. Ultimamente, Olavo tem deixado que sua jovem amante dirija o utilitário esportivo Equinox. Ele gosta vê-la feliz ao comandar o enorme carro.
– Posso correr mais um pouco? Senão vamos chegar atrasados!
– Ok! No máximo cem por hora!
– Pode ser 120?

Eles chegaram no aeroporto em tempo, mas ainda tiveram que esperar meia hora até que Augusto e Gisele aparecessem no salão de desembarque.

Augusto é pai de Juliana. Ele teve que deixar a filha vir morar com Olavo devido a fatos que saberemos a seguir.
Gisele é irmã de Augusto e logicamente, tia de Juliana.
– Há que horas é a cerimônia amanhã?
– Começa a uma da tarde, tia Gisele. Mas, o baile é às oito! Espero que voce tenha trazido um vestido super legal!

Depois de instalados na bela casa de Olavo e Juliana, foram jantar numa pizzaria, Durante o tempo todo conversaram alegremente.
Não houve constrangimento quando Augusto e a irmã foram pro mesmo quarto.
Nem quando Olavo foi literalmente puxado por Juliana em direção a suite desejando boa-noite.

Augusto, já na penumbra do quarto, se lembra de quando flagrou Olavo ejaculando no rosto de Juliana ajoelhada a sua frente, dois anos atrás, ao mesmo tempo em que ele agora está quase gozando com o boquete que sua irmãzinha Gisele está lhe fazendo.

No dia seguinte, já no campus da universidade que Juliana tinha ingressado, Gisele de braço dado com o irmão, escuta Juliana perguntar aos dois.
– Voce não querem conhecer toda a universidade?
– Sim, vamos! – responde Gisele.
– Eu já conheço, não é Ju? Vou ficar na cafeteria!
– Aah, quem vai lhe fazer companhia? – pergunta Juliana.

Augusto pressentindo que ia sobrar pra ele e por nada nesse mundo se sentiria confortável a sós com Olavo, se adianta.
– Querida, voce faz companhia pro Olavo que eu acompanho essa pirralha!
– Vamos lá, pai! É muito grande! Mas, não devemos demorar mais de uma hora!

Sentados na cafeteria, Olavo e Gisele evitam se olhar. Dois anos atrás quando Olavo teve que ir ao funeral do filho que fora casado com Gisele, descobriu por acaso que ela e o irmão Augusto eram amantes incestuosos e flagrou os dois copulando logo após a cerimônia do funeral.
– Como vão as coisas por lá?
– Por que a pergunta? Voce sabe muito bem! O Guto foi transferido depois que pedi e servi como escrava sexual do patrão dele. Lá, voltei a usar meu nome de solteira e todos pensam que somos marido e mulher.
– Aah, que bom que voces estão felizes! Mas sinto voce um pouco… pouco… como se estivesse entediada. Uma mulher bela, exuberante,ex-miss Mundo e tremendamente gostosa como voce, deveria estar radiante de felicidade!
– Pára Olavo! Voce tá querendo me cantar! Pára com isso! Não vai adiantar chantagem nenhuma! Sei que voce está querendo se aproveitar da nossa situação incestuosa!
– Ué! Por que está dizendo isso?
– Ora ora! Voce me chamando de gostosa, pô! É uma tremenda cantada grosseira!
– Não! Não! Me perdoa Gisele! Não era minha intenção! Longe disso! Eu e a Ju respeitamos muito voces dois e ficamos alegres com a felicidade de voces! Olha só, pra provar isso, vou agora mesmo reservar um vôo e dizer pra Juliana que tenho que resolver um assunto urgente lá em Montevidéu. Só volto quando voces tiverem indo embora!

Enquanto fala, Olavo passa a digitar a sua reserva.
– A Ju tem todas as chaves e já está dirigindo muito bem. Assim que os dois voltarem…
– Está bem, está bem Olavo! Aceito tuas desculpas! Acho que me excedi um pouco e devo estar com mania de perseguição! Acho que, quem me olha esteja me acusando!
– O fato é; voce tinha sua loja e seus amigos e teve que largar tudo por amor!
– É mais ou menos por aí! Estou quase chegando aos trinta e gente que conhecia desde então, não existe mais! O pior de tudo… Oh, meu deus! Não vou confessar isso!!

Olavo encara a bela incestuosa interrogativamente, mas não diz uma palavra. Gisele também se cala e fica olhando o vazio. Aos poucos um calor suave começa a tomar conta do corpo dela.
Gisele se sente estranhamente sensual. Não sabe por que gostaria de se abrir totalmente com Olavo que durante dois anos a assombrou com a ameaça de revelar o segredo dela e do irmão.

Agora ele está ali demonstrando sinceramente que está feliz por ela e pelo irmão. Ela desvia os olhos do vazio para encará-lo. O suave calor se torna mais intenso e Gisele se impõe que a figura de Olavo é somente paternal.
– Bem que gostaria de uma bebida agora… mas aqui eles não vendem álcool…

Escutando Olavo dizendo de um desejo adulto naquela situação tensa, deixou Gisele mais a vontade e a figura paternal já não mais existia. Agora, ela via um homem viril que tomava posse do que queria, mas sendo discreto quando a situação era delicada.
– Quer saber?? Eu também topo uma bebida! Me leva daqui, Olavo!
– Mas… mas como!? Como vou fazer isso? O que… que vou dizer a eles!?
– Porra Olavo! Tu quer me comer ou não?

Olavo parece não acreditar no que está ouvindo. Parece que está no sangue feminino dessa família, onde as mulheres tendem a tomar a iniciativa da cópula.

Pelo lado de Gisele, esses dois anos como esposinha do irmão foram de um tédio sufocante. Depois de passar por toda experiência sexual, exceto zoofilia, a que o patrão de Augusto a submeteu, era torturante se saciar com um homem só. Foi isso que naquele momento ela se descobriu dependente do pecado, do proibido. Não ser fiel e não ser descoberta.
– Ju! Eu preciso tomar uma bebida! A tua tia não quer me acompanhar! Fala pro teu pai convencê-la!

Olavo passa o celular pra Gisele. Ela responde com resmungos e só uma vez diz “sim” quando retira da boca o pauzão dele.
Gisele está acocorada entre o painel e o banco do carona, com as pernas de Olavo em cada lado de seu corpo.

O clima luxuriante era tão intenso que Gisele queria ser possuída ali mesmo dentro do carro. Embora o estacionamento fosse céu aberto, o Equinox estava cercado por outros carros. Mas isso não garantia de que eles não pudessem ser vistos. Isso excitava por demais a Gisele.

Imaginava seu irmão flagrando um homem lhe forçando chupar seu enorme cacete. Ou que ele descobrisse como ela dominava os dois machos ao ser duplamente penetrada. Ela queria a surpresa de ser descoberta fazendo sexo, sexo selvagem.
– Qu…quero essa rolona! Quero em todos… todos meus… orifícios!
– Então… então senta aqui e… e engole meu picão com tua xaninha!

Gisele se acomoda no colo de Olavo de frente pra ele. Ela ainda está com a calcinha. Parecendo se entender como velhos amantes, enquanto Gisele procura com a mão a piroca dele, Olavo puxa a calcinha pro lado na altura da volumosa bunda dela. Os dedos roçam o orifício anal e ele introduz uma falange dentro.

Mas, ele acha que Gisele pode se ofender por não estar acostumada a isso e começa a retirar o dedo quando ouve ela exclamar.
– Aaaah… isso… mais mais! Enfia! Enfia mais! Mais outro dedo! Enfia outro dedo junto!! Ah ahahah! Era isso que eu… eu queria! Va…vamos deixar minha xaninha só pro…pro meu… meu irmãããão! Ela é só dele! Me enraba agora, seu canalha!!
– Vem cá! Vem cá, sua descarada gostosa! Assiiiiim… deixa minha piroquinha tomar posse desse rabão!! Rebola, sua safada sem vergonha! Rebola!

Gisele estremece com os xingamentos e a gentil brutalidade que Olavo lhe penetra e lhe acaricia o corpo. Ela própria acelera com os dedos a caricia no clitóris.
– Enfia quantos… quantos dedos puder… junto… junto com tua piroca no meu cusinho!

Dez minutos depois, os dois já recuperaram a respiração e ajeitam as roupas. Gisele está com um semblante sério, enquanto Olavo não consegue esconder o constrangimento. O semblante de Gisele lhe parece dizer que tudo aquilo foi um erro.
– Olha Gisele… acho que tudo é culpa minha! Eu devo ter dito alguma coisa que bateu na sua carência e eu me aproveitei dela! Me perdoa… isso não vai mais acontecer!!

Gisele olhando pra frente balança a cabeça duas vezes concordando e nada diz.
No bar perto da universidade, Augusto e a filha se juntam a Olavo e Gisele. A algazarra é muito como pode se esperar de um bar com estudantes, mas dá pra perceber que ali na mesa dos quatro existe uma sutil tensão entre eles.
– Sabe Ju, eu adoraria ter ido conhecer todos os recantos de tua universidade! Voce não imagina como eu gostaria de acompanhar tua evolução nos estudos!
– Sério!? Seria bom voltar a ter uma mãe dedicada assim! Eu gostaria muito, tia!

Pela cabeça de Augusto passa que Gisele francamente odiou ficar a sós na presença de Olavo. Ele começa a elaborar um plano, sentindo que a aproximação de Gisele com Juliana a afastaria de Olavo. Isso seria a glória.
– Querida, quando vai ser a aula inaugural!? E o que voce vai precisar!
– Vai ser na semana que vem.É quando os professores vão dar a relação de livros e sites pra gente adquirir! Olavo vai me ajudar, né!?
– É claro, amorzinho! Voce terá todo… ui… meu apoio!

Sentada ao lado de Olavo, a irmã de Augusto dá uma leve pancada com o lado pé na canela dele. Ele disfarçadamente olha pra Gisele que faz cara de paisagem. Então de repente ele percebe tudo.
– Mas… eu acho que meninas sabem o que meninas querem! Seria mais apropriado sua tia lhe ajudar! Sabe como é, né? Eu não sou seu pai! Sou teu… teu amante…
– Basta! Chega dessa conversa! Gisele, meu amor! Eu acho que voce estará disponível semana que vem e poderá vir ajudar a Juliana, né?
– Se voce achar que sim… eu venho! Mas, vai ser uma despesa grande de passagens!
– Não se importe com isso! Eu dou um jeito!
– Bom… se voce concordar, Augusto… a gente pode dividir essa despesa!
– Não e obrigado! A filha é minha! É minha responsabilidade!
– Vou precisar de um tutor. Ou tutora. Tem que vir a reuniões duas vezes no mês!
– Ééé! Aí fica difícil!
– Nem tanto! Eu venho em ocasiões especiais, que acredito que são poucas, e Olavo fica como tutor. Vamos combinar assim!? Agora podemos ir pra casa!?

A noite, já no baile, Augusto tirou a filha pra dançar. Gisele continua a olhar pra frente, dando a notar a tensão hostil entre ela e Olavo. Ele, por sua vez, até agora não entendeu a pancada que levou por baixo da mesa horas antes e também a frieza dela depois de se deixar sodomizar. Ele passa acreditar que a pancada foi só um acidente.

Gisele pega a taça a sua frente e leva aos lábios. Dá um gole e permanece com ela a frente da boca.
– Voce é muito burro! Ainda bem que Guto concordou que eu sou quem deve acompanhar a Ju nas compras! Se voce insistisse… quanto tempo mais eu ficaria naquela vida entediante!? E voce tem dinheiro bastante pra me visitar quanta vez quiser… Enquanto eu quiser! Pegando o gancho… onde vai ser nossa despedida!?

Olavo contratou um bufê para o churrasco um dia antes de Gisele e Guto partirem. Esperava que Guto dormisse depois de algumas caipirinhas. Isso aconteceu. Mas Juliana estava faminta pelo páu do amante e certa hora exclamou na frente da tia.
– Vem, paizão! Vem foder tua menininha, vem! Tô com a maior secura pra chupar!
A despedida foi três dias depois. Olavo pegou um avião e Gisele cumpriu o proposto de não ter sua xaninha violada. Passou a tarde inteira dando a bundinha e a noite gozou como louca quando o irmão lhe chupou e penetrou a xotinha.
Ela exigiu que Olavo ficasse mais um dia porque o patrão de Guto viria fazer uma visita aquela filial.
Gisele se esgotou de tanto gozar ao ser duplamente penetrada de todas as maneiras.

Outros três dias depois chegou pra acompanhar a sobrinha nos assuntos femininos. Só deu pra cumprir o prometido quando ela avisou ao irmão que ia ficar mais dois dias e Olavo disse pra Juliana que tinha um assunto pra resolver no Uruguai.

Gisele e Olavo viajaram pra Mar Del Plata e lá ela foi o premio da aposta que ele perdeu no jogo. Teve que assistir ela gozar desvairadamente com os outros quatro jogadores da mesa de pôquer.
– Irmãzinha! Que aparência cansada que voce está! Pelo menos foi tudo bem?
– Maravilhosamente bem! Adoro minha sobrinha! Ficávamos até tarde conversando!
– Quer dizer… que nesses dias… o Olavo não tocou nela?
– Me parece que sim…
– Ótimo! Voce tem que ir mais vezes lá! Ah, o dr. Rafer me chamou pra uma reunião na sede na semana que vem. Voce quer ir!?
– Ah, irmãozinho, quero não! Tá sendo demais! Muitas viagens!

Na semana seguinte quando Augusto botou os pés no avião, Olavo já estava na suite de um hotel com tudo preparado pra receber a dona daquela bunda fabulosa. Os dois começaram a avaliar se já estava na hora de Juliana casar.
Convido meus leitores a visitar meu bloghttp://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ ou http://eternahelga.blogs.sapo.pt/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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